Ataque ao islam ou Islão a nu – Para tomar consciência do terror islâmico e o atacar

O que a besta do Islão diz aos muçulmanos

Posted by ombl em Maio 16, 2010

ALGURES NA CAPITAL DA UNIÃO EUROPEIA – NOVA EDIÇÃO DO CONFLITO ENTRE COMUNISMO E… O ISLÃO

Em Bruxelas, uma manifestação comunista realizada a 8 de Maio para celebrar o sexagésimo-quinto aniversário da vitória do Exército Vermelho soviético sobre a Alemanha Nacional-Socialista foi interrompida por muçulmanos que berravam a sua chahada, ou profissão de fé muçulmana («Há um só Deus merecedor de culto e Maomé é o seu profeta»).

http://www.dailymotion.com/video/xd8jq5_invasion-musulmane_news

Um dos muslos aí visíveis, Abu Imran, líder do grupo Sharia4Belgium (Lei muçulmana para a Bélgica), apoiado pelo seu congénere britânico Islam4UK, que recentemente parece ter escrito uma carta ao xeque (alta autoridade espiritual muçulmana) Abu Muhammad Al-Maqdisi, salafita, que vive na Jordânia e que dá orientação espiritual ao chamado «emirato islâmico do Cáucaso», aos jihadistas salafitas da Nigéria e provavelmente também à Alcaida do Magrebe.
Imran pedia nesta missiva que o xeque lhe desse orientação, ao que respondeu, entre outras coisas, que, como muçulmano, deveria ser simpático, respeitador, manter boas relações com os indígenas não muçulmanos e, ao mesmo tempo, que apoiassem os jihadistas (guerreiros de Alá) com fundos, ou da melhor maneira que pudessem, e, note-se, que não levassem a cabo ataques na Bélgica.

Que não levassem a cabo ataques na Bélgica… enquanto os muçulmanos não forem capazes de nesse país aguentar um conflito armado.

Repare-se: «Dou-vos o mesmo conselho que dou aos muçulmanos em estado de fraqueza em geral, em todas as terras em que os muçulmanos não tenham um plano para confrontação armada contra os regimes sob os quais vivem, devido à fraqueza das suas capacidades, ao facto de as circunstâncias não serem propícias, ou porque o local é desadequado para um confronto, ou por outras razões que devem ser avaliadas pelos que conhecem a realidade do país, das capacidades muçulmanas e do estado em que está a proselitização. Aconselho-os a não começarem demasiado cedo os conflitos contra o regime não muçulmano enquanto estiverem ainda em estado de fraqueza e forem incapazes de manter este conflito, enquanto ainda lhes falta o conhecimento e as capacidades, e enquanto a sua estratégia no presente não o permitir.
Aconselho-os, enquanto forem incapazes de confrontação armada, a ocuparem-se em apelar à crença na unidade de Alá, como eu já disse, e a serem bons embaixadores da nação islâmica. Devem mostrar a moral islâmica ao lidar com as pessoas. Não devem trair outros nem agir traiçoeira ou desonestamente.
» (…)
Ora aqui está um muçulmano harmonioso, pacífico e com vontade de ser integrado na sociedade ocidental… até um dia.
Pode ler-se nesta página o texto completo da pergunta e da resposta. fnt

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