Ataque ao islam ou Islão a nu – Para tomar consciência do terror islâmico e o atacar

Hamas e o casamento de crianças

Posted by ombl em Outubro 30, 2009

Ou o Islão a destruir infâncias.
Inconcebivel! O Islão, A pedófilia, O Silencio do Ocidente.
Mais
Líder muçulmano morre durante tiroteio com o FBI
Muçulmanos ameaçam ex-muçulmanos na América
Videos e teorias – Maomé foi morto.
Fundador de TV islâmica em Nova York decapitou a esposa
Decapitados e decapitadores por Olavo de Carvalho
Imagem Adão e Eva na Arábia Saudita
Humor para descontrair Um casal muçulmano “moderno”…

Uma resposta to “Hamas e o casamento de crianças”

  1. aasd said

    http://gladio.blogspot.com/2009/11/tacticas-islamicas-de-ontem-e-de-hoje.html

    TÁCTICAS ISLÂMICAS DE ONTEM… E DE HOJE
    No local internético Gates of Viena, bastião de divulgação de notícias e mensagens de relevância para a salvaguarda do Ocidente (Gates of Viena ou Portões de Viena de Áustria foi onde a horda invasora turca foi travada e derrotada), publicou recentemente um artigo, da autoria de um dos seus colaboradores flamengos, em que se observa uma inquietante e esclarecedora semelhança entre o que o Islão fez na Índia e que está a fazer agora na Europa. O flamengo estabelece uma comparação entre os actuais acontecimentos em solo ocidental e aquilo que o nacionalista hindu Sita Ram Goel descreve, atenção, em 1981, no capítulo 2 da sua obra «Hindu Society under Siege» ou «Sociedade Hindu Sob Cerco», bem antes da grande iminvasão islâmica da Europa, quando ainda os Europeus contemporâneos mal sabiam o que era isso.

    Pegou no texto de Ram Goel e substituiu «Índia» por «Europa»; eu todavia prefiro colocar aqui o texto original de Ram Goel (tradução, toda a itálico), para que se veja até que ponto se observa a similitude entre o que os muçulmanos faziam na Índia desde há catrefas de anos e o que fazem agora na Europa – há todo um padrão de actuação:

    1. Os muçulmanos da Índia, particularmente a inteligência muçulmana, devem ser afastados de toda e qualquer sombra de racionalismo, universalismo, humanismo e liberalismo, e um exército de mulás e de maulvis treinado nos ditames do Islão deve actuar para fazer a lavagem cerebral e manter os muçulmanos no caminho certo;

    2. Todo e qualquer muçulmano que não aceite o Islamismo ou se atreva a criticá-lo ou se ponha ao lado do nacionalismo indiano, afastando-se das diferenças religiosas, deve ser denunciado como um renegado e ser considerado como vítima legítima de populaças muçulmanas assassinas;

    3. Os muçulmanos devem ser encorajados a queixar-se de tantas ofensas quanto as que puderem ser inventadas e tentar fazer ver que são uma minoria maltratada, oprimida, explorada como cidadãos de segunda classe por parte da brutal maioria hindu;

    4. Estas queixas forçadas dos muçulmanos devem ser usadas para converter a comunidade muçulmana num bloco eleitoral compacto que pode funcionar como factor de peso no maior número de processos eleitorais possível, e que pode chantagear os partidos políticos não islamistas a acomodarem candidatos muçulmanos ou incluir o máximo possível de medidas e concessões à comunidade muçulmana nos seus manifestos eleitorais;

    5. Os muçulmanos devem agitar-se para que a Índia apoie todas as causas islâmicas internacionais, certas ou erradas, legítimas ou ilegítimas, para que a sua atenção se mantenha constantemente desviada das exigências da sua própria condição económica, social e cultural;
    6. Os muçulmanos devem progressivamente ser persuadidos e preparados para levar a cabo motins de rua ao mais pequeno pretexto, seja um porco desgarrado, música junto à mesquita, a língua Urdu, ou o carácter minoritário da Universidade Muçulmana Aligarh, ou uma questão puramente pessoal entre pessoas pertencentes a duas comunidades, ou uma bomba na mesquita al-Aqsa em Jerusalém por um aventureiro austríaco, ou o enforcamento de Z. A. Bhutto pelo presidente Zia do Paquistão, ou a captura da Ka’ba por alguma facção da política saudita, ou algum outro evento similar do mundo islâmico;

    7. Os tumultos frequentes devem ser usados para assustar os muçulmanos que devem ser instigados a criar, consolidar e estender enclaves exclusivamente muçulmanos nos quais podem ser armazenadas armas e munições, importadas e não só.

    Agora, a estratégia muçulmana a lidar com os hindus:

    1. O conceito de secularismo, entrincheirado na constituição da Índia, que se tornou no mais sagrado slogan dos partidos políticos indianos, deve ser distorcido, mal interpretado e mal usado ao máximo para bloquear a mais pequena expressão da cultura hindu no campo estatal e na vida pública da Índia;

    2. Os termos «comunal» e «comunalismo», que se tornaram em palavras de insulto na política indiana, devem ser cuidadosamente cultivadas e cada vez mais mistificadas para demonizar todas as organizações, instituições e partidos que não servem o Islão, directa ou indirectamente;

    3. A acusação de fascistas e anti-secularistas deve ser atirada contra todos os indivíduos e organizações que questionem as reivindicações exclusivistas do Islão e da sua cultura, que sabem e dizem a verdade sobre a escritura e história islamistas, e que vêem para além do jogo islâmico das queixas;

    4. Todo o louvor e apoio deve ser estendido aos hindus que saiam do seu próprio caminho para apoiar causas islâmicas, nacionais e internacionais, e que vêem no Islão e na sua cultura os valores mais altos que o Islamismo afirma;

    5. Todas as plataformas devem ser usadas para derrotar e frustrar a emergência de um nacionalismo indiano genuíno e positivo, salientando sempre o carácter multirracial, multirreligioso, multilinguístico, multinacional e multicultural da Índia.

    O Islamismo conseguiu de facto ter algum ascendente entre os muçulmanos na Índia independente sobretudo porque a secção dominante da Inteligência Hindu protegeu-o por várias razões. Os políticos do Congresso protegeram-no porque perceberam muito cedo que eram uma minoria entre os Hindus, e que podiam sobreviver no poder apenas combinando um sólido voto muçulmano com seja o que for de voto hindu que possam obter. Os Socialistas saíram do seu próprio caminho para proteger o Islamismo porque alimentam um ânimo anti-hindu e em parte devido à esperança de garantirem o voto muçulmano – uma esperança que ainda não chegou de maneira nenhuma perto de ser conseguida. Os gandianos protegem o Islamismo porque já não se lembram que o seu grande mestre, Mahatma Gandi era um hindu com profunda fé na Sanatana Darma, e porque compreendem mal a sua doutrina de não violência perante toda gente, incluindo os muçulmanos da Índia, como uma aprovação do Islão. Os comunistas protegem o Islamismo porque vêem nele um poderoso aliado na sua campanha contra a sociedade hindu, que eles vêem como o seu maior inimigo. Os auto-alienados intelectuais hindus protegem o Islamismo devido à sua pura hostilidade contra a sociedade e cultura hindu, que eles estão apostados em amaldiçoar sob todo e qualquer pretexto. Apoiar o Islamismo tornou-se pois um passatempo para todos os que querem fazer-se passar por liberais de grande coração, progressistas e secularistas. Mas na ausência de recursos locais e de apoio internacional, o progresso do Islamismo na India foi muito lento. O Paquistão, que foi o seu único apoiante externo, não conseguiu dar-lhe muito auxílio para além de alguma histeria nos seus mass média e propaganda em foruns políticos internacionais. As várias guerras que a Índia foi forçada a travar com o Paquistão com desvantagem para este último, também inibiram o Islamismo na Índia, privando-o de adquirir o grau necessário de auto-confiança.
    O uso do petróleo como arma política pelos países islâmicos e o influxo dos petro-dólares em larga escala de vários países árabes, particularmente a Líbia e a Arábia Saudita, desde o início dos anos setenta, deu ao Islamismo na Índia um novo brilho de auto-confiança num súbito volte-face. Este influxo de dinheiro árabe é um fenómeno natural e inevitável porque, em última análise, o Islamismo é apenas outro nome do imperialismo árabe que, em determinada altura da sua história, pilhou e povoou, com a sua prole, muitas terras estrangeiras e que ainda hoje mantém muitas nações não árabes espiritualmente escravizadas.
    O Islamismo na Índia está agora ocupado em empregar com o máximo de vantagem o dinheiro árabe, que está a aparecer através de muitos canais e em quantidades crescentes. Algumas das suas utilizações são muito óbvios à vista desarmada. Algumas das características mais salientes deste novo cenário podem ser enumeradas como a seguir se lê:

    1. Crescimento rápido de uma imprensa poderosa, maioritariamente em línguas indianas, e muitas editoras a propagar o Islamismo;

    2. Financiamento generoso de antigas e recentemente fundadas maktabs, madrassas e institutos para ensinar o Islão e treinamento de missionários que são depois pagos com altos salários para purificar a fé do rebanho muçulmano e procurar novas pastagens para conversos do Islão;

    3. Compra de terras e propriedades em áreas urbanas e rurais por parte de indivíduos muçulmanos e instituições e organizações islâmicas a quaisquer preços disponíveis;

    4. Manufacturação e armazenamento de armas em mesquitas, em lares e localidades muçulmanas e treino de muçulmanos violentos;

    5. Realização de conferências frequentes, nacionais e internacionais, e realização de manifestações em apoio de todas as causas islâmicas;

    6. Financiamento de politicas muçulmanos e indução de políticos muçulmanos para que se infiltrem e se envolvam em cada partido político, e funcionem a partir de todas as plataformas públicas;

    7. Suborno de intelectuais hindus laicos, funcionários públicos e políticos, comprados para que apoiem o Islamismo, denegrir a cultura hindu, e pratiquem o assassínio de carácter daqueles que se opõem ao Islamismo;

    8. Uso do fascínio que o dinheiro exerce para conseguir conversos ao Islão a partir das secções mais fracas da sociedade hindu, particularmente dos Harijans.

    Esta estratégia não é de modo algum nova. A mesmíssima estratégia foi usada pela Liga Muçulmana para criar o Paquistão. Simplesmente, a ajuda e apoio que os Britânicos deram em dada altura foi substituída pelo auxílio e apoio vindo dos países árabes. E em apenas uma década, o Islamismo na Índia assumiu as mesmas proporções ameaçadoras que teve na véspera da Partição (divisão da Índia para criar o Paquistão – nota da tradução). O paralelo deve fazer-nos parar para pensar.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

 
%d bloggers like this: