Ataque ao islam ou Islão a nu – Para tomar consciência do terror islâmico e o atacar

Solidariedade para com Robert Redeker

Posted by ombl em Outubro 11, 2006

O filósofo e a fatwa

Robert Spencer é director do Jihad Watch
Este artigo foi publicado no FrontPageMagazine e está traduzido em espanhol.

” Aconteceu novamente. Depois da ira muçulmana contra o Papa Bento XVI – que produziu distúrbios e o assassinato de três cristãos – um professor francês teve de se esconder depois de receber ameaças de morte. Qual foi a sua ofensa? Publicar uma coluna no jornal francês Le Fígaro em que caracteriza o profeta muçulmano Maomé como «um líder de guerra impiedoso, um saqueador, um assassino de judeus e um polígamo».

Redeker dizia que uma das ameaças recebidas afirmava que «nunca te sentirás seguro na Terra. 1.300 milhões de muçulmanos estão dispostos a matar-te». Enquanto as ameaças de morte se sucediam, todos abandonavam Redeker. O próprio professor observava que o Ministério da Educação francês «nem sequer me contactou, não se dignou a contactar-me para saber se eu precisava de alguma coisa». O chefe de redacção do Le Fígaro, Pierre Rousselin, declarava na Al-Jazeera que tinha cometido um erro ao publicar o artigo de Redeker, e apressava-se a garantir ao mundo islâmico que o artigo não reflectia a opinião do jornal.
Não está claro o que enfurece os que ameaçam Redeker. Acham que ele mentiu sobre Maomé? Se assim é, têm de meditar no facto de que muitos muçulmanos, em todo o mundo, parecem estar de acordo com o facto de Maomé ser «um líder de guerra impiedoso, um saqueador, um assassino de judeus e um polígamo». Como explico no meu livro «
The Truth About Muhammad», os mujahedines de todo o mundo parecem ter o Profeta do Islão como a personificação dos actos que tentam praticar. Sobre isso, têm proporcionado abundantes provas, nos últimos anos:
* LÍDER DE GUERRA IMPIEDOSO: em 5 de Setembro de 2003, o xeque Ibrahim Mudeiris invocava uma das batalhas de Maomé, uma expedição contra o império bizantino conhecida como a batalha de Tabouk, ao referir-se à guerra no Iraque num sermão difundido pela Autoridade Palestiniana: «Se voltamos 1400 anos atrás num túnel do tempo, descobriremos que a história se repete… Bizâncio representa a América no Ocidente… O Profeta [Maomé] pode conquistar Bizâncio, a maior potência hoje comparada à América – sem um único mártir como baixa, entre os muçulmanos. O Profeta, através do fomento da unidade muçulmana, derrotou a América da época… A América é o nosso inimigo número 1, e vê-la-emos como nosso inimigo número 1 enquanto aprendemos as lições da Batalha de Tabouk [Outubro de 630 dC]: “Mobilizai tudo quando dispuserdes, em armas e cavalaria, para intimidar, com isso, o inimigo de Deus e vosso, e se intimidarem ainda outros que não conheceis, mas que Deus bem conhece. Tudo quanto investirdes na causa de Deus, ser-vos á retribuído e não sereis defraudados.” [Corão 8:60]. Estamos preparados e disponíveis, mas a vitória depende de Alá…»
Em 21 de Novembro de 2003, muçulmanos entraram de tropel na Mesquita Central da Estrada de Maiduguri, após o sermão de sexta-feira na cidade nigeriana de Kaduna, exigindo a implementação da charia e distribuindo panfletos com a mensagem: «A única solução é a jihad, o tipo de jihad posta em prática pelo Profeta Maomé e exemplificada por Shehu Usman Dan Fodio e o defundo Ayatollah Khomeini do Irão. Nós muçulmanos, devemos unir-mo-nos e usar este conceito de jihad que nos dará inequivocamente o poder de destruir a opressão e os opressores e estabelecer o Islão no seu lugar».
Em Outubro de 2004, o xeque Aamer Bin Abdaláh Al-Aamer escrevia no diário da Al-Qaeda online Sawt al-Jihad: «Leva a cabo a jihad contra os teus inimigos com as [tuas próprias] mãos, sacrificai as vossas almas e os vossos bens para combater o inimigo, imitando [os actos do] vosso Profeta [Maomé] no mês do Ramadão [com a finalidade] de aniquilar os teus inimigos».
Fawwaz bin Mohammed Al-Nashami, comandante do grupo jihadista que assassinou 22 pessoas no atentado de Johar, na Arábia Saudita, em 29 de Maio de 2004, dizia que actuou segundo os desejos de Maomé para a Arábia: «Somos mujahedines e combatemos os americanos. Não viemos para apontar nenhuma arma aos muçulmanos, mas para purgar a Península Arábica, segundo a vontade do Profeta Maomé, dos infiéis e politeístas que matam os nossos irmãos do Afeganistão e Iraque… Procurámos os infiéis. Descobrimos cristãos filipinos. Degolámo-los e dedicámos o acto aos nossos irmãos mujahedines das Filipinas. [Da mesma forma], descobrimos engenheiros hindus e também lhe cortámos o pescoço, que Alá seja louvado. Nesse dia purgámos a terra de muitos cristãos e politeístas.»
Nos últimos dias das presidenciais americanas de 2004, um orador muçulmano evocava Maomé para denunciar a democracia: «O nosso Profeta nunca concorreu a nenhuma eleição… Não ganhou nenhum debate político. [Em vez disso] ganhou a guerra contra os infiéis.»
Num artigo de Janeiro de 2005 no Arab News, o colunista Adil Salahi recordava aos seus leitores que Maomé nunca declarou guerra a um povo sem antes o convidar a converter-se ao Islão: «Durante a vida do Profeta (que a paz esteja com Ele), a comunidade muçulmana teve de travar muitas batalhas, porque existiam muitas fontes de perigo e muitos detractores empenhados em silenciar a crescente mensagem islâmica. O Profeta assegurou-se que em nenhuma destas batalhas os muçulmanos ultrapassariam os limites do que é legal no Islão… Não lançou nenhum ataque sem alertar o inimigo e pedir-lhe que aceitasse o Islão e vivesse em paz com o estado muçulmano.»
O líder muçulmano londrino Hani Al-Sibaai justificava, em Fevereiro de 2005, os massacres perpetrados pelos majahedines de Al-Zarqawi no Iraque: «Baseia-se esta gente na lei islâmica, ou não? Eles afirmam que sim e cumprem-na, dizem que masscrar aparece num hadith do Profeta, que procede do xeque Ahmed Shaker. O Profeta dizia à tribo Quraysh: “trago-vos a morte”, fazendo o gesto. Mas estes temas religiosos podem discutir-se… O Profeta zangou-se e tirou os olhos ao povo da tribo ‘Urayna. Eram um grupo de ladrões que roubava os pastores e o Profeta arrancou-lhes as unhas e enviou-os para a zona de Al-Hrara onde os deixou morrer. Cegou-os e cortou-lhes os braços e pernas. Foi o que fez o Profeta em relação a assunto sem grande importância – nem sequer estava em guerra.»
* SAQUEADOR: em 28 de Março de 2003, o xeque palestiniano Mohammed Abú Al-Hunud advertia noutro sermão, difundido pela televisão da Autoridade Palestiniana, que os que tentarem «arruinar o livro de Alá, [tentam] americanizar a religião, americanizar o Corão, americanizar a mensagem de Maomé…» Em caso de dúvida sobre o que queria dizer com isto, referia-se ao facto de a mensagem do Corão e de Maomé estar a ser manipulada e privada das suas componentes violentas. A propósito da presença dos americanos no Iraque diz: «Alá saquerá as suas propriedades para os muçulmanos, Alá aniquilá-lo-á, Alá fará os seus filhos órfãos e as suas mulheres viúvas.»
Mais recentemente, em Novembro de 2003, a página Web do Departamento de Assuntos Islâmicos (IAD) da Embaixada de Arábia Saudita em Washington continha exortações para que os muçulmanos levassem a cabo uma jihad violenta em emulação a Maomé, e citava as palavras de Maomé a propósito do saque: «qualquer dos Meus escravos que lute a Meu favor, tem a garantia de ser compensado pelo seu sofrimento com recompensas e saques (durante a sua vida) e, se morrer, perdoá-lo-ei, serei clemente e permitirei que entre no Paraíso.»
* ASSASSINATO DE JUDEUS: um jihadista explicava que o conflito israelo-palestiniano é mais que um simples conflito nacionalista pela terra: «estes povos não se apercebem que a nossa luta contra os judeus remonta a outra épocas, desde que o primeiro Estado islâmico foi estabelecido em Medina, com Maomé o Mensageiro, enviado a toda a humanidade como seu líder. Alá relata-nos no Corão a realidade de perversão e o ódio aos judeus da parte da Umma do Islão e o Tawhid, como diz: « Constatarás que os piores inimigos dos fiéis, entre os humanos, são os judeus e os idólatras.» (Sura Al-Maa’idah: 82) [Corão 5:82].
Em Julho de 2006, um jornalista do British Muslim Internet afirmava: «Estou farto destes asquerosos e sujos cães israelitas. Que Alá os amaldiçoe e os destrua todos, e que tenham o mesmo destino dos Banu Qurayzah». Esta foi a tribo judaica árabe massacrada por ordem de Maomé, e com a sua participação, depois de se dizer que o tinham traído. O primeiro biógrafo de Maomé, Ibn Ishaq, cita o número de 600 ou 700 mortos no tal, outros autores situam-no entre os 800 e 900 mortos.
* POLÍGAMO: ninguém contesta que Maomé tinha várias mulheres. As páginas Web que fazem a apologia muçulmana não negam o facto e até o celebram:
Islam Online afirma que as mulheres de Maomé «aconselhavam o marido quando este necessitava, iam com ele para a batalha para tratarem dos feridos e acompanhavam-no nas suas viagens. Preservavam a memórias dos detalhes íntimos da sua vida marital com a finalidade de educarem as gerações posteriores nas normas de purificação e relações entre esposos.»
Isto não são ataques «islamófobos». São declarações de pessoas que se consideram piedosos muçulmanos, que não ousam insultar Maomé. Também vale a pena notar que os que falam nos sermões televisivos parecem assumir que a sua audiência muçulmana também sabe e aceita que Maomé se comportava do modo que eles dizem. Nunca houve protestos contra estas declarações ou outras similares por parte de outros muçulmanos, em nenhum lugar do mundo islâmico. Porque deve temer pela sua vida Robert Redeker, após as ameaças de morte, por dizer na prática o mesmo que muitos muçulmanos de todo o mundo?
Diria que o seu principal crime foi dizer estas coisas não sendo muçulmano e com ar de reprovação. Os muçulmanos que difundiram ameaças de morte contra Redeker parecem tentar expandir o pilar islâmico tradicional que proíbe os não-muçulmanos, num Estado islâmico, de insultar Alá ou Maomé, ou qualquer debate crítico sobre Maomé com não-muçulmanos. Parece aceitável que os não-muçulmanos falem de Maomé, sempre que falem como se fossem fiéis ou com a sensibilidade que os fies mostras nas suas considerações. Inclusive, o presumível porta-voz muçulmano moderado Akbar Ahmed, da American University,
recomenda algo parecido quando fala da fúria contra o Papa Bento XVI. Ahmed condiciona o seu apoio à liberdade de expressão com uma chamada à sensibilidade e as consequências de falar livremente: «Se bem que apoio a liberdade de expressão e a liberdade de discurso, e já o disse publicamente, todos devemos ser sensíveis à cultura e às tradições dos outros credos. Não estou a falar de debates puramente académicos ou idealistas, mas da possibilidade de pessoas perderem a vida, como resultado de algum alegado ataque contra a fé, cometido nalguma parte do mundo. Creio que as vidas perdidas e as propriedades destruídas – incluindo mesquitas e igrejas – depois da controvérsia em redor das caricaturas dinamarquesas, poderia ter sido evitada se as pessoas tivessem tido mais compaixão e senso comum no inicio da crise.» (As declarações de Ahmed sobre as «mesquitas e igrejas» são curiosas, pois os furiosos pelas declarações do Papa destruíram igrejas em Gaza, na Margem Ocidental e na Nigéria. Não destruíram nenhuma mesquita).
Ahmed parece dizer, na prática que os não-muçulmanos deveriam tratar com cuidado os islâmicos, simplesmente por estes poderem provocar violência. Mas se alguém reaje com violência às palavras do outro, particularmente se são inofensivas, o problema está em quem reage, não em quem fala. As ameaças a Redeker, pouco tempo depois de uma fúria global contra o Papa, são mais um exemplo da tentativa jihadista para assustar e intimidar o Ocidente com um silêncio de censura.
É fundamental, diria mesmo crucial, que nestes tempos arriscados, se pronunciem as pessoas livres. ”

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