Ataque ao islam ou Islão a nu – Para tomar consciência do terror islâmico e o atacar

Muçulmanos cortam o nariz e as orelhas às mulheres

Posted by ombl em Julho 3, 2010

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3 Respostas to “Muçulmanos cortam o nariz e as orelhas às mulheres”

  1. O Terrorismo não é um monopólio Muçulmano

    Por: SWAMINATHAN SANKLESARIA AIYAR – em The Times of India

    “Nem todos os muçulmanos são terroristas, mas todos os terroristas são muçulmanos.” Este comentário, ouvido com frequência depois dos ataques em Mumbai, implica que o terrorismo é uma especialidade dos Muçulmanos, se não mesmo um monopólio.

    Os factos dizem o contrário.

    Em primeiro lugar, o terrorismo não é nada de novo.

    Em 1881, anarquistas mataram o Czar Russo Alexandre II e 21 vítimas inocentes.

    Em 1901, anarquistas mataram o Presidente norte-americano McKinley, bem como o Rei Humberto I de Itália.

    A Primeira Guerra Mundial começou em 1914, quando os anarquistas mataram o Arquiduque Fernando da Áustria. Estes ataques terroristas não foram muçulmanos.

    De forma geral, o terrorismo é definido como a morte de civis por razões políticas. De acordo com esta definição, o Raj Britânico referia-se a Bhagat Singh, Chandrashekhar Azad e a mui-tos outros activistas indianos como terroristas. Estes eram Hindus e Sikh e não muçulmanos.

    Guerrilheiros, de Mao Tse-tung a Ho Chi Minh e Fidel Castro, também mataram civis durante as suas campanhas revolucionárias. Também foram apelidados de terroristas até saírem vito-riosos. Nunca tiveram nada de muçulmano.

    Na Palestina, depois da Segunda Guerra Mundial, alguns grupos judeus (Haganah, Ir-gun e Stern Gang) lutaram pela criação de um Estado judeu, bombardeando hotéis e instala-ções e matando civis. Os Britânicos, que na altura governavam a Palestina, chamaram-lhes grupos judaicos terroristas. Muitos desses terroristas tornaram-se mais tarde nos líderes do estado independente de Israel – Moshe Dayan, Yitzhak Rabin, Menachem Begin, Ariel Sharon. Ironicamente, estes ex-terroristas criti-caram o terrorismo, aplicando este rótulo só aos árabes que lutam agora pelo mesmo conceito de nação pelo qual anteriormente lutavam os judeus.

    Na Alemanha, de 1968 a 1992, o Gang Baa-der-Meinhoff matou dezenas de pessoas, in-cluindo o Chefe do Treuhand, a agência de pri-vatização alemã.

    Em Itália, as Brigadas Vermelhas raptaram e mataram Aldo Moro, antigo primeiro-ministro.

    O Exército Vermelho Japonês foi uma ver-são asiática disto. O Japão foi também a casa de Aum Shrinrikyo, um culto budista que tem-tou matar milhares de pessoas no metropolitano de Tóquio, com gás sarin, em 1995.

    Na Europa, o Exército Republicano Irlandês é uma organização terrorista católica que conta já com quase um século.
    Espanha e França enfrentam o desafio do terrorismo da ETA, a organização terrorista basca.

    África é assolada por tantas guerras civis e conflitos internos que poucas pessoas ainda se preocupam em verificar quais os grupos que po-dem ser rotulados como terroristas. Espalham-se por todo o continente. Possivelmente a mais conhecida é o Exército de Salvação do Senhor no Uganda, uma organização cristã que usa crianças como soldados.
    No Sri Lanka, os Tigres Tamil há muito que constituem um dos mais ferozes e temíveis grupos terroristas do mundo. Foram os primeiros a treinar crianças para actividades terroristas. Por acaso, são hindus. O atentado suicida é amplamente associado aos muçulmanos palestinianos e iraquianos, mas os Tigres Tamil foram os primeiros a usar essa táctica em grande escala.

    Um bombista suicida assassinou Rajiv Gandhi em 1991.

    Na Índia, os militantes da Caxemira são muçulmanos. Mas eles são apenas um dos vários grupos militantes. Os militantes do Punjab, liderados por Bhindranwale, eram Sikhs. A Frente Unida de Libertação de Assam é um grupo terrorista hindu que tem como alvo os Muçulmanos e não o contrário. Tripura tem testemunhado a ascensão e a queda de vários grupos terroristas e por isso têm grupos Bodo em Assam. Os Cristão Mizos foram responsáveis por uma insurreição durante décadas e os Cristãos Nagas ainda comandam grupos militantes.

    Mas o mais importante de tudo são os grupos maoístas terroristas que existem actualmente em não menos que 150 dos 600 distritos da Índia. Atacaram esquadras de polícia e mataram e destruíram aldeias inteiras, que se opunham a eles. Estes são terroristas seculares (como a Gangue Baader Meinhof ou as Brigadas Vermelhas). Em termos de composição e de área controlada, os terroristas seculares estão muito à frente dos terroristas islâmicos.

    Resumindo, o terrorismo não é certamente um monopólio muçulmano. Existem ou existiram grupos terroristas entre os Cris-tãos, Judeus, Indus, Sikhs e até mesmo budistas. Os terroristas seculares (anarquistas, maoístas) foram os maiores assassinos.

    Então, por que há a impressão generaliza-da de que a maioria, senão mesmo todos, os grupos terroristas são muçulmanos?
    Encontro duas razões. Primeiro, a elite india-na segue os meios de comunicação ocidentais e o Ocidente sente-se sob o ataque de grupos is-lâmicos. Os terroristas católicos irlandeses mataram muito mais pessoas na Grã-Bretanha do que os muçulmanos, mas os atentados no metro de Londres e em Madrid são aquilo de que os europeus se lembram hoje. O Gangue Baader Meinhof, o IRA e as Brigadas Vermelhas já não representam uma grande ameaça, mas depois do 11 de Setembro, os americanos e os europeus temem ser atingidos em qualquer lu-gar e a qualquer hora. Então, concentram-se na militância islâmica. Não dão grande importân-cia a outras formas de terrorismo em África, no Sri Lanka ou na Índia: estas não repre-sentam uma ameaça para o Ocidente.
    Na Índia, os maoístas são uma ameaça muito maior do que os militantes muçulmanos em 150 distritos, um terço da área da Índia. Mas as maiores cidades sentem-se ameaçadas apenas pelos grupos muçulmanos. Assim, a elite nacio-nal e os meios de comunicação concentram-se de forma obsessiva no terrorismo muçulmano. Mal sabem as elites que este é um fenómeno de elites.

    Que Deus nos abençoe e iluminea todos.

  2. Cr. said

    No islam, allah é o maior enganador e o maior em tudo o que seja ruim, nomeadamente o maior terrorista.

  3. Cr said

    No islam, allah é o maior enganador e o maior em tudo o que seja ruim, nomeadamente o maior terrorista.

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