Ataque ao islam ou Islão a nu – Para tomar consciência do terror islâmico e o atacar

Argumentos em Defesa de Israel

Posted by ombl em Abril 14, 2010

Já que estamos na era das informações rápidas, aqui estão alguns fatos-chave para se ter na ponta da língua.

Quando o assunto é Israel, os ânimos costumam ficar exaltados e nem sempre sabemos como responder a certos questionamentos. Às vezes, ouvimos uma alegação nova ou um ponto de vista diferente e não conseguimos contra-argumentar porque nosso conhecimento é limitado.

Principalmente nesta época, em que todo mundo está acostumado com as notícias rápidas da TV e os posicionamentos políticos automáticos e previsíveis, precisamos ter alguns fatos na ponta da língua, organizando as informações que possuímos e estando preparados para responder de forma eficaz.

Para ajudá-lo a atingir esse objetivo, aqui está uma campanha educativa de “Quatro Pontos”. Cada um dos dez tópicos abordados a seguir tem quatro pontos-chave que ajudam a aprofundar nosso conhecimento a respeito das principais questões do conflito no Oriente Médio.

1. Colônias

1 – Os judeus podem viver na Cidade do México, em Bangcoc, em Saint Louis, ou em qualquer outra cidade do mundo (exceto nas da Arábia Saudita), mas a Autoridade Palestina quer proibi-los de viverem justamente no berço do judaísmo.

2 – Nos últimos 3.000 anos, o único período em que não houve uma presença judaica contínua na Margem Ocidental foram os dezenove anos entre 1948 e 1967, quando o governo da Jordânia proibiu os judeus de habitarem na região.

3 – Em 1979, Ariel Sharon desmantelou Yamit e outros assentamentos judaicos no Sinai porque estava absolutamente claro que essas concessões trariam a paz verdadeira.

4 – Como os territórios disputados nunca fizeram parte de uma nação soberana e foram conquistados durante uma guerra defensiva, as leis internacionais permitem o assentamento voluntário de colonos naquela região. Reconhecendo esse fato, os acordos de Oslo jamais abordaram a questão das colônias judaicas ou árabes.

2. Refugiados

1 – O problema dos refugiados não existiria se sete nações árabes não tivessem atacado Israel imediatamente após sua fundação, em 1948.

2 – Síria, Líbano, Arábia Saudita e outros países árabes decidiram, conscientemente, isolar os refugiados políticos para usá-los como massa de manobra política, em vez de assimilá-los como cidadãos normais. A Resolução 194 da Assembléia Geral da ONU estabelece que todos os governos envolvidos são solidariamente responsáveis em relação à questão dos refugiados.

3 – Em 1948, oitocentos mil refugiados judeus foram expulsos de países árabes, mas seus descendentes são hoje cidadãos plenos porque foram absorvidos por Israel e outros países.

4 – Ao contrário dos países árabes, Israel concedeu cidadania israelense aos árabes que ficaram dentro de suas fronteiras. Hoje em dia, 1 milhão e 200 mil israelenses de origem árabe desfrutam de cidadania, benefícios e representatividade em Israel.

3. Concessões em prol da paz

1 – Israel assinou tratados de paz independentes com o Egito (1979) e a Jordânia (1994) e, nas duas ocasiões, abriu mão de terras, petróleo, colônias ou vantagens estratégicas em prol de um acordo pacífico.

2 – Israel forneceu terras, dinheiro, armas, treinamento e serviços de inteligência à Autoridade Palestina, na esperança de que aquela organização demonstrasse reciprocidade e acabasse com os atos terroristas e o incentivo à violência.

3 – A própria fórmula “Terra em Troca de Paz” indica que cada um dos lados entra em acordo com o outro em troca daquilo que mais deseja: no caso dos árabes, terras; no caso de Israel, paz.

4 – Em 1917, 1937, 1947, 1956, 1979 e 1993, os líderes israelenses seguiram o mesmo padrão de ceder terras em troca da paz com seus vizinhos árabes.

A verdadeira OLP manteve refém a delegação israelense nos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972, tentando forçar a libertação de prisioneiros palestinos. Como suas reivindicações não foram atendidas, onze atletas israelenses foram assassinados.

4. A verdadeira face da OLP

1 – A verdadeira OLP manteve refém a delegação israelense nos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972, tentando forçar a libertação de prisioneiros palestinos. Como suas reivindicações não foram atendidas, onze atletas israelenses foram assassinados.

2 – A verdadeira OLP inventou os seqüestros de aviões em 1970 e disseminou o medo entre os viajantes do mundo inteiro.

3 – A verdadeira OLP matou a tiros o cidadão americano Leon Klinghoffer – um homem idoso, desarmado e preso a uma cadeira de rodas – a bordo do transatlântico Achille Lauro, em 1985.

4 – A verdadeira OLP continua a incitar a violência contra os judeus, a promover a luta armada para “libertar toda a Palestina” e a plantar o ódio no coração das crianças palestinas, ensinando-lhes que a morte é o prêmio máximo.

5. Uma ligação de 3.000 anos

1 – As duas únicas nações soberanas que já existiram na terra de Israel foram os dois reinos do antigo Israel, o reino do Norte e o reino do Sul, sendo que o segundo foi destruído no ano 70 da era cristã.

2 – Por 3.000 anos, os judeus expressaram o desejo de voltar à sua terra ancestral: no Seder da Páscoa, na cerimônia do Yom Kippur, nas orações diárias, na bênção após as refeições, nas palavras ditas sob o dossel durante a celebração nupcial, no Tisha B’Av (o dia do luto nacional), e através do ato de colocar um pouco da terra de Israel no túmulo de seus mortos.

3 – Apesar da Diáspora (Dispersão), algumas comunidades judaicas conseguiram permanecer residindo continuamente em cidades como Jerusalém, Safed, Tiberíades, Siquém e Hebrom.

4 – Séculos antes da criação do islamismo, os judeus já ansiavam por retornar a Israel, e o próprio Corão registra isso em muitas suras (capítulos), tais como 17.7, 17.104 e 5.21, que diz aos judeus para entrarem “na Terra Santa que Deus vos designou”.

6. Lugares sagrados

1 – Quando Israel assumiu o controle de Jerusalém e a reunificou, em 1967, em vez de proibir a religião muçulmana ou fechar as mesquitas, permitiu que o Waqf muçulmano (autoridade religiosa) administrasse e controlasse o Monte do Templo e mantivesse a mesquita de Al-Aqsa.

2 – Quando a Jordânia detinha o controle da região, os judeus foram proibidos de orar no Muro Ocidental. Além disso, o cemitério do Monte das Oliveiras e 58 sinagogas foram destruídos. Já com o governo de Israel, os lugares sagrados dos cristãos, judeus e muçulmanos estão abertos a todos os fiéis – com exceção do local onde se erguia o antigo Templo judaico, o Monte do Templo, onde os judeus, normalmente, são impedidos de orar.

3 – Quando Israel transferiu o controle militar para a Autoridade Palestina, multidões enfurecidas queimaram e destruíram lugares sagrados e artefatos religiosos dos judeus em Jericó, Hebrom e no túmulo de José, em Nablus.

Em 2002, trinta monges da Igreja da Natividade, em Belém, ficaram reféns de terroristas palestinos, porque estes sabiam que os soldados israelenses não atirariam para dentro da igreja.

4 – Em 2002, trinta monges da Igreja da Natividade, em Belém, ficaram reféns de terroristas palestinos, porque estes sabiam que os soldados israelenses não atirariam para dentro da igreja. Depois que os reféns foram libertos, os investigadores encontraram a igreja profanada e aviltada.

7. Jerusalém

1 – Meca e Medina são as cidades mais sagradas para os muçulmanos. A cidade do Vaticano é a sede do catolicismo. Embora Jerusalém tenha importância para muitas religiões, apenas os judeus a consideram como sua capital e cidade mais sagrada. Quando Jerusalém foi conquistada pela Jordânia, em 1949, nenhuma autoridade ou líder muçulmano visitou a cidade em caráter oficial, público ou religioso.

2 – Jerusalém é central para o judaísmo desde os tempos bíblicos, quando foi estabelecida como eterna capital espiritual do povo judeu.

3 – Os judeus são maioria em Jerusalém desde 1840, e grupos de judeus sempre habitaram a cidade, ininterruptamente, desde a destruição do Templo, no ano 70 de nossa era (Paul Johnson, A História dos Judeus).

4 – Jerusalém só é uma cidade aberta a todos quando está sob o controle de Israel.

8. A ONU e o Direito Internacional

1 – A Declaração Balfour de 1917, o Mandato da Liga das Nações, o Plano de Partilha da ONU de 1947 e a admissão de Israel na ONU, em 1949, representaram o reconhecimento internacional do direito de Israel existir como pátria dos judeus.

2 – A Resolução 242 do Conselho de Segurança da ONU declara que Israel só deve ceder terras se isso fizer parte de um “acordo pacífico e aceitável”.

3 – A Resolução 242 do Conselho de Segurança da ONU também estabelece que todas as nações vizinhas devem reconhecer o direito de Israel “viver em paz, com fronteiras seguras e reconhecidas, livre de ameaças e atos de força”.

4 – Até 2002, Israel era o único Estado-Membro das Nações Unidas considerado inelegível para o Conselho de Segurança. Mesmo hoje em dia, esse direito é apenas restrito e temporário. Desde a década de 70, um bloco formado por árabes, soviéticos e nações do Terceiro Mundo tem reforçado a marginalização de Israel, bloqueando sua participação em outros organismos-chave da ONU e submetendo a nação a mais comitês de investigação e representantes especiais do que qualquer outro Estado-Membro das Nações Unidas.

9. A repressão exagerada de Israel

1 – Israel está enfrentando uma grave ameaça: palestinos armados, escondidos em hospitais, escolas e mesquitas, têm atirado em civis e soldados israelenses, protegendo-se atrás de escudos humanos e usando ambulâncias para transportar armas e munições.

2 – Embora a “intifada” (rebelião) tenha espalhado a violência em Israel, a média de pessoas feridas em cada distúrbio provocado pelos palestinos é menor do que um. Atualmente, Israel está dando treinamento em 26 países sobre a utilização da tecnologia que criou para minimizar as baixas em distúrbios populares e outras situações que exigem controle de multidões.

3 – Durante o “Setembro Negro”, ocorrido em 1970, na Jordânia, o exército jordaniano matou 2.500 manifestantes palestinos em 10 dias. Em 1993, as forças de paz da ONU justificaram a morte de quase 100 somalis dizendo que “todos os que tombaram eram combatentes, porque pretendiam nos atacar”.

4 – Em abril de 2002, a infantaria israelense foi de casa em casa para encontrar terroristas conhecidos em Jenin, em vez de usar a artilharia ou realizar bombardeios sistemáticos sobre a cidade. Israel colocou suas próprias tropas em risco e perdeu 23 soldados para não ferir inocentes juntamente com seus inimigos.

10. Glossário palestino

1Hudna: trégua estratégica com o objetivo de rearmar o exército para a próxima batalha. A imprensa ocidental costuma interpretá-la como um “cessar-fogo” que antecede a paz, mas a hudna é uma preparação para a guerra.

2Fatwa: sentença de morte de inspiração religiosa. Todos os judeus que vivem em Israel estão sob uma fatwa emitida pela liderança do Hamas.

3 – Ocupação: termo usado para descrever a presença judaica em qualquer parte da Terra de Israel, inclusive em cidades israelenses como Haifa, Tel Aviv e Hadera. Na mídia ocidental, é aplicado apenas à Margem Ocidental e à Faixa de Gaza.

4Jihad: guerra religiosa com o objetivo de erradicar os judeus de Israel e estabelecer uma sociedade islâmica em seu lugar. (Daniel Weinsteinhttp://www.israelactivism.comhttp://www.beth-shalom.com.br)

Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, setembro de 2004
Fonte

Uma resposta to “Argumentos em Defesa de Israel”

  1. 1 said

    http://rafik-rafikresponde.blogspot.com/p/tentativa-do-isla-se-apresentar-com-uma_15.html

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