Ataque ao islam ou Islão a nu – Para tomar consciência do terror islâmico e o atacar

Discurso de Geert Wilders em Berlim

Posted by ombl em Outubro 6, 2010

Geert Wilders em Berlim(1) Ver texto em Português no fim

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Otro crimen de honor(islâmico), en Italia

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Não à besta

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Discurso de Geert Wilders em Berlim

“Queridos amigos:
Estou muito feliz de estar aqui hoje em Berlim. Como sabem, fui convidado pelo meu bom amigo René Stadtkewitz, e isso custou-lhe o lugar no Parlamento de Berlim que ocupava pela CDU. René, contudo, não cedeu á pressão. Ele não traiu as suas convicções. A sua demissão motivou-o a formar um novo partido político. Desejo-lhe o melhor. A Alemanha precisa de um movimento politico que defenda a identidade alemã. A Chanceler Angela Merkel afirmou que a islamização da Alemanha é inevitável. Ela fez passar a mensagem no sentido de que os cidadãos se devem preparar para mais mudanças como resultado da imigração. Ela quer que os alemães se adaptem a esta situação. A lider dos Cristãos-Democratas disse, e eu passo a citar:” Muito mais do que agora, as mesquitas farão parte das nossas cidades”, fim de citação.
Meus amigos, não devemos aceitar o ineceitável como inevitável sem tentar virar a maré. É o nosso dever como politicos preservar as nossas nações para as nossas crianças. Eu tenho esperança que o movimento lançado por René sejam tão bem sucedido como o meu Partij voor de Vrijheid, como o de Oskar Freysinger’s Schweizerische Volkspartei na Suiça, como o de Pia Kjaersgaard’s Dansk Folkeparti na Dinamarca, e movimentos similares noutros países. A minha boa amiga Pia recentemente falou na Suécia como convidada do SD (sverigedemokraterna) e disse: “Eu não me meto na politica doméstica da Suécia porque isso diz respeito ao povo sueco. Não, eu vim porque apesar de certas diferenças, o debate na Suécia fez-me lembrar o debate que houve na Dinamarca há 10 ou 15 anos atrás. E vim à Suécia porque também diz respeito á Dinamarca. Não podemos sentar e cruzar os braços e ficar quietos com os desenvolvimentos politicos na Suécia.” O mesmo se aplica a mim como holandês relativamente à Alemanha. Eu estou aqui porque a Alemanha tem importância para a Holanda e para o resto do mundo, e porque não podemos estabelecer uma Aliança Internacional da Liberdade sem um forte parceiro alemão.
Queridos amigos, amanhã comemora-se o Dia da Unidade Alemã. Amanhã faz exactamente 20 anos que a vossa grande nação se reunificou depois do colapso da ideologia comunista totalitária. O Dia da Unidade Alemã é um dia muito importante para toda a Europa. A Alemanha é a maior democracia na Europa. A Alemanha é o motor económico da Europa. Do bem estar e da prosperidade Alemã beneficiamos todos nós, porque o bem estar e a prosperidade alemã é um pré-requiesito para o bem estar e a prosperidade europeia. Hoje, todavia estou aqui para vos avisar acerca de uma sombria desunião. A identidade nacional alemã, a sua democracia e a sua prosperidade económica, está ameaçada pela ideologia politica do islão. Em 1848, Karl Marx começou o seu Manifesto Comunista com as seguintes e famosas palavras: ” Um espectro está assombrar a Europa – o espectro do comunismo.” Hoje, outro espectro está assombrar a Europa. O espectro do Islão. Este perigo, também é politico. O islão não é uma mera religião, como muita gente parece acreditar: o islão é uma ideologia politica. Isto não é novidade. Cito uma passagem que o historiador de Oxford JM Roberts escreveu em 1985: “Apesar de falarmos cuidadosamente do islão como uma “religião”, esta palavra carrega muitos significados implicitos na história da Europa Ocidental. Um muçulmano é antes de tudo um membro de uma comunidade, um seguidor de uma certa via, um aderente a um sistema de leis, em vez de ser alguém que possui uma visão teológica particular”, fim de citação. O professor da Flandres Urbain Vermeulen, o ex-presidente da União Europeia dos Arabistas e Islamistas, afirmou também que o “islão é antes de mais um sistema de leis, em vez de ser religião”.
O cientista politico americano, Mark Alexander, escreveu – e cito – “Um dos maiores enganos é pensar no islão como mais uma das grandes religiões do mundo. Não o devemos fazer. O islão é politico ou não é nada, mas, é claro, é politica com uma dimensão espiritual, política emanada de uma divindade…que não descansará até o Ocidente não mais existir, até o Ocidente seja…bem e verdadeiramente islamizado.”- fim de citação. Estas não são afirmações feitas só pelos oponentes do islão. Os académicos islâmicos dizem a mesma coisa. Não existem quaisquer dúvidas acerca da natureza do islão para aqueles que leram o Corão, as suras e o hadith.
Abul Ala Maududi, o influente lider islâmico paquistanês, escreveu – cito sublinhando que estas não são minhas palavras mas as de um distinto académico islâmico – “O islão não é meramente um credo religioso mas uma ideologia revolucionária e a jihad refere-se a essa luta revolucionária que destruirá todos os estados e governos da face da Terra, que se opõem à ideologia e ao programa do islão – fim de citação.

Geert Wilders em Berlim (2)___Ali Sina, um apóstata iraniano que vive no Canadá, refere que existe uma regra dourada no coração de cada religião que diz: Faz aos outros aquilo que gostarias que te fizessem a ti. Esta regra no Islão só se aplica aos muçulmanos, não aos infiéis. Ali Sina diz, passo a citar: – “A razão pela qual eu sou contra o Islão não é pela religião, mas porque o Islão é uma ideologia política imperialista e dominadora disfarçada de religião.” – fim de citação.

Um estudo desapaixonado da história do islão revela claramente que o objectivo de Maomé foi, primeiro conquistar o seu próprio povo, os árabes e unificá-los debaixo das suas leis, e depois, conquistar e governar o mundo. Esta foi a causa original e foi obviamente politica apoiada na força militar. “Eu fui ordenado que combatesse todos homens até que digam que ‘Não existe deus mas Alá e Maomé o seu profeta”. De acordo com o comando corânico na sura 8:39: ” Combate-os até não haver mais dissenção e a religião pertença inteiramente a Alá”. De acordo com a mitologia, Maomé fundou o islão em Meca depois do Anjo Gabriel o visitar no ano de 610. Os primeiros 12 anos do Islão, quando era só religião em vez de política, não teve sucesso. Em 622, maomé imigrou para Yathrib, um oássis predominantemente judeu, acompanhado de 150 seguidores atrás de si. Foi aí que a primeira mesquita foi estabelecida na história, tomou em seguida o poder político e deu a Yathrib o nome de Medina, que significa “Cidade do Profeta” começando assim a sua carreira de lider militar e político que o conduziu à conquista de toda a Arábia. Não é por acaso que o calendário islâmico começa com a hijra, a migração para Medina, a qual é o momento em que o islão se tornou um movimento político.
Depois da morte de Maomé, baseado nas suas palavras, o Islão desenvolveu a Sharia, um elaborado sistema legal que justifica a conquista brutal do mundo e a governança repressiva por direito divino – incluindo regras para a jihad e para o controle absoluto de crentes e não crentes. A Sharia é a lei na Arábia Saudita e no Irão, entre demais estados islâmicos. É também central na Organização da Conferência Islâmica (OIC), que no seu artigo 24 da Declaração dos Direitos Humanos do Islão, proclama que “todos os direitos e liberdades são submetidos à sharia islâmica”. A OIC não é uma instituição religiosa, é um corpo político. Constitui o maior bloco eleitoral nas Nações Unidas e produz relatórios na alegada “Islamofobia” nos Países Ocidentais que os acusam de violação dos direitos humanos. Para falar em termos biblicos: vêem o cisco no olho dos outros mas não vêem a trave nos seus próprios olhos.
Sob a lei da sharia, as pessoas nos territórios conquistados deixam de ter direitos legais, nem sequer o direito à vida e à sua própria propriedade, a não ser que se convertam ao Islão. Lá porque o Islão se defina a si mesmo como uma religião não quer dizer que seja uma religião. Antes de continuar, para evitar mal entendidos, que sublinhar que estou a falar do islão, não estou a falar dos muçulmanos. Eu faço sempre uma distinção clara entre as pessoas e a ideologia. Há muçulmanos moderados, mas a ideologia política do islão não é moderada e tem ambições globais. Tem como objectivos impor a lei islâmica ou sharia ao resto do mundo. A via para atingir tal designío é a jihad. As boas notícias são as de que há milhões de muçulmanos no mundo – incluindo muitos na Alemanha – que não seguem as directivas da Sharia e não se entregam á jihad. As más notícias são, contudo, a quantidade deles que estão preparados para usar todos os meios para atingir o seu objectivo ideológico revolucionário.”


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