Ataque ao islam ou Islão a nu – Para tomar consciência do terror islâmico e o atacar

Taricas, um dos tentáculos ocultos da besta Islâmica

Posted by ombl em Janeiro 17, 2011

Taricas são sociedades semi-secretas Islâmicas
Áudio onde fala sobre as taricas – Podcast de Olavo de Carvalho de  05/01/2009
Artigo – O segredo da invasão islâmica por  Olavo de Carvalho Fonte

Entre as perguntas a que respondi no meu último programa True Outspeak (www.blogtalkradio.com/olavo , às 20h00 de segunda-feira), veio uma especialmente interessante do meu amigo Nahum Sirotsky, correspondente da Zero Hora em Israel. A resposta que dei resumia alguns estudos que estou fazendo para o meu livro A Mente Revolucionária, motivo pelo qual meu aluno Sílvio Grimaldo houve por bem transcrevê-la. Reproduzo-a aqui sem alterações, apenas levemente corrigida:

“Muito bem. A dúvida do Nahum é a seguinte: Como é possível um…

movimento de envergadura mundial sem um centro de comando, como se fosse uma coisa espontânea se espalhando pelo mundo pela simples força do automatismo? De fato isso parece um enigma. E esse é um enigma que os comentaristas políticos e os analistas estratégicos do Ocidente não vão entender jamais. Eles não têm a menor condição de entender como é o processo profundo da guerra de civilizações, porque para isso seria preciso estudar o Islam até às últimas fontes da espiritualidade islâmica, que estão bem remotas da política diária. Então esse pessoal de formação mais ou menos materialista – e mesmo o pessoal religioso – não têm, no Ocidente, uma visão dessa profundidade, não conseguem conceber como é que funciona realmente o Islam. Eles vêm que existem mesquitas, que existe o culto popular, que existem ali alguns funcionários das mesquitas, que são as lideranças religiosas aparentes, e que existe, por outro lado, a estrutura dos Estados, mas, procurando em tudo isso, eles não enxergam o centro. Para achar esse centro você precisa cavar além da superfície.

Não se pode esquecer que o Islam está povoado de taricas. Taricas são organizações esotéricas estruturadas mais ou menos como ordens religiosas, que se dedicam a exercícios espirituais em acréscimo às praticas rituais obrigatórias do Islam. São práticas ditas supra-rogatórias, não são obrigatórias pela lei religiosa, são uma devoção especial que o indivíduo faz se quiser. As taricas remontam ao próprio tempo de Maomé. Havia um grupo que se reunia para fazer recitações dos nomes de Deus. Alguém perguntou a Maomé o que ele achava disso e ele disse que eram excelentes pessoas, mas que estavam fazendo algo que não era obrigatório, que eles mesmos tinham oferecido aquilo a Deus. Daí se originou uma multidão de organizações esotéricas que se ramificam por todo o Islam. Se você entra numa mesquita e ali há mil pessoas, você pode ter certeza que pelo menos metade delas pertence a alguma tarica. As taricas não se dedicam à actividade política, mas elas são a fonte profunda da unidade espiritual e, portanto, cultural do Islam. E evidentemente é lá que tudo começa.

“No Ocidente as pessoas só percebem a guerra cultural quando ela se traduz em manifestações públicas, quando se traduz numa expressão politicamente visível, mas na verdade essa guerra começa muito antes, vindo de dentro das taricas. As taricas são chefiadas por mestres espirituais chamados Sheikhs. Sheikh é um título honorífico, que quer dizer apenas uma pessoa mais velha, mas na verdade os sheikhs das taricas são como um cargo hereditário que é passado não necessariamente para um filho, mas por uma herança espiritual, cada sheikh nomeia o seu sucessor…

“A força que essas organizações representam no Islam não tem nada de comparável no Ocidente. Mesmo se você for investigar as sociedades esotéricas e secretas aqui, elas existem, é claro, mas não têm essa profundidade, não têm, sobre a totalidade da população, a autoridade espiritual tremenda que as taricas têm. [No Islam shiita, a coisa é mais complicada ainda porque há outras redes de organizações esotéricas, independentes das taricas, com uma filosofia messiânica própria.] Então é dessas taricas [e similares] que vem o comando, mas não de uma maneira directa. Não há um comando estratégico que diz ‘faça isso’ ou ‘faça aquilo’, mas é dali que surgem as ideias e as tendências e, no plano das guerras espirituais e culturais, evidentemente a acção provem das taricas. Por exemplo, eu estou seguro de que não é possível explicar a história do século XX, em absolutamente nada, sem levar em conta a acção de enviados de organizações islâmicas que agem no Ocidente há mais de um século exercendo uma influência muito subtil sobretudo na elite intelectual. Antes de vir esse ataque por baixo, que é a imigração [como arma de guerra cultural], essa agitação toda e o próprio terrorismo, muito antes disso havia uma acção por cima, através da dissolução da elite intelectual ocidental, [seguida pela] sua reorganização em termos islâmicos.

“Muita gente pode ter ouvido falar do famoso Georges Gurdjieff, aquele líder espiritual arménio. A função do Gurdjieff no Ocidente foi simplesmente bagunçar a elite intelectual. Quando Gurdjieff chega ao Ocidente, no começo do século, ele se apossa de inumeráveis líderes intelectuais e simplesmente os destrói espiritualmente, os deixa completamente desorientados, abrindo um rombo na carapaça da cultura ocidental moderna, cientificista e materialista, abrindo as portas para a entrada da influência oriental, que depois mais tarde se tornaria popular com o movimento da Nova Era nos anos 60. A Nova Era jamais teria sido possível se Gurdjieff não tivesse aberto essa brecha meio século antes. Um continuador dessa obra de destruição foi um indivíduo chamado Idries Shah, um inglês de origem indiana, que prosseguiu o trabalho de decomposição da elite intelectual ocidental num nível de profundidade que não chama a atenção dos analistas políticos. Por que um analista político vai se interessar por assuntos esotéricos, ocultistas, etc.? Há gente que se faz de superior a isso justamente porque não entende – não entende a profundidade do efeito dessas armas na guerra cultural.

“Ao mesmo tempo em que as taricas mandavam esses agentes para fazer o serviço destrutivo, mandavam outros para reconstruir, recolocar em ordem a cabeça dos intelectuais, [mas agora] já em termos islâmicos. E nisso se destacaram duas pessoas, René Guénon e Frithjof Schuon. Guénon é o sujeito que propõe já em substituição à cultura européia uma construção integral baseada em doutrinas orientais [as doutrinas oficiais da sua tarica]. Quando Guénon começou a falar dessas coisas por volta de 1920, ninguém prestou a mais mínima atenção. Ele fez até uma conferência na Sorbonne com o título de A Metafísica Oriental, havia umas dez pessoas lá. Passados quarenta anos, o pensamento do Guénon era o dono, o proprietário absoluto do Departamento de Estudos Religiosos da Universidade de Paris, proliferando a sua influência numa escala que, no começo, seria inimaginável.

“Aí é que está a guerra cultural profunda, mas eu nunca vi algum analista ocidental, mesmo entre os melhores – um Bernard Lewis, por exemplo – dar um tratamento a isso com a profundidade que deve.

“Por exemplo, o Gurdjieff. Você tem vários movimentos artísticos no modernismo que dão a impressão de ser criações puramente ocidentais, mas que não foram nada disso: era o dedo do Gurdjieff que estava lá. Aqui nos EUA, por exemplo, o arquiteto mais influente, que foi o Frank Lloyd Wright, o sujeito que revolucionou a arquitetura americana, era um discípulo do Gurdjieff, obedecia a instruções diretas dele. Gurdjieff conseguia criar estilos artísticos como quem preenche um cheque, ele criava um atrás do outro. É um tipo de capacidade que as pessoas normalmente não imaginam. Isso não quer dizer que eu goste muito desse Gurdjieff não, mas tenho de reconhecer a sua força tremenda.

“Então é nesse nível, da unidade espiritual da tradição islâmica, que se tem que encontrar a tal da autoridade humana pela qual pergunta com muita razão o Nahum Sirotsky.

“Mas, quanto mais o tempo passa, mais vejo que a incapacidade de fazer as perguntas corretas é a grande falha da classe falante: falam, falam, mas às vezes o problema está na frente deles e eles nem percebem que existe o problema, não percebem a questão. E, não fazendo a pergunta, evidentemente não têm as respostas. Então, o mistério desse movimento tremendo, avassalador, aparentemente sem cabeça, sem comando, que vai tomando conta do mundo, até hoje não suscitou a pergunta correta porque as pessoas procuram [uma resposta] no nível do comando político ou, no máximo, religioso no sentido mais externo da coisa, e não no sentido do comando espiritual que unifica uma civilização.”

Ainda voltarei a este assunto tremendamente complicado. Reproduzi a resposta só para dar ao leitor uma primeira idéia de como as coisas que ele lê na mídia a respeito da invasão islâmica são superficiais e incapazes de explicar os fatos.

Mas, por enquanto, deixemos essas alturas e vejamos o que se passa na terra de Macunaíma.

Outro Artigo  – Taricas, o “Cavalo de Tróia” islâmico
Fonte-=»

A pouco e pouco o Islão, sem ter um centro de tomada de decisões, vai invadindo o mundo ocidental cristão, sem que os nossos políticos e estrategas se apercebam. Mas ao TSOR ninguém engana!

Por detrás das mesquitas, com lideranças religiosas visíveis, dos estados, do culto popular, escondem-se os ninhos onde nascem os terroristas, as Taricas. São organizações tipo ordens religiosas, que se dedicam a exercícios espirituais para além dos rituais obrigatórios. O Islão está povoado destes ninhos. Remontam ao tempo de Maomé. Um dia perguntaramºlhe o que é que ele pensava destas práticas e o artista respondeu que eram “excelentes pessoas”. A partir deste momento estas organizações esotéricas ramificaram-se por todo o Islão. As taricas não se dedicam à actividade política, mas elas são a fonte da unidade espiritual e cultural do Islão. E é lá que tudo tem início. Quem chefia estes ninhos são os Sheikhs, um título honorífico que significa “pessoa mais velha”, e que passa para um sucessor nomeado por ele. As taricas têm uma autoridade espiritual tremenda sobre a população (no shiismo há outras organizações independentes das taricas). É destas organizações que surgem as ideias e as tendências, que dão origem às guerras espirituais e culturais. Há organizações islâmicas que actuam no Ocidente há mais de um século, exercendo uma influência na élite intelectual, reorganizando-a em termos islâmicos. É uma acção por cima. Ahgora veio o ataque por baixo, que são os emigrantes e com eles os terroristas.

Georges Gurdjieff, um místico greco-arménio, chegou ao Ocidente no começo do século vinte e através da sua acção conseguiu destruir espiritualmente os líderes intelectuais, deixando-os desorientados em relação à sua cultura ocidental moderna, cientifista e materialista. Tinha começado a influência oriental, que deu origem ao movimento popular “Nova Era” nos anos 60. A brecha aberta por Gurdjieff meio século atrás deu os seus primeiros frutos. Os vários movimentos artísticos no modernismo, que todos pensam serem criações puramente ocidentais, mais não são do que correntes influenciadas Gurdjieff. O arquitecto mais influente dos EUA, Frank Lloyd Wright, que revolucionou a arquitectura no país, era discípulo de Gurdjiefb, obedecendo a instruções directas dele.

Idries Shah, um inglês de origem indiana prosseguiu o trabalho de destruição da elite intelectual ocidental, sem que os políticos, mais preocupados em roubarem o estado, se apercebessem do perigo do efeito destas armas na guerra cultural.

As taricas mandam os seus agentes, uns detroem e os outros reprogramam a cabeça dos intelectuais, agora em termos islâmicos. Em 1920 destacaram-se dois agentes do inimigo, René Guénon e Frithjof Schuon. O primeiro propôs a substituição da cultura europeia pelas doutrinas orientais seguidas pela sua tarica. Ninguém lhe ligou, mesmo quando fez uma conferência na Sorbonne intitulada “A Metafísica Oriental” (10 pessoas na assistência). Quarenta anos depois o pensamento de Guénon tomou o controle do Departamento de Estudos Religiosos da Universidade de Paris, continuando a proliferar.

É a este nível, da unidade espiritual da tradição islâmica, que este avassalador movimento, sem comando político, vai tomando conta do mundo ocidental. Mas tem pela frente o TSOR e o seu chefe máximo o Tenente Proveta, que lhe dá uma permanente guerra espiritual sem limites, até à vitória final da Razão e dos Bons Costumes!

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8 Respostas to “Taricas, um dos tentáculos ocultos da besta Islâmica”

  1. pvnamII said

    «……..mini-spam……..»

    Separatismo na Europa

    —> Deixem-se de certas conversas da treta… e concentrem-se naquilo que é verdadeiramente importante: combater o etnocídio europeu que por aí se avizinha!…
    —> Só há um caminho a seguir: antes que seja tarde demais, contra a (cada vez mais poderosa) Inquisição Mestiça, há que mobilizar, para o SEPARATISMO, aquela minoria de europeus que possui disponibilidade emocional para abraçar um projecto de Luta pela Sobrevivência…

    Nota 1:
    -> Cuidado: Existem Predadores Insaciáveis [Africanos, Mestiços, Árabes, Asiáticos,……] que estão numa corrida demográfica pelo controlo de novos territórios…

    Nota 2:
    -> Há que assumir a ruptura total com os Parasitas Intolerantes (vulgo parasitas brancos – a maioria dos europeus): como não constituem uma SOCIEDADE SUSTENTÁVEL – isto é, uma sociedade dotada da capacidade de renovação demográfica -, eles (os Parasitas Intolerantes – vulgo parasitas brancos) procuram infiltrar-se em qualquer lado: quer importando outros povos para a Europa… quer deslocando-se para o território de outros povos…

    ANEXO 1:
    TODOS DIFERENTES!!! TODOS IGUAIS!!!
    Isto é, TODOS os Povos Nativos do Planeta Terra:
    -> INCLUSIVE os de ‘baixo rendimento demográfico’ (reprodutivo)!…
    -> INCLUSIVE os economicamente pouco rentáveis!…
    devem possuir o Direito de ter o SEU espaço no Planeta!!!

    ANEXO 2:
    Contrariando aquilo que os espertalhões da Inquisição Mestiça pretendem… não devemos ser Fundamentalistas!!!… Assim sendo, devem ser considerados NATIVOS todas as pessoas com, pelo menos, x % de GENES TÍPICOS NATIVOS… ( nota: x% -> a definir por uma comissão científica )

    ANEXO 3:
    Não sejam uns IMBECIS! Abram os olhos: não há tempo a perder com os Imbecis Militantes (vulgo nacionalistas, e afins) que não querem admitir aquilo que toda a gente sabe: a MAIORIA dos europeus são ‘dignos herdeiros’ da sociedades europeias exploradoras de escravos do passado: adoram mão-de-obra servil ao ‘preço da chuva’, e outras negociatas de lucro fácil….

  2. Mike said

    Just passing by.Btw, your website have great content!

    _________________________________

  3. AGIR !

    Si Geert Wilders “tombe” alors c’en est fini de la liberté d’expression en Europe. Aussi nous lançons une grande action SITA internationale avec 2 textes possibles en français l’un mettant en parallèle Wilders et Winston Churchill et l’autre Wilders et Charlie Chaplin:
    http://sitamnesty.wordpress.com/

    2009/01/23/je-soutiens-le-democrate-geert-winston-wilders-contre-le-fascisme-islamique-et-ses-dhimmis/ (winston-fr)
    http://sitamnesty.wordpress.com/

    2009/01/23/je-soutiens-le-democrate-geert-charlie-wilders-contre-le-fascisme-islamique-et-ses-dhimmis/ (charlie-fr)
    Pour soutenir Geert Wilders et nos libertés chèrement acquises participez aux des 2 actions proposées et transmettez ce message à vos amis proprietaires d’un site ou d’un blog pour qu’ils le publient.
    Une autre façon efficace d’aider geert Wilders est de faire un don et pour cela aller à la page: http://www.geertwilders.nl

    ——————————————————————————–

    If Geert Wilders falls, then Freedom of speech is dead in Europe. We are launching an extensive International Action SITA including two possible texts ; one comparing Wilders and Winston Churchill and another Wilders and Charlie Chaplin:
    http://sitamnesty.wordpress.com/

    2009/01/23/i-support-democrat-geert-winston-wilders-against-islamic-fascism-and-its-dhimmis (Winston Eng)
    http://sitamnesty.wordpress.com/

    2009/01/23/i-support-democrat-geert-charlie-wilders-against-islamic-fascism (Charlie Eng)
    To support Geert Wilders and our dearly acquired freedoms please participate to the 2 suggested actions and transmit this message to your friends owners of a website in order they publish it.
    An other way to support Geert Wilders is to give some money. To donate: http://www.geertwilders.nl

    ——————————————————————————–

    Wenn Geert Wilders “fallt”dann ist die Meinungsfreiheit in Europa am Ende. Wir setzen darum mit zwei Texten auf Franzosisch und Englisch eine grose

    “Action SITA International” in Gang. Im einen Text wird eine Parallele zwischen Wilders und Winston Churchill, im anderen eine Parallele zwischen Wilders und Charlie Chaplin aufgezeigt. ( http://sitamnesty.wordpress.com/ )

    Wenn Sie der Meinung sind, dass Geert Wilders’ Freiheit – und damit auch Ihre eigene – Ihnen eine Briefmarke wert ist, dann machen Sie bitte mit.

    Um Geert Wilders zu unterstutzen und unsere hart erkampften Freiheiten zu verteidigen, leiten Sie diese Nachricht Ihren Freunden und an Blogs zur Veroffentlichung weiter.

    Sie konnen Wilders auf http://www.geertwilders.nl auch finanziell unterstutzen.

  4. D said

    maomé matou o seu allah
    O próprio maomé no fim matou o seu próprio allah maometano, deixou-o sem fala, sem espírito, sem vida.
    Fez isso para o substituir por satanás.
    allah antes tinha morto os filhos de maomé e dado permissão directa e clara a satanás.
    No islam só satanás está activo.

    Os maometanos adoram um cadáver mas um cadáver de um assassino e fazem isso informados pelo diabo.

  5. AF said

    ver:
    http://www.orkut.com/Main#CommMsgs.aspx?cmm=8624&tid=5316854365161151212

  6. sdfasd said

    ver em:
    Batam em suas Mulheres! Sejam Homens!
    http://www.orkut.com/Main#CommMsgs.aspx?cmm=55633509&tid=5325202089389760810

  7. Nelson said

    http://neuroamante.blogspot.com/2009/11/o-que-devemos-fazer-para-contrariar.html

    O que devemos fazer para contrariar a jihad furtiva.

    Não é necessário inscrever-se em qualquer movimento. O que é preciso é actuar todos os dias no sentido de desmarcarar a dupla linguagem “pacífica” dos muçulmanos. Em Portugal é necessário defrontar as “elites bem pensantes” e sobretudo a comunicação social tendenciosa, quer através de blogs, cartas ao director, boicote aos jornais, etc. O último exemplo da manipulação deste jornalismo dhimmi, foi a falta de identificação do massacre levado a cabo por muçulmanos nas ilhas do Sul das Filipinas. Nenhum jornal, nenhuma televisão referiu que os criminosos são islâmicos separatistas que actuam em Mindanao. Ainda por cima 15 dos decapitados eram jornalistas.

    Por outro lado, nunca por nunca votar em partidos que apoiem os interesses islâmicos, como por exemplo o Bloco de esquerda. Pelo contrário desmascarar estes partidos como instaladores da islamização nas sociedades europeias.

    A grande táctica da jihad silenciosa ou furtiva é afastar a nossa civilização para o islamismo aos poucos se instalar. Para isso é necessário defender os valores da civilização ocidental. E agir nas coisas simples. Por exemplo, comemorar as datas festivas como o Natal, nas nossas organizações profissionais é simples e funciona como “o alho para os vampiros”. O caso dos crucifixos em Itália, é só um exemplo de como os muçulmanos actuam. Os pais de uma única aluna muçulmana conseguiram que a União Europeia interferisse nas escolas italianas que ainda sustentavam o crucifixo nas paredes, exigindo que aqueles retirassem um dos maiores simbolos da civilização europeia.

    Contar e falar ao maior número de pessoas possível, alunos incluídos caso seja professora, acerca da ameaça muçulmana para os nossos estilos de vida, sem medo de que nos chamem de racistas ou de extrema direita. O islão não é uma raça, portanto essa não pega, e de extrema direita são todos aqueles que defendem ou toleram uma religião que é política, que é intolerante, que é anti-semita, que é descriminatória relativamente a outras religiões, às mulheres e às minorias sexuais, e altamente simpatizante do nazismo. Não podemos tolerar mais a intolerância. Enough is enough.
    Ter em atenção e desmascarar o revisionismo da História. Nunca a civilização islâmica foi cientificamente evoluida, nem tolerante. O que aconteceu foi que pela guerra e conquista se apoderaram dos maiores centros de saber da época, como Alexandria, Damasco, entre outros. Importaram basicamente algum saber (o que não destruiram) grego e indiano. Este revisionismo é mais um aspecto da jihad.

    Fazer referência a livros, sites, blogs, etc, que informem as pessoas sobre a verdadeira face do Islão. Quantas mais pessoas acordarem, menor a probablidade da islamização continuar.

    É preciso é que as pessoas percam o medo. Se tivermos medo, eles já ganharam. Estar atento às pequenas alterações no nosso meio social e actuar é uma questão de sobrevivência. Outro exemplo a este respeito: nos EUA algumas escolas retiraram do buffet as gomas, porque são feitas de tutano de porco, porque constituem uma ofensa para os alunos muçulmanos e estes pressionaram as direcções escolares. Certamente que ninguém enfiou gomas pelas goelas abaixo de qualquer aluno muçulmano. Simplesmente foram retiradas do mostruário. O que é que isto significa? Significa que a nossa cultura se afastou para deixar entrar a islâmica. Os islâmicos são reconhecidamente supremacistas por isso a nossa civilização “inferior” tem que se afastar para dar lugar à Submissão.
    E nós temos o dedo do meio bem comprido para lhes mostrar.

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