Ataque ao islam ou Islão a nu – Para tomar consciência do terror islâmico e o atacar

Para ver, ouvir e ler com atenção

Posted by ombl em Setembro 25, 2010

Documentário «Islão vs. Islamistas» “Começaria por dizer que este documentário é muito bom para ver e rever, sozinho e acompanhado, e para servir como base de debate.

Depois, há que fazer alguns reparos, começando logo pelo título do documentário: o título transmite a mensagem, sem que qualquer sustentação seja apresentada no decurso do próprio documentário, segundo a qual os moderados representam o islão e os extremistas, designados “islamistas”, representam uma facção minoritária e condenada ao ostracismo dentro das suas comunidades.
A ideia com que se fica após ver o documentário na íntegra, é justamente a contrária: os moderados parecem estar não apenas em minoria numérica, como ― e este é, porventura, o aspecto mais importante ― bastante desaparelhados para o confronto teológico com os extremistas. Têm do seu lado as conquistas da civilização ocidental, que prezam e defendem, com grande coragem, arriscando vida e património ― a democracia, a liberdade de expressão e de culto, etc. ―, mas os seus oponentes dentro do islão não estão interessados nesses argumentos. Sempre que a discussão se centrar nas fontes islâmicas, os moderados ficarão em desvantagem.
Em suma: o título do filme poderia ser, talvez até com mais propriedade, «Moderados vs. Islão». A opção feita pelos autores é, sem dúvida, menos alarmante, mas, receio, algo enganadora. Os moderados representam, na verdade, aquilo que nós, ocidentais, gostaríamos que o islão fosse; os outros, infelizmente, parecem ser aquilo que o islão é.

Algumas palavra a respeito dos protagonistas, de um e de outro lado.
Da parte dos extremistas ― talvez lhes devêssemos chamar “ortodoxos” ―, apreciei, sobretudo, os momentos de candura, da mais absoluta franqueza, em total contraste com as declarações do imã radicado na Dinamarca, já perto do final, a respeito da crise das caricaturas, onde a duplicidade do discurso ― apaziguador, para consumo ocidental; incendiário, para as massas muçulmanas ― fica bem patente. Agarram-se aos livros, invocam a absoluta soberania de Alá em todos os domínios da existência humana, expõe o seu desejo de cumprir o mandamento divino de implantar a soberania do islão mundialmente, pela força se necessário.
Em relação aos moderados, fica, sobretudo, uma grande simpatia, um sincero afecto por estes homens corajosos, que se propõem a titânica tarefa de compatibilizar o islão com civilização ocidental moderna, democrática e liberal. Conhecem os riscos, mas afrontam os seus adversários com determinação. Fica-se, infelizmente, com a sensação de que, pelo menos alguns, terão sido educados e apenas conhecem uma versão parcial do islão, e não o islão conquistador, belicoso. Praticam um islão de Meca, alheios ao de Medina, como se a doutrina da Abrogação não determinasse a revogação dos versículos pacíficos e tolerantes por outros, posteriormente revelados ― segundo crêem os muçulmanos ―, agressivos, expansionistas, intolerantes.

Feitas estas ressalvas, resta dizer que este filme é incomensuravelmente superior a qualquer artigo, reportagem ou documentário, apresentado nos nossos media, ao qual tive acesso.”

Outro: Link em espanhol: Daniel Pipes:”Zapatero está dando pasos que los islamistas aprueban y a largo plazo podría acercar el sueño de Al Andalus”

Em Português: “UM DOS PRINCIPAIS ANALISTAS NORTE-AMERICANOS FALA SOBRE A AMEAÇA ISLÂMICA CONTRA O OCIDENTE”

Entrevista interessante, esta , feita por um jornalista espanhol a Daniel Pipes, um dos principais activistas anti-islâmicos dos EUA, analista e director do Middle East Forum. Salientam-se as seguintes passagens, acertando no axis crucis da questão – a importância de preservamos o nosso rosto diante do Outro, mesmo que o Outro não goste:

Pergunta: Porque fala de medo ao Islão?

Resposta: Há medo de que os muçulmanos se ofendam e se irritem connosco e do que nos possam fazer. Basta ver o que se tem passado no meu país com os Alcorões. Creio que queimar um livro é totalmente incorrecto e não muito inteligente, mas nos EUA é um acto legal. Sem embargo, aparece Obama e diz: «Você não pode queimar este livro porque eu tenho medo das consequências.» Actua por isso reforçando a charia (lei islâmica) ao dizer «não deves queimá-lo porque isso é contra a charia.»

P: Está a chamar cobarde a Obama?

R: Obama tem muito medo. A minha filosofia é dizer «nós somos o que somos e vocês devem respeitar-nos.» A filosofia de Obama é que «somos nós que devemos respeitá-los e entendê-los.»
(…)
R: Quando os muçulmanos exercem a violência, no Ocidente preferimos falar de razões económicas, que o agressor estava louco, que tinha problemas sociais, que o seu matrimónio não estava bem, etc.. Mas não há que obviar o factor da Jihad. Os líderes ocidentais não querem falar deste tema porque não querem desgostar os muçulmanos nem convertê-los em jihadistas. Há que chamar as coisas pelos seus nomes – «terrorismo islamista».
(…)
P: Fala também da aliança de certa Esquerda europeia com grupos islamistas…
R: A base desta aliança é que não lhes agrada a civilização tradicional ocidental. Não partilham quase nada um com o outro, mas têm um inimigo comum. À primeira vista, pode-se simbolizar em Israel ou nos EUA de Bush, mas o seu inimigo é muito mais profundo: a cultura e a vida do Ocidente.

P: Na Europa, a imigração é uma questão cada vez mais polémica…

R: O vosso continente enfrenta um grave problema. Tem três opções. A primeira, a de que todos aceitem a Lei, não a vejo próxima, infelizmente. A segunda opção chama-se Eurábia, com leis islâmicas, uma Europa muçulmana com um Londonistão, um Al-Andalus… a última opção é dizermos «basta», não queremos que a charia domine as nossas sociedades.

(…)

P: E sobre Espanha?

R: Zapatero está a dar passos que os islamistas aprovam e a longo prazo poderia aproximar o sonho do Al-Andalus. Não digo que seja para já, em princípio, mas é um sonho muito vivo. Num dos seus primeiros discursos depois do 11 de Setembro, bin Laden referiu-se ao Al-Andalus, e o Hamas tem textos escolares nos quais explica que o sonho é voltar ao Al-Andalus.

Como é bom de ver, tudo isto diz tanto respeito a Espanha como a Portugal… se Israel cair, todas as forças muçulmanas que hoje se erguem contra o Estado da Magen David, serão dirigidas contra a Ibéria infiel. E daqui a uns anitos pode ser que se veja na televisão os opressores polícias espanhóis a bater nas criancinhas «andaluzes» muçulmanas, enquanto, fora da objectiva das câmaras de televisão, os «resistentes andaluzes» atiram morteiros contra os «cruzados espanhóis»…”

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