Ataque ao islam ou Islão a nu – Para tomar consciência do terror islâmico e o atacar

Europa e a besta do Islão

Posted by ombl em Março 27, 2010

Europa e Islão, “Conquistar a Europa é uma ideia banalizada no mundo islâmico”

Alexandre del Valle em entrevista ao i no dia em que apresentou o seu novo livro: “A Islamização da Europa”.

Publicado em 11 de Março de 2010 (jornal “i”, Informaçào).

“A Europa tem medo e decide unilateralmente que não quer inimigos”, diz Alexandre del Valle.

Aprendiz de artes marciais  tem sempre em mente o lema do seu mestre: “Se queres atacar, prepara-te para ser atacado.” Filho de pai siciliano, que viveu na Tunísia, e de mãe espanhola, que viveu na Argélia, viu a família ser expulsa do Magrebe na década de 60 do século passado. Alexandre del Valle não guarda ressentimentos nem ódios, mas o episódio levou-o a aprofundar os estudos sobre o mundo muçulmano e o islão. Fundador da Direita Livre – corrente política no partido UMP muito influente junto do presidente francês Nicolas Sarkozy -, é jornalista e um dos mais reputados académicos italo-franceses. Polémico e controverso, Alexandre del Valle fala em discurso directo sobre os principais temas do seu novo livro “A Islamização da Europa”.

O Islão revanchista “Ainda jovem, vivi toda a revolução do Magrebe. Intrigava–me que tivessem sido expulsos não apenas os antigos colonizadores mas todos os não muçulmanos, dos ciganos aos judeus. Esta revolução identitária esteve na origem do nascimento do islamismo radical. Mais tarde, numa viagem pela Sicília e pelo Sul de Espanha, entrevistei árabes que me diziam: “Temos de conquistar o Sul da Europa porque faz parte do mundo muçulmano.” E era gente simpática, moderada, não eram terroristas. Isto mostrou-me uma coisa que viria a confirmar nas minhas viagens pelo mundo árabe e muçulmano: a conquista da Europa é uma ideia totalmente banalizada. Há uma ideologia de conquista, de neo-imperialismo legitimado pelo pós-colonialismo. Nas entrevistas que fiz com muçulmanos, dizem abertamente que Deus lhes deu a oportunidade de civilizar a Europa. E, por uma conjugação de factores, este é o momento para a ofensiva.”

A decadência europeia “A civilização europeia, à semelhança da Igreja Católica, está a morrer porque sofre do vírus da culpabilização, esse vírus potente de que Sun Tzu (estratego militar chinês) já falava. A Europa sente ódio por si mesma. A Europa tem medo, está velha e decide unilateralmente que não quer ter inimigos. É um continente hedonista e relativista. Em sentido contrário, o islão é vigoroso e não oferece dúvidas – o segredo do crescimento de uma religião é mesmo esse: oferecer certezas e não dúvidas. Esta fragilidade psicológica europeia, aliada à dependência económica e energética de antigos países colonizados, ajudam à formulação da Eurábia. A Eurábia é esse futuro que resulta do convite constante à islamização. Que ninguém tenha dúvidas: não há nada que tente mais a agressividade islâmica que a nossa debilidade.”

A eurábia e os seus aliados “Mais que a culpabilização, há outros elemento que facilitam a penetração do islão. É uma aliança improvável – porque um muçulmano odeia um ateu e um marxista abomina um islamita -, mas a esquerda e o islão têm o mesmo objectivo: destruir as sociedades judaico- -cristãs. Quando todos os partidos de esquerda catalogam outras lideranças políticas como fascistas ou nazis sempre que se fala de imigração, estão a dar uma ajuda incalculável à penetração do islão na Europa. A imigração não controlada e a lei do reagrupamento familiar – que permite uma colonização das sociedades livres, como a Holanda ou a Bélgica – actuam no mesmo sentido.”

Suíça: Relógios, chocolate e confronto “Ao proibir a construção de minaretes na constituição, a Suíça foi um agente de aceleração histórica. A Suíça é a prova de que a Europa tem de enfrentar organizações islâmicas muito bem preparadas do ponto de vista psicológico. Estas usam a estratégia da escalada: radicalizam uma reivindicação para forçar a sociedade a aceitar uma outra reivindicação anterior.”

Holanda entre dois males A comunidade islâmica na Holanda tem estado debaixo de fogo desde o assassinato de Pim Fortuyn – líder populista de direita – e do realizador Theo van Gogh. A direita anti-imigração de Geert Wilders (que compara o Alcorão com o Mein Kampf) cavalga a onda e o partido pode ser uma das três forças mais votadas nas legislativas antecipadas. A esquerda holandesa apressa-se a denunciar a direita “fascista”. “Há aqui uma confusão semântica grave: uma coisa são os movimentos populistas anti-imigração e outra os partidos fascistas. A extrema-direita não é uma ameaça por agora, mas é obvio que ela vive do medo e do descontentamento que muita imigração tem gerado. Mas se continuamos a chamar fascista a uma ideia democrática de controlo pela imigração, um dia é bem possível que uma ideia verdadeiramente fascista surja com a cobertura democrática.”

Alexandre del Valle est géopolitologue, auteur de nombreux articles et ouvrages dont “Le Totalitarisme Islamiste” et “Le Dilemme Turc” parus aux éditions des Syrtes.

Humor

2 Respostas to “Europa e a besta do Islão”

  1. Dagmar Marie said

    Antes de mais nada, Anders da Noruega não é um assassino, é um idealista, e com seu ato, como ele mesmo disse: “cruel, mas necessário”, apenas teve a intenção em alertar o mundo sobre os maléficos muçulmanos, que se infiltram na Europa, sob pretexto que são perseguidos no Oriente Médio, e na primeira oportunidade, fazem terrorismo nos países que os acolheram.

    Resumindo: na França, queimam as propriedades dos ocidentais, sob qualquer pretexto, e pagam desocupados para fazerem o “serviço”, em conjunto, para não serem incriminados. Na Rússia, mataram dezenas de crianças numa escola, mas ali não puderam negar a autoria.. Na Inglaterra incendiaram várias cidades inglesas, somente porque um islamita foi morto pela polícia, e depois fingiram surpresa. Nos USA, todos sabem o que aconteceu, porque foi amplamente divulgado. No Brasil, o assassino de estudantes num colégio, tinha ligações com terroristas islâmicos, inclusive pela Internet, mas depois todas as provas sumiram.

    Como todos os assassinos são covardes, nunca assumem a autoria de seus crimes, matam e depois somem. Agora sentiram na própria pele, a morte de islamitas e seus simpatizantes, na Noruega.

    Islamismo não é religião, mas uma Seita Pedofílica e política, com suas leis próprias, nas quais a pedofilia é legalizada por lei do Islã. Qualquer velho, pode casar com meninas de 9 (nove) anos de idade, para suas orgia pedofílicas, e quando morrem nessas orgias, apenas são substituidas por outras vítimas infantis. Alegam que é costume, para justificarem suas aberrações sexuais. Bem, eles seguem o exemplo do pedófilo Maomé (Mohammed), que chamam de profeta, e cuja última esposa, a Ayshah, tinha apenas 8 (oito) anos de idade.

    Antes do ato de Anders, a Nova Ordem dos Templários não era conhecida, agora essa Sociedade Secreta se espalhou pelo mundo inteiro, com milhares de seguidores, que estão aumentando a cada dia. Se era esse o objetivo de Anders, a divulgação, então conseguiu!!! E, a islamofobia se fortificou pelo mundo civilizado, graças ao corajoso Anders de Noruega.

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