Ataque ao islam ou Islão a nu – Para tomar consciência do terror islâmico e o atacar

UnderCover Mosque: The Return

Posted by ombl em Setembro 21, 2008

UnderCover Mosque: The Return – Lista dos vídeos

UnderCover Mosque: The Return. 1:5

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Un Sin-Techo, mutilado por dos musulmanes en Ramadan. Na própria Europa.

Artigo sobre o Islão no blog “Fiel Inimigo”
Na Europa,  também já querem matar os velhos doentes.
ETAPAS DA DISSEMINAÇÃO DA PESTE.
Eis aqui um artigo já de Abril mas de actualidade galopante, adaptação duma obra de Peter Hammond intitulada «Escravatura, Terrorismo e Islão: As Raízes Históricas e a Ameaça Contemporânea», descrevendo sucintamente o que o Islão costuma fazer um pouco por toda a parte do espaço e do tempo – e mesmo que haja aqui algum exagero e generalização, o essencial está correcto:

«O Islão não é uma religião nem um culto. É um sistema completo.
O Islão tem componentes religiosos, legais, políticos, económicos e miliates. A componente religiosa é uma base para todas as outras componentes.
A islamização ocorre quando há suficiente número de muçulmanos num país para criar agitação em nome daquilo a que chamam «direitos religiosos».
Quando as sociedades politicamente correctas e culturalmente diversas concordam com as exigências «razoáveis» dos muçulmanos no que toca aos seus «direitos religiosos», também apanham com as outras componentes por baixo da mesa. Eis como funciona a coisa (fonte das percentagens – CIA: O Livro dos Factos Sobre o Mundo (2007)):
Enquanto a população muçulmana é cerca de um por cento de um dado país, os muçulmanos serão considerados como uma minoria amante da paz e não como uma ameaça seja para quem for. De facto, podem ser representados em artigos e em filmes, estereotipadamente, devido ao seu colorido idiossincrático:
Estados Unidos da América – Muçulmanos: 1.0%
Austrália — Muçulmanos: 1.5%
Canadá — Muçulmanos: 1.9%
China — Muçulmanos: 1%-2%
Itália — Muçulmanos: 1.5%
Noruega — Muçulmanos: 1.8%

Aos dois ou três por cento, começam a fazer proselitismo junto de outras minorias étnicas e dos grupos marginais, conseguindo maior recrutamento nas prisões e nas gangues de rua:
Dinamarca — Muçulmanos: 2%
Alemanha — Muçulmanos: 3.7%
Reino Unido — Muçulmanos: 2.7%
Espanha — Muçulmanos: 4%
Tailândia — Muçulmanos: 4.6%

A partir dos cinco por cento, excercem uma influência desproporcionadamente alta para a percentagem da população que representam.
Nessa altura, fazem pressão para introduzir a comida «halal» (purificada de acordo com os padrões muçulmanos), garantindo assim empregos aos muçulmanos na preparação desta alimentação. Irão aumentar a pressão nas cadeias de supermercados para que estes coloquem nas suas prateleiras produtos halal – e fazem ameaças se as suas exigências não forem satisfeitas (Estados Unidos):
França — Muçulmanos: 8%
Filipinas — Muçulmanos: 5%
Suécia — Muçulmanos: 5%
Suíça — Muçulmanos: 4.3%
Holanda — Muçulmanos: 5.5%
Trinidade & Tobago — Muçulmanos: 5.8%

A partir de então, irão trabalhar para que o governo lhes permita regerem-se a si mesmos pela charia, a lei islâmica. O objectivo último do Islão é, não a conversão do mundo inteiro, mas sim o estabelecimento da lei da charia em todo o mundo.

Quando os muçulmanos se tornam dez por cento da população, irão aumentar as actividades contra a lei como forma de se queixarem das suas condições de vida (incêndios de automóveis em Paris). Qualquer acção não muçulmana que ofenda o Islão irá resultar em ameaças e violência (Amsterdão – caricaturas de Mafoma):
Guiana — Muçulmanos: 10%
India — Muçulmanos: 13.4%
Israel — Muçulmanos: 16%
Quénia — Muçulmanos: 10%
Rússia — Muçulmanos: 10-15%

Após chegarem aos vinte por cento da população, é de esperar o motim por dá cá aquela palha, formações de milícias da jihad, matanças esporádicas e incêndios de igrejas e de sinagogas:
Etiópia — Muçulmanos: 32.8%

Quando chegam aos quarenta por cento da população, verificar-se-ão massacres, ataques terroristas crónicos e actividade constante das milícias:
Bósnia — Muçulmanos: 40%
Chade — Muçulmanos: 53.1%
Líbano — Muçulmanos: 59.7%

A partir dos sessenta por cento da população, pode-se verificar a perseguição dos descrentes e de outras religiões, limpezas étnicas (genocídios) esporádicos, uso da charia como arma, imposição da jizia (imposto) aos infiéis.
Albânia — Muçulmanos: 70%
Malásia — Muçulmanos: 60.4%
Qatar — Muçulmanos: 77.5%
Sudão — Muçulmanos: 70%

Depois de se tornarem oitenta por cento da população, o próprio Estado dirigirá limpezas étnicas.
Bangladesh – Muçulmanos: 83%
Egipto — Muçulmanos: 90%
Gaza — Muçulmanos: 98.7%
Indonésia — Muçulmanos: 86.1%
Irão — Muçulmanos: 98%
Iraque — Muçulmanos: 97%
Jordânia — Muçulmanos: 92%
Marrocos — Muçulmanos: 98.7%
Paquistão — Muçulmanos: 97%
Palestina — Muçulmanos: 99%
Síria — Muçulmanos: 90%
Tajiquistão — Muçulmanos: 90%
Turquia — Muçulmanos: 99.8%
Emiratos Árabes Unidos — Muçulmanos: 96%

Aos cem por cento, irão impor a paz do “Dar-es-Salaam” (“A Casa Islâmica da Paz”), porquanto haverá paz quando toda a gente for muçulmana:
Afeganistão — Muçulmanos: 100%
Arábia Saudita — Muçulmanos: 100%
Somália — Muçulmanos: 100%
Iémen — Muçulmanos: 99.9%

Claro que nem isso acontece de facto. Para satisfazer a sua sede de sangue, os muçulmanos começam depois a matar-se mutuamente por uma variedade de razões.

“Antes dos nove anos, aprendi o cânone básico da vida árabe. Era eu contra o meu irmão; eu e o meu irmão contra o nosso pai; a minha família contra os meus primos e o clã; o clã contra a tribo; e a tribo contra o mundo, e todos nós contra o infiel.”
– Leon Uris, ‘The Haj’

É bom lembrar que em muitos, muitos países, tais como a França, a população muçulmana está centrada em guetos baseados na sua própria etnicidade. Os muçulmanos não se integram nas comunidades. Por conseguinte, exercem mais poder do que a sua média nacional poderia indicar.»

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