Ataque ao islam ou Islão a nu – Para tomar consciência do terror islâmico e o atacar

Islão – Converter pela mentira

Posted by ombl em Maio 27, 2008

Fonte
Nota inicial;
Esta é a tradução de um artigo meu no fórum inglês, de momento não existe em Portugal qualquer problema com o Islão nem é um país em risco de Islamização. Mas antes de alguém se converter ou se sentir tentado a converter, é bom desfazer alguns mitos e mentiras que esta religião usa para “apanhar” fieis:

Se existe uma religião que recorre à mentira compulsiva para apanhar fieis, essa religião é o Islão. Esta é uma pequena compilação das mentiras mais usadas (provavelmente já viram algumas nos media):

Por favor notem, este artigo expressa o que o Islão é realmente, baseia-se naquilo que os seus livros dizem, não acções de Muçulmanos. Na verdade encontro muitos Muçulmanos a acreditar nessas “mentiras” e a colocá-las em práticas (o que, diga-se, é bom).

Mentira #1 – Islão quer dizer paz

Isto é uma meia-verdade, mas uma meia-verdade é uma mentira completa. Islão deriva da palavra mãe Arábica SÁLÁMA que contêm as seguintes 5 palavras:

Rendição, Submissão, Obediência, Pureza/Sinceridade e Paz

ou em termos gerais “Paz por submissão”, aquilo a que os romanos chamavam uma PAX ou em termos mais simples é como um brigão dizer que não o ataca se fizer o que ele quer. Isto não “paz” nenhuma.

Mentira #2 – Cristo é um profeta do Islão

Mais uma meia-verdade, o Islão refere Cristo, ou Iça como eles lhe chamam, como sendo um profeta… mas nada mais, a única parte que merece especial atenção no Islão em relação a Cristo é em dizer que ele não filho de Deus e nem as doutrinas de Maomé são compatíveis com as de Cristo. Portanto, porque é que eles dizem que Cristo é um profeta se não ligam minimamente aos ensinamentos de Cristo?

Mentira #3 – Alá quer dizer Deus

Sim, quer dizer… em Aramaico. O problema é que Maomé não falava Aramaico, falava Árabe onde, na sua altura, “Alá” não significava absolutamente nada, tal palavra nem existia.

Mentira #4 – O Islão permite o pensamento livre

O Islão é uma religião… nenhuma religião o permite.

Mentira #5 – O Islão é Universal

Não, foi criado no Médio Oriente e reflecte muito a vida no VII Século dessa região do globo. Mesmo nos ensinamentos de Maomé é recorrente as referências a camelos e fauna daquela região.

Mentira #6 – O Islão é igualitário

Esta é uma grande mentira, o Islão é baseado e suporta muitos tipos de hierarquias com altos níveis de discriminação e escravatura.

Mentira #7 – O Islão não é racista

Maomé era, ele compara as cabeças de pessoas de raça negra a uvas passas. Também o Islão faz questão em que se saiba que Maomé era de raça branca.

Mentira #8 – Pode experimentar o Islão e se não gostar pode sair

A pena para quem abandonar o Islão é a morte.

Mentira #9 – O Islão permite que Cristãos e Judeus vivam livremente em territórios controlados por Muçulmanos

Não, não permite. Permite a sua permanência mediante pagamento de um imposto especial e cortes significativos nos seus direitos. São na realidade os predecessores das ideias de Hitler para os Judeus, forçando estes, prática muito comum aqui durante a ocupação Muçulmana da Península Ibérica, a utilizar distintivos amarelos (Judeu) ou azuis (Cristão).

Mentira #10 – Os impostos seriam mais baixos com o Islão

Sim… só podem 10% (20% para não-Muçulmanos), o problema é que esses 10 ou 20% são destinados à religião, não para benefício público ou infraestruturas.

Mentira #11 – Islão é caridade

É um dos 5 pilares do Islão, é verdade… mas a caridade de um Muçulmano apenas pode ser direccionada a outro Muçulmano. Para que um Muçulmano possa ajudar um não-Muçulmano este último tem que se converter (ou morrer à fome). Isto não é caridade, é tirar proveito da miséria alheia.

Além destas mentiras, existem também as “mentiras invertidas”, coisas que os Muçulmanos dizem estar nos seus livros, mas que não estão, a saber:

Mentira invertida #1 – Não se pode desenhar Maomé

Essa regra não se encontra em lado nenhum.

Mentira invertida #2 – Meca é um lugar santo e deve-se rezar apontando para lá

Não, não é e não, não deve. Maomé amaldiçoou todos os que faziam dos túmulos dos seus profetas locais de culto. Portanto porquê fazê-lo do seu próprio túmulo?

Fonte

14 Respostas to “Islão – Converter pela mentira”

  1. […] Islão – Converter pela mentira […]

  2. Anónimo said

    Meu cunhado é mulçumano e conseguiu subverter minha cunhada, irmã de minha mulher, assim como ele, ela se tornou muito intolerante, qualquer coisa se irrita, principalmente com a sua família. Minha mulher sofre muito com isto, como devo agir??
    edumarvao@yahoo.com.br

    • Charles said

      Ore e jejue pela vida deles, e procure lhes falar de jesus
      João 3:16, nenhum homen será salvo por causa de uma religião
      mas somente pela fé em Cristo, ou seja, pela graça de Deus

      • Ivens said

        Charles, trocar 6 por meia dúzia mostra o quanto você é idiota.
        O Corão foi chupado da Bíblia… E esta, por si só, já é um projeto de submissão e humilhação da mulher.
        Vai estudar, por favor.

  3. o islamismo é uma religião que só prega ódio e intolerância.

  4. JO said

    PRA QUEM NÃO SABE ESSE PROFETA FEZ APOLOGIA AO ESTUPRO, AO ADULTÉRIO,E TENTOU SUICÍDIO POR DE VERÇAS VEZES .FALA SERIO UMA PESSOA DESSA NUM PODE SER DE DEUS!!

  5. Aminodine said

    Deus o Que Vem a Ser Isto.
    Conheço Várias Pessoas Que Saíram do Islam, e Ninguém Foi Morto… Pfvr Apague Essas Mentiras e Vá Estudar Mais Um Pouco. Eu Converti-me ao Cristianismo e Era Do Islam, Mas Não Vou Aceitar Mentir, Pois Eu Já Estive Lá e Sei Como é. Santo Deus

    • 2-al-Zawahri said

      Não há um só muçulmano que conheça o islam. Nem um só!
      Um maometa por mais moderado que seja está sempre condicionado e sequestrado pelo núcleo demoníaco e criminoso do islam.
      As pessoas no islam, podem parecerem normais, se ainda tiverem alguma influência cultural não islâmica.

  6. Apenas said

    Nada contra quem segue qualquer religião, mas a maioria delas, – para não dizer todas -, pregam, mesmo que por de baixo dos panos, submissão, até na evangélica, eles dizem para dar “oferendas” para a igreja para que assim, a pessoa não possa ser castigada pelo divino. Todas as religiões separam as pessoas, não ensinam a amar umas as outras, a única que tem esse pensamento é a católica e ainda assim, ela tem suas raízes podres. Ou seja, na dúvida, se ajoelhe e ore você mesmo por Deus, porque no fim das contas não é a religião que vai te salvar.

  7. Luís von said

    Como alguém pode acreditar que Deus gosta de terrorismo, assassinatos de mulheres e outras coisas bizarras que essas criaturas primitivas aprovam? Não é a toa que são povos miseráveis, são dominados pelo Capeta e seus seguidores e por isso os marxistas os apoiam, têm a mesma origem… Quando morreram vão encontrar virgens gordas e desdentadas e serão obrigados a transar com elas e comer a bosta que o Diabo cagou

  8. Paulo said

    Não entendo o fato de se dizerem filhos de Abraão, e de fato são, todavia, não creem na promessa que nosso único Deus, que é poder e glória, fez ao patriarca, quando prometeu a vinda de nosso senhor Jesus Cristo, da descendência de Isaque.

  9. QUEM ACEITA ESSE MAOMÉ É SERVO DO DIABO MAOMÉ ASSASSINO E MENTIROSO IGUAL A SATANAS MAOMÉ PROFETA DO INFERNO.

  10. MAOMÉ A MENTIRA DO DIABO SATANICO E ASSASSINO.

  11. Tão perigosa quanto à imbecilidade assassina do Estado Islâmico é a covardia ocidental. Na década de 50 o historiador britânico Arnold J. Toynbee havia previsto que a próxima guerra seria entre cristãos e muçulmanos. Vale lembrar que Gerge W. Bush ainda usava calças curtas naquela época e nesses últimos 15 anos contabiliza-se quase 25.000 ataques islâmicos (da religião da paz). Depois de um dos ataques mais recentes, a um balneário tunisiano (26/06/2015), 82 mesquitas foram fechadas porque seus clérigos incitavam os fiéis (não deviam ser poucos) à violência. Aqui não estamos a falar exclusivamente de grupos terroristas, mas também de religiosos com uma responsabilidade social.
    .
    Dizer que nem todo islâmico é terrorista significa o quê? Absolutamente nada! Dizer que os terroristas não são islâmicos, “se fingem de islâmicos”, significa o quê? Que são cristãos disfarçados a confundir a opinião pública?

    Além de mentirosa e ridícula, essa mania de isentar o islamismo da sua responsabilidade é uma opção covarde e equivocada. Não se vai evitar nada de ruim desse modo, uma vez que a omissão favorece a expansão do islã por toda parte, com sua sedução enganadora. Seria mais digno e eficiente dizer: “Resolvam logo isso entre vocês. A construção de mesquitas, madraças, centros culturais e a difusão da sua crença estarão suspensas no Ocidente até que se mostre, na prática, uma solução confiável e duradoura para esse confronto”.

    Hoje, com as informações que dispomos relativas ao comportamento humano, podemos concluir que as atitudes mais ou menos agressivas acabam dependendo muito da índole do indivíduo. A maioria da espécie humana parece tender a boa índole. O problema é que a minoria má é grande demais. Quando o indivíduo se sente liberado à barbárie, não só pela falta da educação, mas principalmente por causa dela ou pela sua cultura religiosa, são os atos dessa minoria altamente numerosa que vão deixar todos em perigo.

    Nesse caso, o ego coletivo pode ser comparado, argumenta Toynbee, ao poderoso e mitológico monstro bíblico Leviatã. Este poder coletivo a mercê das paixões subconscientes escapa à censura pessoal que freia os baixos impulsos do ego. A má conduta, que seria condenada sem hesitação, no entanto, quando o indivíduo transita do singular para o plural, ainda mais sob a instigação de clérigos exaltados amparados por um livro sagrado (Alcorão), encontra a responsabilidade individual em recesso.

    Então, estes, chegam às barbaridades sem culpa alguma, e aqueles que não têm tal inclinação a flor da pele não os condenam Sabem que seus irmãos de crença agiram em cumprimento do livro imutável que orienta a todos. Portanto, ideologicamente devem apoiá-los. Mesmo que essa maioria se sinta constrangida e prejudicada nos seus interesses nas sociedades ocidentais que as abrigam, se veem moralmente contidas. São as sociedades ocidentais que reclamam dos excessos dos seus e não as delas. O Alcorão pode incitar a violência? Dizem que não. Então vejamos alguns versículos de algumas das suas suras.

    Sura 2,193 “E combatei-os até terminar a perseguição e prevalecer a religião de Allah”.

    Sura 3, 85 “Quem quer que almeje (impingir) outra religião, que não o islã, (aquela) jamais será aceita e, no outro mundo, essa pessoa contar-se-á entre os desventurados.”

    Sura 5:33 – “O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo”.

    Sura 8:12 “E quando o teu Senhor revelou aos anjos: Estou convosco; firmeza, pois aos fiés! Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos!”

    Sura 8:13 “Isso, porque contrariaram Deus e o Seu Mensageiro; que Deus é severíssimo no castigo”.

    Sura 7, 4 “Quantas cidade temos destruído! Nosso castigo tomou-os (a seus habitantes) de surpresa, enquanto dormiam, à noite, ou faziam a sesta”.

    Sura 8, 60 “Mobilizai tudo quanto dispuserdes, em armas e cavalaria, para intimidar, com isso, o inimigo de Deus e vosso, e se intimidares ainda outros que não conheceis, mas que Deus bem conhece. Tudo quanto investirdes na causa de Deus, ser-vos á retribuído e não sereis defraudados”.

    Sura 8, 72 “Os fiéis que migraram e sacrificaram seus bens e pessoas pala causa de Deus, assim como aqueles que os amparam e os secundaram, são protetores uns aos outros. Quanto aos fiéis que não migraram, não vos tocará protegê-los, até que o façam. Mas se vos pedirem socorro, em nome da religião, estareis obrigados a prestá-lo, salvo se for contra povos com quem tenhais um tratado; sabeis que Deus bem vê tudo quanto fazeis”.

    Sura 8, 74 “Quanto aos fiéis que migraram e combateram pela causa de Deus, assim como aqueles que os ampararam e os secundaram – estes são os verdadeiros fiéis – obterão indulgência e magnífico sustento”.

    Sura 9, 14 “Combatei-os! Deus os castigará, por intermédio de vossas mãos, aviltá-los-á e vos fará prevalecer sobre eles, e curará os corações de alguns fiéis”.

    Sura 8, 60 “Mobilizai tudo quanto dispuserdes, em armas e cavalaria, para intimidar, com isso, o inimigo de Deus e vosso, e se intimidares ainda outros que não conheceis, mas que Deus bem conhece. Tudo quanto investirdes na causa de Deus, ser-vos á retribuído e não sereis defraudados”.

    Sura 8, 72 “Os fiéis que migraram e sacrificaram seus bens e pessoas pala causa de Deus, assim como aqueles que os amparam e os secundaram, são protetores uns aos outros. Quanto aos fiéis que não migraram, não vos tocará protegê-los, até que o façam. Mas se vos pedirem socorro, em nome da religião, estareis obrigados a prestá-lo, salvo se for contra povos com quem tenhais um tratado; sabeis que Deus bem vê tudo quanto fazeis”.

    Sura 8, 74 “Quanto aos fiéis que migraram e combateram pela causa de Deus, assim como aqueles que os ampararam e os secundaram – estes são os verdadeiros fiéis – obterão indulgência e magnífico sustento”.

    Sura 9, 14 “Combatei-os! Deus os castigará, por intermédio de vossas mãos, aviltá-los-á e vos fará prevalecer sobre eles, e curará os corações de alguns fiéis”.

    Sura 9, 111 “Deus cobrará dos fiéis o sacrifício de seus bens e pessoas, em troca do Paraíso. Combaterão pela causa de Deus, matarão e serão mortos. É uma promessa infalível que está registrada na Torá, no Evangelho e no Alcorão. E quem é mais fiel a sua promessa do que Deus? Regozijai-vos, pois, a troca que haveis feito com Ele. Tal é o magnífico benefício”.

    Qualquer semelhança não é mera coincidência com o perfil desses ataques e organizações. O Alcorão incentiva ou não a violência? Fica difícil alegar inocência do islamismo quando ele mesmo depõe contra si ao tentar impor seu ponto de vista.

    O cristianismo já passou por essa fase. Felizmente, a abnegação dos pensadores ocidentais, de todas as épocas, e o iluminismo, na busca constante do aperfeiçoamento, nos ensinou a arte da persistência, pois o pensamento não tem ponto final. Não nos vieram de graça a liberdade de pensamento e expressão que ora desfrutamos. Custou-nos muitas dores, sangue e lágrimas em nossa construção. Devemos muito a memória daqueles que fizeram por onde.

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