Ataque ao islam ou Islão a nu – Para tomar consciência do terror islâmico e o atacar

islão: a crescente propagação duma farsa

Posted by ombl em Junho 27, 2007

islão: a crescente propagação duma farsa
Num mundo cada vez pior e corrompido, onde toda a podridão já veio ou está ainda para vir ao de cima, não nos resta a nós, seres humanos, muitas coisas boas às quais nos podemos agarrar.

De facto considero a fé um dos nossos últimos recursos para fazermos face ao aumento brutal de aspectos negativos que, aos poucos, vão consumindo cada vez mais e mais este pobre e perdido planeta. Mas fé é coisa que nem todos têm: existem o ateísmo, o agnosticismo e as falsas religiões. Fé que é fé pertence somente à única religião verdadeira. Aquela que foi fundada por Deus. Mas neste post não falarei dos ateus nem dos agnósticos (não é que não mereçam a pena, mas é que não convém falar de tudo duma só vez sob pena duma má digestão por parte de quem passa por cá para ler isto), mas sim duma falsa religião em particular que já começou a ameaçar o mundo há muito tempo: o islão.
Existem no mundo sociedades islâmicas que querem destruir a verdadeira religião. O motivo é simples: querem que a farsa prevaleça e domine o mundo, num grande califado mundial que muitos estarão ainda a sonhar erguer. A Europa está a tornar-se vítima duma crescente islamização. E tudo isso é porque a Europa, que está a perder a sua fé cristã em detrimento da “fé” no homem, deixa que tal aconteça. A maior parte do terrorismo actual é cometida pelos muçulmanos em nome da sua “fé”. Mas qual fé, qual carapuça? Eles estão tapados pela ignorância. Longe estão eles de imaginar que defendem uma fé que na verdade nem sequer é uma fé. Eles defendem uma falsidade sem o saberem. Infelizmente. E quem paga são os outros. Assusta-me a ideia de que o islão é actualmente a religião que mais cresce no mundo. É sinal de que existem muitos ignorantes. É sinal de que o mundo está mesmo perdido. A Europa vai cedendo à medida que aumenta o número da população islâmica e esta, por sua vez, vai impondo a sua lei, a sharia. Ditadura das minorias? Obviamente. Já parece não fazer sentido o ditado “em Roma sê romano”…
O islão é completamente anti-cristão (anti-trinitário), conforme se pode ler na seguinte citação corânica:
“Diz: Ele é Deus, o Único!
Deus, o Eterno Refúgio!
Que não gerou nem foi gerado!
E nada é igual a Ele!”
(Alcorão 112: 1-4)
Isso pressupõe que o islão é contra a eterna geração do Verbo em Deus. Como é que um analfabeto de nome Maomé conhecia o problema teológico da eterna geração do Verbo? O que está escrito na citação não vem realmente dele, mas sim na crença dos fariseus e dos arianos do Império Bizantino. Teria Maomé aprendido com algum judeu, ou fariseu, ou algum bizantino adepto da fé ariana? Em caso afirmativo Maomé não poderia ter sido inspirado de forma divina e o Alcorão seria somente uma obra humana, por sinal anticristã.
Curiosamente no próprio Alcorão está escrito que os árabes do tempo de Maomé diziam que ele, Maomé, fora ensinado por um estrangeiro:
“Os incrédulos dizem: Este (Alcorão) não é mais que uma impostura que ele (Maomé) inventou ajudado por outros homens! Porém, com isso, proferem uma iniquidade e uma falsidade” (Alcorão, Surat Alfurcan ou do “Discernimento”, Surata XXV, 4)
“Bem sabemos que dizem: Foi um ser humano que lho (o Alcorão a Maomé) ensinou. Porém a língua daquele a quem aludem tê-lo ensinado é persa, enquanto que a deste (Alcorão) elucidante é língua árabe” (Alcorão, Surata XVI, 103. Surat Annahl ou Surata das Abelhas)
“E o rechaçaram dizendo: Ele foi ensinado por outros e é um energúmeno” (Alcorão, Surata XLIV, da Fumaça Aldukhan, vi. 14)
Então? Afinal o próprio Alcorão afirma que o Maomé foi ensinado por estrangeiros? Então como pode ser ele profeta, afinal?
O Alcorão fala também de Jesus. Ou melhor, dum falso Cristo, tal como advertiu Jesus aos seus apóstolos. Um Cristo tão falso como aquele pregado pelas restantes falsas religiões (bahá’i, Nova Era, seitas cristãs, etc). Inventando palavras que Jesus nunca proferiu (onde tirou o Maomé isso dos Evangelhos?), a Surata LXI, 6, contém o seguinte:
“E recorda-te quando Jesus, filho de Maria, disse: Ó filhos de Israel, na verdade eu sou o Profeta de Deus (enviado) para junto de vós para confirmar tudo quanto está na Torá e para anunciar-vos a boa nova de um mensageiro que virá depois de mim, cujo nome será Ahmad (o louvado)” (Esse é um dos nomes do Profeta)
Jesus defendia a Torá desde quando? O Espírito Santo anunciado por Cristo era o Maomé? Um mero homem? Isto faz algum sentido?
A primeira mulher de Maomé, Khadija, uma viúva rica e bem mais velha que ele (e que, curiosamente, era monoteísta e que acreditava que Maomé seria o Profeta!), tinha um parente de nome Waraca Ben Nawfal que era “cego” e que “lia constantemente o Torá e o Evangelho”, segundo as palavras de Aminuddin Mohamad, op cit. p. 70! Ser cego e saber ler numa altura em que ainda nem sequer havia escrita em braile é realmente algo extraordinário! E ele também era monoteísta. Seria judeu ou cristão? Ele era estrangeiro seguramente. E pelo nome só podia ser judeu. E, como tal, anti-trinitário. E Maomé esteve em contacto com esse tal de Waraca. Logo, conclui-se que a inspiração de Maomé não era divina coisa nenhuma, mas de fonte judaica. Maomé mais não fez que consultar um “especialista” em profetas:
“Porém, se estás em dúvida sobre o que te temos revelado, consulta aqueles que leram o livro antes de ti” (Alcorão, Surata X, Surat Iunes)
Naquela altura existiam na Arábia muitos estrangeiros cristãos e judeus. E existem muitas semelhanças actuais entre o judaísmo e o islamismo: a prática de circuncisão, o facto de não se poder comer porco, etc. Só não se percebe o facto de os muçulmanos primitivos rezarem voltados para Jerusalém, localidade onde Maomé nem em sonhos teria estado. E mais tarde mudou-se o local para onde os muçulmanos deveriam rezar: Meca. Isso explica a origem judaica do islão, que não passa duma mera seita judaica.
“Glorificado seja Aquele que, durante a noite, transportou Seu servo, tirando-o da sagrada mesquita (em Meca) e levando-o à mesquita de Alalcsa (em Jerusalém), cujo recinto bendizemos, para mostrar-lhe alguns dos milagres. Sabei que Ele é o Omnipotente” (Alcorão, Surat Alishrá, Da Viagem Nocturna, Surata XVII, 1)
Já existia a mesquita Al Acsa em Jerusalém naquela altura? Não, não existia. Ela foi construída mais tarde por Omar. E no versículo seguinte da Surata Al Ishrá, um dado curioso:
“E concedemos o Livro a Moisés, Livro esse que transformamos em guia para os israelitas, dizendo-lhes: Não adopteis além de Mim outro guardião” (Alcorão, XVII, 2)
Com que então o Livro não foi dado a Maomé, mas sim a Moisés! E isso vem escrito no próprio Alcorão! Impressionante!
Judeus e muçulmanos tinham no início uma aliança porque houve judeus que consideraram Maomé o Profeta. O facto de ele ser árabe terá levado muitos outros a não o aceitarem como o Messias. E o facto de o Maomé ter mudado o local para onde os muçulmanos deveriam rezar (de Jerusalém para Meca) fez com que muitos judeus o repelissem como falso profeta:
“Os judeus vieram ter com o Profeta e propuseram-lhe que todos eles converter-se-iam ao Islamismo se ele voltasse de novo a orar à Quibla de Jerusalém” (Aminuddin Mohamad, op. cit., p. 187)
Quando Maomé afirmou que Jesus Cristo era mais um profeta, os judeus começaram a deixar de reconhecê-lo como o Messias esperado. É que para os judeus, Jesus nem sequer era profeta. Tal facto fez com que os judeus recusassem Maomé como o esperado Messias de Israel, coisa que eles acreditaram que ele era no início (poderia alguém estranhar tão grave erro de julgamento por parte de alguns rabinos ao aceitarem um Messias árabe para Israel? Esse caso, no entanto, não é único. O caso de Sabbatai Tzevi, no século XVII, foi o mais escandaloso no messianismo judaico).
“E quando lhes chegou o livro enviado por Deus, confirmando o que eles possuíam, enquanto, anteriormente pediam a vitória sobre os descrentes e quando chegou aquilo que já conheciam (como verdade) rejeitaram-no. Que a maldição caia sobre os descrentes” (Alcorão, Surata II, 90; Surat Albácara – Da Vaca, Aminuddin Mohamad, op. cit., p. 138)
Maomé foi um pseudo-Messias aceite e cultivado inicialmente por rabinos fanáticos, vindo depois o abandono e a decepção.
O Califa Otman encarregou-se, mais tarde, de apagar o que podia, os traços de influência judaica no islamismo. Foi ele o responsável pela redacção actual do Alcorão, ordenando os seus capítulos pelo tamanho deles!
No Alcorão constatamos que se proclama, em inúmeras passagens, que o verdadeiro Alcorão foi dado a Moisés, e não a Maomé. O próprio Alcorão afirma que Maomé só veio confirmar o que fora revelado a Moisés e aos profetas judeus! Existe também no Alcorão uma enorme quantidade de citações do Antigo Testamento, do Talmud, da Mischnah, dos comentários rabínicos (os Midrashes), livros judaicos que Maomé, sendo analfabeto, não podia ter conhecido tão detalhadamente. Este chegou de facto a ser considerado o “último Profeta de Israel”, mas por pouco tempo.
O islão esteve profundamente envolvido com o judaísmo, daí o seu anti-trinitarismo radical. E esse envolvimento foi dramaticamente rompido depois duma breve aliança. Ambos os grupos se julgaram traídos. Israel considerou ter-se enganado e traído pelo profeta que acalentara. Maomé e os árabes sentiram-se traídos pelos judeus, que tinham assinado um acordo com eles. Não estaria, nesse drama e cisão iniciais, uma das causas da oposição actual entre Israel e o islão?
Pelos vistos Maomé não foi profeta de coisa nenhuma. Foi antes alguém que criou uma falsa religião para com isso conseguir ser alguém na História da humanidade, embora pela negativa, tal como Adolf Hitler…
Este mundo está mesmo perdido…
“Levantar-se-ão muitos falsos profetas, e seduzirão a muitos.” (Mateus 24, 11)
“Quando vier o Filho do Homem, acaso achará fé sobre a terra?” (Lucas 18, 8)

2 Respostas to “islão: a crescente propagação duma farsa”

  1. B. said

    Amei! Eu sempre achei q esse profeta era de meia tigela! Obrigado pelo texto.

  2. Maomé foi um FALSO Profeta!!! Ele não recebeu revelações de anjo nenhum! A revelação que ele diz ter recebido, ele COPIOU da Torá dos judeus e da Bíblia dos cristãos. Parafraseou tudo! Repaginou narrativas, mudou histórias bíblicas – até teve a ousadia de dizer que os Profetas do Antigo Testamento eram árabes e não judeus – e fundou o Islamismo, em 612 d.C.
    Saibam que o Velho Testamento fechou seu cânon em 410 a.C., e que o Novo Testamento, em 100 d.C.; e que Maomé morreu em 632 d.C., e somente 20 ANOS DEPOIS é que o terceiro califa muçulmano, Otman, decidiu o que deveria ser INCLUÍDO ou EXCLUÍDO do texto final do Alcorão. Ou seja, quase 1.200 ANOS DEPOIS que o Antigo Testamento já tinha fechado seu cânon, e 552 ANOS DEPOIS que o Novo Testamento tinha sido revelado.
    Maomé era um simples coraixita (tribo árabe nômade) analfabeto, sem nenhum conhecimento teológico, pobre, que só “subiu” na vida, dando o golpe do baú na velha viúva Khadija, uma rica comerciante judia (e também devido aos espólios de guerra). Ele conviveu muitos anos com judeus (e cristãos) em Medina (atual Arábia Saudita), que dominavam o comércio da época.
    Maomé rejeitou o cristianismo e tinha ódio dos cristãos da época – na mesma intensidade que os judeus tinham – pois eles não o receberam como Mensageiro de Deus (Alá) e não negaram a Jesus Cristo para se converterem ao islamismo! É por isso que ele colocou tantos versículos (suratas) de “morte aos infiéis”. Maomé repetiu a crença dos judeus com quem ele conviveu que negavam a Divindade de Jesus, como Filho de Deus; que negavam a doutrina da Trindade: “um Deus em três pessoas”: o Pai, o Filho (Jesus Cristo) e o Espírito Santo.
    “Waraca Bin Nawfal” foi um judeu, parente de Khadija, primeira esposa de Maomé, que tinha se convertido ao cristianismo e que traduzia a Torá e os Evangelhos para o árabe, a pedido de Maomé. Muita coisa Maomé aprendeu com ele. É por isso que a inspiração de Maomé no início foi de fonte judaico-cristã! É por isso, por exemplo, que os muçulmanos rezam voltados para Meca, porque Maomé copiou tal ato dos judeus que rezam voltados para Jerusalém. É por isso que o antitrinitarismo (negação da doutrina de “um Deus em três pessoas”) é tão forte no islamismo, assim como o é no judaísmo. Tudo isso explica as inúmeras “coincidências” de práticas islâmicas com práticas judaicas, sejam na forma de rezar, nas proibições quanto à comida, no jejum, na relação homem-mulher, nos comportamentos etc.
    Maomé foi um SAFADO, MENTIROSO e OPORTUNISTA. Criou uma religião FALSA, plagiada do judaísmo e do cristianismo, mergulhada no ÓDIO, VIOLÊNCIA e MORTE!!!

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