Ataque ao islam ou Islão a nu – Para tomar consciência do terror islâmico e o atacar

Fundamentos e maldades Muçulmanas…

Posted by ombl em Fevereiro 7, 2011

Relembremos os Fundamentos da Irmandade Muçulmana… Ler em baixo

São Todos Farinha Da Mesma maldade Ler em baixo

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Outros: Obama apoia consistentemente os islamitas

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La violación en el islam

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España: Privilegios de la inmigración musulmana que no gozan los españolitos

Nueva masacre islámica de cristianos en Egipto

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INDONÉSIA (48º) – 4/2/2011 (11h30) – Extremistas se manifestam contra abertura de igreja

Islão: o que os outros dizem

Sean Hannity chama Anjem Choudary de doente e filha da p*** no ar

“Inimigo da paz mundial ganha forças do adversário ocidental fragilizado”

Carta aos MUÇULMANOS …

Humor: AL-GHARB – ALGARVE – ALL GARVE

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Relembremos os Fundamentos da Irmandade Muçulmana…

Pese a cabotinice optimista de algumas análises jornalisticas, quer gostemos ou não, a Irmandade Muçulmana (IM) vai ter um papel importante no futuro próximo da vida dos egípcios, de Israel e do Ocidente.
Resumidamente, IM Foi fundada em 1928 por um fascista chamado al Banna, com o objectivo de restablecer o esplendor e a dominância islâmica perdida. A imposição da sharia, lei islâmica, é central,
As actividades da IM ultrapassam em muito o simples conceito de partido político extremista baseado no Egipto. De facto, a IM é extremamente activa na Europa e nos USA. Na Europa, uma das suas faces mais destacadas (e muito celebrada pela imprensa dhimmi) é o intelectual Tariq Ramadan (neto de al-Banna). Nos USA, segundo documentos relevados pelo Ministério Público americano em 2007, relativamente ao caso da Holy Land Foundation (que servia para financiar o Hamas), a IM, nas suas próprias palavras, afirmava claramente que se “dedicava a eliminar e a destruir a Civilização Ocidental por dentro e sabotar a sua miserável Casa.”
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São Todos Farinha Do Mesmo Saco…

e o saco chama-se islão. São séculos de obscurantismo, provocados por uma ideologia totalitária inspirada num livro medíocre e violento escrito no séc. VI por um calaceiro chamado Maomé. É uma civilização formatada pela prática política de um deus tirano denominado Ala, que a serracenagem afirma que é grande. E por isso andam doridos… O islão é uma civilização historicamente violenta que cresceu conquistando e escravizando povos e nações que foram literalmente varridos do mapa em limpezas étnicas sistemáticas e genocídios conhecidos. Uma civilização que sempre teve uma especial motivação (e frustração),  pela Europa, a sua presa mais apetecida.
Mas actualmente é o Egipto que está na ordem do dia. Vejamos então o que a História nos diz sobre como se processou a invasão e consequente islamização do Egipto, até então um terra de cristãos ortodoxos.
Segundo o testemunho de João, O Monofisista, Bispo de Nikiu, (plasmado nas suas crónicas datadas do ano 700), a invasão muçulmana do Egipto, foi brutal e impiedosa (como aliás o fazem em qualquer lugar que ataquem ou para onde imigrem). Por exemplo, quando os muçulmanos capturaram a cidade de Bahnasa, os invasores massacraram não só o comandante do exército Bizâncio, bem como todos os soldados e todos os habitantes da cidade, quer fossem velhos, bebés ou mulheres. O pânico instalou-se na região levando muitos Cristãos Coptas a fugir do genocídio. No entanto, segundo João de Nikiu, “aqueles egipcios que deixaram a fé Cristã (Monofisistas) abraçaram a fé da besta”. Ele explica que devido á hostilidade para com o Imperador Heraclito (610-641) e para o Patriarca Kyros de Alexandria, os Coptas, em certas cidades, tal como Antinoe, cooperaram com os invasores e submeteram-se, tronando-se cidadãos de segunda classe, ou seja dhimmis.
João de Nikius, nos seus escritos,  também deixa um aviso para as gerações futuras, para nós incluído. Ele refere que o colapso de Alexandria e do Egipto resultou na incapacidade e impotência do Patriarca Kyros em defender a cidade,  e da ténue, senão mesmo apaziguadora, posição do governo em Constatinopla após a morte do Imperador Heráclito. De notar que, por esta altura, Bizâncio era acossada por várias invasões. Outros Coptas, em grande número, recusaram-se em submeterem-se á lei do corão e sofreram perseguições e chacinas intermináveis (que ainda hoje continuam como todos sabemos).
João de Nikius assim o descreve: “Multidões de Coptas, não unicamente Gregos, ficaram horrorizados pelos massacres e prepararam-se para a batalha contra os Árabes, tendo testemunhado a desvatação e a carnificina de Alexandria após a sua queda.” João de Nikiu descreve ainda que, “os Coptas rezavam a Deus para os libertar dos inimigos da cruz e do jugo muçulmano bem mais pesado do que o jugo do Faraó sobre os Israelitas.”
A conquista do Egipto seguiu o padrão de violência das conquistas da “religião da paz”: Desde a Península Ibérica até à India.  

Com a curiosa excepção do optimismo mal amanhado que esquerdistas e arabistas deixam por estes dias nas páginas dos jornais, todos aqueles que vivem com os dois pés bem assentes neste planeta, esperavam que, mais cedo ou mais tarde, a manifestações “pró-democracia” no Egipto acabassem neste indecoroso espectáculo trauliteiro da turba maometana. (Afinal de contas quem é que quer esta gente na Europa?)
Curioso também, os jornalistas in loco não verem” os cartazes anti-israelitas que circulam em grande número carregados pelos amantes da “paz e da democracia”. Esses, até eu bem sentado no meu sofá consigo ler na televisão. É duplamente sintomático. E por falar em sintomas? Não me lembra de ler ou de ouvir os excitados pela democracia no Egipto a excitarem-se de igual forma pelas gigantescas manifestações pró democracia no Irão…ainda ano passado.

Só pode ser falta de memória…minha!

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