Ataque ao islam ou Islão a nu – Para tomar consciência do terror islâmico e o atacar

Entrevista a Enrique de Diego sobre o seu livro

Posted by ombl em Fevereiro 18, 2010

Entrevista a Enrique de Diego sobre o seu livro ‘Islam, visión crítica’. link
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Entrevista de 11 de Julho de 2007 a Guillaume Faye (em Inglês) link

Recomenda-se a leitura desta entrevista de 11 de Julho de 2007 a Guillaume Faye (em Inglês).

Algumas passagens:

P: O choque de Setembro de 2001 pareceu ter acordado a capacidade de análise de certos média. Nessa altura, muito rapidamente, Bush especificou que não estava a fazer guerra contra o Islão, e os grandes média – o Le Monde ou o Télérama em França, o Reppublica em Itália – devotaram toda a sua energia em dar-nos a conhecer o Islão como religião de tolerância e cultura, tão perto de nós e tão remota. Acha que a censura retornou?

Guillaume Faye: Este despertar foi um estremecer, um bater de asas. Quando Bush e Blair dizem que não querem fazer guerra ao Islão, é risível. Talvez não façamos guerra ao Islão, mas o Islão faz guerra contra nós! Não és tu que escolhes o teu inimigo, é o teu inimigo que te escolhe! Eles souberam muito bem que declararam guerra ao Islão, que de resto é designado em Árabe pela mesma palavra que o «Islamismo»: islamiya. Houve portanto um ligeiro acordar, mas não é muito importante. A guerra que o Islão nos faz não começou a 11 de Setembro de 2001, mas sim nos anos sessenta. O que é positivo é que os islamistas foram demasiado longe, demasiado depressa: é a mentalidade árabe que quer isso. Passaram demasiado rapidamente do tempo de paz ao tempo de guerra, quando estavam a caminho de invadir as consciências. Se tivessem sido menos apressados, ninguém teria visto nada. Sem dúvida, para que os olhos se abram a sério, será necessário um ataque gigante: mas não acredito que isto aconteça de imediato, não é do seu interesse fazer demasiado disso num futuro imediato.

É possível que haja um período de acalmia. Somos confrontados com um terrorismo que não depende de uma verdadeira organização terrorista, mas funciona de acordo com a lógica de uma guerra transnacional, em rede, e que vai para além das capacidades particulares de um grupo como a Alcaida: o Islão é uma multinacional, a guerra não é territorializada nem redutível às maldades de uma simples organização! O fim de bin Laden não irá resolver nada porque este patrocinador da jihad, apesar da sua postura de profeta, só fez com que se aplaudissem alguns asctos que ele indubitavelmente seguiu e financiou, mas certamente não organizou directamente!

Uma ressalva –  a guerra do Islão contra o Ocidente não começou nos anos sessenta… na verdade, começou com Maomé: é a guerra contra todo o mundo não islâmico. E, desde então, não mais parou. Quando muito, houve épocas de tréguas, derivadas da impotência momentânea das forças islâmicas. Mas a paz, nunca.

O CONTROLO MUÇULMANO DA CRIMINALIDADE NO REINO UNIDO

Na velha e actualmente cada vez mais iminvadida Albion, há gangues de criminosos muçulmanos que parecem controlar o submundo, sobretudo o da capital. Numa entrevista concedida à imprensa inglesa, um alegado ex-membro de uma destas gangues declara, com a face coberta e empunhando a sua espada: «o submundo britânico pertence aos muçulmanos

A organização do meliante faz vários milhares de libras por dia em tráfico de droga e esquemas ilegais com cartões de crédito – e muito do seu poder, diz ele, deve-se ao ascendente que o Islão exerce sobre a sociedade criminosa desde o 11 de Setembro de 2001 e mais ainda desde os atentados em Londres a 7 de Julho de 2005: o medo de represálias bombistas, derivado da crença de que os traficantes muçulmanos têm laços com a Alcaida, adquire um peso excepcional. Deve entretanto recordar-se que houve um gangue muçulmano envolvido num ataque racista com um martelo contra um aluno branco, o jovem Henry Webster, deixando-o com danos cerebrais – testemunhos recolhidos na escola em que isso aconteceu indicam que as autoridades escolares têm tido problemas sérios com os alunos muçulmanos desde os atentados de 2005. Assim se estabelece um poder e uma impunidade – com as costas quentes que são conferidas pela violência dos agressores e pela tibieza dos atacados.

Este poder dos gangues muçulmanos deve-se também ao elevado número de criminosos muçulmanos, que lhes dá uma vantagem decisiva em quaisquer confrontos entre gangues; e, igualmente, ao facto de os muçulmanos só negociarem com outros muçulmanos, o que os fortalece imensamente como grupo coeso e controlador dos negócios.

A influência dominadora islâmica estende-se às prisões: os gangues muçulmanos parecem controlar do mesmo modo a maior parte dos estabelecimentos prisionais do país, prometendo aos reclusos equipas jurídicas de protecção aos que se converterem ao Islão. A gravidade e profundidade do problema ganha nova dimensão pelo facto de o próprio sistema prisional promover, indirectamente, a conversão dos reclusos ao Islão, pois que os conversos têm mais tempo de não vigilância dos guardas, mercê do dos minutos extra que lhes são conferidos para que realizem as suas cinco orações diárias, isto para além de as refeições, halal, serem mais bem confeccionadas do que as dos outros reclusos. Assim se convertem negros e brancos às fileiras da horda islâmica em solo europeu.

Mais: fora das prisões, as mesquitas são usadas como esconderijo contra a polícia e contra gangues rivais, e de refúgio para restaurar forças e dirigir mais muçulmanos contra os seus inimigos. Não admira que as mesquitas tenham já sido descritas como «quartéis muçulmanos»…

Diz o muslo de espada que usa a dita arma como protecção: «O problema é que actualmente ninguém luta por si mesmo. És atacado por um gangue inteiro, portanto tens de ter algo como isto para que as pessoas deixem de armar problemas. Alguns usam armas de fogo, mas muito raramente. A polícia está constantemente a mandar parar e a revistar os jovens asiáticos em Londres, portanto prefiro ser apanhado com a espada do que com uma arma de fogo, dado que o castigo é menor.»

De facto, a vigilância policial «racista», tendo como alvo prioritário os muçulmanos, sempre serve para alguma coisa…

Um outro recluso entrevistado pelo jornal britânico explica o ponto de vista dos criminosos brancos:
«Quando eu fui dentro, os muçulmanos ofereceram-me ajuda de advogados de topo que fariam os possíveis para alterarem a minha sentença, se eu me juntasse a eles. Eu resisti sempre, mas tens de perceber o quão tentadora é a conversão.
Primeiro, tens a protecção deles. Estás totalmente sozinho na prisão quando para lá vais, e se não consegues olhar por ti próprio estás no inferno. És espancado, roubado e incomodado.
Segundo, todas as sextas-feiras os muçulmanos têm autorização para se reunirem para as suas orações. Isto é tempo livre longe da vigilância dos guardas, portanto podem conspirar, fazer novos contactos e frequentemente discutir ideologia anti-ocidental.
Os muçulmanos também têm comida melhor. Mandam dinheiro para as suas cozinhas oriundo das comunidades muçulmanas no exterior e têm pratos especiais halal.
Depois, quando um recluso convertido ao Islão termina o seu tempo de prisão, sai lá para fora como criminoso ainda maior, com um livro de contactos inteiramente novo para fazer negócios com outros muçulmanos.»
«Se um gangue branco de Londres compra um quilo de cocaína, têm de a vender. Mas só podes vender o teu material quando tens contactos. O gangue branco só conhece algumas pessoas na sua área e não confia nem tem a confiança dos outros gangues. Não farão negócios com europeus de leste, com negros ou com asiáticos.
Mas a rede muçulmana é vasta e estende-se de cima a baixo do Reino Unido, portanto podem negociar a droga muito rapidamente. Isto faz com que potencial de fazer dinheiro do gangue muçulmano seja centenas de vezes mais elevado do que o do gangue britânico ou europeu.
»

Voltando ao muçulmano, ei-lo que diz algo de excepcionalmente relevante:
«Se vais para a escola numa zona étnica, ou te juntas a um gangue ou acabas por ser agredido, nalguns casos até à morte. Portanto, para evitar uma vida de inferno, um puto junta-se a um gangue. Uma vez dentro, a vida é fácil – não há mais espancamentos, há pessoas com quem falar, coisas para fazer. Depois da escola, classificas-te em actividade de gangue mais séria. Não tens qualificações porque passaste o teu tempo escolar a resistir à autoridade, e de repente precisas de fazer dinheiro.»

O controlo muçulmano do submundo chega a tal ponto que agora só gangues muçulmanos é que se opõem a gangues muçulmanos, isto quando ainda há dez anos havia confrontos entre gangues muçulmanos e gangues brancos.

Descontando a dose de basófia natural desta gente… tudo o que acima se descreve tem todo o ar de ser real – e não há motivo absolutamente nenhum para que aquilo que é real no Reino Unido não seja também real nos outros países europeus que recebem imigrantes muçulmanos em larga escala. Isto é o prenúncio da confirmação do que há muito tenho dito: com a actual política de imigração, e com a taxa de natalidade da islamada em território europeu, a Europa será provavelmente palco de um novo feudalismo, com os senhores da guerra muçulmanos de todas as estirpes, sobretudo africanas, a controlarem bairros inteiros pelo medo, tal como no Brasil há favelas nas mãos de grupos criminosos e o Estado tem de com elas negociar. É simplesmente uma dádiva concedida pelo deus Multiculturalismo aos Europeus. F

2 Respostas to “Entrevista a Enrique de Diego sobre o seu livro”

  1. Leo said

    Com se dúvidas houvesse.

    UK Muslim Leader: Islam Not a Religion of Peace

    http://www.cbn.com/cbnnews/world/2010/March/UK-Muslim-Leader-Islam-Not-a-Religion-of-Peace/

    Leo

  2. a said

    Alguém pode traduzir isto?

    http://tambemistoevaidade.blogspot.com/2010/03/o-discurso-de-allen-west-e-o-projecto.html

    O discurso de Allen West e o projecto Pedra de Roseta
    O Gates of Vienna, no âmbito do projecto Pedra de Roseta, está à procura de voluntários para traduzir o discurso do tenente-coronel Allen West.
    Algum leitor se quer propor?
    Escreva para o Baron Bodissey: unspiek (at) chromatism.net

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