Ataque ao islam ou Islão a nu – Para tomar consciência do terror islâmico e o atacar

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Maomé: um resumo dos primeiros anos

Posted by ombl em Outubro 16, 2006

 

maome.jpgO profeta da paz

624: Razia a Meca, pilhagem e prisioneiros feitos.
624: Depois da vitória em Badr, inicia-se a eliminação dos judeus;
624: Decapitação do poeta Kab been Al Ashraf, em Medina, opositor de Maomé;
624: Batalha de Badr, Maomé na cidade de Oqba: “prometi a Deus que se te apanho fora de Meca, corto-te a cabeça”.
624:Batalha de Badr: Abou Bakr a Maomé: “os infiéis serão exterminados do mundo”;
624: Batalha de Badr, derrota dos infiéis: “os muçulmanos matarão a golpe de sabre e farão prisioneiros”;
624: Batalha de Badr: Maomé aos seus homens: “se algum de vós encontrar o Djahl, cortem-lhe a cabeça e tragam-na até mim”;
624: Revelação de Maomé: “não foi concedido o direito a um profeta de fazer prisioneiros sem que lhe tenha sido dado o direito de fazer grandes massacres por todo o mundo”;
624: Decapitação do poeta Kab ben Asraf, crítico de Maomé;
624: Decapitação de dois poetas críticos anónimos, depois da batalha de Badr;
624:Depois da batalha de Badr: “ o vosso lugar, assim como o dos vossos filhos, é o inferno, e se não vos converteis, matá-los-ei”;
625: Expulsão do clã judeu de Al Nadir. Submissão duma tribo judia (Banul-Nadir).
625: Destruição do ídolo Oubal [1]
626: Massacre dos judeus Beni Khazradj, partilha dos seus bens e as famílias judias reduzidas à escravatura;
626: Expedição contra os judeus Beni Qoraizha, insultados por Maomé: “Vós, macacos e porcos…”;

626: Massacre de 700 judeus em Beni Qoraïzha, amarrados durante três dias e depois enforcados, crianças incluídas;
626: Assassínio do poeta judeu Kab, chefe do clã Beni Nadhir, e da sua mulher, que tinham ridicularizado Maomé;
626: Expedição contra os judeus de Kaihbar;
626:Assassínio do judeu Sallam Abou Rafi, por ordem de Maomé;
626:Tentativa de assassínio de Abou Sofyan, por ordem de Maomé;
626: Maomé manda cortar as palmeiras do oásis dos judeus Beni Nadhir;
626: Maomé faz cativa uma mulher judia muito bela de entre o clã Beni Qoraizha, como parte do espólio de guerra;
627:Massacre do clã judeu Qurayza em Medina;
627: Inicio do ataque sistemático a outras tribos árabes;
627:Agressão à tribo Bani Moustalik;
628: Maomé aos judeus Beni Qainoqa: “Se não vos converteis ao Islão, declaro-vos a guerra”;
628: Rapto de mulheres e crianças da tribo Moshjarik;
628: Ataque aos judeus de Khaïbar, tortura e prisioneiros;
628: Tomada do oásis judeu de Fadak, tornando-o um bem pessoal de Maomé;
628: Submissão dos judeus de Wadil Qora;
629: Destruição dos ídolos de d’Allat, Manat e Al Uzza, na Arábia;
630:Tomada de Meca; 30 execuções sumárias;
630: Primeira incursão militar contra a Pérsia em Tabuk;
630: Batalha de Honaïn, contra os beduínos;
630: Submissão dos judeus e cristãos de Makna, Eilat, Jarba;
630: Decapitação, em Meca, do apóstata Abdallah ibn Abou Sahr;
630: Decapitação, em Meca, do poeta satírico Abdallah ibn Khatal;
630: Decapitação em Meca de Howairith ibn Noqaïd;
630: Condenação à morte, em Meca, de Ikrima, em fuga;
630: Condenação à morte, em Meca, de Cafwan ibn Ommayya, em fuga;
630: Condenação à morte, em Meca, de Hind, mulher de Abou Sofyan, em fuga;
630: Execução em Meca de Sara, uma escrava judia cativa;
630: Execução em Meca de Qariba, uma cantora e artista;
630: Execução em Meca de Fartana, uma cantora que ridicularizou Maomé;
630: Destruição de um ídolo de Hubal situado no Kaaba;
630: Maomé ao seu inimigo Cafwan: “tens que escolher entre o Islão ou ficares sem a cabeça”;
630: Massacre da tribo Beni Djadsimaa;
630: Arranque das vinhas na Arábia;
630: Batalha de Houynan contra as tribos hawazitas;
630: Morte de Dubayya, sacerdote de Al Uzza;
631: Ataque à cidade bizantina de Tabouk, submissão dos cristãos e tributo.

Tanta merda em tão pouco tempo. Ver relatório completo aqui.
Via

Nota: antecipando comparações estúpidas, informo que muita coisa que foi feita, ao longo da História, em nome de Cristo, não foi feita nem ensinada por Cristo; pelo contrário, Maomé deu pessoalmente o exemplo de como a sua religião deveria ser conduzida e ensinada.

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