Ataque ao islam ou Islão a nu – Para tomar consciência do terror islâmico e o atacar

Pura maldade

Posted by ombl em Setembro 20, 2009

http://neuroamante.blogspot.com/2009/09/pura-maldade.html

“Neste momento milhares de pessoas são torturadas e violadas nas prisões iranianas. Onde estão os fariseus ocidentais dos direitos humanos?

Enquanto entre nós alguns se entretêm a imaginar violações aos direitos humanos realizados pela administração Bush, talvez para não repararem onde essas violações ocorrem a sério, nos calabouços iranianos, as vítimas do nazi-fascismo-islâmico são torturadas impiedosamente, sem que estes fariseus ocidentais se dignem a proferir uma única palavra de protesto. Antes preferem, como Obama fez, elogiar o Islão, como “uma grande religião comprometida com a justiça e o progresso”. Se não fosse trágico para as vítimas deste fascismo, dava para rir. Actualmente as celas das prisões iranianas estão cheias de homens e mulheres que se manifestaram há 2 meses contra a fraude eleitoral, onde estão a ser torturados(as) impunemente.

Vamos então ver, como é que se pratica a justiça e o progresso do islão, pelas palavras “sábias” de Ayatollah Mohammad Taqi Mesbah-Yazdi a partir de uma entrevista que deu a um orgão de comunicação.
Perguntado se uma confissão obtida “por aplicação de pressão psicológica, emocional e física” era “válida e considerada conforme ao Islão,” Mesbah-Yazdi respondeu:
“Obter a confissão de qualquer pessoa que seja contra os Velayat-e Faqih, “Guardiães da Justiça Islâmica”, outro nome para o regime dos mullahs iranianos, “é permitida sob qualquer condição”. O ayatollah deu resposta idêntica quando perguntado se as confissões obtidas pela utilização de estupefacientes e opiáceos no prisioneiro, são conformes ao islão.
Relativamente aos assaltos sexuais:
Pergunta:
“Pode um interrogador violar sexualmente um prisioneiro para obter um confissão?
Mesbah-Yazdi respondeu: “As precauções necessárias para o interrogador, são o ritual de rezar enquanto viola o prisioneiro. Se for uma prisioneira é permitido violá-la quer na vagina quer no anús. É melhor não ter testemunhas presentes neste caso. Se for um prisioneiro, é aceitável ter testemunhas enquanto a violação é cometida.”
E neste caso da violação de prisioneiro masculinos não é considerado sodomia?
Ayatollah Mesbah-Yazdi: ” Não, porque não é consensual. Se o prisioneiro mostrar que está a gostar de ser violado este tratamento não deve ser repetido.”
Questionado acerca da violação de virgens o Ayotolha respondeu:
” Se o veredicto para a prisioneira fôr a execução, então a violação antes da execução dá ao algoz um prémio espiritual equivalente ao de ter feito a perigrinação a Meca (Haj), mas se a execução não for decretada, então o prémio da violação é equivalente a fazer a peregrinação a Karbala.
Se isto isto não é pura e simples maldade… Por falar nisto! Onde pára a Amnistia Internacional?
Porcos e sádicos.”
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