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O Islão em acçãoThomas Stahler
– A partir de 622: banditismo organizado por Maomé desde Medina (Arábia Saudita). Batalha de Badr onde Maomé e o seu bando assassinaram 70 homens, apoderando-se de um valiosos espólio. Múltiplos assassinatos políticos contra os adversários do profeta, numerosos ataques a judeus da região;
– 627: extermínio pelo exército de Maomé da tribo judaica Bann Qurayza (600 a 900 pessoas);
– Na mesma época: expulsão dos Nadir e o seu subsequente massacre;
– 634: invasão da Síria por Abu Bakr, morte de 4.000 pessoas na defesa das suas terras entre Gaza e a Cesareia. Campanha da Mesopotâmia: 600 mosteiros destruídos, monges assassinados, árabes monofisitas convertidos ou mortos, extermínio da população de Elam e execução de notáveis em Susa;
– 634-638: invasão de Jerusalém e destruição de igrejas seguido de pilhagens, provocando um surto de fome em 639, o qual se traduziu em milhares de mortos;
– Na Arménia, massacre da população de Euchaita;
– Assíria devastada, grandes destruições na região de Daron, no sudoeste do lago Van (Turquia). Novas expedições em 642 com massacres e escravatura;
– 643: conquista de Tripoli por Amr, pilhagem, escravatura de mulheres, assim como de crianças, em proveito do exército árabe;
– 652 a 1276: envio anual de escravos da Núbia para o Cairo;
– Cartago arrasada e os seus habitantes executados, acontecendo o mesmo na Anatólia (Turquia), Mesopotâmia, Síria, Irão e Iraque;
– Fim do século VII: conquista do Egipto por Amr b. al As, massacre de todos os habitantes de Behnesa, após o de Rayum, assim como o de Fayoum, Aboit, Nikin.
700
– 704-705: Os nobres arménios são reunidos nas Igrejas de São Gregório em Naxcawan e Xram no Azaxis e incendiadas;
– 712: conquista de Sind na Índia por Muhammad b. Qasim, massacres no porto de Debal (foz do Indus), durante três dias, entre 6.000 e 16.000 pessoas mortas em Brahminabad;
– 722: destruição de conventos e de igrejas no Egipto;
– 781: saque de Efeso (Turquia), 7.000 gregos deportados;
– Século VIII: mosteiros hindus de Kizil destruídos.
800
– 832: massacre de Coptas no Baixo Egipto após a sua revolta contra um imposto discriminatório;
– 838: tomada de Amorion e escravatura dos vencidos;
– 852-855: perseguições na Arménia;
– 884: convento de Kalilshn em Bagdade pilhado e destruído;
– Século IX: conversões forçadas em Harran;
– Século IX: massacre de cristãos em Sevilha.
900
– 903: 22.000 cristãos tornados escravos em Tessalónica;
– 924: Igreja e convento de Maria em Damas destruídos, assim como milhares de igrejas no Egipto e na Síria;
– No dobrar do ano mil: pilhagens e destruições na Índia por Mahmud de Ghazni, 50.000 homens mortos após a batalha de Sommath;
1000
– 1004: Mahmud invade Multan (Paquistão). Conversões forçadas na região de Ghor;
– 1010: Mahmud invade o reino de Dawud de Multan;
– 1010 a 1013: centenas de judeus assassinados no sul de Espanha;
– 1016: judeus chacinados em Kairouan (Tunísia);
– 1033: massacre de 6.000 judeus em Fez (Marrocos);
– 1064: conquista da Geórgia e da Arménia por Arp Arslan, massacres e escravatura;
– 1066: 4.000 judeus mortos em Granada (Espanha);
– Século XI: massacre de judeus em Fez e em Granada.
1100
– 1126: cristãos espanhóis deportados para Marrocos pelos Almorávidas;
– Por volta de 1150: perseguições em Tunes;
– 1165 e 1178: conversões forçadas de judeus no Iémen;
– 1192: no estado de Bihar (este da Índia), Muhammad Khiji massacra os monges budistas e arrasa uma grande biblioteca, destruição de templos em sarnath perto de Bénarès;
– 1198: conversões forçadas de judeus em Aden;
– Século XII: massacres de judeus na África do norte pelos Almóadas.
1200
– Por volta de 1200: perseguições de budistas;
– 1232: massacre de judeus em Marraquexe;
– 1268: massacre aquando da conquista de Antióquia (Turquia) por Baybars;
– 1291 e 1318: conversões forçadas de judeus em Tabriz (noroeste do Irão);
– Século XII: perto de Damas (Síria), a população de Safad é decapitada pelo sultão Baybars.
1300
– 1333 e 1334: conversões forçadas de judeus em Bagdade (Iraque);
– 1351: Firuz Chah dirige o norte da Índia: 180.000 escravos na sua cidade e destrói os templos hindus;
– Do século XIV ao século XVII: recolha de mais de 1/5 dos filhos das famílias da aristocracia cristã na Grécia, Sérvia, Bulgária, Arménia e Albânia, o que equivale a 8.000 a 12.000 pessoas por ano.
1400
– 1400: Tamerlão devasta Tbilissi (Georgia);
– 1403: nova expedição de Tamerlão à Georgia, massacres, destruição de aldeias e cidades;
– Início do século XV: na Mesopotâmia, massacre de 4000 pessoas em Sivas (Turquia), 10.000 em Tus, 100.000 em Saray (Turquia), 90.000 em Bagdade (Iraque) e 70.000 em Ispahan (Irão).
1600
– 1622: perseguições contra os judeus na Pérsia;
– A meio do século XVII: conversões forçadas de judeus na Pérsia;
– 1679-1680: destruição de templos em Udaipur, Chitor, Jaipur por Aurangzeb (norte da Índia);
– Século XVII: conversões forçadas na Anatólia (Turquia).
1700
– 1770 a 1786: judeus expulsos de Jeddah (Arábia Saudita), refugiando-se no Iémen;
– 1790: massacre de judeus em Tétuan (Marrocos).
1800
– 1828: massacre de judeus em Bagdade;
– 1834: pilhagem em Safed;
– 1839: conversões forçadas e massacre de judeus em Meshed (Irão);
– 1840: massacre de judeus em Damas;
– 1867: massacre de judeus em Barfurush;
– 1894, 1895 e 1896: massacre de 250.000 arménios pelos turcos;
– Século XIX: explosão de violência em Marrocos, na Argélia, Tunísia, Líbia e nos países árabes do Médio Oriente.
1900
– 1904 e 1909: 30.000 arménios chacinados em Adana;
– 1915: fim do genocídio de arménios pelos turcos, mais de um milhão de mortos.
(Nota do tradutor: muitas mais façanhas desta “religião do amor e tolerância” poderiam ser descritas, basta lembrar a invasão da Península Ibérica no ano 711, ou os mais de milhão e meio de europeus feitos escravos pelos muçulmanos entre os séculos XVI e XVIII. Porém, não é necessário revisitar muito mais a história quando nos deparamos com uma Jihad na Europa em pleno século XXI. Os atentados de Madrid (191 mortos), o massacre das crianças de Beslan (331 mortos) ou mais recentemente os ataques suicidas em Londres (52 mortos), são a prova viva de que o Islão, essa religião agressiva e estranha à Europa, quer voltar a impor-se no nosso continente, resultado de uma frustração secular, já que os muçulmanos nunca aceitaram bem a derrota em Covadonga, ou a de Lepanto, ou mesmo a de Viena, só para citar algumas.)
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Fonte: http://www.causaidentitaria.org/islaoaccao.html

















