Ataque ao islam ou Islão a nu – Para tomar consciência do terror islâmico e o atacar

Maumé quis calar Deus e paralisá-Lo.

Posted by ombl em Março 19, 2007

É uma conclusão que se pode tirar por maomé ter dito que Deus não enviaria mais mensagens nem mensageiros às pessoas. Os seus seguidores, pelos vistos, querem fazer o mesmo ou ainda pior.

Maomé, ainda por cima, assumiu uma pura prática pagâ de orientação diária para uma pedra e a terem como uma coisa muito importante na vida ir dar 7 voltas a essa pedra.

Não admira por isso que andem pedrados e à pedrada.

27 Respostas to “Maumé quis calar Deus e paralisá-Lo.”

  1. Manuel said

    ” Manuel,na verdade você demonstra um certo desequilíbrio emocional ”

    Provocado pelo islão .

    “Manuel,ainda que você fosse médico psiquiatra,não seria honesto nem cientifico, diagnosticar doenças aleatoriamente em pessoa que morreu há séculos e que você nunca conheceu.”

    Veja lá se diz com com coisa.
    A primeira coisa que deveria ser feita pelos seguidores era analisar a saúde mental de quem os inspira.

    ” Busque o socorro de um psicólogo que talvez você melhore mais.”
    Claro . Ajudaria a ver melhor a verdade de Deus e a falsidade do islão.

  2. Um espectador said

    A manifestação contrária a certas pessoas ou países não decorrem necessariamente da questão religiosa. Apesar de não parecer consequente a intolerância e ofensa contra quaisquer profetas de Deus.
    Opomo-nos a países pela sua postura de opressão econômica,política e militar,como é o caso dos Estados Unidos que buscam o controle do mundo e não respeita a soberania de outros povos. Na década de 60/70,articulou tantos golpes de estado,gerando ditaduras ferozes e muitos mortos nos países da américa latina. A bandeira da resistência contra regimes de força deve ser levantada em qualquer época e em qualquer lugar,não importando se os opressores são de inspiração nazista ,fascista,sionista,imperialista ou neo-liberal e, também,de esquerda oportunista e reformista. A liberdade,o respeito aos povos, aos credos e o interesse social é o ponto central destas questões. Daí,intolerância de qualquer natureza e parcialidade nos assuntos que identificamos,nos obrigou a uma intervenção.
    É bom exercer uma autocrítica nestas questões,pois a aversão ao islã não leva a nada.
    Que a paz esteja com você e assunto encerrado.

  3. Anónimo said

    Veja lá se começa a dizer verdades.
    Ninguém, infelizmente, ajudou e ajuda mais e melhor os muçulmanos e o islão do que a América.
    O mal, é a América não perceber o que o islão é e deixar-se enrolar nas tramóias e armadilhas islâmicas.
    Quanto às ditaduras de que fala, elas existiam e existem, muito devido às heranças culturais do passado, nomeadamente da cultura espanhola medieval que tinha muitas influências culturais islâmicas.
    Apesar dos erros, defeitos e disparates, por comparação com os outros países e impérios, a América foi e é melhor, quer aos olhos dos homens quer aos olhos de Deus.

    ” A bandeira da resistência contra regimes de força deve ser levantada em qualquer época e em qualquer lugar,não importando se os opressores são de inspiração nazista ,fascista,sionista,imperialista ou neo-liberal e, também,de esquerda oportunista e reformista. ”
    Esqueceu-se dos islamistas, foi ?

  4. obl said

    Srs. comentadores alcaidistas.
    Quando se põem com teorias, divagações, imaginações, alucinações, suposições, acusações e outras parvoíces e idiotices , ao menos lembrem-se que deste lado está quem saiba a verdade.
    A vossa conversa é mais uma prova da vossa má fé e da falsidade do vosso sistema.

  5. Um espectador said

    SENHORES SERVOS DO IMPERIALISMO AMERICANO:

    Vocês sofismam uma porção de coisas,mas concretamente não indicam nada.

    RESPONDAM : em que a américa do norte ajudou e ajuda mais o Islam e os muçulmanos?

    Quais são as tramóias e armadilhas islâmicas?

    Em que a américa do norte foi e é melhor,quer aos olhos dos homens,quer aos olhos de Deus?

    Respondam,pois esta é uma oportunidade de vocês provarem o que estão dizendo.

  6. Anónimo said

    Não somos servos nem imperialistas.
    No vosso mundo e cultura é que as coisas funcionam assim.
    Antes da influência Americana no mundo, veja quantos muçulmanos havia, qual a taxa de mortalidade, o que tinham, quanto viviam, qual a qualidade vida e o que ocupavam, e veja agora.
    A América ajudou-os e ajuda-os das mais variadas maneiras, e o que fazem eles?
    Ou fazem guerras ou exportam conflitos.
    É melhor, não perfeita, mas melhor, porque se baseia mais na confraternização de todos os povos do mundo. Diferentes culturas, ideologias, filosofias, religiões, raças, povos, etc…
    E enfrentaram mais e melhor os ditadores.
    Se o mundo fosse todo uma América, seria muito melhor, mesmo apesar das coisas menos boas que a América ainda tem.

  7. Martel said

    Um Blog excelente, inspirador, que a partir de agora obteve mais um leitor assíduo.

    Minhas congratulações.

  8. obl said

    Obrigado, caro Martel .
    Obl

  9. Se este espaço não tem melhor apresentação e há falhas no tratamento dos temas é porque os editores deste blog ainda foram e são muito influenciado pela cultura islâmica, da qual se querem livrar e, estão num processo de aprendizagem para conseguirem fazer as coisas da forma mais acertada possível.
    Para os comentadores alcaidistas e companhia.
    Obrigado pela vossa atenção e por considerarem que os editores deste espaço têm muitas capacidades.
    Os vossos comentários recentes não foram aprovados, mas até se concorda com algumas coisas, embora de maneira diferente.
    Mas em primeiro lugar está a livre expressão e auto-determinação de cada povo.
    Todas as violências devem ser desmascaradas, venham de onde vierem.
    Também somos pela libertação dos povos, nomeadamente da libertação dos mesmos de constrangimentos e de culturas ditatoriais.
    Grande parte da informação aqui presente é pública. Se por exemplo as fotos foram manipuladas, então demonstram-no.
    Porque ao analisar aqui os vossos próprios comentários,alguns não aprovados, chega-se à conclusão de que são capazes de fazer o mesmo ou pior do que aquilo que as fotos mostram. Muitas das fotos mais chocantes ainda nem sequer aqui estão.
    Os tópicos, o conteúdo e os comentários deste espaço poderão ser alterados e sujeitos a aprovação por parte dos editores.
    Em principio não haverá referência aos autores dos textos e nem às fontes, porque o que está em causa são os conteúdos.

  10. Para os alcaidistas.
    Parte dos vossos comentários não foram aprovados . A resposta a esses comentários, parcialmente já aqui está e totalmente está noutros sítios. Vejam lá se sabem ler.

  11. De Olho no Mundo said

    EM FACE DE ESTAR FECHADO O FORMULÁRIO PARA COMENTÁRIO NA PÁGINA ” MEIN KAMPF ISLÂMICO “, RESPONDEMOS AQUÍ À ” NOTA DA EDIÇÃO “, SOBRE A AUTENTICIDADE DO LIVRO “OS PROTOCOLOS DOS SÁBIOS DO SIÃO.”

    A autenticidade dos Protocolos foi definitivamente reconhecida em processos no Cairo(Egito)e em Berna na Suíça.
    A judiaria conseguiu um veredicto favorável em l4 de maio de 1935,no processo que teve trâmite no Tribunal secundário de Berna,entretanto,a instância superior,o TRIBUNAL SUIÇO DE APELAÇÃO CRIMINAL, a n u l o u completamente o julgamento e a sentença do aludido Tribunal de grau inferior,em 1(primeiro)de novembro de 1937. O julgamento anterior tinha sido cheio de irregularidades,tais como: inaplicação de dispositivos do Código Civil Suíço pelos Juízes,cerceamento do direito de defesa dos acusados,pois das 40 testemunhas apresentadas por estes,tão somente uma foi ouvida. já as 16 testemunhas arroladas pelos judeus queixosos foram normalmente ouvidas. Além disso,uma outra irregularidade processual ocorreu quando os judeus queixosos indicaram duas estenógrafas particulares para tomarem notas durante a sessão de julgamento,tarefa esta que competia legalmente aos funcionários efetivos do Tribunal.
    Desse modo,mesmo tendo o Superior Tribunal Suiço de Apelação Criminal,anulado completamente o julgamento do Tribunal inferior,os propagandistas judaicos continuam declarando que os Protocolos são uma falsificação.
    É inegável a autenticidade dos Protocolos,pois uma grande quantidade de livros judaicos e de declarações de judeus comprovam essa autenticidade por pregarem as mesmas idéias.
    Qualquer dúvida a respeito se desvanece em face desta carta do judeu BARUCH LÉVI ao conhecido teórico judeu alemão KARL MARX,na qual está resumido o plano de domínio mundial pelos PROTOCOLOS : ” o povo judeu espera tornar-se coletivamente seu próprio Messias. Ele atingirá o domínio universal pela unificação das outras raças e o desparecimento de suas fronteiras. Estabelecer-se-á uma República Universal e,nessa nova organização,só os Filhos de Israel constituirão o elemento reinante. Eles sabem como se influenciam as massas! O governo de todas as nações escorregará imperceptivelmente para as mãos judaicas,graças à vitória do proletariado. Toda a propriedade individual será posta à disposição dos Chefes de Israel,que possuirão as riquezas de todos os povos. Isso será o cumprimento da profecia talmúdica: – Quando vier o Messias os judeus estarão de posse das chaves de todos os tesouros do mundo “.
    ———————-
    Nota da edição.
    Na RTP passou um documentário a dizer que era falso, e há pelo menos isto na net:
    http://skepdic.com/brazil/protocolos_siao.html
    http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=1548
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Os_Protocolos_dos_S%C3%A1bios_de_Si%C3%A3o
    http://www.angelfire.com/journal2/midiajudaica/especiais/protocolos/protocolos.htm
    ———————————————————

  12. Anónimo said

    Os «Protocolos» são uma uma obra falsa, de contrapropaganda. Os «Protocolos foram fabricados em Paris, em 1900-01, pelos serviços da política secreta do czar, a Okhrana, que contrtatou o falsário Matthieu Golovinski. O documento é apresentado como as actas de sessões tidas pelos mais altos dirigentes do “judaísmo mundial”, onde eram revelado o seu programa de conquista do mundo. Desde 1921 que estudos filológicos demonstram que não passa de uma paráfrase do «Diálogo no Inferno entre Machiavel et Montesquieu», panfleto esquecido do advogado Maurice Joly, publicado em Bruxelas em 1864 e dirigido contra Napoleão III. Apesar de se saber isto o livro tornou-se num best-seller planetário. O objectivo dos falsários da Okhrana era unicamnet de desqualificar qualquer tentativa de modernização liberal do Império czarista, apresentando-a como uma conspiração judiaco-maçónica.

    A recuperação moderna do livro acontece após a Guerra dos Seis Dias (1967), principalmente pelos estados árabes, actualmente os principais divulgadores e apologistas da obra.

  13. çk0~kçm;.

  14. JUDEU É BICHO BOCA DURA,MENTIROSO.

    Vá em Berna na Suíça e lá procure os arquivos do TRIBUNAL CRIMINAL DE APELAÇÃO e você verá as provas comprobatórias da veracidade dos Protocolos,bem assim os fundamentos da respectiva sentença publicada em 1937.
    o resto é enrolação de judeu desonesto que quer tapar o sol com a peneira.
    VÁ LÁ E FAÇA ISSO PRIMEIRO,ANTES DE FICAR NEGANDO ALEATORIAMENTE UMA VERDADE PÚBLICA E NOTÓRIA.

  15. Curioso said

    Para:
    Pepe de Espanha,vivendo em Portugal

    Há algum tradutor portugues-espanhol on-line ?

  16. Anónimo said

    “…Vá em Berna …”.
    Não temos essa possibilidade.
    Se fala tanto sobre essas tais provas, com certeza que não terá problemas em as trazer para aqui para o pessoal as analisar.
    Mas não se engane a fazer contas .
    Veja lá se 1937 é antes ou depois de 1921, 1900 e 1864.
    Sabemos é de um amontoado de disparates, esse sim público e sem quaisquer margens de dúvidas,
    escrevinhado há muito mais tempo e que visava dominar e escravisar o mundo.
    Veja lá se não fez confusão.

  17. Anónimo said

    em espanhol
    http://foros.hispavista.com/la-voz-de-los-liberales/751/764769/m/infidels/

  18. Anónimo said

    em Português
    http://www.deolhonamidia.org.br/Publicacoes/mostraPublicacao.asp?tID=324

    Não Existe Fundamentalismo Islâmico

    O “fundamentalismo” é um termo proveniente do coração da religião cristã. Significa fé que se obtém pela palavra da Bíblia. Ser um Cristão Fundamentalista, ou seguidor da Bíblia, não significa sair por aí assassinando pessoas. O fundamentalismo islâmico não existe tampouco. É só o Islã e ponto. Mas a pergunta que nos deveríamos fazer é: como interpretamos o livro do Corão?

    Vemos repentinamente que os mais importantes porta-vozes e intérpretes do Islã são políticos do Ocidente. Eles conhecem mais que todos os oradores das mesquitas, aqueles que promovem sermões horríveis contra tudo o que seja judeu ou cristão. Os políticos ocidentais identificam um islã bom e um islã mau, sabendo inclusive encontrar as diferenças existentes entre ambos. Mas existe um problema: nenhum destes intérpretes ocidentais sabe ler uma palavra em árabe.

    O idioma do islã

    Como se vê, muito é o que se esconde atrás da linguagem do politicamente correto. De fato, perdeu-se a verdade. Por exemplo, quando no ocidente falamos sobre o islã, tratamos de utilizar nosso idioma e aplicar nossa terminologia. Falamos do islã em termos de democracia, fundamentalismo, parlamentarismo e toda classe de termos tomados diretamente do nosso léxico. Meu professor, um dos principais orientalistas no mundo, diz que fazer isto equivale a um repórter tratando de escrever uma nota sobre uma partida de críquete usando termos do beisebol. Não se pode utilizar para uma cultura ou civilização a linguagem de outra. Para o islã, você tem que utilizar o idioma do Islã.

    Princípios do islã

    Permitam-me explicar os princípios que regem a religião do islã. É claro, todo muçulmano reconhece o fato de que há só um D-us.

    Porém isto não é suficiente. Um muçulmano reconhece não só o fato de que há um D-us, como que Maomé é seu profeta. Sem estes fundamentos da religião, não se é muçulmano.

    Ma acima de tudo, o islã é uma civilização. É uma religião que primeiro e antes de mais nada estabelece um sistema legal exclusivo que imerge indivíduos, sociedade e povos com regras de conduta. Se você é muçulmano então deve comportar-se segundo as regras do islã, as quais são estabelecidas no livro do Corão e diferem notavelmente dos ensinamentos contidos na Bíblia.

    A Bíblia

    Expliquemos as diferenças.

    Do ponto de vista dos eruditos e estudiosos, a Bíblia relata o nascimento do espírito de uma nação em um longo período de tempo. Mas o mais importante ainda, a Bíblia conduz à salvação, e o faz de duas maneiras. O judaísmo conduz à salvação nacional — não somente a nação querendo ter um estado, porém uma nação desejosa de servir a D-us. Esta é a idéia que se encontra por trás do relato bíblico hebreu.

    O Novo Testamento, que se nutre da Bíblia Hebraica, leva igualmente à salvação, porém pessoal. Logo, temos duas classificações de salvação, as quais com freqüência se unem ou se justapõem.

    A palavra chave é salvação e isto significa que todo individuo é guardado por D-us. Mesmo quem o guia à salvação por meio de Sua palavra. É a idéia contida na Bíblia, seja nos refiramos ao Antigo ou o Novo Testamento. Todas as leis no texto bíblico, mesmo as menores, apontam na realidade para este fato da salvação.

    Outro ponto sobressalente da Bíblia é a idéia de que o homem foi criado à imagem e semelhança de D-us. Isto intui que você não anda por aí destruindo a imagem Divina. Certamente, muitas pessoas tomam as regras da Bíblia para mudá-las por completo. A história é testemunha dos massacres feitos em nome de D-us e de Jesus. Não obstante, tanto o Judaísmo como a religião Cristã, falam de honrar a imagem de D-us e sobre a esperança da salvação, sendo estes seus dois fundamentos básicos.

    A essência do islã

    Vejamos agora a essência do Islã. O islã nasce com a idéia que deve governar o mundo.

    Estabeleçamos um contraste entre as três religiões. O Judaísmo fala da salvação de um povo — simplesmente, que ao final da história, quando o mundo for um melhor lugar para viver, Israel como nação habitará em sua própria terra, governada por seu próprio rei e servindo a D-us. Por seu lado o Cristianismo determina a idéia de que todos os habitantes do mundo podem salvar-se de seus pecados. O islã por sua vez fala sobre governar o mundo. Neste momento poderia fazer uma citação direta em árabe do que diz o islã, mas este não é o objetivo, assim que o farei em inglês, diz assim: “Alá enviou Maomé com a religião verdadeira para governar sobre todas as religiões”.

    A idéia, então, não é que todo o mundo se converta em muçulmano, mas que o mundo inteiro se submeta à autoridade e o domínio do islã.

    No ano 634 d.e.C, ao estabelecer-se o império islâmico, em sete anos — 640 d.e.C — criou-se o centro do império. Fizeram-se leis e normas diretamente do Corão e da tradição atribuídas ao profeta Maomé, para criar um sistema jurídico ou legal. Tanto judeus como cristãos poderiam conviver sob o regime islâmico com a condição de cancelar um imposto comunitário e aceitar a superioridade islâmica. Obviamente, os Judeus e cristãos sob o islã foram humilhados e continua sendo hoje assim.

    Maomé sustenta que todo profeta bíblico é muçulmano

    Maomé reconheceu a existência, antes dele, dos profetas da Bíblia. Entretanto, também disse Maomé que todos estes profetas eram muçulmanos. Abrahão era muçulmano. De fato, até mesmo Adão foi o primeiro deles. Igualmente Isaac, Jacob, David, Salomão, Moisés e Jesus foram muçulmanos e todos os seus escritos são similares ao Corão. Concluindo, devido ao fato que a totalidade de seus heróis foram muçulmanos a historia mundial é na realidade a história do islã.

    Da mesma forma, os muçulmanos aceitaram o fato que os profetas bíblicos trazem consigo algum tipo de revelação. Segundo eles, Moisés, trouxe o Taurat, que equivale à Torá, e Jesus trouxe o Ingeel, que equivale ao Evangelho — e se conhece como Novo Testamento.

    A Bíblia vs. o Corão. Então, por que a Bíblia não se parece em nada ao livro do Corão? Maomé explica que tanto judeus como cristãos falsificaram os livros. Se os judeus e cristãos não tivessem falsificado e mudado seus escritos, a Bíblia seria idêntica ao Corão. Entretanto, como os cristãos e judeus possuem algo da verdade e revelação, o islã concede não destruí-los (por ora) numa guerra.

    Mas as leis islâmicas são muito claras — os judeus e os cristãos não têm direitos de existir independentemente. Podem viver sob a norma do islã que se lhes proporciona, submetendo-se às regras promulgadas especialmente para eles pelo mesmo islã.

    O domínio islâmico e a jihad

    O que acontece se os judeus ou os cristãos não desejam viver sob as regras do islã? Então, simplesmente o sistema islâmico tem que lutar contra eles. A esta luta se deu o nome de jihad. Jihad quer dizer guerra contra aqueles que não estão dispostos a aceitar o domínio superior islâmico. Sejam judeus, cristãos, politeístas ou de qualquer religião. Isto é jihad. Como não temos tantos politeístas, ao menos no Oriente Médio — a guerra se centra principalmente nos judeus e cristãos.

    Há pouco tempo, li um panfleto distribuído por Osama bin Laden. Nele se faz um chamado à jihad contra o principal líder do mundo cristão: os Estados Unidos. Não porque os norte-americanos sejam aliados de Israel, mas por ter manchado com seus sujos pés a terra sagrada da Arábia. Há americanos onde os não-muçulmanos não deveriam estar. No panfleto não se faz uma só referência a Israel. Só fala da profanação feita pelos Estados Unidos ao lugar do profeta Maomé.

    As duas casas

    O Corão percebe o mundo dividido em dois — uma parte, submetida no presente ao domínio do Islã e outra parte a submeter-se supostamente num futuro. No islã está muito clara a separação do planeta. Cada novo estudante do islamismo o sabe. O mundo é considerado Dar al-Islam (casa do islã) — ou seja, o lugar de onde o islã governa — e o resto do mundo se denomina Dar al-Harb — ou seja, casa da guerra. O islã não o chama “casa dos não-muçulmanos”, mas qualifica-o como “casa da guerra”. É a casa da guerra a que será conquistada ao final dos tempos. O mundo continuará sendo casa da guerra até que se submeta ao total domínio e soberania do islã.

    Assim diz a norma, mas por quê? Simplesmente, por que assim o declara Alá no Corão. Alá enviou seu profeta Maomé e a religião verdadeira para que a verdade triunfe e submeta o resto das demais religiões.

    A lei islâmica

    Dentro da visão do islã sobre este mundo existem igualmente estritas normas que regem a vida comum dos mesmos muçulmanos. Basicamente no islã não existem diferenças entre suas escolas legais.

    Pode-se observar não obstante quatro correntes ou facções dentro do islamismo relativamente ao minucioso detalhe das leis. Em todo o mundo as nações islâmicas sempre favoreceram alguma destas escolas ou correntes.

    A escola mais rigorosa das leis islâmicas se chama Hanbali, e sua origem provém principalmente da Arábia Saudita. Na escola Hanbali no há lugar para jogos nem coquetismo com as palavras. Se o Corão fala de guerra, então significa guerra simplesmente.

    Por séculos o islã caracterizou-se por perspectivas e interpretações diferentes. Gente muito valiosa atraída pelos ensinamentos do islamismo quis entender as coisas de maneira diferente. Inclusive tentou-se extrair tradicionalismos da boca dos profetas com o objetivo de que mulheres e crianças não sofram ou morram em conseqüência da guerra. Existem assim mesmo tendências muito mais liberais, mas não devemos esquecer que a corrente Hanbali é a mais estrita sendo atualmente a escola que majoritariamente se encontra por trás dos atos terroristas no mundo. Podemos fazer referência a outras escolas de leis islâmicas, mas ao falar da luta contra os judeus ou os Estados Unidos, é sempre a escola de Hanbali a que se ressalta, segue e obedece.

    Terras e islã

    A civilização do islã criou uma importante e fundamental regra relacionada com a terra e é que nenhum território submetido ao domínio islâmico poderá alguma vez ser “desislamizado”. Se o inimigo (não-muçulmano) logra conquistar o território dominado antes pelo islã, este se considerará sempre propriedade do Islã.

    Daí que cada vez que se faça referência ao conflito árabe-israelense, se escute a palavra — territórios, territórios e mais territórios. O conflito árabe-israelense encerra outros aspectos, mas o tema da terra é a chave.

    O islamismo não só vê a civilização cristã como um adversário religioso, como a considera um tropeço, um muro de contenção, uma moléstia na conquista das metas e objetivos islâmicos. O propósito do islã é servir de força militar divina, ou seja, o exército de Alá, onde cada muçulmano se converte num soldado deste exército. O muçulmano que entrega sua vida lutando para disseminar e estender a cultura islâmica se constitui num shaheed (mártir) não importando a forma que morra, porque — e eis aqui o importante — se trata da guerra eterna entre duas civilizações. Logo, o conflito bélico nunca termina. É uma guerra que está ali porque Alá a traçou assim. O islã deve submeter, reinar e governar. O conflito bélico nunca tem fim.

    Islã e paz

    No islã a paz unicamente pode existir dentro do mesmo mundo islâmico; há paz só entre muçulmanos.

    Para os chamados não-muçulmanos, ou seja, os inimigos do islã, só pode haver uma opção — um cessar-fogo até que o guerreiro de Alá obtenha maior poder. É uma guerra que continua até o final dos tempos. A paz só pode vir se o lado islâmico obtém a vitória. Nesta guerra as civilizações desfrutam somente de períodos de suspensão de fogo. A medida tem sua origem num importante precedente histórico, ao qual fez casualmente referência Yasser Arafat ao falar em Johanesburgo depois da assinatura dos Acordos de Oslo por Israel.

    Permitam-me recordar-lhes que o documento de Oslo trata sobre a paz — se você o ler não acreditará! Pensará que está lendo algum relato de ficção-científica. Quer dizer, ao ler os Acordos de Oslo não poderá crer que o documento foi firmado pelos israelenses, gente tão versada e conhecedora da política e da civilização islâmica.

    Semanas depois da assinatura dos Acordos de Oslo, Yasser Arafat falou numa mesquita em Johanesburgo pronunciando um discurso onde pedia desculpas: “Vocês crêem que eu tenha assinado algo com os judeus, contrário ao que dizem as regras do nosso islã?” (a propósito, tenho uma copia gravada deste discurso de Arafat e o escutei de sua própria boca). E continua Arafat: “Não é assim. Fiz exatamente o que o profeta Maomé fez”.

    Qualquer coisa que se supõe tenha feito o profeta Maomé é um precedente. O que Arafat estava dizendo era: “Recordem o relato de Hudaybiya”. Naquele lugar o profeta fez um acordo de paz por 10 anos com a tribo de Kuraish. Mas em dois anos Maomé treinou 10.000 soldados para marchar posteriormente sobre Meca, a cidade dos Kuraishis. Obviamente, Maomé sempre tinha algum pretexto.

    Assim, na jurisdição islâmica, há agora um precedente legal que permite estabelecer acordos de paz por um máximo de 10 anos. Mas a jihad (romper os acordos de “paz”) deve reativar-se no primeiro momento disponível.

    Em Israel levou mais de 50 anos para que o seu povo entendesse que não se pode discutir sobre a paz (permanente) com os muçulmanos. No mundo ocidental levará outros 50 anos para compreender que hoje se encontra em estado de guerra com a pujante e forte civilização islâmica. Devemos entender de uma vez que ao discutir sobre guerra ou paz, no podemos enfocar o tema em termos belgas, franceses, ingleses ou alemães. Fala-se de guerra ou paz sempre em termos do islã.

    O cessar-fogo como tática

    O que faz com que o islã aceite ou não um cessar fogo? Na realidade uma só coisa — um inimigo demasiado duro e forte. O cessar de toda ação bélica constitui só uma medida tática.

    às vezes, o islã terá que acordar um cessar das hostilidades em condições humilhantes, e isto está permitido porque Maomé também aceitou um cessar-fogo em condições parecidas. É o que Arafat expressou com tanta veemência em Johanesburgo.

    Quando os políticos do ocidente escutam estas coisas rapidamente respondem: “Do que me fala? Você vive na Idade Média. Você não entende os mecanismos modernos da política e da diplomacia”.

    Mas quais mecanismos? Não há lugar para mecanismos políticos onde rege e age o poder. Ademais, quero dizer que — todavia não vimos o sangrento final. No momento que o poder radical muçulmano se aproprie e controle armas de destruição em massa — químicas, biológicas ou atômicas — estas serão empregadas. Não tenho a menor dúvida disso.

    Agora que por fim sabemos que enfrentamos uma guerra e que o máximo que podemos obter dela são tréguas transitórias, devemos perguntar-nos qual é o maior componente no cessar-fogo árabe-israelense. E é que o lado islâmico é débil enquanto o outro lado é forte. Nos últimos 50 anos, desde o estabelecimento de seu Estado, as relações entre israelenses e o mundo árabe se basearam exclusivamente no poder dissuasivo.

    Quando há islã, há guerra

    O que temos hoje na Iugoslávia e em outros países é devido a que o islã logrou entrar nestes lugares. Aonde quer que se permita o acesso ao islã, haverá guerra. A guerra vem simplesmente como conseqüência da atitude própria da civilização islâmica. Por que são assassinados de forma selvagem os pobres das Filipinas? O que é que realmente ocorre entre o Paquistão e a Índia?

    Infiltração islâmica

    Outro aspecto adicional que devemos recordar. O mundo islâmico não só se manifesta abertamente mediante uma atitude bélica, como também batalha por infiltrar-se. Uma das coisas que o Ocidente não entende nem presta maior atenção é o fato do tremendo crescimento e desenvolvimento atual do poder islâmico dentro das sociedades ocidentais. O que aconteceu nos Estados Unidos e nas Torres Gêmeas há pouco não é algo que veio de fora, mas de dentro. E se os EUA não despertar, um dia destes os norte-americanos acordarão — no mesmo país — com uma guerra química ou provavelmente nuclear.

    O final dos tempos

    É relevante entender como cada civilização percebe o final dos tempos. Seja o Cristianismo ou o Judaísmo, sabemos exatamente a visão dos tempos do fim. No Judaísmo, é referida por Isaías — paz entre as nações, não só uma, mas todas as nações. As pessoas não terão necessidade de armas, a própria natureza sofrerá uma mudança — um belo fim dos dias e o reino de D-us governando sobre a terra. Paralelamente, o Cristianismo mostra no livro do Apocalipse o dia em que Satanás será destruído. Desaparecerá o poder das sombras e do mal. Esta é a visão cristã.

    Vejamos como o islã concebe este tempo. Falo agora como historiador. Para o tempo final, o islã vê o mundo completamente muçulmano, sob domínio total islâmico. Vitória completa e final.

    Não haverá cristãos, porque segundo as tradições islâmicas, os muçulmanos agora no inferno devem ser substituídos por outros, e os outros são os próprios cristãos.

    Tampouco existirão judeus, porque antes da vinda do final dos tempos, estalará uma guerra contra os judeus onde todos serão destruídos. Citarei agora o enfoque da mesmíssima tradição islâmica, dos livros lidos pelas crianças muçulmanas nas escolas: Todos os judeus morrerão. Fugirão para esconder-se atrás das árvores e das pedras, e nesse Alá dará bocas às pedras e às árvores para expressarem: “Oh, muçulmano, aproxima-te, aqui há um judeu atrás de mim, assassina-o”. Isto é fundamental no islã. Sem isso, o fim dos tempos não pode levar-se a cabo.

    É possível por um fim a esta dança bélica?

    A pergunta que em Israel nos fazemos é o que acontecerá com nosso país. Há possibilidades de terminar com esta dança bélica?

    A resposta é: “Não. Não, em um futuro imediato”. O que sim, podemos fazer é buscar a situação onde possamos conseguir relativa calma por alguns anos.

    Para o islã, o estabelecimento do Estado de Israel reverteu a história do islamismo. Primeiramente, segundo o islã o território islâmico foi arrebatado pelos judeus aos muçulmanos. Agora sabemos que para o islã ceder um pequeno pedaço de terra nem sequer é aceitável. Assim, todo aquele que pensa que a cidade de Tel Aviv é um lugar seguro para viver comete um gravíssimo erro. Terras que alguma vez estiveram submetidas ao islã são agora território dos não-muçulmanos, ou infiéis. Infiéis, como os judeus, são independentes do domínio islâmico e conseguiram criar seu próprio estado independente. Para o islã isto constitui um anátema. E o que é pior, Israel, estado não-muçulmano, governa livremente sobre os muçulmanos. Para o islamismo isto é completamente inconcebível. O que crêem que a civilização ocidental deve manter-se unida precisam se apoiar mutuamente. Ainda que eu reconheça que não sei se isto será possível. Mesmo assim, é Israel quem se encontra na linha de frente da batalha na guerra entre as civilizações. Israel precisa do apoio de sua civilização irmã, necessita de ajuda da América do Norte e da Europa. Israel necessita da solidariedade de todo o mundo cristão. De uma coisa estou certo: O crente cristão pode ajudar e ver esta oportunidade como caminho da salvação.

    * Moshe Sharon é professor de História Islâmica na Universidade Hebraica de Jerusalém. O texto é a aula magistral ministrada para entender os fundamentos do islã.

    Escrito por: Moshe Sharon – Professor de História Islâmica na Univ. Hebr. de Jerusalém. Tradução: Szyja Lorber
    Publicado no site em: 05/09/2006

  19. Anónimo said

    Comentário encontrado na net de uma filha de árabe .

    ” Foi muito Inteligente e bonito o seu comentário …, mas sinto muito em lhe informar que não é verdade o que foi escrito por você,Que (A verdadeira religião muçulmana orgulha-se de respeitar as outras crenças). Sou Filha de Arabe e morei no Oriente Médio por 20 anos. Não vi este orgulho e não a encontrei em lugar nenhum, a não ser um orgulho ignorante, besta, falso,e Medíocre, por achar que o islamismo, é um milagre de Allah para maomé. E que so quem é muçulmano entra para o tal paraíso.Nunca o islamismo respeitou religião nenhuma não. Voçê esta muito enganada, e sinto muito tambem em lhe informar que nunca achei uma unica mulher sendo respitada, feliz ou mimada,do jeito que você digitou. Na verdade talvez até são pois ignoram e não tenham idéia, nenhuma do que é um verdadeiro respeito, ou mimo, muito menos o que é felicidade.E em fim o que encontrei la, é de deixar qualquer um de cabelos em pé. Mulheres que vivem um verdadeiro terror,fisico e psicologico. Primeiro na casa dos pais e depois na casa do marido que o aceitam para fugir do terror e sofrimento dos pais e familiares, mal sabem as pobres coitadas que o inferno esta para começar. Agradam o maximo o monstro com quem se casam,para não serem mal tratadas e espancadas a toda hora, ou para não voltarem para a casa dos pais, Pois se isto acontecer podem até perderem a vida em nome da “Honra Perdida”. Me faça um favor a próxima vez que quer escrever algo vai se informar melhor a respeito, ou melhor vai viver entre estas pobres coitadas. Deixo aqui uma única e expressante pergunta que talvez nunca vou ter a resposta: Quando isso tudo vai terminar? “

  20. paulo said

    eu penso que aqui tem um bando de otarios,se achando os donos da verdade,por favor ao inves de um achar que sabem mais que o outro vai casar uma biblia para estudar e terao todas as resposta de DEUS O TODO PODEROSO.

  21. Cada um pode acreditar no que quer mas não tem nada de o impor à força ao resto da sociedade. Os fanáticos se não gostam da sociedade ocidental devem retornar ao seu país de origem, caso contrário podem ficar com a condição de se integrarem. Quando tenho visitas em casa digo que não podem fumar, se não gostam não são obrigadas a ficar. Tão simples quanto isso, porquê complicar as coisas? É tudo uma questão de respeito.

  22. abu sauda said

    Nao ha duvidas que a democracia tem muitas virtudes,mas o facto de outros nao saberem emprega-la,faz com que no mundo haja oportunismo coberto de estupidez e ignorancia.Nao faz sentido que alguem use a lingua como entenda com o argumento de que foi lhe dada,porque nao procurar saber com profundeza quem o deu,como e porque? lancar culpas aos outros sem ter que ver primeiro as suas nao passa que uma tolice propositada. Seria necessario enfrentarem os que possuem o conhecimento das causas e nao aqueles que desconhecem o cheiro estranho das suas proprias bocas. Ha que lamentar este facto,mas…infelizmente…o imbecil dificilmente se pode ensinar!

  23. rod gondes said

    About the arab leader of the 7th century, and his false-religion

    How can someone claim he is the one and only last prophet of God, with a known commoner or very weak standards for being set as Mankind good will example, as someone to be followed because he is the last and author of the last orders of God to be just spread in arabic etc etc (fortunely, God is not arabic He his universal). How can someone claim that the Creator through and angel tells him to kill the non-followers opposers or gentile, one after the other? Is this the true desire of a true God or a false story about Him!?
    An then occupying by force the places in Jerusalem that the jews (Judah tribe, fred from Babylonia by Cyrus of Persia) the first Monotheistic religion (of one God the Creator the Almighty; not the stones the bulls the golden calves, other material world objects used then in Arabia including a black stone of devel character worshiped in 7 turns to the stone — how stupid, how non-holy how non-god lies!) and then Jesus followers themselves, were piously honoring from their common forefathers? Only if he is a false prophet, a hoax, a fake holy person therefore a common sinner and a common blood-thirsty conqueror or leader.
    And then even quite calculistic and in an imaginary way, being taken to heaven on an arabic horse exactly from that spot were the King Solomon temple to the One Creator One God, before stood!? A calculistic lunatic with visions and kids stories. A sick person, a squizophrenic, a proud sinner man also full of prejudice, because of systematic examples of racism and of criminal dis-respect he had with thousands of others.
    Muhammad never was and never will be a Prophet. Is actions do not show any Holiness: he had 10 official wives (at least), with one of them (Aisha) and by modern standards he even can be classified as being a ‘pedophile’, he expelled killed or conquered adversaries and territories that were passing by phase of weakness (Egypt, Persia, present Turkey, northern Africa, …) etc etc always killing by the sword. Besides being a lunatic esquizophrenic sick person with visions … because of his opportunistic first marriage with a wealthy woman (that had age to be his mother) associated with powerful arab merchants, he conveniently (and in a quite calculistic way done by his wife’s family) became an arab leader. No more no less.
    And the racism of arabs against jews (do not forget that Israel is descendent from the official marriage of Abraham with his jew wife, while Arabs descend from his slave) made the rest. This false religion is based on hate of two brothers from same father-trunk, and the arabs very difficultly (because of racial blindness) will see that the Salvation comes from believing in a Jew that died on the Cross for the sins of all Mankind: Jesus Christ, God made flesh, but exactly because of that Citizen of the World – no racism, simultaneous jew and gentile, renewer of the Old Testament in the attitudes examples principles laws parabolas gospels ideas justifications pedagogic behaviors and innumerous other aspects and facets clearly outline in the 4 independent stories of His deeds and the deeds and inspired thoughts (contained in New Testament Gospels and Letters and Acts of the Apostles) of his first humble leaders followers and Gospel spreaders.
    What is regretful is that because of this lunatic — an historic arab leader, falsely converted in a pretense prophet but in fact a false prophet (nothing to be followed, unless you are a blind fanatic islamofascist) that personally led his crimes by the sword — so much unrest has been caused to the world to his region and to other regions (namely Europe, in a weakness period after the Huns Vandals Suevs Goths successive invasions of the western roman empire (and only much latter by the turks invasion of the eastern roman empire).
    Such invasions do not have nothing of Holy, even if led by this fanatic un-holy common arab man, horse-back riding with a weapon of destruction by killing – a sword – in his criminal hands (doing the crimes with the known weapon: what else do you need to judge him in the court of History!?. Are you blind deaf and mute!? Or are you an animal!?).
    On the contrary, Jesus did not led any army rebellion any conquering and killing of his adversaries, and as a Peacemaker died in a Holy Cross our symbol of Love of Tolerance of Wisdom of Holy Rationality … not of blind muslim fanaticism.
    And if by some reason you still do not feel attracted by Jesus Love (read His sayings, interpret, let the Holy flow of God’s will enter into your mind, not imposed to you by blind mindless fanatics) then I tell you that the last Prophets were John Paul II (every Man or Woman of good will knows whom he was and what he represents even today), Mother Teresa of Calcutta (a Holy albanian woman, now a world symbol of catholic Christian universal woman’s love for mankind), …, Martin Lutter King, Gandhi, Dr Livingstone, … … and thousands of world citizens in every continent (known and unknown) by whose actions examples works and deeds the world moved positively forward without destroying others.
    But definitely the arab leader of the 7th century (d.C.) is not included and will never be in the list (he does not deserve to be, because exactly of his life of wrong calculated deeds and crimes committed), even if islamofascist want by force by homicides by suicides by kamikaze’s by pressure or by any other stupid means convince or force the rest of the world of their blindness.
    What is also regretful is that most of the arabs and all of the muslims do not re-direct their supposedly existing pious character toward God’s concept and idea, into the right direction: Be Christian, because Jesus Christ is synonymous of Universality of Love.
    And, nevertheless, may God and Jesus bless you all ! I do not hate you, I hate what you — the presently living — pretend to stupidly follow as a false gospel of threads of punishments of hate of illogical non-theologian sayings, serving arab needs in a certain moment in history (the reason why the man is historically labeled solely as an arab leader, no more-no less).
    Such false-truth of such false religion has created and is creating world damage (to you and to all mankind). But notice that God is Love, he is the Creator the Almighty One, the One and Only, even if for other believers (say in Asia, the Buddhists or any others) it is represented with many faces or facets of properties (as the New Testament indicates, in His house there are many rooms, that is many ways or paths to achieve to recognize him as Almighty, Creator, the One and Only God). This is the reason I am and will always be a Christian: rational universality through Him and through His Love.

  24. rod gondes said

    About the arab leader of the 7th century, and his false-religion

    How can someone claim he is the one and only last prophet of God, with a known commoner or very weak standards for being set as Mankind good will example, as someone to be followed because he is the last and author of the last orders of God to be just spread in arabic etc etc (fortunely, God is not arabic He his universal). How can someone claim that the Creator through and angel tells him to kill the non-followers opposers or gentile, one after the other? Is this the true desire of a true God or a false story about Him!?
    An then occupying by force the places in Jerusalem that the jews (Judah tribe, fred from Babylonia by Cyrus of Persia) the first Monotheistic religion (of one God the Creator the Almighty; not the stones the bulls the golden calves, other material world objects used then in Arabia including a black stone of devel character worshiped in 7 turns to the stone — how stupid, how non-holy how non-god lies!) and then Jesus followers themselves, were piously honoring from their common forefathers? Only if he is a false prophet, a hoax, a fake holy person therefore a common sinner and a common blood-thirsty conqueror or leader.
    And then even quite calculistic and in an imaginary way, being taken to heaven on an arabic horse exactly from that spot were the King Solomon temple to the One Creator One God, before stood!? A calculistic lunatic with visions and kids stories. A sick person, a squizophrenic, a proud sinner man also full of prejudice, because of systematic examples of racism and of criminal dis-respect he had with thousands of others.
    Muhammad never was and never will be a Prophet. Is actions do not show any Holiness: he had 10 official wives (at least), with one of them (Aisha) and by modern standards he even can be classified as being a ‘pedophile’, he expelled killed or conquered adversaries and territories that were passing by phase of weakness (Egypt, Persia, present Turkey, northern Africa, …) etc etc always killing by the sword. Besides being a lunatic esquizophrenic sick person with visions … because of his opportunistic first marriage with a wealthy woman (that had age to be his mother) associated with powerful arab merchants, he conveniently (and in a quite calculistic way done by his wife’s family) became an arab leader. No more no less.
    And the racism of arabs against jews (do not forget that Israel is descendent from the official marriage of Abraham with his jew wife, while Arabs descend from his slave) made the rest. This false religion is based on hate of two brothers from same father-trunk, and the arabs very difficultly (because of racial blindness) will see that the Salvation comes from believing in a Jew that died on the Cross for the sins of all Mankind: Jesus Christ, God made flesh, but exactly because of that Citizen of the World – no racism, simultaneous jew and gentile, renewer of the Old Testament in the attitudes examples principles laws parabolas gospels ideas justifications pedagogic behaviors and innumerous other aspects and facets clearly outline in the 4 independent stories of His deeds and the deeds and inspired thoughts (contained in New Testament Gospels and Letters and Acts of the Apostles) of his first humble leaders followers and Gospel spreaders.
    What is regretful is that because of this lunatic — an historic arab leader, falsely converted in a pretense prophet but in fact a false prophet (nothing to be followed, unless you are a blind fanatic islamofascist) that personally led his crimes by the sword — so much unrest has been caused to the world to his region and to other regions (namely Europe, in a weakness period after the Huns Vandals Suevs Goths successive invasions of the western roman empire (and only much latter by the turks invasion of the eastern roman empire).
    Such invasions do not have nothing of Holy, even if led by this fanatic un-holy common arab man, horse-back riding with a weapon of destruction by killing – a sword – in his criminal hands (doing the crimes with the known weapon: what else do you need to judge him in the court of History!?. Are you blind deaf and mute!? Or are you an animal!?).
    On the contrary, Jesus did not led any army rebellion any conquering and killing of his adversaries, and as a Peacemaker died in a Holy Cross our symbol of Love of Tolerance of Wisdom of Holy Rationality … not of blind muslim fanaticism.
    And if by some reason you still do not feel attracted by Jesus Love (read His sayings, interpret, let the Holy flow of God’s will enter into your mind, not imposed to you by blind mindless fanatics) then I tell you that the last Prophets were John Paul II (every Man or Woman of good will knows whom he was and what he represents even today), Mother Teresa of Calcutta (a Holy albanian woman, now a world symbol of catholic Christian universal woman’s love for mankind), …, Martin Lutter King, Gandhi, Dr Livingstone, … … and thousands of world citizens in every continent (known and unknown) by whose actions examples works and deeds the world moved positively forward without destroying others.
    But definitely the arab leader of the 7th century (d.C.) is not included and will never be in the list (he does not deserve to be, because exactly of his life of wrong calculated deeds and crimes committed), even if islamofascist want by force by homicides by suicides by kamikaze’s by pressure or by any other stupid means convince or force the rest of the world of their blindness.
    What is also regretful is that most of the arabs and all of the muslims do not re-direct their supposedly existing pious character toward God’s concept and idea, into the right direction: Be Christian, because Jesus Christ is synonymous of Universality of Love.
    And, nevertheless, may God and Jesus bless you all ! I do not hate you, I hate what you — the presently living — pretend to stupidly follow as a false gospel of threads of punishments of hate of illogical non-theologian sayings, serving arab needs in a certain moment in history (the reason why the man is historically labeled solely as an arab leader, no more-no less).
    Such false-truth of such false religion has created and is creating world damage (to you and to all mankind). But notice that God is Love, he is the Creator the Almighty One, the One and Only, even if for other believers (say in Asia, the Buddhists or any others) it is represented with many faces or facets of properties (as the New Testament indicates, in His house there are many rooms, that is many ways or paths to achieve to recognize him as Almighty, Creator, the One and Only God). This is the reason I am and will always be a Christian: rational universality through Him and through His Love.

  25. Free said

    Thanks, Rod Gondes .

  26. Regina said

    Estavamos admirando seu site, o seu trabalho é encantador parabéns. Gostaria de pedir uma ajuda, se vc gostaria de aderir a campanha contra violencias aos nossos animais, que amamos tanto, os cãozinhos de rua, onde ultimamente só vemos pessoas que se dizem humanas maltratando os. Ajude nos, colocando o selo da campanha em um lugar fixo do seu site, ou um link, assim os seus amigos viram que vc é mais uma pessoa que nao admite maustratos aos animais. Regina

  27. filosberto said

    quem é esse tal maumé?

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