Ataque ao islam ou Islão a nu – Para tomar consciência do terror islâmico e o atacar

Archive for Abril, 2010

MARCO POLO… UM ISLAMÓFOBO?

Posted by ombl em Abril 30, 2010

Nas suas viagens pelo Oriente, o famoso embaixador Leia o resto deste artigo »

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Como os servos da besta se comportam

Posted by ombl em Abril 28, 2010

Muçulmanos matam muçulmanos
Iraque: atentados contra xiitas matam 58 e ferem 118
Dois atentados causam mais de 40 mortos
Triplo atentado faz mais de 30 mortos
‘Agentes da besta’ em vários países do Mundo
A Versão Modernista do Islão sob Ataque
França prende cinco por apologia da ‘Jihad’
Debaixo do véu das muçulmanas…

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Perseguição dos Aitolas ao serviço da besta

Posted by ombl em Abril 24, 2010

Culto em residência é invadido e pastor é preso ver artigo mais abaixo.
Mais
Marrocos Expulsa Cristãos.
A DUPLICIDADE DA SOLIDARIDADE ISLAMICA
SIOA LEGAL VICTORY! BIG WIN FOR FREE SPEECH! Ou, Vitória sobre a besta!

Culto em residência é invadido e pastor é preso
ANS
IRÃ (2º) – A rede de notícias Farsi (FCNN) relata que oficiais de segurança à paisana atacaram uma igreja doméstica em Karaj, no Irã, ameaçaram os membros da igreja, agrediram o pastor e o levaram para um local desconhecido.

A FCNN afirma que, na quarta-feira, 14 de abril de 2010, diversos oficiais de segurança à paisana, se apresentando como “agentes do Ministério da Informação”, invadiram a casa de um pastor da cidade de Karaj, e depois de ameaçar os membros que estavam presentes lá, agrediram e prenderam o pastor Behnam Irani, e o levaram para um local desconhecido.

“Fontes na cidade de Karaj contam que aproximadamente 10 jovens se reuniram para confraternizar e praticar sua nova fé estudando a Bíblia, sem tratar nenhum assunto político quando o ataque ocorreu”.

“Depois de prender os cristãos, os oficiais forçaram todos a responderem um questionário sobre como eles se haviam se tornado cristãos e quem os havia batizado. Além disso, todos os cristãos foram informados de que estavam em uma reunião ilegal e que poderiam ser intimados para interrogatórios.”

No mesmo dia, após esse incidente, os oficiais entraram na casa de Behnam Irani e confiscaram a maior parte de seus pertences, incluindo fotos, câmeras, computadores, CDs, DVDs, Bíblias e outros impressos.

“A esposa do pastor Behnam Irani, quando voltou para casa, percebeu que a fechadura principal estava quebrada e a casa estava uma bagunça. Ela pensou que ladrões teriam entrado na casa e roubado os objetos, mas testemunhas a contaram sobre a invasão.”

“Apesar de muitas tentativas, a família do pastor Behnam não conseguiu obter nenhuma informação sobre o paradeiro de seu ente querido. Parece que ele está em um centro de detenção localizado na região de Gohar-Dasht, na cidade de Karaj.”

“Essa ação brutal e ofensiva, tomada pelo Ministério da Informação, que alega ter como objetivo proteger os cidadãos do país, é uma violação aos direitos de um cidadão e de sua família.”
Fim
Fora do Islão e coisas que insultam os muçulmanos
Telescópio Espacial Hubble completa 20 anos

Mexicana vence concurso Miss Beleza Internacional

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Noticias e links vários sobre o Islão

Posted by ombl em Abril 21, 2010

Lista de Coisas Que Ofendem Os Muçulmanos (1)Lista De Coisas Que Ofendem Os Muçulmanos (2)


Lista De Coisas Que Ofendem Os Mulçumanos (3)

Coisas Que Ofendem Os Muçulmanos (4)

Coisas Que Ofendem Os Muçulmanos (5)

Robert Spencer fala sobre o islão numa faculdade de direito

«Proselitismo cristão é terrorismo religioso», Diz a besta

Criadores do South Park podem ser assassinados pela besta

Canadá retira financiamento a “agência” da ONU que apoiava o terrorismo

Lei terrorista da charia está sendo usada em várias prisões britânicas

La Guardia Civil pone de manifiesto la relación entre inmigración y terrorismo islámico

Paranoias da besta, Las relaciones sexuales ilícitas son causa de terremotos…

Ser-se cristão no Iraque. Ou no Paquistão. Ou na Arábia Saudita. Por exemplo

NIGERIA: pastor cristiano y su esposa murieron quemados por los musulmanes

Los musulmanes deberían arrepentirse y pedir perdón en todo el mundo por suscrímenes horrendos


Convertido Ao Islão Converteu-se Ao Assassínio.

Mentiras do islão sobre a Civilização.

Em 20 anos o Islão será maioritário Bruxelas?

Marco Polo era um ‘islamófobo‘?

Grave incidente na mesquita de Córdova provocado por agentes da besta do islão

Deputado belga lança aviso contra a homofobia crescente dos meios extremistas muçulmanos

Iman que defende a execução de gays convidado para conferência na Suécia

O Quebeque vai banir o uso da burqa às utentes de serviços públicos

Homem de Toronto com ligações à al-Qaeda era autor de blogue extremista

Iémen: a longa campanha contra as crianças-esposas

Ramadan no Alaska durante 6 meses!

Site As Cruzadas – http://ascruzadas.blogspot.com

Ignoring Osama bin Laden could be Catastrophic

Mais acções do Islão

Terramotos, artigo em português

Humor
Aiatola acusou as mulheres  de serem culpadas por tremores. Prova

tremor oscilatório

tremor oscilatório

oscilatório e trepidatório


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O Longo Braço Da Besta do Islão.

Posted by ombl em Abril 21, 2010

Ou como os muçulmanos tentam calar a verdade nas televisões do Ocidente.

Uma menina egípcia de 15 anos que se converteu ao Cristianismo foi atacada com ácido na cidade de Alexandria. O seu pai também um convertido ao Cristianismo, protegeu-a, durante o ataque, evitando que a filha ficasse com severas e permanentes feridas provocadas pelo ácido. Ambos são alvos de fa(r)twas que os condenam á morte.
Noutras notícias, o longo braço do islão, toma posições em orgãos de comunicação que lhes são desfavoráveis. O principe saudita al-Waleed bin Talal, um dos mais ricos activistas do islão do mundo, comprou em 2005, 5,46% das accões da News Corp, tornando-o o quarto maior investidor na Fox News.
Quer o investimento árabe no Ocidente, quer os imigrantes muçulmanos mais a suas mesquitas e minaretes são um cavalo de tróia cujo resultado será a nossa derrota.
Por “coincidência”, 5,46% das acções é a quantidade necessária para que ele tenha assento no censelho de admnistração daquele grupo de comunicação social americano, o que dá ao principe saudita a possibilidade directa de influenciar as políticas editorias da mais popular televisão por cabo americana, que é geralmente tida como conservadora e moderadamente critica do islão.

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Islão: Abuso sexual como forma de recrutamento

Posted by ombl em Abril 20, 2010

Ou como a besta do islão viola as muçulmanos e muçulmanos para os usar no terrorismo.

Parece que a igualdade de oportunidades já se estendeu ao mundo islâmico. Para além de haver uma campanha organizada dedicada a abusar de mulheres muçulmanas como forma de torna-las “indesejáveis”, e mais facilmente convencê-las a tornarem-se suicidas bombistas, existe também a “indoctrinação por via da violação” dirigida a homens.O jornal The Sun reporta:

Segundo emergiu ontem, membros malignos da al-Qaeda [existem membros “benignos” na al-Qaeda?] estão a abusar de rapazes como forma e humilha-los e força-los a tornarem-se bombistas suicidas.O intenso estigma social e o medo de mais ataques homossexuais deixa os jovens muçulmanos preparados para morrer.Esta nova táctica foi revelada por um militante reformado argelino chamado Abu Baçir El Assimi. Ele afirma“O acto sexual dirigido a recrutas com idades entre 16 e 19 anos era um meio de força-los a perpetrarem operações suicidas.”

O corpo de um jovem de 22 anos abatido há 3 semanas atrás quando se preparava para levar a cabo uma missão suicida na Tademaït (Algeria), mostrou indícios de ter sido vítima de violência homosexual. Amostras tiradas do seu corpo estão a ser analisadas como forma de se identificar o torturador.

Lembrem-se de artigos como este sempre que os ateus atacarem as “religiões”, como se as religiões fossem exactamente iguais por todo o mundo.Lembrem-se de artigos como este sempre que um “expert” vier aos meios de informação e tentar desculpabilizar o terrorismo islâmico…
Daqui

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A tentativa do Islão se apresentar com uma NOVA CARA

Posted by ombl em Abril 19, 2010

A tentativa do Islã se apresentar com uma NOVA CARA

Os muçulmanos ao redor do mundo estão envolvidos em uma campanha para MUDAR a IMAGEM do Islã no mundo. Eles estão fazendo grandes esforços  para re-introduzir um novo Islã, com uma cara nova, um Islã que não apóia violência mas chama os povos para a PAZ. Eles querem convencer-nos que todos estes doidos terroristas na verdade não sabem nada do Islamismo e eles são os que estão manchando a verdadeira fé Islâmica que essencialmente prega a paz e a convivência pacifica entre os povos.
Nada mais ilusório este discurso.
Muitas pessoas ficam confusas quando aprendem sobre os verdadeiros ensinos e praticas do Islã. Para muitos o Islamismo parece ser uma religião cheia de contradições. O que um muçulmano acredita ou diz que acredita pode ser completamente diferente daquilo que outro muçulmano diz que acredita, mesmo se eles freqüentam a mesma mesquita e seguem a mesma ramificação do Islã. O que torna o Islã mais confuso ainda, é que um muçulmano pode afirmar algo em publico um dia e dizer algo completamente oposto no dia seguinte para um outro publico. Por isso o Islã é uma religião difícil de entender.
As duas FACES do Islã
A MAIORIA dos muçulmanos não conhecem as doutrinas do Islã. As doutrinas são confusas, e o Islã desencoraja o “pergunta e inquerir” sobre a FE. No Islã, Allah e Mohamed e os profetas NÃO podem ser questionados. O muçulmano é levado a pensar que se ele tentar entender o Islã é como tentar fixar gelatina na parede com um prego. Eles então se acomodam e deixam os assuntos teológicos somente para os “ESPECIALISTAS”, os Xeiques, os Imans ou Mullahs que lhes dizem o que fazer, como fazer e quando fazer.
Pensar e Raciocinar é perigoso no Islã.
Na Sura 5:101-102 encontramos a seguinte ADVERTENCIA da parte de Allah: “Ó fiéis, não interrogueis acerca de coisas que, se vos fossem reveladas, atribular-vos-iam. Mas se perguntardes por elas, quando o Alcorão tiver sido revelado, ser-vos-ão explicadas. Deus perdoa a vossa sofreguidão, porque é Tolerante, Indulgentíssimo. Povos anteriores a vós fizeram as mesmas perguntas. Por isso, tornaram-se incrédulos”.
Pare e leia de novo … Allah não encoraja certas perguntas, porque se as respostas forem dadas, ira atribular os ouvintes. As perguntas deveriam ser feitas DEPOIS do Alcorão ter sido revelado e MOHAMED as explicaria. Então Allah diz que “Povos anteriores a vós fizeram as mesmas perguntas. Por isso, tornaram-se incrédulos”… ou seja, fazer perguntas pode leva-lo a incredulidade.
O Alcorão foi “revelado” como forma de PERGUNTA e RESPOSTA. O povo perguntava e Allah depois respondia. Basta ler o Alcorão e você vera este padrão. Um pequeno exemplo disto esta na Sura 17:85 “Perguntar-te-ão sobre o Espírito. Responde-lhes: O Espírito está sob o comando do meu Senhor, e só vos tem sido concedida uma ínfima parte do saber”.
Neste verso em particular, Mohamed não sabia muito sobre o Espírito Santo, então sua resposta foi evasiva e bem ralé: ,O Espírito… só vos tem sido concedida (SABER) uma ínfima parte…”? Porque então temos na Bíblia uma ENORME e RICA fonte de conhecimento sobre o Espírito Santo?
Por isso o muçulmano não é encorajado a fazer perguntas sobre o Alcorão ou sobre o comportamento de Mohamed. Logicamente eles irão abandonar o Islã quando eles tiverem uma mente mais inquisitiva.
Um amigo meu (ex-muçulmano) me contou que um dia ele ouviu uma palestra de um Xeique na mesquita onde ele normalmente orava. O Xeique falava sobre Jesus (Issa) e relatava tudo o que o Alcorão fala sobre ele. Este meu amigo ficou tão empolgado que ele exclamou: “Se Issa é tudo isso o que você falou, então nos estamos seguindo o profeta errado”. Esta foi a conclusão lógica de um garoto. O tempo fechou na mesquita e os olhares de ódio e reprovação caíram sobre o pobre rapaz. Ele quase apanhou dentro da Mesquita. Mais tarde ele foi procurar mais informação sobre o “Jesus da Bíblia” e achou. Hoje ele é um “servo de Jesus” e trabalha arduamente para trazer outros muçulmanos para o verdadeiro Deus.
O Islamismo não é uma religião para se PENSAR e REFLETIR e sim uma religião de PRATICA. Os Xeiques ensinam que o que Allah revelou esta revelado, Allah sabe melhor do que qualquer ser humano. Somente Mohamed estava autorizado a interpretar o Alcorão, todos os outros liders Islamicos que o seguiram deveriam entender o Alcorão a luz das explicações do próprio Mohamed, pois esta escrito na Sura 33:38 “Não é dado ao fiel, nem à fiel, agir conforme seu arbítrio, quando Deus e Seu Mensageiro é que decidem o assunto. Sabei que quem desobedecer a Deus e ao Seu Mensageiro desviar-se á evidentemente”.
Tudo já foi foi decidido por Allah e Mohamed. O muçulmano não deve fazer perguntas sobre o que Allah e Mohamed já decidiram, eles não querem ser desobedientes, então eles confiam que os Xeiques estarão lhes dando a melhor orientação possível. Um Xeique muitas vezes contradiz o outro. Porque isso acontece?
Existem duas doutrinas no Islã que nos ajudarão a entender o porque ha tantas discrepâncias e diferenças naquilo que os muçulmanos dizem ou crêem. Ao chegarmos a entender estas duas doutrinas ira resolver o enigma das aparentes contradições dentro do Islã. Depois falaremos sobre a doutrina da “taqiyya” e a doutrina da “ab-rogação”, mas primeiro veremos o que o Islamismo ensina sobre “falar a verdade e mentir”.
Falando a verdade sobre a mentira no Islã.
Um dos 99 nomes de Allah, é “al-Haqq” que literalmente significa “a realidade, a verdade suprema”. O conceito de verdade é importante no Islã e a palavra aparece centenas de vezes no Alcorão e nas Hadiths (tradições da vida e dizeres de Mohamed).
Como no Cristianismo, o Islã rejeita o relativismo e crê que seus ensinos são a verdade absoluta.
O Alcorão em Árabe é considerado pelos muçulmanos a PURA PALAVRA de Allah, e a exata copia dos tabletes que estão guardados nos céus. Mohamed é considerado o profeta final e infalível. O anjo Gabriel revelou gradativamente o Alcorão para Mohamed a quem os muçulmanos acreditam que ele é o modelo supremo de vida para a humanidade. Mohamed deve ser imitado em todos os detalhes da vida.
Sura 33:23 e 26 “Realmente, tendes no Mensageiro de Deus um excelente exemplo… Deus recompensa os verazes, por sua veracidade, e castiga os hipócritas como Lhe apraz; ou então os absolve, porque Deus é Indulgente, Misericordiosíssimo”.
Falar a verdade é recomendável mas MENTIR também (A dupla face do Islã)
Na Sura 40:28 encontramos a seguinte repreensão de Allah: “Em verdade, Deus não encaminha ninguém é transgressor, mentiroso”.
Porem, apesar de claramente advertir contra a mentira, outra doutrina foi desenvolvida no seio do Islã que PERMITE AO MUÇULMANO MENTIR em certas situações ou circunstancias.
A doutrina da TAQIYYA
A palavra “Taqiyya” significa dissimulação em árabe. Em outras palavras a doutrina Taqiyya ensina que o muçulmano pode dissimular a sua fé, usar um disfarce, aparentar o que não é ou camuflar as suas crenças em determinadas situações para alcançar determinados objetivos.
Esta doutrina foi desenvolvida primariamente em situações de perseguição religiosa. Um muçulmano estaria permitido a dissimular a sua verdadeira fé para poder salvar a sua vida. De onde os muçulmanos tiraram tal idéia? Logicamente DO PROPRIO ALCORÃO. A historia de Arão e o bezerro de ouro prove a base desta ideologia.
Sura 7:150-151 “Quando Moisés voltou ao seu povo, … Arrojou as tábuas e, puxando pelo cabelo seu irmão (Arão), arrastou-o até si, e Aarão disse: Ó filho de minha mãe, o povo me julgou débil e por pouco não me matou”.
Arão ficou com MEDO de que o povo o MATARIA se ele não adorasse o bezerro de ouro. Como os muçulmanos acreditam que Arão era um profeta, então ele não poderia ser acusado de covardia. Eles então encontraram no Alcorão a justificativa para FINGIR, DISSIMULAR e CAMUFLAR o que eles realmente acreditam para salvar a “pele”. O que mais impressiona foi que Allah se CONTRADIZ quando perdoou Arão por ter ADORADO (Shirk) uma imagem, apesar de Allah mesmo ter declarado que Sura 4:48 e116 “Deus jamais perdoará a quem Lhe atribuir parceiros…” (Calma la, se idolatria é imperdoável, porque Allah perdoou Arão?)
Mas a “arte de mentir para salvar a pele” se estendeu a outras áreas como, salvar a honra, ou propriedades. A arte de dissimular era somente para emergências, mas se tornou a norma, como Hamid Enayat, um historiador muçulmano que trabalha na Universidade de Oxford disse: [Taqiyya] “na pratica se tornou a norma do comportamento publico entre todos os muçulmanos – seja ele Sunnita ou Shiita – sempre que ha um conflito entre a fé e a conveniência”.
Foram os Shiitas que desenvolveram a doutrina da Taqiyya. Por serem a minoria entre uma maioria Sunnita, eles sofreram tremendas perseguições, por causa das grandes diferenças entre as duas correntes do Islã. Então os Shiitas começaram a FINGIR que eram Sunnitas (assim como Arão fingiu que adorou o bezerro de ouro) enquanto que secretamente eles mantêm a fé Shiita. Taqiyya também é praticada por Sunnitas.
Encontramos no Alcorão outra justificativa para a dissimulação (exercício da Taqiyya)
Sura 16:106 Aquele que renegar Deus, depois de ter crido – salvo quem houver sido obrigado a isso e cujo coração se mantenha firme na fé – e aquele que abre seu coração à incredulidade, esses serão abominados por Deus e sofrerão um severo castigo”.
Os muçulmanos são absolvidos da ira de Allah se eles forem FORÇADOS a fingir que são INCREDULOS por fora mas por dentro eles são VERDADEIROS Muçulmanos.
Outro verso que da base para dissimular para salvar a vida, a honra ou propriedades é a Sura 2:195 “Fazei dispêndios pela causa de Deus, sem permitir que as vossas mão contribuam para vossa destruição, e praticai o bem, porque Deus aprecia os benfeitores”.
Os eruditos muçulmanos interpretam este verso como um DEVER a todo muçulmano EVITAR a destruição ou perigo e de salvar a sua vida, honra ou propriedade de qualquer meio possível.
O fato do Alcorão proibir o muçulmano a ser AMIGO do não muçulmano, também é usado para apoiar a arte de dissimular (Taqiyya). O verso claramente traz a palavra “SALVO SE” ou “EXCETO” por PREVENÇÃO ou PROTEÇÃO.
Veja na Sura 3:28 “Que os fiéis não tomem por confidentes os incrédulos, em detrimento de outros fiéis. Aqueles que assim procedem, de maneira alguma terão o auxílio de Deus, salvo se for para vos precaverdes e vos resguardardes. Deus vos exorta a d’Ele vos lembrardes, porque para Ele será o retorno”.
Aparte destes versos do Alcorão autorizando o uso de DISSIMULAÇÃO, ainda encontramos uma infinidade de tradições dando detalhes quando o USO DE MENTIRAS esta permitido. Por exemplo:
Narrado por Asma filha de Yazid: “O Mensageiro de Allah disse: A MENTIRA é PERMITIDA somente em TRES casos: Mentiras faladas por um homem com a intenção de agradar a sua esposa, mentira na guerra e mentira para acertar as coisas entre as pessoas” Al-Tirmidhi Number 5033
Porem, mentiras contra Allah e Mohamed não são toleradas. Sura 6:93 “Haverá alguém mais iníquo do que quem forja mentiras acerca de Deus, ou do que quem diz: Sou inspirado!, quando nada lhe foi inspirado?” Interessante que Mohamed tenha mencionado isso no Alcorão. Ele inventou mentiras sobre Allah, pois não sendo profeta ele se fez passar por um profeta, falou em nome de Deus quando Deus não lhe falou nada. Mohamed AUTORIZOU o uso de MENTIRA para assassinar alguns dos seus oponentes. O crime de “Kab bin Al-Ashraf” foi ter feito uma poesia ridicularizando Mohamed. Encontre a historia em Bukhari 5.369
Ainda HOJE o uso de MENTIRAS esta autorizado e os teólogos muçulmanos concordam com isso. Um dos  teólogos mais respeitados no Islã, o Imam Abu Hammid Ghazali claramente ensina que os meios justificam os fins. Ele disse: (Ahmad ibn Naqib al-Misri, The Reliance of the Traveller pagina 745)
A fala é somente um meio de se alcançar  os objetivos. Se o objetivo louvável é alcançado por meio de falar a verdade e mentir, então é ilegal alcança-lo através de mentira, porque não há necessidade para isso. Quando o objetivo somente é possível alcançar por meio da mentira e não dizendo a verdade, então é  admissível usar a mentira para se atingir o objetivo.
Reconhecendo a Taqiyya: A Arte de dissimular.
Uma vez que as pessoas reconheçam que o muçulmano tem esta dupla faceta, e percebam que o MAIS SINCERO e MAIS DEVOTO muçulmano poderia estar simplesmente praticando a arte de DISSIMULAR (Taqiyya), então muitas das contradições seriam explicadas.
A Taqiyya ou DISSIMULAÇÃO é usada frequentemente para DEFENDER o ISLÃ contra as acusações que normalmente se levantam contra o Islã. O muçulmano esta autorizado por Allah e seu profeta para MENTIR para proteger a sua religião. Pode haver algo mais maligno?
Eu presenciei uma cena bizarra: Alguns anos atrás quando visitava um certo pais da África, alguns muçulmanos missionários (DAWA) convidaram a mim e a uns dos meus amigos para tomar um chá com eles. Aceitamos o convite e fomos. O que estes muçulmanos NÃO sabiam, era que um dos convidados na verdade era um “ex-muçulmano” convertido a Cristo Jesus. Durante a conversa, eu perguntei a eles se eles poderiam ter certeza de que um dia eles chegariam ao paraíso islâmico. Então eles começaram a discutir entre eles na língua local. Como meu amigo Cristão estava presente, ele depois nos traduziu a conversa que se passou assim: “Vamos dizer que sim! Assim fica mais fácil ele aceitar o Islã”. O outro disse: “Vamos dizer que não! Ele precisa saber agora.” Da para ver o quanto a mentira faz parte da propagação do Islã?
Neste vídeo você vera o líder religioso Egípcio Mahmoud Al-Masri

recomendando o uso de MENTIRAS para enganar os Judeus a se converterem ao Islã. A transcrição do vídeo esta aqui.
Por esta razão você encontrara alguns lideres muçulmanos condenar ataques terroristas na frente de um publico Cristão e o mesmo líder louvando o ataque terrorista para um publico Islâmico.
Por exemplo: O Xeique Hamid Ali, Imam da Mesquita de Al-Madina em Beeston, na Inglaterra, condenou publicamente os ataques suicidas de Londres em 7 de Julho de 2005, POREM foi secretamente gravado por um repórter  disfarçado do SUNDAY TIMES onde ele disse :“um ato bom” e louvou os terroristas.
Vale tudo no Islã (OS MEIOS REALMENTE JUSTIFICAM OS FINS)
De uma olhada nas traduções do Alcorão. Eu tenho varias traduções em Inglês e Português. As traduções são desenhadas e manufaturadas para “agradar” aos ouvidos e para “tirar qualquer medo sobre o Islã”.  Nestas traduções os versos agressivos de guerra são geralmente suavizados e abrandados enquanto que outras traduções vindas do Paquistão, Indonésia e Arábia Saudita estão mais próximas do significado original do árabe. Mentir para converter alguém é então uma MENTIRA LOUVAVEL no Islã.
Em uma outra viagem pelo mundo Islâmico encontrei um brasileiro por ali. Ele já de cara demonstrou que estava mais doutrinado pela Rede Globo do que pelos livros escolares. Talvez ele  pensou que eu era muçulmano e disse: “O Alcorão é um livro lindo, não é?” Eu engoli seco, mas não queria ser cortez e falso ao mesmo tempo. Eu lhe perguntei se ele já havia lido o Alcorão, e a resposta foi surpreendente: “Não, mas eu OUVI DIZER que é um livro muito bonito”.  Este é o nível cultural de muitos brasileiros. Em uma breve conversa, pude expor a feiúra do Alcorão bem como a ignorância daquele compatriota. Afinal de contas, ninguém nasce sabendo, mas é nossa obrigação de querer aprender um pouco mais.

A ignorância do povo esta aliada a propaganda Islâmica. Em outras palavras, os muçulmanos usam a nossa ignorância para o avanço do Islã.
Quantos de vocês já ouviram alguem dizer que foi a CIVILIZAÇÃO ISLÁMICA que alcançou um grau de conhecimento superior ao da Europa? Que foram eles que inventaram a matemática e que eles criaram o primeiro hospital do mundo?
Bem vindos então a “Islamização do conhecimento”
Um grupo de muçulmanos deram inicio a um processo que eles chamam de “islamização do conhecimento”.  Eles querem elevar o lugar do Islã dentro de cada disciplina acadêmica e LIGAR o Islã e suas doutrinas, a todas as artes e ciências.
Estes grupo, esta investindo pesado na REVISÃO de livros ocidentais e RE-ESCREVENDO livros científicos e históricos para introduzir o que eles chamam de HERANÇA ISLAMICA e disseminar o “CONHECIMENTO ISLAMICO” entre estudantes, professores, acadêmicos e intelectuais.
Eles também começaram um MACIÇO PROGRAMA de publicação, introduzindo novas informações sobre o islã e o estabelecimento de Universidades Islâmicas e Centros de Pesquisas ao redor do mundo. A Biblioteca de Alexandria que se diz ser “um favor para a Iluminação e um farol para a liberdade de expressão”, na verdade serve SOMENTE para DISSEMINAR O ISLÃ. Eu estive la e comprovei por mim mesmo. A Islamização do conhecimento adotou como método, um programa maciço de novas publicação com conteúdo revisado e o estabelecimento de universidades islâmicas e instituições de pesquisa.
Exageros e falsas informações
Neste processo de “Islamização do conhecimento” os muçulmanos introduziram informações FALSAS e EXAGERADAS para fazer o Islã parecer uma religião altamente intelectual, porem os negativos aspectos dos ensinos e da historia do Islã foram convenientemente deixados de fora.
Um dos grandes exageros é que o Islã deve receber o crédito pelo que ha de melhor na Europa, pois o Islã foi a fonte original de onde os Europeus aprenderam e derivaram os seus descobrimentos.
Os muçulmanos chegam a exageros ridículos como o de dizer que Napoleão Bonaparte se converteu ao Islã, que os exploradores Islâmicos alcançaram as Américas antes que Cristóvão Colombo, que o Islã chegou na Austrália no século 9 e que Offa o rei Anglo Saxão de Mercia em (757-796 DC) era Muçulmano etc.
Outras mentiras e exageros já estão circulando ha muito tempo e elas são tidas como verdadeiras sem que se tenha feito uma pesquisa apropriada para confirmar os fatos. Algumas delas são:
A MENTIRA de que havia HARMONIA na Espanha Islâmica – O MITO da Andaluzia
Historicamente é fácil de provar o contrario. Os muçulmanos dominaram a região de 711 a 1492 DC. Em 1066, os Judeus foram massacrados por muçulmanos em Granada. Entre 4 a 5 mil Judeus morreram pelas mãos dos pacíficos muçulmanos da Andaluzia. A primeira cruzada foi uma reação ao avanço Islâmico e aconteceu em 1096 e a ultima cruzada em 1270. Durante 174 anos, Muçulmanos e Cristãos lutaram nas cruzadas. Como era possível haver paz e harmonia na Andaluzia bem no meio das cruzadas?
A origem do Mito de Andaluzia se encontra nos romance escrito por Sir Walter Scott no século 19. Certos autores que ainda persistem em propagar o mito da harmonia e coexistência na Andaluzia, convenientemente preferem não tomar em conta as palavras de Moises Maimônides que nasceu em 1135 em Córdoba: “… os árabes nos perseguem severamente, e aprovam leis prejudiciais e discriminatórias contra nós … Nunca uma nação nos molestou, degradou, humilhou e nos odeiou tanto como eles …
Somente para terminar quero ainda mencionar que os registros de um jurista muçulmano chamado Ibn Abdun (1134), para confirmam que a tolerância da Espanha Islâmica é um mito. No seu parecer sobre o tratamento dos judeus e cristãos de Sevilha, Ibn Abdun insistiu em que “Não… os Judeu ou Cristão não podem ser autorizados a usarem roupas de aristocrata, nem de jurista, nem de pessoa rica, PELO CONTRARIO, eles devem ser detestados e evitados. Ésta proibido se dirigir a eles com a saudação: “A paz esteja convosco” … Em fato, «Satanás se apossou deles, e os fez esquecer dos avisos de Deus. Eles são companheiros do caminho de Satanás; os companheiros de Satanás certamente serão os perdedores! (Alcorão 58:19). Uma MARCA distinta deve ser imposta sobre eles a fim de que eles podem ser reconhecidos e isso será para eles uma forma de vergonha.
A coisa era tão ruim que Moises Maimonides teve que fugir de Córdoba por causa da perseguição. Ademais eu pergunto, se Andaluzia era um paraíso onde Judeus, Cristãos e Muçulmanos coexistiam pacificamente, por que então eles expulsaram os árabes depois de 700 anos de domínio pacifico?
A verdade era que durante um curto espaço de tempo, os Judeus e Cristãos foram tolerados, enquanto eles se submetiam a varias regras humilhantes. Durante a maioria do tempo eles foram severamente perseguidos, mortos, expulsos e forcados a se converterem ao Islã. Parem de MENTIR para nos muçulmanos.
A MENTIRA de que o Islã liderou vários campos da ciência e da medicina na Idade Media.
Você também deve ter ouvido esta palhaçada.
Sim é verdade que o Emperio Abassida a partir do ano 750 promoveu os estudos e o conhecimento no mundo Islâmico. Os muçulmanos começaram a estudar um pouco mais. Como havia pouquíssimos trabalhos escritos em Árabe e por sua vez os muçulmanos estavam controlando uma grande parte da Ásia, Norte da África e Espanha, eles decidiram TRADUZIR tudo para o Árabe. Os Gregos e Romanos fizeram o mesmo com a construção da Biblioteca de Alexandria e nem por isso são considerados “religião divina”.
Embora grande parte da literatura daquele tempo foi traduzido e estavam disponíveis em árabe, porem muitos dos autores eram Gregos, Persas, Indianos, Cristãos e Judeus. Este fato não é geralmente aparente porque estes Judeus e Cristãos tinham nomes Islamizados ou por causa da perseguição ou por alguma outra razão se tornaram muçulmanos.
O PRIMEIRO LIVRO de MEDICINA em árabe foi escrito por um sacerdote Cristão e traduzido para o árabe por um médico Judeu em 683 DC. Além disso, o trabalho dos eruditos muçulmanos, não foi nada alem de traduzir a obra dos sábios Gregos, com pouquíssimas adições. Os muçulmanos eram os “chineses” da época. Eles pegavam uma idéia e “falsificava” logo em seguida.
Mohamed cometeu ROUBO LITERARIO ao plagiar vários trabalhos durante o seu tempo e introduzi-los no Alcorão. Muitas das fabulas e historias do Alcorão foi tiradas do Talmud.
Os muçulmanos dizem que Mohamed foi quem descreveu os estágios embrionários do feto, porem o processo já teria sido descrito 400 anos ANTES de Mohamed por um medico GREGO chamado Galeno que viveu entre 129 a 200 DC. Os seus trabalhos sobreviveram através de um SACERDOTE CRISTÃO chamado Sergius Reshaina, que estudou medicina em Alexandria e trabalhou na Mesopotâmia e que morreu no ANO 536 DC.
As traduções para o árabe foram feitas para as áreas de medicina, filosofia, matemática, astronomia, zoologia, química, geografia e tecnologia. Quase nada foi mudado do trabalho original. O professor Manfred Ullman da Universidade de Tübingen disse que com “a passagem da barreira lingüística, o conteúdo foi deixado praticamente inalterado”.
Como já vimos em outro artigo anterior, Mohamed acreditava que existiam SETE TERRAS e que estas TERRAS eram PLANAS. Na verdade, o islamismo medieval passou por um processo de absorverão do conhecimento de outras culturas, e RENOMEAR tudo em árabe e depois de clamar que o Islã foi o responsável por tudo aquilo. Hoje isto tem nome: PLAGIO.
A MENTIRA de que o Islã fundou o primeiro HOSPITAL
Sim o primeiro hospital foi fundado em Bagdá quando a cidade estava debaixo do domínio Islâmico, POREM quem fundou o hospital não foi um MUCULMANO e sim UM CRISTAO SIRIO chamado Jabrail ibn Bakhtishu (Jibril). A idéia partiu dele e o modelo foi copiado da escola onde ele mesmo tinha estudado e o próprio Jabrail foi diretor do primeiro hospital. (veja a historia por trás da construção do primeiro hospital)
A MENTIRA de que os Árabes inventaram os NUMEROS e o conceito do ZERO na Matemática.
Sim, é verdade que os números que usamos na maior parte do mundo hoje, chegou ATRAVES dos Árabes, mas dizer que eles foram os inventores é um grande exagero e mentira. Os números na verdade vieram do Alfabeto Assírio (Siriaco). Os Assírios se tornaram Cristãos por volta do ano 1 a 3 DC porem com a conquista Islâmica a maioria foi forcada a se converter ao Islã, outros foram expulsos ou mortos. Os números usados pelos árabes hoje foram introduzidos  por um MATEMATICO SIRIO trazidos da INDIA no século 7, ou seja, não os Árabes mas sim dos Indianos e Assírios estavam a frente na invenção e uso dos números. Os árabes popularizaram o uso dos números mas não os inventaram.
A idéia de usar um SIMBOLO para NADA ou ZERO também foi trazido da Índia. Leia aqui a historia do ZERO. Mesmo os conhecimentos astronômicos foram copiados dos Hindus e batizados com nomes Árabes.
A MENTIRA de que os Árabes inventaram um NOVO tipo de ARQUITETURA.
Basta você passear pela Etiópia, Egito e Oriente Médio e você vera que os Árabes COPIARAM a arquitetura das igrejas Cristãs. As Igrejas na Etiópia tem domos e arcos parecidos ao das mesquitas. Se você não prestar atenção você pensara que a Igreja é uma mesquita, a diferença será a CRUZ e a LUA na ponta das torres. Ate os minaretes foram copiados das Igrejas. Nos minaretes haviam sinos enquanto que Mohamed preferiu usar “a chamada da oração” usando uma pessoa dizendo “venha para a oração, venha para o sucesso”.
Se você visitar Jerusalém um dia, você vera que o DOMO da ROCHA que a principio era uma Igreja Bizantina (Cristã) mas que foi convertida em uma mesquita. Se você visitar Istambul vera a Hagia Sophia que foi um marco da arquitetura Bizantina, mas foi convertida em uma Mesquita e agora é um museu. Os domos foram copiados dasigrejas cristãs.
O domo também não foi uma invenção Crista. A primeira construção com o domo é o Panteão em Roma, construído quase 500 anos antes do Islã chegar. A segunda maior construção com um domo foi a Igreja de Hagia Sophia (Santa Sabedoria) terminada em 537 DC.

A MENTIRA de que o Islã se espalhou PACIFICAMENTE
Esta é uma das maiores MENTIRAS que os muçulmanos tentam passar como verdade. O Islã foi IMPOSTO garganta abaixo onde quer que eles chegassem. A maioria das pessoas se converteram por MEDO de morrer (converte ou morre). Uma grande parte se converteu por razoes econômicas, eles não tinham dinheiro para pagar o IMPOSTO de proteção (Jizya). Um grande numero se converteu por razoes SOCIAIS -ser muçulmano daria privilégios de cidadão de primeira classe enquanto ser Cristão você pagaria pesados impostos, seria cidadão de segunda categoria ou perderia a vida. Alguns poucos que tiveram o dinheiro para pagar os pesados impostos, NÃO RENEGARAM a sua fé e se mantiveram firmes em Cristo durante todos estes 1400 anos de perseguição e dominação Islâmica no Egito, Síria, Jordânia, Iran e Iraque. Basta você visitar o Egito e ouvir as historias da própria boca dos Egípcios Cristãos.
A MENTIRA de que no Islã a MULHER tem o mesmo valor que o HOMEM.
O Islã no Brasil não é o mesmo Islã praticado em paises Islâmicos. O que vemos aqui é o Islã enfeitado e pintado para agradar ao gosto do Brasileiro.
A nossa definição de IGUALDADE no Brasil, não é a mesma definição usada em paises muçulmanos. De acordo com a Lei Islâmica (Sharia) a mulher (somente pelo fato de ser mulher) receberia uma herança muito menor do pai ou do marido. Enquanto que pelas leis brasileiras, as mulheres tem muito mais chance de receber uma herança justa, que não esta baseada no sexo e sim na posição dela na família.
Uma mulher recebera uma compensação MUITO MENO caso ela seja ferida em um acidente por um homem. A Lei Islâmica estipula que se um homem é morto acidentalmente, a família devera pagar 100 camelos de recompensa, mas se uma mulher morre neste mesmo acidente, a famila somente paga 50 camelos.
No caso da mulher ter sido testemunha de um crime, o valor do seu testemunho no tribunal será a METADE do valor do testemunho de um homem, ou seja, você precisa DUAS MULHERES para equiparar com o testemunho de um homem.
As regras para DIVORCIO também trabalham CONTRA a mulher. A mulher NUNCA pode pedir divorcio, este é um privilegio dado somente ao marido. Existem muçulmanas feministas tentando mudar isso. Na maioria dos paises Islâmicos as mulheres são tratadas como objetos e cidadãs de segunda classe. Na Arábia Saudita a mulher não pode dirigir um carro. A maioria das mulheres nos paises Islâmicos, não tem direito a educação e tem seus direitos violados.
A MENTIRA de que as CRUZADAS foram ataques sem provocação ao Islã
Somente um ignorante em Historia não seria capaz de ver que as Cruzadas (apesar de terem sido mal planejadas e mal executadas) não foram um ataque sem provocações aos Muçulmanos que estavam pacificamente conquistando os paises ao redor do mundo e impondo o Islã.
As Cruzadas foram uma INFELIZ REAÇÃO TARDIA aos ataques Islâmicos que começaram no século 7 e 8 contra os paises Cristãos. Muitos dos motivos estavam errados para a Cruzada, mas eu acho que elas eram inevitáveis. O Egito foi o primeiro pais a cair nas garras dos muçulmanos, depois vieram outros como Jerusalém (Israel), Síria, o Norte da África e a Espanha.
Com a invasão Islâmica e perda da cidade SANTA de Jerusalém e outras cidades consideradas “SANTAS” no Cristianismo, a moral dos Cristãos esta baixa, mas nenhuma ação foi tomada durante aquela época. As Cruzadas foram uma RESPOSTA ao constante ataques dos Muçulmanos contra os Cristãos do Império Bizantino. Dois Imperadores Bizantinos pediram ajuda ao Papa (1074 a 1095) e FINALMENTE depois de 300 anos de violência contra os Cristãos foi que a primeira Cruzada foi organizada para SALVAR nossos irmãos Cristãos no Oriente Médio.
Infelizmente as cruzadas foram mal planejadas e eles acabaram sendo derrotados por SALADIN. Foi ele mesmo quem DESTRUIU varias pirâmides no Egito para construir a CIDADELA, e varias mesquitas em Cairo. Se você visitar o Egito, vera que a pirâmide do MEIO tem uma camada extra de pedra nas pontas, mas TODAS as outras esta camada esta faltando. Foram destas pirâmides e outras que Saladin retirou as pedras e saqueou os tesouros para construir outras fortificações em Cairo. Mas por alguma razão, os guias muçulmanos não irão te falar que Saladin destruiu vários monumentos da humanidade para salvar o Islã.
A MENTIRA de que a PALAVRA ISLÃ significa PAZ.
Este é um outro esforço dos muçulmanos tentarem mudar a imagem cruel do Islã por uma imagem simpática e pacifica. Esta é outra maneira de ENGANAR a população brasileira (que não sabe nada da língua árabe) é dizer que a religião Islâmica não tem nada a ver com violência ou guerra e que a própria palavra ISLÃ significa PAZ.
Eles ainda afirmam que o Islã só autoriza o uso de JIHAD ou GUERRA em casos de defesa própria. Este tipo de discurso pode enganar a pessoa simples e ignorante quanto aos verdadeiros ensinos do Islã mas não tem o menor efeito sobre aqueles que conhecimento dos ensinos do Islã e da idiossincrasia dos muçulmanos.
A raiz da palavra ISLÃ em árabe é “AL-SILIM” que significa SUBMISSÃO enquanto que a palavra PAZ em árabe é “Al-SALAAM”. As duas palavras são totalmente diferentes assim como acanhado e açanhado em português. O fato delas se parecerem não significa NADA.
O profeta do Islã costumava enviar carta para os reis convidando-os a abraçar o Islã, antes de invadir e subjuga-los. Ele sempre terminava as cartas com a frase: “ASLIM, TASLAM” ou seja, “ENTREGUE-SE e ESTARAS SEGURO”. Mohamed na verdade os estava ameaçando de morte: “Converta-se ou morre”. Que tipo de paz é esta que precisa ameaçar alguém de morte para aceitar uma religião “pacifica”?
Alguns teólogos modernos como Ibrahim Sulaiman, coloca a Jihad nestes termos: “Jihad não é algo desumano, apesar da violência e do derramamento de sangue serem NECESSARIOS, o desejo final é a paz a qual esta protegida e reforçada pelo estado de direito”.
Alguns muçulmanos mais educados no islam e menos preocupados com a imagem do Islã, DESMENTEM abertamente esta idéia de que a palavra Islã significa PAZ. Veja aqui a evidencia.
Existem muitas outras MENTIRAS e EXAGEROS usadas pelos muçulmanos para tentar melhorar a imagem do Islã no mundo. Você poderá ler mais informações aqui. Entre elas estão:1.     O Café – foi descoberto na Etiópia e não pelos árabes. 2.     A Câmera Escura – Por volta de 500 AC, os Chineses já haviam notado o efeito da passagem da luz por um buraco pequeno, forma uma imagem invertida no fundo da caixa, mas foi somente em 1021 que um Árabe escreveu um livro sobre o assunto da câmera escura. Porem foi um cientista escocês que inventou a câmera fotográfica em 1850.   3.     O Xadrez – A primeira razão que não pode ter sido um muçulmano é porque o Islã proíbe o jogo de xadrez. Mohamed comparou o jogo de Xadrez a “SUJAR as mãos com carne e sangue de porco”. Foi descoberto recentemente que o jogo de Xadrez já era usado na Europa, 600 anos antes do que se pensava.      Ha muitas outras no artigo acima citado. Vale a pena conferir.
Abraços e obrigado por estarem visitando o meu blog. Que Deus os abençoe e que meus artigos possam ajuda-los a resgatar estes muçulmanos das trevas e leva-los para Jesus. Rafik
Fonte

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Lista de Coisas Que Ofendem Os Muçulmano

Posted by ombl em Abril 18, 2010

Edifícios:
1- Os muçulmanos acham ofensíva a loja da Apple de Nova Iorque, em plena 5ª Avenida, entre a rua 58 e 59. Os tipos mostram-se esperançados que os muçulmanos de todo o mundo sejam capazes de acabar com o projecto.
2. Salões de bilhar e cafés. Os muçulmanos consideram estas salas um terreno fértil para a criação de crimes sociais e étnicos. No Irão a polícia fez rusgas e encerrou inúmeros cafés com o pretexto de serem  provocadores dos vícios Ocidentais.
3. Cinemas. O mais notório exemplo deste ódio às salas de cinema, também consideradas não conforme com as leis de Alá, foi o incêndio, fogo posto ao cinema Abadan no Irão com 540 pessoas no seu interior pelos fanáticos islâmicos seguidores de Khomeini.
4. Torre Eiffel. Um conversa em ondas curtas que expôs um plano para um ataque com aviões á Torre de Paris, foi interceptada por controladores aéreos portugueses que avisaram a Inteligência francesa, tendo a operação sido abortada.
5. Budas de Bamiyan com 53 m de altura eram uma relíquia do Afeganistão pré-islâmico, foram destruídos pelos Taliban a tiro de canhão.
6. Memorial de Beslan, provocou a ira de um grupo de clérigos muçulmanos que também querem um memorial em Beslan, pelos terroristas mortos em nome de Alá.
7. Campas de Josué e Caleb, perto de Ariel em Samaria foram vandalizadas por palestinianos, tendo defecado em cima das campas e escreveram palavras de ordem pró-palestinianas, anti-semitas e nazis.
8. Saracen Head Cafe, um pub histórico inglês com 300 anos ofende os muçulmanos e obrigou os donos a mudar o nome para Saint Nicolas Place, tendo-se assim mandado ás malvas 300 anos de História.
9. Mecca Night Club em Kiev. O  Mufti Sheikh Ahmed Tamim da Ucrânia afirmou que o nome era um insulto para o Islão. Os donos da discoteca mudaram o nome para NoName. Esperemos que os adeptos do Benfica também conhecidos por mouros, não se ofendam também.
10. Breslin Bar Restaurante, em Nova Iorque situado no Ace Hotel, na Broadway com a rua 29, ofende os muçulmanos porque simplesmente vende alcool. Existindo uma mesquita por perto, os muçulmanos nem querem ver gente ébria nas imediações.
O sr.Friedman dono do Hotel afirmou que os lideres da mesquita reuniram com ele, pedindo-lhe que mudasse o bar de localização tendo recebido como resposta uma risota .
O muçulmano por sua vez retorquiu: ‘Oh, you think that’s funny?’
Friedman: ‘Yeah, that is funny, that is really funny, because we’re not going to move the bar just because you discovered we’re serving booze.’ Can you name one restaurant in New York that doesn’t serve booze?”
‘This is the United States of America and we’ll do whatever the f**k we want.'”
Ora Belíssima Resposta!

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Carta ao embaixador Português em Marrocos

Posted by ombl em Abril 17, 2010

Pro fratribus nostris scribitote

Para: ambassade.portugal@menara.ma

Assunto: Liberdade religiosa em Marrocos

Exmo. Sr. Embaixador de Portugal em Morrocos, Dr. João Rosa Lã,

Na sequência das recentes expulsões de algumas dezenas de indivíduos cristãos acusados de tentar evangelizar muçulmanos em Marrocos (conforme pode ler em http://news.bbc.co.uk/2/hi/africa/8563111.stm), desejo relembrar a Vossa Excelência que as democracias ocidentais devem defender a universalidade dos direitos fundamentais do Homem, nomeadamente os direitos às liberdades de consciência e religiosa. A Declaração Universal dos Direitos Humanos, os Acordos das Nações Unidas, bem como a Legislação Europeia, todos estabelecem estes direitos como invioláveis.

Por estes motivos peço-lhe que se manifeste com firmeza diante do Governo Marroquino, para que este garanta aos portugueses, e também aos nacionais marroquinos, os seguintes direitos, os quais aliás o nosso país concede aos cidadãos de Marrocos:

– A liberdade para aderir ou não a uma determinada fé e à comunidade confessional correspondente, em liberdade de consciência.

– a liberdade para publicitar e divulgar o ensino da sua religião, oralmente e por escrito, dentro e fora dos lugares de culto, e de dar a conhecer a doutrina moral daquela religião sobre as actividades humanas e a organização da sociedade;

– a liberdade para receber e publicar livros sobre a fé e o culto próprio da sua própria religião, e de poder usá-los livremente; e

– o direito a regressar ao Reino de Marrocos no caso de ter sido expulso do país por motivos religiosos.

Confio na sua diligência e sensibilidade para com a justiça e a liberdade de expressão, tão caras a Portugal, para o melhor serviço dos interesses nacionais.

Atentamente,

Sancta Mater ora pro nobis omnibus.

Fonte

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Argumentos em Defesa de Israel

Posted by ombl em Abril 14, 2010

Já que estamos na era das informações rápidas, aqui estão alguns fatos-chave para se ter na ponta da língua.

Quando o assunto é Israel, os ânimos costumam ficar exaltados e nem sempre sabemos como responder a certos questionamentos. Às vezes, ouvimos uma alegação nova ou um ponto de vista diferente e não conseguimos contra-argumentar porque nosso conhecimento é limitado.

Principalmente nesta época, em que todo mundo está acostumado com as notícias rápidas da TV e os posicionamentos políticos automáticos e previsíveis, precisamos ter alguns fatos na ponta da língua, organizando as informações que possuímos e estando preparados para responder de forma eficaz.

Para ajudá-lo a atingir esse objetivo, aqui está uma campanha educativa de “Quatro Pontos”. Cada um dos dez tópicos abordados a seguir tem quatro pontos-chave que ajudam a aprofundar nosso conhecimento a respeito das principais questões do conflito no Oriente Médio.

1. Colônias

1 – Os judeus podem viver na Cidade do México, em Bangcoc, em Saint Louis, ou em qualquer outra cidade do mundo (exceto nas da Arábia Saudita), mas a Autoridade Palestina quer proibi-los de viverem justamente no berço do judaísmo.

2 – Nos últimos 3.000 anos, o único período em que não houve uma presença judaica contínua na Margem Ocidental foram os dezenove anos entre 1948 e 1967, quando o governo da Jordânia proibiu os judeus de habitarem na região.

3 – Em 1979, Ariel Sharon desmantelou Yamit e outros assentamentos judaicos no Sinai porque estava absolutamente claro que essas concessões trariam a paz verdadeira.

4 – Como os territórios disputados nunca fizeram parte de uma nação soberana e foram conquistados durante uma guerra defensiva, as leis internacionais permitem o assentamento voluntário de colonos naquela região. Reconhecendo esse fato, os acordos de Oslo jamais abordaram a questão das colônias judaicas ou árabes.

2. Refugiados

1 – O problema dos refugiados não existiria se sete nações árabes não tivessem atacado Israel imediatamente após sua fundação, em 1948.

2 – Síria, Líbano, Arábia Saudita e outros países árabes decidiram, conscientemente, isolar os refugiados políticos para usá-los como massa de manobra política, em vez de assimilá-los como cidadãos normais. A Resolução 194 da Assembléia Geral da ONU estabelece que todos os governos envolvidos são solidariamente responsáveis em relação à questão dos refugiados.

3 – Em 1948, oitocentos mil refugiados judeus foram expulsos de países árabes, mas seus descendentes são hoje cidadãos plenos porque foram absorvidos por Israel e outros países.

4 – Ao contrário dos países árabes, Israel concedeu cidadania israelense aos árabes que ficaram dentro de suas fronteiras. Hoje em dia, 1 milhão e 200 mil israelenses de origem árabe desfrutam de cidadania, benefícios e representatividade em Israel.

3. Concessões em prol da paz

1 – Israel assinou tratados de paz independentes com o Egito (1979) e a Jordânia (1994) e, nas duas ocasiões, abriu mão de terras, petróleo, colônias ou vantagens estratégicas em prol de um acordo pacífico.

2 – Israel forneceu terras, dinheiro, armas, treinamento e serviços de inteligência à Autoridade Palestina, na esperança de que aquela organização demonstrasse reciprocidade e acabasse com os atos terroristas e o incentivo à violência.

3 – A própria fórmula “Terra em Troca de Paz” indica que cada um dos lados entra em acordo com o outro em troca daquilo que mais deseja: no caso dos árabes, terras; no caso de Israel, paz.

4 – Em 1917, 1937, 1947, 1956, 1979 e 1993, os líderes israelenses seguiram o mesmo padrão de ceder terras em troca da paz com seus vizinhos árabes.

A verdadeira OLP manteve refém a delegação israelense nos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972, tentando forçar a libertação de prisioneiros palestinos. Como suas reivindicações não foram atendidas, onze atletas israelenses foram assassinados.

4. A verdadeira face da OLP

1 – A verdadeira OLP manteve refém a delegação israelense nos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972, tentando forçar a libertação de prisioneiros palestinos. Como suas reivindicações não foram atendidas, onze atletas israelenses foram assassinados.

2 – A verdadeira OLP inventou os seqüestros de aviões em 1970 e disseminou o medo entre os viajantes do mundo inteiro.

3 – A verdadeira OLP matou a tiros o cidadão americano Leon Klinghoffer – um homem idoso, desarmado e preso a uma cadeira de rodas – a bordo do transatlântico Achille Lauro, em 1985.

4 – A verdadeira OLP continua a incitar a violência contra os judeus, a promover a luta armada para “libertar toda a Palestina” e a plantar o ódio no coração das crianças palestinas, ensinando-lhes que a morte é o prêmio máximo.

5. Uma ligação de 3.000 anos

1 – As duas únicas nações soberanas que já existiram na terra de Israel foram os dois reinos do antigo Israel, o reino do Norte e o reino do Sul, sendo que o segundo foi destruído no ano 70 da era cristã.

2 – Por 3.000 anos, os judeus expressaram o desejo de voltar à sua terra ancestral: no Seder da Páscoa, na cerimônia do Yom Kippur, nas orações diárias, na bênção após as refeições, nas palavras ditas sob o dossel durante a celebração nupcial, no Tisha B’Av (o dia do luto nacional), e através do ato de colocar um pouco da terra de Israel no túmulo de seus mortos.

3 – Apesar da Diáspora (Dispersão), algumas comunidades judaicas conseguiram permanecer residindo continuamente em cidades como Jerusalém, Safed, Tiberíades, Siquém e Hebrom.

4 – Séculos antes da criação do islamismo, os judeus já ansiavam por retornar a Israel, e o próprio Corão registra isso em muitas suras (capítulos), tais como 17.7, 17.104 e 5.21, que diz aos judeus para entrarem “na Terra Santa que Deus vos designou”.

6. Lugares sagrados

1 – Quando Israel assumiu o controle de Jerusalém e a reunificou, em 1967, em vez de proibir a religião muçulmana ou fechar as mesquitas, permitiu que o Waqf muçulmano (autoridade religiosa) administrasse e controlasse o Monte do Templo e mantivesse a mesquita de Al-Aqsa.

2 – Quando a Jordânia detinha o controle da região, os judeus foram proibidos de orar no Muro Ocidental. Além disso, o cemitério do Monte das Oliveiras e 58 sinagogas foram destruídos. Já com o governo de Israel, os lugares sagrados dos cristãos, judeus e muçulmanos estão abertos a todos os fiéis – com exceção do local onde se erguia o antigo Templo judaico, o Monte do Templo, onde os judeus, normalmente, são impedidos de orar.

3 – Quando Israel transferiu o controle militar para a Autoridade Palestina, multidões enfurecidas queimaram e destruíram lugares sagrados e artefatos religiosos dos judeus em Jericó, Hebrom e no túmulo de José, em Nablus.

Em 2002, trinta monges da Igreja da Natividade, em Belém, ficaram reféns de terroristas palestinos, porque estes sabiam que os soldados israelenses não atirariam para dentro da igreja.

4 – Em 2002, trinta monges da Igreja da Natividade, em Belém, ficaram reféns de terroristas palestinos, porque estes sabiam que os soldados israelenses não atirariam para dentro da igreja. Depois que os reféns foram libertos, os investigadores encontraram a igreja profanada e aviltada.

7. Jerusalém

1 – Meca e Medina são as cidades mais sagradas para os muçulmanos. A cidade do Vaticano é a sede do catolicismo. Embora Jerusalém tenha importância para muitas religiões, apenas os judeus a consideram como sua capital e cidade mais sagrada. Quando Jerusalém foi conquistada pela Jordânia, em 1949, nenhuma autoridade ou líder muçulmano visitou a cidade em caráter oficial, público ou religioso.

2 – Jerusalém é central para o judaísmo desde os tempos bíblicos, quando foi estabelecida como eterna capital espiritual do povo judeu.

3 – Os judeus são maioria em Jerusalém desde 1840, e grupos de judeus sempre habitaram a cidade, ininterruptamente, desde a destruição do Templo, no ano 70 de nossa era (Paul Johnson, A História dos Judeus).

4 – Jerusalém só é uma cidade aberta a todos quando está sob o controle de Israel.

8. A ONU e o Direito Internacional

1 – A Declaração Balfour de 1917, o Mandato da Liga das Nações, o Plano de Partilha da ONU de 1947 e a admissão de Israel na ONU, em 1949, representaram o reconhecimento internacional do direito de Israel existir como pátria dos judeus.

2 – A Resolução 242 do Conselho de Segurança da ONU declara que Israel só deve ceder terras se isso fizer parte de um “acordo pacífico e aceitável”.

3 – A Resolução 242 do Conselho de Segurança da ONU também estabelece que todas as nações vizinhas devem reconhecer o direito de Israel “viver em paz, com fronteiras seguras e reconhecidas, livre de ameaças e atos de força”.

4 – Até 2002, Israel era o único Estado-Membro das Nações Unidas considerado inelegível para o Conselho de Segurança. Mesmo hoje em dia, esse direito é apenas restrito e temporário. Desde a década de 70, um bloco formado por árabes, soviéticos e nações do Terceiro Mundo tem reforçado a marginalização de Israel, bloqueando sua participação em outros organismos-chave da ONU e submetendo a nação a mais comitês de investigação e representantes especiais do que qualquer outro Estado-Membro das Nações Unidas.

9. A repressão exagerada de Israel

1 – Israel está enfrentando uma grave ameaça: palestinos armados, escondidos em hospitais, escolas e mesquitas, têm atirado em civis e soldados israelenses, protegendo-se atrás de escudos humanos e usando ambulâncias para transportar armas e munições.

2 – Embora a “intifada” (rebelião) tenha espalhado a violência em Israel, a média de pessoas feridas em cada distúrbio provocado pelos palestinos é menor do que um. Atualmente, Israel está dando treinamento em 26 países sobre a utilização da tecnologia que criou para minimizar as baixas em distúrbios populares e outras situações que exigem controle de multidões.

3 – Durante o “Setembro Negro”, ocorrido em 1970, na Jordânia, o exército jordaniano matou 2.500 manifestantes palestinos em 10 dias. Em 1993, as forças de paz da ONU justificaram a morte de quase 100 somalis dizendo que “todos os que tombaram eram combatentes, porque pretendiam nos atacar”.

4 – Em abril de 2002, a infantaria israelense foi de casa em casa para encontrar terroristas conhecidos em Jenin, em vez de usar a artilharia ou realizar bombardeios sistemáticos sobre a cidade. Israel colocou suas próprias tropas em risco e perdeu 23 soldados para não ferir inocentes juntamente com seus inimigos.

10. Glossário palestino

1Hudna: trégua estratégica com o objetivo de rearmar o exército para a próxima batalha. A imprensa ocidental costuma interpretá-la como um “cessar-fogo” que antecede a paz, mas a hudna é uma preparação para a guerra.

2Fatwa: sentença de morte de inspiração religiosa. Todos os judeus que vivem em Israel estão sob uma fatwa emitida pela liderança do Hamas.

3 – Ocupação: termo usado para descrever a presença judaica em qualquer parte da Terra de Israel, inclusive em cidades israelenses como Haifa, Tel Aviv e Hadera. Na mídia ocidental, é aplicado apenas à Margem Ocidental e à Faixa de Gaza.

4Jihad: guerra religiosa com o objetivo de erradicar os judeus de Israel e estabelecer uma sociedade islâmica em seu lugar. (Daniel Weinsteinhttp://www.israelactivism.comhttp://www.beth-shalom.com.br)

Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, setembro de 2004
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Líder islâmico se converte ao cristianismo ortodoxo

Posted by ombl em Abril 9, 2010

Entrevista que mostra um outro lado do suposto crescimento muçulmano.

Quanto  mais eu conheço, mas  amo minha fé cristã!

***

A entrevista foi realizada provavelmente em inglês, publicado em russo aqui, traduzido para o francês aqui por Claude Lopez-Ginisty, de onde a tradução do presente.

Nós estamos falando em Londres, com um novo ortodoxo cristão que hoje foi batizado com o nome de Daniel. Daniel não é um nome muçulmano, longe disso [na verdade, ele existe como um nome muçulmano, mas é muito raro]. Embora as informações sobre sua conversão, inevitavelmente, circulem entre os muçulmanos de Londres, por razões de segurança nós deliberadamente não daremos detalhes sobre esse assunto porque existem muitos casos de ameaças e violência, e às vezes até mesmo assassinatos perpetrados por fanáticos. Dito isto, a experiência de Daniel é muito preciosa para os ortodoxos. Fr. Nicholas Savtchenko, reitor interino da Igreja da Dormição (Ortodoxa) em Londres, fala com ele.

Daniel, por favor, diga-nos sobre si mesmo.

Por muitos anos eu era um muçulmano zeloso, como era minha esposa e filhos. Eu nasci no Reino Unido, mas durante a minha vida eu tenho viajado muito aos países muçulmanos. Eu conhecia tanto a cultura britânica como a muçulmana. Eu vivi na Arábia Saudita, onde estudei teologia e contribuí para a missão entre os muçulmanos trabalhadores estrangeiros. Eu também passei um tempo no Afeganistão sob o regime do Talibã, no Paquistão, e na parte paquistanesa da Caxemira. Eu também passei um tempo na Bósnia.

Nos últimos anos, tenho vivido com minha família em Londres, onde, há algum tempo atrás, eu me tornei o representante muçulmano em uma conhecida organização interreligiosa dedicada à paz. Nos últimos dois anos, eu era um conselheiro sobre o Islã ao Arcebispo de Canterbury. Dois dias atrás, liguei para ele para dizer-lhe que eu estava entrando na Igreja Ortodoxa Russa.

Qual foi sua atitude?

Ah … O Arcebispo de Canterbury estava muito feliz. Certa vez, ele me disse que, recentemente, dois de seus funcionários no departamento pessoal da Igreja Anglicana foram recebidos nas igrejas ortodoxas: ele respeita as suas escolhas e eles vão continuar o seu trabalho na administração da Igreja Anglicana.

O que o levou a Cristo?

A primeira vez que eu tive o desejo de estudar o Novo Testamento em detalhe foi quando eu estava em frente à Caaba, em Meca – eu morei por um tempo em Meca. Literatura cristã é estritamente proibida na Arábia Saudita e muitos sites são bloqueados mesmo, mas com o desenvolvimento das comunicações modernas, não é difícil para aqueles que estão procurando encontrar a Palavra de Deus. Depois de um tempo, eu tentei convencer um americano que estava trabalhando na capital saudita para se converter ao Islão. Quando falei com ele, ele respondeu com muita coragem e convicção.

Fiquei surpreso com sua coragem, porque, na Arábia Saudita, um homem que prega o cristianismo pode ser morto facilmente. As conversas com os cristãos na Arábia Saudita foram muito importantes para mim. Como alguém associado com a Missão Islâmica na Arábia, eu encontrei muitos estrangeiros. Eu sempre observei que, na maioria dos casos, as pessoas se convertiam ao Islão não porque era a sua livre escolha, mas para continuar a trabalhar na Arábia Saudita e para obter uma liberação do impostos incidentes sobre os não-muçulmanos. O fato é que os salários dos não-muçulmanos são inferiores aos dos muçulmanos por causa da necessidade de pagar um imposto especial, instituído por Maomé. Os salários dos cristãos na Arábia Saudita são bastante baixos, e alguns se convertem ao Islão para ganhar mais dinheiro. A maioria dos filipinos que voltam para casa imediatamente renunciam ao Islão. Comecei a explorar ainda mais o cristianismo e, pouco a pouco, senti sua superioridade sobre o Islã. Eu primeiro conscientemente encontrei a ortodoxia em Sarajevo, capital da Bósnia. Infelizmente, os sacerdotes em Sarajevo não falavam Inglês e eu não conseguia expressar o que eu realmente queria. Depois de esperar por um grupo de imams passar, fui para a Igreja Sérvia e senti o olhar espantado do padre sérvio quando eu fiz o sinal da cruz na forma ortodoxa e eu fiz uma prostração no chão. Então eu sabia que a ortodoxia era, de todas as confissões cristãs, a mais próxima de mim. Estudei Cristianismo Ortodoxo ainda mais, lendo livros e assistindo filmes. Eu também gostei do filme Ostrov (A Ilha). Lentamente, eu decidi pedir para o batismo na Igreja Ortodoxa Russa.

Nós ouvimos relatos de crescimento da propagação das missões cristãs em países muçulmanos. É considerável nestes países?

Eu concordo que há muitos cristãos secretos na Arábia Saudita. Várias vezes eu me encontrei pessoas que provavelmente eram cristãos secretos. Precisamos entender que, na Arábia Saudita e nos outros países, talvez a maioria dos muçulmanos vão à mesquita não porque a sua fé os encoraja a isso, mas porque eles são obrigados a fazê-lo sob a pressão das leis e costumes. Visitar a mesquita torna-se um fardo. Os muçulmanos de hoje são bem menos religiosos do que as pessoas no mundo cristão acreditam. Nos países muçulmanos, há muitas mesquitas e eles fazem orações cinco vezes por dia lá, mas além de sexta-feira ninguém vai à mesquita. Fora da sexta-feira, em qualquer mesquita no momento da oração, você não verá mais do que cinco homens, apesar de existirem muitas casas habitadas por muçulmanos em torno dela. A maioria dos muçulmanos não vão à mesquita nem na sexta-feira. Alguns começam a ir durante o Ramadã, mas depois  do jejum eles desaparecem até o próximo ano. Na mesquita, uma vez por semana durante o Ramadã, há talvez uma centena de pessoas, apesar de que poderia haver milhares, e após o Ramadã não haverá mais de cinco pessoas.

Nos países muçulmanos, muitas pessoas procuram pela verdade e é por isso que a missão cristã vai crescer. A maioria promove o cristianismo entre amigos, e recentemente tem havido as redes de televisão e muitos mais sites da Internet dedicados à missão entre os muçulmanos.

Em geral, muitos muçulmanos se distanciam do Islão e isso é especialmente visível em países ocidentais. Na Grã-Bretanha, muitos muçulmanos se converteram ao cristianismo. Na Igreja Anglicana, os muçulmanos que adotaram o cristianismo são estimados em cem mil pessoas. Muitos deles são paquistaneses. Eles têm as suas próprias igrejas cristãs e são obrigados a se esconder por causa do perigo de represálias dos muçulmanos. Há também convertidos árabes e bengalis ao cristianismo. Muitos se convertem por causa dos casamentos mistos.

Recentemente na imprensa tem havido relatos sobre o forte crescimento do Islã nos países ocidentais e têm mesmo a afirmar que o número de fiéis muçulmanos em breve ultrapassará o número de fiéis nas igrejas cristãs. Parece estranho que a imprensa tenha mencionado o número de muçulmanos, dos fiéis nas mesquitas, muitas vezes maior do que a capacidade das mesquitas! Mas isso não é mencionado na imprensa. Qual é a verdade?

A presença de mesquitas no Reino Unido é muito fraca. A maioria dos muçulmanos nunca vai a uma mesquita. Os jovens efetivamente deixaram o Islão, embora muitos digam que ainda são muçulmanos. Nas mesquitas eles não encontram uma linguagem comum com os imams do Paquistão ou Bangladesh. Os jovens mal podem falar Urdu ou Bengali, mas somente o inglês. Muitos estão envergonhados do Islão por causa do terrorismo. Nosso Conselho Interreligioso investigou o comparecimento à mesquita e sabemos que a figura é real e é especialmente preocupante para o Islão, mas é para a vantagem de determinadas pessoas apresentar o Islão como uma força imensa. Se alguém tomar a lista de mesquitas em publicações muçulmanas, por exemplo, em West London, veremos que há vinte mesquitas e muito espaço livre em cada uma dessas mesquitas, embora o número de pessoas de origem muçulmana em Londres é tal que precisaria de ainda mais mesquitas se a maioria fosse. Em uma grande mesquita em Londres pode haver três centenas de pessoas para as orações da sexta-feira. Muitas mesquitas são apenas pequenas salas que são usadas apenas na sexta-feira. Em geral, os crentes são muito raros em mesquitas e a maioria são crianças que trazem os seus pais. Quando eles crescem, desaparecem. O cristianismo oferece uma escolha livre e, portanto, é muito melhor adaptado à vida em um clima de tolerância, e o Islão é incapaz de passar este teste.

A mídia fala sobre a adoção do Islão por muitos britânicos. Muçulmanos fazem uma imagem quase triunfal do Islão no Ocidente. No entanto, o número real de britânicos na população muçulmana é muito pequeno, apenas cerca de 1200 pessoas. Como você entende essa contradição?

Não é uma questão simples. Eu era uma parte da missão islâmica para os britânicos, e posso dizer que o número de convertidos é mínimo. Nas orações de sexta-feira no centro de Londres, o número de britânicos muçulmanos na mesquita é talvez um por cento. Fora de Londres, eles nem sequer chegam a esse número. Todos os muçulmanos sabem o número real dos convertidos ao Islão. Há aqueles que aceitam o Islão por causa do casamento com os muçulmanos. Estes britânicos nunca irão às mesquitas e sua aceitação do Islão é uma formalidade. Muitas vezes, eles permanecem cristãos na prática. A maioria dos que aceitam o Islão por causa do casamento são mulheres. Além disso, muitos descendentes de imigrantes muçulmanos na Grã-Bretanha se consideram britânicos, mas não podiam ser considerados “muçulmanos britânicos” no sentido pleno. Eu falei com um monte de mulheres que se divorciaram de seus maridos muçulmanos, e posso dizer da memória que em Londres há talvez 25 mulheres que permaneceram muçulmanas depois de se divorciar do marido muçulmano. Mas, como regra geral, casamentos mistos levam a um distanciamento do Islão.

A missão islâmica no Ocidente não foi bem sucedida. Em Londres, existe uma organização de missionários dedicados à pregação do Islão. Eles são, na sua maioria, jovens. Entretanto, eles percebem a sua missão entre os imigrantes muçulmanos, porque é muito mais eficaz, e os britânicos não se convertem ao Islão. Quando alguns muçulmanos dizem que o Islão é a religião que mais cresce no mundo, imams de Londres dizem que esse crescimento é principalmente por causa da taxa de fertilidade, mas não há uma verdadeira missão. Não tenho dúvidas de que o cristianismo é muito mais forte em termos de missão.

Há muitos muçulmanos que se convertem ao cristianismo na Grã-Bretanha?

Por um lado, há muitos. Isto acontece sem qualquer publicidade. Com efeito, de acordo com a maioria das escolas do Islão, um apóstata do Islã deve ser executado, mesmo que os imams das principais mesquitas de Londres dizem que eles não podem ser executados por apostasia do Islão.
No entanto, por outro lado, podemos dizer que há muito poucos, já que muitos muçulmanos simplesmente abandonam sua fé e tornam-se incrédulos. A descrença é uma doença comum a todos. Certos muçulmanos tentam apresentar o ateísmo e a ausência de religião como características da civilização cristã, mas os próprios muçulmanos, ainda mais do que os cristãos, perdem a fé no mundo ocidental. No entanto, há o bom exemplo da Rússia e outros países ortodoxos onde a Igreja está crescendo, mesmo com liberdade de escolha. Espero um dia ir à Rússia, mas, enquanto isso, eu preciso reconstruir a minha vida como um cristão ortodoxo.

Fonte__Blog Shalom – Carmadélio – Artigos de qualidade e notícias à luz da verdade e da fé Católica.

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Vítimas do Islã radical – Os mártires modernos do cristianismo

Posted by ombl em Abril 9, 2010

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Der Spiegel
Por Juliane Von Mittelstaedt, Christoph Schult,

Daniel Steinvorth, Thilo Thielke, Volkhard Windfuhr

Tradução: Eloise De Vylder/UOL

A ascensão do extremismo islâmico coloca uma pressão

cada vez maior sobre os cristãos que vivem em países muçulmanos, que são vítimas de assassinatos, violência e discriminação. Os cristãos agora são considerados o grupo religioso mais perseguido em todo o mundo. Paradoxalmente, sua maior esperança vem do Islã politicamente moderado.

Kevin Ang é mais cauteloso hoje em dia. Ele espia ao redor, dá uma olhada para a esquerda para a longa fileira de lojas, e depois para a direita em direção à praça, para checar se não há ninguém por perto. Só então o zelador da igreja tira sua chave, destranca o portão, e entra na Igreja Metro Tabernacle num subúrbio de Kuala Lumpur.

Muçulmanos da Indonésia protestam, bradando suas espadas e mostrando que estão prntos para a “Jihad” (Guerra Santa), durante uma manifestação no complexo esportivo Senayan, em Jacarta (Indonésia). Os muçulmanos se reuniram para discutir sobre uma guerra contra a minoria cristã, depois que o governo ordenou o final da briga entre extremistas nas provícias de Maluku

A corrente de ar vira páginas queimadas da Bíblia. As paredes estão cobertas de fuligem e a igreja cheira a plástico queimado. A Igreja Metro Tabernacle foi a primeira de onze igrejas a serem incendiadas por muçulmanos revoltados – tudo por causa de uma palavra: “Alá”, sussurra Kevin Ang.

Tudo começou com uma questão – se os cristãos daqui, assim como os muçulmanos, poderiam chamar seu deus de “Alá”, uma vez que eles não têm nenhuma outra palavra ou língua à sua disposição. Os muçulmanos alegam que Alá é deles, tanto a palavra quanto o deus, e temem que se os cristãos puderem usar a mesma palavra para seu próprio deus, isso poderia desencaminhar os fiéis muçulmanos.

Durante três anos isto era proibido e o governo confiscou Bíblias que mencionavam “Alá”. Então, em 31 de dezembro do ano passado, o mais alto tribunal da Malásia chegou a uma decisão: o deus cristão também poderia ser chamado de Alá.

Os imãs protestaram e cidadãos enfurecidos jogaram coquetéis Molotov nas igrejas. Então, como se isso não bastasse, o primeiro-ministro Najib Razak declarou que não podia impedir as pessoas de protestarem contra determinados assuntos no país – e alguns interpretaram isso como um convite para a ação violenta. Primeiro as igrejas foram incendiadas, depois o outro lado revidou colocando cabeças de porcos na frente de duas mesquitas. Entre os habitantes da Malásia, 60% são muçulmanos e 9% são cristãos, com o restante composto por hindus, budistas e sikhs. Eles conseguiram viver bem juntos, até agora.

É um batalha por causa de uma única palavra, mas há muito mais envolvido. O conflito tem a ver com a questão de quais direitos a minoria cristã da Malásia deve ter. Mais que isso, é uma questão política. A Organização Nacional dos Malaios Unidos, no poder, está perdendo sua base de apoio para os islamitas linha dura – e quer reconquistá-la por meio de políticas religiosas.

Essas políticas estão sendo bem recebidas. Alguns dos Estados da Malásia interpretam a Sharia, o sistema islâmico de lei e ordem, de forma particularmente rígida. O país, que já foi liberal, está a caminho de abrir mão da liberdade religiosa – e o conceito de ordem está sendo definido de forma cada vez mais rígida. Se uma mulher muçulmana beber cerveja, ela pode ser punida com seis chibatadas. Algumas regiões também proíbem coisas como batons chamativos, maquiagem pesada, ou sapatos de salto alto.

Expulsos, sequestrados e mortos

Não só na Malásia, mas em muitos países em todo o mundo muçulmano, a religião ganhou influência sobre a política governamental nas últimas duas décadas. O grupo militante islâmico Hamas controla a Faixa de Gaza, enquanto milícias islamitas lutam contra os governos da Nigéria e Filipinas. Somália, Afeganistão, Paquistão e Iêmen caíram, em grande extensão, nas mãos dos islamitas. E onde os islamitas não estão no poder hoje, os partidos seculares no governo tentam ultrapassar os grupos mais religiosos assumindo uma tendência de direita.

Isso pode ser visto de certa forma no Egito, Argélia, Sudão, Indonésia, e também na Malásia. Embora a islamização frequentemente tenha mais a ver com política do que com religião, e embora não leve necessariamente à perseguição de cristãos, pode-se dizer ainda assim que, onde quer que o Islã ganhe importância, a liberdade para membros de outras crenças diminui.

Há 2,2 bilhões de cristãos em todo o mundo. A organização não-governamental Open Doors calcula que 100 milhões de cristãos são ameaçados ou perseguidos. Eles não têm permissão para construir igrejas, comprar Bíblias ou conseguir empregos. Esta é a forma menos ofensiva de discriminação e afeta a maioria desses 100 mil cristãos. A versão mais bruta inclui extorsão, roubo, expulsão, sequestro e até assassinato.

Margot Kässmann, que é bispo e foi chefe da Igreja Protestante na Alemanha antes de deixar o cargo em 24 de fevereiro, acredita que os cristãos são “o grupo religioso mais perseguido globalmente”. As 22 igrejas regionais alemãs proclamaram este domingo como o primeiro dia de homenagem aos cristãos perseguidos. Kässmann disse que queria mostrar solidariedade para com outros cristãos que “têm grande dificuldade de viver de acordo com sua crença em países como a Indonésia, Índia, Iraque ou Turquia”.

Há exemplos contrários, é claro. No Líbano e na Síria, os cristãos não são discriminados, e, na verdade, desempenham um papel importante na política e na sociedade. Além disso, a perseguição contra os cristãos não é de forma alguma um domínio exclusivo dos fanáticos muçulmanos – os cristãos também são presos, agredidos e assassinados em países como o Laos, Vietnã, China e Eritreia.

“Lento genocídio” contra os cristãos

Manifestantes muçulmanos pedem, em Jacarta, “guerra santa” contra cristãos das Molucas

A Open Doors edita um “índice de perseguição” global. A Coreia do Norte, onde dezenas de milhares de cristãos estão presos em campos de trabalho forçado, esteve no topo da lista por muitos anos. Ela é seguida pelo Irã, Arábia Saudita, Somália, Maldivas e Afeganistão. Entre os dez primeiros países da lista, oito são islâmicos, e quase todos têm o Islã como sua religião oficial.

A perseguição sistemática de cristãos no século 20 – por comunistas na União Soviética e na China, mas também pelos nazistas – custou muito mais vidas do que qualquer outra coisa que tenha acontecido até o momento no século 21. Agora, entretanto, não são apenas os regimes totalitários que perseguem os cristãos, mas também moradores de Estados islâmicos, fundamentalistas fanáticos, e seitas religiosas – e com frequência simples cidadãos considerados fiéis.

Foi-se a era da tolerância, em que os cristãos, chamados de “Povo do Livro”, desfrutavam de um alto grau de liberdade religiosa sob a proteção de sultões muçulmanos, enquanto a Europa medieval bania judeus e muçulmanos do continente ou até mesmo os queimava vivos. Também se foi o apogeu do secularismo árabe pós 2ª Guerra Mundial, quando árabes cristãos avançaram nas hierarquias políticas.

À medida que o Islã político ficou mais forte, a agressão por parte de devotos deixou de se concentrar apenas nos regimes políticos corruptos locais, mas também e cada vez mais contra a influência ostensivamente corrupta dos cristãos ocidentais, motivo pelo qual as minorias cristãs foram consideradas responsáveis. Uma nova tendência começou, desta vez com os cristãos como vítimas.

No Iraque, por exemplo, grupos terroristas sunitas perseguem especialmente pessoas de outras religiões. O último censo do Iraque em 1987 mostrou que havia 1,4 milhão de cristãos vivendo no país. No começo da invasão norte-americana em 2003, eles eram 550 mil, e atualmente o número está está pouco abaixo dos 400 mil. Os especialistas falam num “lento genocídio”.

“As pessoas estão morrendo de medo”
A situação na região da cidade de Mosul, no norte do Iraque, é especialmente dramática. A cidade de Alqosh fica no alto das montanhas sobre Mosul, a segunda maior cidade iraquiana. Bassam Bashir, 41, pode ver sua antiga cidade natal quando olha pela janela. Mosul fica a apenas 40 quilômetros dali, mas é inacessível. A cidade é mais perigosa que Bagdá, especialmente para homens como Bassam Bashir, um católico caldeu, professor e fugitivo dentro de seu próprio país.

Desde o dia em que a milícia sequestrou seu pai de sua loja, em agosto de 2008, Bashir passou a temer por sua vida e pela vida de sua família. A polícia encontrou o corpo de seu pai dois dias depois no bairro de Sinaa, no rio Tigre, perfurado por balas. Não houve nenhum pedido de resgate. O pai de Bashir morreu pelo simples motivo de ser cristão.

E ninguém afirma ter visto nada. “É claro que alguém viu alguma coisa”, diz Bashir. “Mas as pessoas em Mosul estão morrendo de medo.”

Uma semana depois, integrantes da milícia cortaram a garganta do irmão de Bashir, Tarik, como num sacrifício de ovelhas. “Eu mesmo enterrei meu irmão”, explica Bashir. Junto com sua mulher Nafa e suas duas filhas, ele fugiu para Alqosh no mesmo dia. A cidade está está cercada por vinhedos e uma milícia cristã armada vigia a entrada.

Aprovação tácita do Estado
Os familiares de Bashir não foram os únicos a se mudar para Alqosh à medida que a série de assassinatos continuou em Mosul. Dezesseis cristãos foram mortos na semana seguinte, e bombas explodiram em frente às igrejas. Homens que passavam de carro gritaram para os cristãos que eles podiam escolher – ou saíam de Mosul ou se convertiam ao Islã. Das 1.500 famílias cristãs da cidade, apenas 50 ficaram. Bassam Bashir diz que não voltará antes de lamentar a morte de seu pai e seu irmão em paz. Outros que perderam totalmente a esperança fugiram para países vizinhos como a Jordânia e muitos mais foram para a Síria.

Em muitos países islâmicos, os cristãos são perseguidos menos brutalmente do que no Iraque, mas não menos efetivamente. Em muitos casos, a perseguição têm a aprovação tácita do governo. Na Argélia, por exemplo, ela tomou a forma de notícias de jornal sobre um padre que tentou converter muçulmanos ou insultou o profeta Maomé – e que divulgaram o endereço do padre, numa clara convocação para a população fazer justiça com as próprias mãos. Ou um canal de televisão pública pode veicular programas com títulos como “Nas Garras da Ignorância”, que descreve os cristãos como satanistas que convertem muçulmanos com o auxílio de drogas. Isso aconteceu no Uzbequistão, que está no décimo lugar do “índice de perseguição” da Open Doors.

A blasfêmia também é outra justificativa frequentemente usada. Insultar os valores fundamentais do Islã é uma ofensa passível de punição em muitos países islâmicos. A justificativa é com frequência usada contra a oposição, quer sejam jornalistas, dissidentes ou cristãos. Imran Masih, por exemplo, cristão dono de uma loja em Faisalabad, no Paquistão, foi condenado à prisão perpétua em 11 de janeiro, de acordo com as seções 195A e B do código penal do Paquistão, que tratam do crime de ofender sentimentos religiosos ao dessacralizar o Alcorão. Um outro dono de loja o acusou de queimar páginas do Alcorão. Masih diz que ele queimou apenas documentos antigos da loja.

É um caso típico para o Paquistão, onde a lei contra a blasfêmia parece convidar ao abuso – é uma forma fácil para qualquer um se livrar de um inimigo. No ano passado, 125 cristãos foram acusados de blasfêmia no Paquistão. Dezenas dos que já foram sentenciados estão agora esperando sua execução.

“Não nos sentimos seguros aqui”
A perseguição tolerada pelo governo acontece até mesmo na Turquia, o país mais secular e moderno do mundo muçulmano, onde cerca de 110 mil cristãos representam menos de um quarto de 1% da população – mas são discriminados assim mesmo. A perseguição não é tão aberta ou brutal quanto no vizinho Iraque, mas as consequências são semelhantes. Os cristãos na Turquia, que estavam bem acima dos 2 milhões no século 19, estão lutando para continuar a existir.

É o que acontece no sudeste do país, por exemplo, em Tur Abdin, cujo nome significa “montanha dos servos de Deus”. É uma região montanhosa cheia de campos, picos e vários mosteiros de séculos de existência. O local abriga os assírios sírios ortodoxos, ou arameus, como denominam a si mesmos, membros de um dos grupos cristãos mais antigos do mundo. De acordo com a lenda, foram os três reis magos que levaram o sistema de crenças cristão de Belém para lá. Os habitantes de Tur Abdin ainda falam aramaico, a língua usada por Jesus de Nazaré.

O mundo sabe bem mais sobre o genocídio cometido contra os armênios pelas tropas otomanas em 1915 e 1916, mas dezenas de milhares de assírios também foram assassinados durante a 1ª Guerra Mundial. Estima-se que cerca de 500 mil assírios viviam em Tur Abdin no começo do século 20. Hoje há apenas 3 mil. Um tribunal distrital turco ameaçou, no ano passado, tomar posse do centro espiritual assírio, o mosteiro Mor Gabriel de 1.600 anos de idade, porque acreditava-se que os monges haviam adquirido terras de forma ilegal. Três vilarejos muçulmanos vizinhos reclamaram que sentiam-se discriminados por causa do mosteiro, que abriga quatro monges, 14 freiras e 40 estudantes atrás de seus muros.

“Mesmo que não queira admitir, a Turquia tem um problema com pessoas de outras religiões”, diz Ishok Demir, um jovem suíço de ascendência aramaica, que vive com seus pais perto de Mor Gabriel. “Nós não nos sentimos seguros aqui.”

Mais que qualquer coisa, isso tem a ver com o lugar permanente que os armênios, assírios, gregos, católicos e protestantes têm nas teorias de conspiração nacionalistas do país. Esses grupos sempre foram vistos como traidores, descrentes, espiões e pessoas que insultam a nação turca. De acordo com uma pesquisa feita pelo Centro de Pesquisa Pew, sediado nos EUA, 46% dos turcos veem o cristianismo como uma religião violenta. Num estudo turco mais recente, 42% dos entrevistados disseram que não aceitariam cristãos como vizinhos.

Os repetidos assassinatos de cristãos, portanto, não são uma surpresa. Em 2006, por exemplo, um padre católico foi assassinado em Trabzon, na costa do Mar Negro. Em 2007, três missionários cristãos foram assassinados em Malatya, uma cidade no leste da Turquia. Os responsáveis pelo crime eram nacionalistas radicais, cuja ideologia era uma mistura de patriotismo exagerado, racismo e Islã.

Convertidos correm grande risco
Os muçulmanos que se converteram ao cristianismo, entretanto, enfrentam um perigo ainda maior do que os próprios cristãos tradicionais. A apostasia, ou a renúncia ao Islã, é castigada com a morte de acordo com a lei islâmica – e a pena de morte ainda se aplica no Irã, Iêmen, Afeganistão, Somália, Mauritânia, Paquistão, Qatar e Arábia Saudita.

Até no Egito, um país secular, os convertidos atraem a cólera do governo. O ministro da religião defendeu a legalidade da pena de morte para os convertidos – embora o Egito não tenha uma lei como esta – com o argumento de que a renúncia ao Islã é alta traição. Esses sentimentos fizeram com que Mohammed Hegazy, 27, convertido para a Igreja Cóptica Ortodoxa, passasse a se esconder há dois anos. Ele foi o primeiro convertido no Egito a tentar fazer com que sua religião nova aparecesse oficialmente em sua carteira de identidade expedida pelo governo. Quando seu pedido foi recusado, ele tornou o caso público. Inúmeros clérigos pediram a sua morte em resposta.

Os cópticos são a maior comunidade cristã do mundo árabe, e cerca de 8 milhões de egípcios pertencem à Igreja Cóptica. Eles são proibidos de ocupar altas posições no governo, no serviço diplomático e militar, assim como de desfrutar de vários benefícios estatais. As universidades têm cotas para alunos cópticos consideradas menores do que a porcentagem que eles representam na população.

Não é permitido construir novas igrejas, e as antigas estão caindo aos pedaços por causa da falta de dinheiro e de permissão para reforma. Quando as meninas são sequestradas e convertidas à força, a polícia não intervém. Milhares de porcos também foram mortos sob o pretexto de combater a gripe suína. Naturalmente, todos os porcos pertenciam a cristãos.

O vírus cristão

Seis cópticos foram massacrados em 6 de janeiro – quando os cópticos celebram a noite de Natal – em Nag Hammadi, uma pequena cidade 80 quilômetros ao norte do Vale dos Reis. Previsivelmente, o porta-voz da Assembleia do Povo, a câmara baixa do parlamento egípcio, chamou isso de “um ato criminoso isolado”. Quando acrescentou que os responsáveis queriam se vingar do estupro de uma jovem muçulmana por parte um cóptico, isso quase pareceu uma desculpa. O governo parece pronto a reconhecer o crime no Egito, mas não por tensão religiosa. Sempre que conflitos entre grupos religiosos acontecem, o governo encontra causas seculares por trás deles, como disputas por terras, vingança por algum crime ou disputas pessoais.

Nag Hammadi, com 30 mil moradores, é uma poeirenta cidade comercial no Nilo. Mesmo antes dos assassinatos, era um lugar onde os cristãos e os muçulmanos desconfiavam uns dos outros. Os dois grupos trabalham juntos e moram próximos, mas vivem, casam-se e morrem separadamente. A superstição é generalizada e os muçulmanos, por exemplo, temem pegar o “vírus cristão” ao comer junto com um cóptico. Não surpreende que esses assassinatos tenham acontecido em Nag Hammadi, nem que depois deles tenham se seguido os piores atos de violência religiosa em anos. Lojas cristãs e casas muçulmanas foram incendiadas, e 28 cristãos e 14 muçulmanos foram presos.

Nag Hammadi agora está cercada, com seguranças armados em uniformes negros guardando as estradas para entrar e sair da cidade. Eles certificam-se de que nenhum morador deixe a cidade e nenhum jornalista entre nela.

Três suspeitos foram presos desde então. Todos eles têm fichas criminais. Um admitiu o crime, mas depois negou, dizendo que havia sido coagido pelo serviço de inteligência. O governo parece querer que o assunto desapareça o mais rápido possível. Os supostos assassinos provavelmente serão libertados assim que o furor passar.

Mais direitos para os cristãos?

Mas também há pequenos indícios de que a situação de cristãos acuados em países islâmicos possa melhorar – dependendo do tanto que recuarem o nacionalismo e a radicalização do Islã político.

Uma das contradições do mundo islâmico é que a maior esperança para os cristãos parece surgir exatamente do campo do Islã político. Na Turquia, foi Recep Tayyip Erdogan, um ex-islamita e agora primeiro-ministro do país, que prometeu mais direitos aos poucos cristãos remanescentes no país. Ele aponta para a história do Império Otomano, no qual os cristãos e judeus tiveram de pagar um imposto especial por muito tempo, mas em troca, tinham a garantia de liberdade de religião e viviam como cidadãos respeitados.

Uma atitude mais relaxada em relação as minorias certamente representaria um progresso para a Turquia.
Fonte

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Os Progroms Dos Nossos Dias

Posted by ombl em Abril 8, 2010

Os Progroms Dos Nossos Dias: Novas Vítimas, Novos Perpetradores

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Discurso de Geert Wilders em Londres
Obrigado. É óptimo estar de volta a Londres. E é ótimo que, dessa vez, eu tenha conseguido visitar esta maravilhosa cidade, não apenas o centro de detenção do aeroporto de Heathrow.
Hoje estou aqui, diante de vocês, neste lugar extraordinário. Na verdade, um lugar sagrado. Como Malcolm sempre diz, a Câmara dos Lordes faz parte da “mãe de todos os parlamentos”. É com profunda modéstia que exerço esta oportunidade de lhes falar.

Agradeço ao Lorde Pearson e à Lady Cox pelo convite e exibição do meu filme ‘Fitna’. Meus amigos, obrigado por me convidar.

Primeiro, eu tenho uma óptima notícia. Na última quarta-feira foram realizadas eleições locais nos Países Baixos. Pela primeira vez, o meu partido, o Partido da Liberdade, participou das eleições em duas cidades. Em Almere, um dos maiores municípios holandeses, e em Haia, o terceiro maior centro urbano, sede do governo, do parlamento e da família real. A eleição foi um sucesso! De uma tacada só o meu partido se tornou o maior partido em Almere e o segundo maior em Haia. Uma excelente notícia para o Partido da Liberdade e notícia ainda melhor para os moradores destas duas lindas cidades.

– – – – – – – – –

Tenho ainda mais novidades. Duas semanas atrás, o governo holandês entrou em colapso. Em Junho, teremos eleições parlamentares e o Partido da Liberdade parece ter um futuro brilhante pela frente. De acordo com algumas pesquisas, nós nos tornaremos o maior partido na Holanda. Eu quero ser modesto, mas quem sabe, eu posso até mesmo vir a ser primeiro ministro em poucos meses!

Senhoras e senhores, não muito longe daqui há uma estátua do mais famoso primeiro-ministro que o seu país já teve – e eu gostaria de citá-lo aqui: “O Islã é uma fé militante e agressiva. Não existe força retrógrada maior no mundo. Já se espalhou por toda a África Central, treinando guerreiros destemidos em cada etapa (…). A civilização Européia moderna pode cair, como caiu a civilização Romana.” Quem é o autor dessas palavras? Ninguém menos que Winston Churchill, que assim descreve o Islã em seu livro “The River War”, de 1899.

Churchill estava certo.

Senhoras e senhores, eu e o meu partido não temos um problema com os muçulmanos per se. Há muitos muçulmanos moderados. A maioria dos muçulmanos são cidadãos cumpridores da lei, que desejam viver uma vida pacífica como você e eu. Eu sei disso. É por isso que eu costumo fazer uma clara distinção entre as pessoas – os muçulmanos – e a ideologia; entre o Islã e os muçulmanos. Há muitos muçulmanos moderados, mas não existe um Islã moderado.

O Islã se esforça para dominar o mundo. O Alcorão exige que os muçulmanos exercitem a jihad. O Alcorão exige que os muçulmanos estabeleçam a lei sharia. O Alcorão exige que os muçulmanos imponham o Islã no mundo inteiro.

Como o ex-primeiro ministro turco Erbakan disse: “Toda a Europa se tornará islâmica. Nós vamos conquistar Roma”. Fim da citação.

O ditador líbio Gaddafi disse: “Há dezenas de milhões de muçulmanos no continente europeu e hoje este número está a aumentar. Uma indicação clara de que o continente europeu vai se converter ao islamismo. A Europa será, em breve, um continente muçulmano”. Fim da citação. De fato, pelo menos uma vez em sua vida, Gaddafi estava dizendo a verdade. Basta checar os números da imigração em massa e da demografia. Esse é o destino!

O Islã não é apenas uma religião. É, acima de tudo, uma ideologia totalitária. O Islã quer dominar todos os aspectos da vida, do berço ao túmulo. A lei sharia é a lei que controla cada detalhe da vida em uma sociedade islâmica. Do direito civil ao direito penal. Essa lei determina como se deve comer, vestir e até mesmo como usar o banheiro. A opressão das mulheres é algo bom, o consumo de álcool é mau.

Eu acredito que o Islã não é compatível com o nosso modo de vida ocidental. O Islã é uma ameaça aos valores ocidentais. A igualdade entre homens e mulheres, a igualdade entre homossexuais e heterossexuais, a separação entre Igreja e Estado, a liberdade de expressão, todos esses conceitos estão sob pressão devido à islamização. Senhoras e senhores: o Islã e a liberdade, o Islã e a democracia, não são compatíveis, são valores opostos.

Não admira que Winston Churchill tenha chamado o livro de Hitler, Minha Luta, “o novo Alcorão da fé e da guerra, intumescido, loquaz, disforme e grávido de sua mensagem”. Como vocês sabem, Churchill fez essa comparação entre o Alcorão e Minha Luta em seu livro “A Segunda Guerra Mundial”, uma obra-prima, pela qual recebeu o Prêmio Nobel de Literatura. A comparação de Churchill entre o Alcorão e Minha Luta é absolutamente correta. A base do Alcorão é o apelo à jihad. Jihad significa muitas coisas e é o termo arábico para “luta”, como no livro de Hitler. Jihad e luta significam exatamente a mesma coisa.

Islã significa submissão, não há qualquer equívoco quanto à sua meta. Fato. A questão é saber se nós, na Europa, e vocês, na Grã-Bretanha, com o nosso passado glorioso, iremos nos submeter ou defender nosso patrimônio.

Vemos que o Islã está, literalmente, decolando no Ocidente. A Europa está sendo islamizada rapidamente. Muitas cidades européias possuem enormes concentrações de muçulmanos. Paris, Amsterdã, Bruxelas e Berlim são apenas alguns exemplos. Em algumas partes dessas cidades, regulamentos islâmicos já estão sendo aplicados. Os direitos das mulheres estão sendo destruídos: burca, lenços de cabeça, poligamia, mutilação genital feminina, assassinatos por honra. Mulheres precisam atender classes separadas de natação, não podem dar sequer um aperto de mão. Em muitas cidades européias já há um apartheid. Judeus, em um número cada vez maior, estão deixando a Europa.

Como vocês todos sabem muito melhor do que eu, a imigração em massa e a islamização têm crescido rapidamente no seu país. Há uma enorme pressão sobre a sociedade britânica. Olhe o que está acontecendo, por exemplo, em Birmingham, Leeds, Bradford e aqui mesmo em Londres. Políticos britânicos esqueceram Winston Churchill e decidiram tomar o caminho de menor resistência. Eles simplesmente desistiram, abrindo o caminho para o Islã.

No ano passado, o meu partido pediu ao governo holandês que fizesse uma análise do custo-benefício da imigração em massa, mas o governo se recusou a nos dar uma resposta. Por quê? Porque eles têm medo da verdade. Os sinais não são encorajadores. Uma revista holandesa semanal – Elsevier – calculou os custos da imigração e descobriu um número superior a 200 bilhões de Euros. Só no ano passado, foi calculado um montante de 13 bilhões de Euros. Mais cálculos foram feitos na Europa: segundo o banco nacional da Dinamarca, cada imigrante proveniente de um país islâmico está custando ao Estado mais de 300 mil Euros. Você vê o mesmo acontecendo na Noruega e na França. A conclusão é a seguinte: a Europa está ficando está mais empobrecida a cada dia que passa. Mais pobres graças à imigração em massa. Mais pobres graças à demografia. E os esquerdistas estão entusiasmados.

Não sei se é verdade, mas li em vários jornais britânicos que os trabalhistas (Labour) abriram as portas da imigração em massa, uma política deliberada de alteração da estrutura social do Reino Unido. Andrew Neather, um ex-conselheiro do governo, responsável pela redação dos discursos de Tony Blair e Jack Straw, disse que o objetivo da estratégia dos trabalhistas em matéria de imigração era, aqui vai a citação, “esfregar no nariz da Direita a diversidade cultural e tornar seus argumentos desatualizados”. Se for verdade, trata-se de uma atitude sintomática da esquerda.

Senhoras e senhores, não se enganem: a esquerda está facilitando a islamização. Esquerdistas e liberais estão aplaudindo cada novo banco islâmico, cada nova hipoteca islâmica, cada nova escola islâmica, cada novo tribunal sharia. Os esquerdistas consideram o Islã igual à nossa própria cultura. Direito islâmico ou democracia? Islã ou liberdade? Nada disso importa para eles. Mas para nós isso importa, e muito. Toda a elite da esquerda é culpada pela prática do relativismo cultural. Universidades, igrejas, sindicatos, a mídia, os políticos. Todos estão traindo nossas liberdades duramente conquistadas.

Por quê, eu me pergunto, por que os esquerdistas e liberais pararam de lutar por nossas liberdades? Certa vez os militantes de esquerda estavam a lutar nas barricadas pelos direitos das mulheres. Onde estão eles hoje? Onde estão eles em 2010? Estão olhando para o outro lado. Estão embriagados pelo relativismo cultural e são dependentes do voto muçulmano. Os esquerdistas são dependentes da imigração em massa.

Graças aos céus Jacqui Smith não faz mais parte deste governo. Foi uma vitória para a liberdade de expressão que um juiz britânico descartou a prévia decisão de Smith recusando a minha entrada no Reino Unido no ano passado. Espero que os juízes no meu país de origem sejam igualmente sábios e me absolvam de todas as acusações, mais tarde em 2010.

Infelizmente, até agora eles não têm feito um bom trabalho. Eles não querem ouvir a verdade sobre o Islã e nem estão interessados em ouvir a opinião de especialistas de alto nível no campo da liberdade de expressão. No mês passado, em uma sessão preliminar, o Tribunal de Justiça recusou quinze das dezoito testemunhas que eu havia convocado.

Somente três testemunhas poderão ser ouvidas. Felizmente, minha querida amiga, a heróica psiquiatra norte-americana Dra. Wafa Sultan, é uma delas. Entretanto, o seu depoimento será ouvido a portas fechadas. Aparentemente, a verdade sobre o Islã não pode ser proferida em público, tal verdade deve permanecer em segredo.

Senhoras e senhores, eu estou sendo processado por minhas crenças políticas. Sabemos que existe perseguição política em países do Oriente Médio, como no Irã e na Arábia Saudita, mas nunca na Europa, nunca nos Países Baixos.

Estou sendo processado por comparar o Alcorão ao Minha Luta. Ridículo. Eu gostaria de saber se a Grã-Bretanha vai colocar as palavras de Winston Churchill em julgamento … Senhoras e senhores, este julgamento político contra a minha pessoa tem que parar.

Todavia, o problema não é apenas relacionado à minha pessoa, ao Geert Wilders. É muito maior. A liberdade de expressão está sob ataque. Deixe-me dar aqui alguns outros exemplos. Como vocês talvez saibam, uma das minhas heroínas, a autora italiana Oriana Fallaci, teve de viver sua vida com receio de ser extraditada para a Suíça, por causa de sua obra anti-islâmica “A Raiva e o Orgulho”. O cartunista holandês Nekschot foi detido em sua casa, em Amsterdã, por 10 homens da polícia por causa de seus desenhos anti-islâmicos. Aqui na Grã-Bretanha, a autora norte-americana Rachel Ehrenfeld foi processada por um empresário saudita, acusando-a de difamação. Na Holanda, Ayaan Hirsi Ali e, na Austrália, dois pastores cristãos foram processados. Eu poderia continuar ad nauseam. Senhoras e senhores, em todo o Ocidente os amantes da liberdade estão enfrentando essa “jihad” dos tribunais. Uma verdadeira ‘guerra judicial’ islâmica. E, senhoras e senhores, não muito tempo atrás, o cartunista dinamarquês Westergaard quase foi assassinado por suas caricaturas.

Senhoras e senhores, devemos defender o direito à liberdade de expressão com veemência. Com todas as nossas forças. A liberdade de expressão é a mais importante das nossas muitas liberdades. A liberdade de expressão é a pedra angular da nossa sociedade moderna. É a respiração da nossa democracia, sem liberdade de expressão nosso modo de vida, a nossa liberdade, vai embora.

Eu acredito que é nossa obrigação a de preservar a herança dos bravos soldados que invadiram as praias da Normandia, que libertaram a Europa da tirania. Esses heróis não podem ter morrido por nada. É nossa a obrigação de defender a liberdade de expressão. Como George Orwell disse: “Se a liberdade significa alguma coisa, significa o direito de dizer às pessoas o que elas não querem ouvir”.

Senhoras e senhores, eu acredito em uma outra política. É tempo de mudança. Temos de nos apressar. Não podemos esperar mais. O tempo está acabando. Para citar um dos meus favoritos presidentes norte-americanos, Ronald Reagan disse certa vez: “Para preservar o amanhã, nós devemos agir hoje”. Por isso, proponho as seguintes medidas, vou mencionar apenas algumas, a fim de preservar a nossa liberdade:

Em primeiro lugar, teremos de defender a liberdade de expressão. É a mais importante das nossas liberdades. Na Europa e, certamente, nos Países Baixos, precisamos de algo como o First Amendment (Primeira Emenda) da constituição dos Estados Unidos.

Em segundo lugar, teremos que acabar com o conceito de relativismo cultural. Para os multiculturalistas e socialistas islâmicos, eu proclamo com orgulho: nossa cultura ocidental é muito superior à cultura islâmica. Não tenha medo de afirmar isso. Ninguém é racista por dizer que nossa cultura é melhor.

Em terceiro lugar, teremos de acabar com a imigração maciça vinda dos países islâmicos. Simplesmente porque mais islã significa menos liberdade.

Em quarto lugar, vamos ter de expulsar os imigrantes criminosos e, após a devida desnaturalização, teremos que expulsar os criminosos com dupla nacionalidade. Há muitos deles em meu país.

Em quinto lugar, vamos ter que proibir a construção de novas mesquitas. Há islã o suficiente na Europa. Uma vez que os cristãos na Turquia, no Egito, no Iraque, no Irã, no Paquistão e na Indonésia estão sendo maltratados, devemos agir e parar completamente com a construção de mesquitas no Ocidente.

E por último, mas não menos importante, temos que nos livrar de todos os assim chamados “líderes”. Como eu disse antes: precisamos de menos Chamberlains e mais Churchills. Vamos eleger líderes reais.

Senhoras e senhores, para a geração anterior, a de meus pais, o nome ‘Londres’ é sinônimo de esperança e liberdade. Quando o meu país foi ocupado pelos nacional-socialistas, a BBC oferecia um vislumbre diário de esperança em meio à escuridão da tirania nazi. Milhões de holandeses escutavam a BBC escondidos. A expressão “Isto é Londres” representava um mundo melhor.

O que será transmitido daqui a quarenta anos? Ainda será “Isto é Londres”? Ou será “Isto é Londonistão”? Será que vai nos trazer esperança? Ou os valores de Meca e Medina? A Grã-Bretanha oferecerá submissão ou perseverança? Liberdade ou escravidão? A escolha é sua. E, nos Países Baixos, a escolha é nossa.

Senhoras e senhores, nós nunca iremos nos desculpar por sermos livres. Nós nunca deveremos desistir. De fato, como um de seus ex-líderes disse: Nós nunca vamos nos render.

A liberdade deve prevalecer. E a liberdade prevalecerá.

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Leis extremistas e arrepiantes do Islão

Posted by ombl em Abril 8, 2010

As leis mais extremistas e arrepiantes do Islão dizem respeito a mulheres e crianças.
Líbano
# Se uma Mulher for violada, o agressor pode escolher casar com ela e assim não ser punido;
# 1 mulher não pode sair do país sem autorização do marido
# Se 1 mulher tentar levar 1 filho sem autorizaçãodo pai, pode ser presa
# O marido pode bater na mulher. Ela só se pode queixar se ele lhe partir 1 perna e/ou 1 braço
# Um homem divorciado tem direito a um subsidio do Estado para sustentar os filhos. A mulher só recebe essa pensão se for viúva ou o marido ficar inválido
# Uma mulher pode ser condenada a 2 anos de prisão se alguém a acusar de trair o marido. Já o homem tem que ser apanhado em flagrante

Arábia Saudita
+ Não há idade para casar. Um pai até pode casar uma filha com 1 ano, desde que o sexo seja adiado até ela atingir a puberdade.
+ As mulheres não podem conduzir
+ As mulheres estão proibidas de casar com NÃO MUÇULMANOS
+ As mães ficam com a custódia dos filhos apenas até aos 9 anos e das filhas até aos 7

Irão
o A constituição define que a vida da mulher vale metade da do homem
o As mulheres casadas só podem sair de casa com autorização do marido “mesmo que seja para ir ao funeral do pai”, ou para ter um passaporte
o As mulheres podem ser presas se andarem na rua sem véu
o 1 homem pode divorciar-se da mulher quando quiser. Nem precisa de a avisar

Paquistão
* O divórcio a pedido da mulher é muito dificil. Os maridos podem decretá-lo
* Uma mulher que tenha sido violada ou arranja 4 testemunhas para provar, ou considera-se que cometeu adultério
* A pena para o adultério é morte por apedrejamento
* Há muitos casos de mulheres assassinadas e/ou torturadas pelos maridos e pela própria familia quando se pensa que cometeu adultério

No polémico alerta de D. José Policarpo, que afirmou recentemente que casar com um muçulmano pode ser um monte de sarilhos, não podemos considerá-la um exagero. Eis alguns casos de mulheres portuguesas que sofreram humilhações, torturas e cujos filhos foram raptados pelos maridos.
Alexandra Vidal, licenciada em História, viaja de férias a Agadir, 24 anos, conheceu um marroquino por quem se apaixona e troca cartas durante 1 ano, casando-se por procuração. Alexandra já estava convertida ao Islão quando o marido aterra no aeroporto, para viverem juntos em Matosinhos. Este começou a exigir que Alexandra alterasse alguns hábitos como fumar – o profeta Maomé proíbe tudo que faz mal à saúde. Depois “pediu-lhe” que deixasse crescer o cabelo até que começou a controlar o uso das mãos, respeitando a Suna (2ª fonte do islamismo + importante do Corão): devia lavar-se com a esquerda e comer com a direita. Criticava-a sempre que saía para o café e não suportava que recebesse telefonemas sociais e/ou convites para irem a casa de amigos. “Ele achava que não devia sorrir para outras pessoas” explica, na altura em que realizava uma investigação sobre a Idade Média. “1 dia falei com 1 técnico que veio a casa fazer a instalação telefónica, sorri normalmente e quando ficámos sozinhos perguntou-me: Que mulher és tu? Não és séria, estavas farta de te rir aí com o da PT”. Ao tentar saber qual era o problema, Alexandra ouviu a seguinte explicação do marido “Não se deve. A mulher nem deve olhar para a cara do Homem”.
As agressões verbais tornaram-se frequentes: “és muito magra, nem pareces 1 mulher. Tu não és nada” e depois passou à acção. Obrigou-a a cozinhar todos os dias, mesmo que não lhe apetecesse, chegando mesmo a exigir pratos típicos de Marrocos, Alexandra obedeceu, mas ele não tendo gostado do prato, pois tinha molho a + e nem estava como as irmãs o preparavam. Ela ía começar 1 pequena discussão mas ele resolveu tudo rápidamente, agredindo-a violentamente na cabeça. “Isto não me está a acontecer” pensou Alexandra. Foi agredida ainda 2 vezes: na cabeça (erros culinários) e com violentos pontapés quando tentou que enviase o dinheiro dela para Marrocos para sustentar a familia. Desta vez ela fugiu de casa e acabou na esquadra onde apresentou queixa.
Hoje com 33 anos, Alexandra lamenta: “Dizia que eu o fazia entrar em desespero, porque o confrontava e ele não estava habituado”.
Quando chegou a altura de prestar declarações à policia, recuou por pressão da familia e acreditava que ele ainda podia mudar e deixar de a tratar como sua subalterna. Continuaram juntos mesmo depois de ele ter defendido Bin Laden aquando do atentado de 11/09/01.
Entrou em depressão e ganhou coragem para pedir o divórcio: ainda dividiu o dinheiro que tinha, dando-lhe 300€ para alugar um quarto e refazer a vida. 10 anos depois, deixou de frequentar a mesquita, mas não se sente à vontade para entrar numa igreja.
Há relatos de mulheres cujos maridos chegaram a esbofetear os filhos com 2 meses,apenas por estarem a chorar, outras foram agredidas quase à morte porque sem querer bateram com o pé nos seus irmãos, ao cruzar as pernas. Uma outra cujo marido viajava para Paris, no seu regresso o primo acusa-a de sorrir para homens estranhos, o marido arranjando uma catana, degolou-a cerca das 2 da manhã no seu apartamento. Como afirma Betty Mahmoody: “Ninguém me queria ajudar, porque no Líbano, a mulher é propriedade do marido. Ele tem o direito de vida e de morte.”

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Campanha para salvar Ali Hussain Sibat

Posted by ombl em Abril 5, 2010

Arábia Saudita pode decapitar apresentador Link
ESCRIBAN INMEDIATAMENTE en árabe, en inglés o  en  su  propio  idioma– LINK
Escreva e assine a petição a favor de Ali Hussain Sibat LINK Petitiononline
Não tenho quaisquer simpatias por charlatães mas isto é uma barbárie

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Internacional contra a islamização

Posted by ombl em Abril 1, 2010

Dewinter diz que quer uma “Internacional contra a islamização” LINK
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Islamitas do Cáucaso repetem dose de terror FONTE
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