Ataque ao islam ou Islão a nu – Para tomar consciência do terror islâmico e o atacar

Islão em acção

Posted by ombl em Setembro 18, 2006

O Islão em acção

Thomas Stahler

– A partir de 622: banditismo organizado por Maomé desde Medina (Arábia Saudita). Batalha de Badr onde Maomé e o seu bando assassinaram 70 homens, apoderando-se de um valiosos espólio. Múltiplos assassinatos políticos contra os adversários do profeta, numerosos ataques a judeus da região;

– 627: extermínio pelo exército de Maomé da tribo judaica Bann Qurayza (600 a 900 pessoas);

– Na mesma época: expulsão dos Nadir e o seu subsequente massacre;

– 634: invasão da Síria por Abu Bakr, morte de 4.000 pessoas na defesa das suas terras entre Gaza e a Cesareia. Campanha da Mesopotâmia: 600 mosteiros destruídos, monges assassinados, árabes monofisitas convertidos ou mortos, extermínio da população de Elam e execução de notáveis em Susa;

– 634-638: invasão de Jerusalém e destruição de igrejas seguido de pilhagens, provocando um surto de fome em 639, o qual se traduziu em milhares de mortos;

– Na Arménia, massacre da população de Euchaita;

– Assíria devastada, grandes destruições na região de Daron, no sudoeste do lago Van (Turquia). Novas expedições em 642 com massacres e escravatura;

– 643: conquista de Tripoli por Amr, pilhagem, escravatura de mulheres, assim como de crianças, em proveito do exército árabe;

– 652 a 1276: envio anual de escravos da Núbia para o Cairo;

– Cartago arrasada e os seus habitantes executados, acontecendo o mesmo na Anatólia (Turquia), Mesopotâmia, Síria, Irão e Iraque;

– Fim do século VII: conquista do Egipto por Amr b. al As, massacre de todos os habitantes de Behnesa, após o de Rayum, assim como o de Fayoum, Aboit, Nikin.

700

– 704-705: Os nobres arménios são reunidos nas Igrejas de São Gregório em Naxcawan e Xram no Azaxis e incendiadas;

– 712: conquista de Sind na Índia por Muhammad b. Qasim, massacres no porto de Debal (foz do Indus), durante três dias, entre 6.000 e 16.000 pessoas mortas em Brahminabad;

– 722: destruição de conventos e de igrejas no Egipto;

– 781: saque de Efeso (Turquia), 7.000 gregos deportados;

– Século VIII: mosteiros hindus de Kizil destruídos.

800

– 832: massacre de Coptas no Baixo Egipto após a sua revolta contra um imposto discriminatório;

– 838: tomada de Amorion e escravatura dos vencidos;

– 852-855: perseguições na Arménia;

– 884: convento de Kalilshn em Bagdade pilhado e destruído;

– Século IX: conversões forçadas em Harran;

– Século IX: massacre de cristãos em Sevilha.

900

– 903: 22.000 cristãos tornados escravos em Tessalónica;

– 924: Igreja e convento de Maria em Damas destruídos, assim como milhares de igrejas no Egipto e na Síria;

– No dobrar do ano mil: pilhagens e destruições na Índia por Mahmud de Ghazni, 50.000 homens mortos após a batalha de Sommath;

1000

– 1004: Mahmud invade Multan (Paquistão). Conversões forçadas na região de Ghor;

– 1010: Mahmud invade o reino de Dawud de Multan;

– 1010 a 1013: centenas de judeus assassinados no sul de Espanha;

– 1016: judeus chacinados em Kairouan (Tunísia);

– 1033: massacre de 6.000 judeus em Fez (Marrocos);

– 1064: conquista da Geórgia e da Arménia por Arp Arslan, massacres e escravatura;

– 1066: 4.000 judeus mortos em Granada (Espanha);

– Século XI: massacre de judeus em Fez e em Granada.

1100

– 1126: cristãos espanhóis deportados para Marrocos pelos Almorávidas;

– Por volta de 1150: perseguições em Tunes;

– 1165 e 1178: conversões forçadas de judeus no Iémen;

– 1192: no estado de Bihar (este da Índia), Muhammad Khiji massacra os monges budistas e arrasa uma grande biblioteca, destruição de templos em sarnath perto de Bénarès;

– 1198: conversões forçadas de judeus em Aden;

– Século XII: massacres de judeus na África do norte pelos Almóadas.

1200

– Por volta de 1200: perseguições de budistas;

– 1232: massacre de judeus em Marraquexe;

– 1268: massacre aquando da conquista de Antióquia (Turquia) por Baybars;

– 1291 e 1318: conversões forçadas de judeus em Tabriz (noroeste do Irão);

– Século XII: perto de Damas (Síria), a população de Safad é decapitada pelo sultão Baybars.

1300

– 1333 e 1334: conversões forçadas de judeus em Bagdade (Iraque);

– 1351: Firuz Chah dirige o norte da Índia: 180.000 escravos na sua cidade e destrói os templos hindus;

– Do século XIV ao século XVII: recolha de mais de 1/5 dos filhos das famílias da aristocracia cristã na Grécia, Sérvia, Bulgária, Arménia e Albânia, o que equivale a 8.000 a 12.000 pessoas por ano.

1400

– 1400: Tamerlão devasta Tbilissi (Georgia);

– 1403: nova expedição de Tamerlão à Georgia, massacres, destruição de aldeias e cidades;

– Início do século XV: na Mesopotâmia, massacre de 4000 pessoas em Sivas (Turquia), 10.000 em Tus, 100.000 em Saray (Turquia), 90.000 em Bagdade (Iraque) e 70.000 em Ispahan (Irão).

1600

– 1622: perseguições contra os judeus na Pérsia;

– A meio do século XVII: conversões forçadas de judeus na Pérsia;

– 1679-1680: destruição de templos em Udaipur, Chitor, Jaipur por Aurangzeb (norte da Índia);

– Século XVII: conversões forçadas na Anatólia (Turquia).

1700

– 1770 a 1786: judeus expulsos de Jeddah (Arábia Saudita), refugiando-se no Iémen;

– 1790: massacre de judeus em Tétuan (Marrocos).

1800

– 1828: massacre de judeus em Bagdade;

– 1834: pilhagem em Safed;

– 1839: conversões forçadas e massacre de judeus em Meshed (Irão);

– 1840: massacre de judeus em Damas;

– 1867: massacre de judeus em Barfurush;

– 1894, 1895 e 1896: massacre de 250.000 arménios pelos turcos;

– Século XIX: explosão de violência em Marrocos, na Argélia, Tunísia, Líbia e nos países árabes do Médio Oriente.

1900

– 1904 e 1909: 30.000 arménios chacinados em Adana;

– 1915: fim do genocídio de arménios pelos turcos, mais de um milhão de mortos.

(Nota do tradutor: muitas mais façanhas desta “religião do amor e tolerância” poderiam ser descritas, basta lembrar a invasão da Península Ibérica no ano 711, ou os mais de milhão e meio de europeus feitos escravos pelos muçulmanos entre os séculos XVI e XVIII. Porém, não é necessário revisitar muito mais a história quando nos deparamos com uma Jihad na Europa em pleno século XXI. Os atentados de Madrid (191 mortos), o massacre das crianças de Beslan (331 mortos) ou mais recentemente os ataques suicidas em Londres (52 mortos), são a prova viva de que o Islão, essa religião agressiva e estranha à Europa, quer voltar a impor-se no nosso continente, resultado de uma frustração secular, já que os muçulmanos nunca aceitaram bem a derrota em Covadonga, ou a de Lepanto, ou mesmo a de Viena, só para citar algumas.)


Fonte: http://www.causaidentitaria.org/islaoaccao.html

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