Ataque ao islam ou Islão a nu – Para tomar consciência do terror islâmico e o atacar

Muçulmanos ordenam massacrar pessoas

Posted by ombl em Outubro 15, 2010

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Wilders … Os outros, e os outros são cada vez mais, consideram-no um homem racional, com visão e que consegue traçar rumos para lá do horizonte imediato e antever as tempestades que se formam lá longe.

Geert Wilders, um triunfador na política holandesa, está a ser julgado por incitamento ao ódio contra os muçulmanos.

O que fez, de facto, Wilders?

Disse que o Corão devia ser banido e que é pior que o Mein Kampf.

E por tal, sujeita-se a uma pena que pode chegar aos 15 meses de prisão.

Não se sabe ainda qual vai ser a decisão dos juízes, mas Wilders tem razão, o Corão é altamente ofensivo para com os infiéis e a tolerância que se encontra nalgumas passagens, é basicamente a de um proprietário para com o seu cão.

Wilders sabe disso e não se coibiu de dizer que para os muçulmanos poderem integrar-se na sociedade holandesa têm de deitar fora metade do Corão.

Porque tomado no seu todo, o Corão, a fundamentação do Islão, é uma ideologia claramente fascista.

Em 2008, Wilders produziu um pequeno filme, Fitna, que sublinha a evidente e inegável ligação entre Islão e terrorismo.

Impressiona especialmente a parte em que um pregador afirma que ” já mandámos no mundo antes e, por Alá, virá o dia em que o faremos de novo, no mundo inteiro”

Outro afirma que “Tomaremos os EUA. Tomaremos o Reino Unido. Tomaremos toda a Europa”.

Na opinião de Wilders, a fatwa de Khomeini contra Salman Rushdie, em 1989, pelos “Versículos Satânicos”, a morte de Theo van Gogh em 2004, as perseguições contra intelectuais, artistas e jornalistas que, de algum modo, “ofendam” o Islão, demonstram claramente a violência muçulmana contra os valores do Ocidente.

Hoje há, em vários países da Europa, zonas “libertadas”, zonas onde os não-muçulmanos já não se atrevem a entrar, sem que os políticos se atrevam a confrontar a muralha politicamente correcta que os leva sempre a apaziguar os radicais, e a encontrar em si mesmos, “culpas” pelo radicalismo dos outros

Num discurso recente, Wilders citou Ângela Merkel que terá dito que “a islamização da Alemanha é inevitável”; citou também o líder do Partido holandês dos Democratas Cristãos, que terá afirmado que “cada vez mais as mesquitas serão parte integral das nossas cidades”. Este e outros casos provam, a Wilders, que os políticos europeus, ou ainda não entenderam a dimensão da ameaça, ou entenderam e já desistiram de tentar preservar o seu modo de vida e a sua identidade.

É por isto que Wilders está a ser julgado. Se for condenado, um dos valores mais importantes da nossa cultura, a liberdade de expressão, terá cedido face ao Islão.

Sinal inconfundível de “dhimmitude”.

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