Ataque ao islam ou Islão a nu – Para tomar consciência do terror islâmico e o atacar

Apóstatas do Islão

Apostatas do Islão.www.apostatesofislam.com
” Quem somos nós:
Somos ex-Muçulmanos. Alguns de nós fomos nascidos e educados no islão e alguns de nós tínhamos-nos convertidos a esta religião nalgum momento das nossas vidas. Fomos ensinados a nunca questionar a verdade do islão e acreditar em Allah e no seu mensageiro com fé cega. Ensinaram-nos que Allah perdoaria todos os pecados menos a descrença (Quran 4:48 e 4:116). Mas cometemos o imperdoável pecado de pensar e questionamos as crenças que nos foram impostas. Percebemos que longe de ser uma religião da verdade, o Islão é um engano, uma alucinação de uma mente doente, apenas mentiras e falsidades.

O que nós acreditamos:

Alguns de nós adoptámos outras religiões mas na maioria abandonámos simplesmente o islão sem acreditar em qualquer outra religião. Nós acreditamos na humanidade. Acreditamos que os seres humanos não necessitam seguir uma religião para ser bons. Tudo o que nós necessitamos seguir é a regra dourada. Tudo que nós temos de fazer é tratar os outros da mesma maneira em que nós esperamos ser tratados. Esta é a essência de toda a bondade. Todos os ensinos religiosos bons partem deste princípio eterno. Esta deve ser a orientação da humanidade, a regra de ouro.
Porque o Corão não vem de Deus:
Maomé não realizou nenhum milagre e quando foi pressionado reivindicou que o seu milagre era o Corão. Contudo um olhar crítico no Corão revela que este livro está cheio de erros. O Corão é cheio de disparates científicos, erros históricos, erros matemáticos, disparates lógicos, erros gramaticais e fraudes éticas. Foi mal redigido e contradiz-se a si próprio. Não há nada inteligente neste livro alegadamente miraculoso. Maomé desafiou a gente para produzirem “Suras como ele” ou para encontrarem qualquer erro. Contudo os maometanos matariam qualquer que ousasse criticá-lo. Em tal clima de falsidade e de violência, a verdade foi a primeira vítima.

Qual é o nosso objectivo?
Nós somos apostatas do islão. Renegámos dele. Denunciamo-lo como uma doutrina falsa de ódio e de terror. Porém, nós não estamos em contra dos muçulmanos que são os nossos próprios parentes e família. Não advogamos o ódio e a violência. Os muçulmanos são as vítimas principais do islão. O nosso objectivo é educá-los e deixar-lhes ver a verdade. Somos contrários ao islão, mas não aos muçulmanos. Tentamos trazer os muçulmanos na comunidade humana. Desenraizar o islão, de modo que os nossos povos possam ser libertados, e seja-lhes possível prosperarem e afastarem-se da armadilha do islão. Nós gostaríamos de ver os países islâmicos dedicarem mais tempo à ciência e menos tempo ao Corão e à Sharia. Nós gostaríamos de vê-los progredir e contribuírem à civilização humana. Gostaríamos de ver as draconianas leis do islão eliminadas e as gentes serem tratadas humanamente. Aspiramos à liberdade de opinião, à igualdade dos sexos e a unidade do género humano.
O maior desafio da humanidade:

A humanidade é hoje enfrentada a um perigo grande. O fundamentalismo islâmico está a subir e o ódio está a crescer nas mentes de milhões de muçulmanos. Este ódio deve ser travado ou trará umas consequências desastrosas. Nós acreditamos que a instrução é a única resposta. Os intelectuais muçulmanos devem dar-se conta que o islão é uma doutrina falsa e devem deixar o resto do mundo islâmico conhecer a verdade. O islão é uma religião que repousa na suposição arrogante que é a religião mais lógica, a mais científica e a mais perfeita. Quando na realidade é a doutrina mais estúpida – a opinião mais contrária e mais absurda-. Uma vez que a verdade sobre o islão se transformar em conhecimento comum, ficará enfraquecida e o fanatismo islâmico perderá os seus dentes. Centenas de bilhões de dólares são gastos para combater o terrorismo islamista, contudo nenhum esforço é feito contra a ideologia que se encontra atrás deste terrorismo. É a nossa opinião que o terrorismo islâmico não estará eliminado a menos que a ideologia que o sustenta não for e erradicada. Este é o nosso objectivo. “