Ataque ao islam ou Islão a nu – Para tomar consciência do terror islâmico e o atacar

Islão = 90 mil ” 11 de Setembro “

Posted by ombl em Setembro 11, 2011

11 de setembro = 3000 mortos

Islão = 270 milhoes de mortos

Islão = 90 mil “11 de Setembro”

Relembremos todas essas  vítimas do criminoso maléfico e diabólico  Islão.

9 Respostas to “Islão = 90 mil ” 11 de Setembro “”

  1. Anónimo said

    Lógica: Muçulmano ou nazista?
    Se eu começo por aí a difundir a ideologia nazista, espalhando cópias do livro de Hitler “Mein kampf”, propondo exterminar e matar todos os judeus e outras raças, sou imediatamente chamado de neo-nazista, extrema-direita, anti-semita, e coisas piores, podendo até ser preso por ofença e incitamento ao ódio…
    Agora se eu difundo o islam, espalho a ideologia fascista muçulmana da Shariaa, se distribuo livros do cruel Alcorão, onde diz claramente que os judeus e crentes de outras religiões devem ser perseguidos e exterminados, decapitados e cortados os dedos, prevalecendo somente o Allah, aí eu não serei perseguido nem processado, pois estou somente difundindo um livro “sagrado”, uma “religião de Paz’…
    Dá para entender essa imensa besteira?
    Onde chegou a nossa cegueira “politicamente correta”…

  2. Anónimo said

    Porque eu mudei minha opinião sobre os muçulmanos.
    Durante dezenas de anos sempre considerei que as constantes brigas no Médio Oriente entre árabes e judeus, eram o resultado da ocupação por Israel dos “territórios palestinos”. Para mim, então dominado pelos ideais marxistas e terceiromundistas, os judeus eram “os assassinos de árabes e os aliados dos imperialistas ocidentais” enquanto os árabes da Judeia eram “os pobres muçulmanos, trucidados pelos maldosos judeus capitalistas”…
    Com o constante crescimento do terrorismo islâmico, que culminou no terrível “nine-eleven” de Nova York, fui entendendo que as coisas eram bem mais complexas. Mas foi principalmente depois de ler e entender o Alcorão que a minha opinião sobre o Islam se esclareceu radicalmente.
    Descobri afinal que os muçulmanos não lutam contra Israel e contra o Ocidente por causa da ocupação por Israel dos territórios da Cisjordânia, mas sim porque assim lhes ordena o profeta Maomé no seu livro sagrado. Está bem claro no intolerante e cruel Alcorão que todos os infiéis, cristãos, judeus, budistas, ateus, etc são todos gente desprezível, verdadeiros macacos, que devem sofrer no Inferno terríveis castigos, e que deverão ser assassinadas e decapitados pelos valorosos lutadores da obrigatória Guerra Santa, a Jihad Islâmica, os quais ganharão assim o paraíso de Allah, cheio de virgens, de vinho, de mel e de riachos correndo…
    Vê-se assim que o problema é muito sério e para resolvê-lo não vejo mais que duas saídas:
    Ou os muçulmanos resolvem seguir somente o pouco que há de bom no Alcorão, fazendo uma revisão desse documento, desistindo da obrigação da Guerra Santa e da ideologia da conquista do mundo para o Allah, e integrando-se assim no mundo pluralista, de modo tolerante, democrático e pacífico
    Ou o Islam, como uma ideologia totalitária, continuará nesse atual caminho de confronto radical com todos os povos do mundo, na sua tentativa de impor a lei islâmica da Sharia a todos os habitantes da Terra, o que certamente acabará numa guerra mundial de resultados terríveis…

  3. a said

    Porque eu mudei minha opinião sobre os muçulmanos.
    Durante dezenas de anos sempre considerei que as constantes brigas no Médio Oriente entre árabes e judeus, eram o resultado da ocupação por Israel dos “territórios palestinos”. Para mim, então dominado pelos ideais marxistas e terceiromundistas, os judeus eram “os assassinos de árabes e os aliados dos imperialistas ocidentais” enquanto os árabes da Judeia eram “os pobres muçulmanos, trucidados pelos maldosos judeus capitalistas”…
    Com o constante crescimento do terrorismo islâmico, que culminou no terrível “nine-eleven” de Nova York, fui entendendo que as coisas eram bem mais complexas. Mas foi principalmente depois de ler e entender o Alcorão que a minha opinião sobre o Islam se esclareceu radicalmente.
    Descobri afinal que os muçulmanos não lutam contra Israel e contra o Ocidente por causa da ocupação por Israel dos territórios da Cisjordânia, mas sim porque assim lhes ordena o profeta Maomé no seu livro sagrado. Está bem claro no intolerante e cruel Alcorão que todos os infiéis, cristãos, judeus, budistas, ateus, etc são todos gente desprezível, verdadeiros macacos, que devem sofrer no Inferno terríveis castigos, e que deverão ser assassinadas e decapitados pelos valorosos lutadores da obrigatória Guerra Santa, a Jihad Islâmica, os quais ganharão assim o paraíso de Allah, cheio de virgens, de vinho, de mel e de riachos correndo…
    Vê-se assim que o problema é muito sério e para resolvê-lo não vejo mais que duas saídas:
    Ou os muçulmanos resolvem seguir somente o pouco que há de bom no Alcorão, fazendo uma revisão desse documento, desistindo da obrigação da Guerra Santa e da ideologia da conquista do mundo para o Allah, e integrando-se assim no mundo pluralista, de modo tolerante, democrático e pacífico
    Ou o Islam, como uma ideologia totalitária, continuará nesse atual caminho de confronto radical com todos os povos do mundo, na sua tentativa de impor a lei islâmica da Sharia a todos os habitantes da Terra, o que certamente acabará numa guerra mundial de resultados terríveis…

  4. a said

    Do orkut
    Filipe
    Eu curso Relações Internacionais e tenho tido que conviver quase que diariamente com essas teorias conspiratórias e com diversos filmes que as defendem. Só essa semana tive que assistir Loose Change, Fahrenheit 9/11 e Zero: An Investigation Into 9/11.

    Como sou cético em relação a hipótese de “inside job” tenho pesquisado a respeito e encontrei alguns sites bastante interessantes. Descobri, por exemplo, que a revista de divulgação científica Popular Mechanics preparou um especial (e publicou um livro) onde se propõe a refutar todos os mitos acerca dos atentados ocorridos em 11 de setembro. Recomendo a aquisição do livro e da edição especial da revista a quem quiser debater sobre isso de modo sério. A revista e o livro são bastante completos e deixam pouco espaço para essas teorias. Abaixo coloco alguns links:

    Segue um link para uma parcela desse especial: http://www.popularmechanics.com/technology/engineering/architecture/911-myths

    Debate entre os editores da Popular Mechanics e os produtores do filme Losse Change: http://www.democracynow.org/2006/9/11/exclusive_9_11_debate_loose_change

    Artigo do ateu e esquerdista Chritopher Hitchens comentando e refutando várias das afirmações e insinuações feitas pelo Michael Moore em seu filme Fahrenheit 9/11: http://www.slate.com/?id=2102723&

    Artigo do Olavo onde ele comenta as hipóteses levantadas pelo Fahrenheit 9/11: http://www.olavodecarvalho.org/textos/1a_leitura_2004_ago.htm

  5. a said

    Lista com as teorias mais famosas e uma breve refutação de cada uma delas: http://www.america.gov/st/pubs-english/2006/September/20060828133846esnamfuaK0.2676355.html

    Site criado para refutar as teorias da conspiração sobre o 9/11: http://www.debunking911.com/

    Programa do History Channel sobre as teorias e suas refutações: http://video.google.co.uk/videoplay?docid=6099377220232534455&ei=aSZpSYHjKIvKiQLit9mFDQ&q=%229%2F11+Conspiracies%3A+Fact+or+Fiction%22#

    Blog que se propõe a refutar o filme Loose Change: http://screwloosechange.blogspot.com/

    O que a versão oficial realmente diz. The 9-11 Commission Report: http://www.gpoaccess.gov/911/
    21:54 (6 minutos atrás)
    Fili

  6. a said

    Estudo sobre os atentados ao World Trade Center: http://www.nist.gov/el/disasterstudies/wtc/

    Reportagem da revista Time sobre o assunto: http://www.time.com/time/magazine/article/0,9171,1531304-1,00.html

    Análise e comentários do Projeto Okham sobre as teorias: http://www.projetoockham.org/historia_911_1.html

    Artigo da Wikipédia reunindo e remetendo a links sobre a maioria das teorias e suas refutações: http://en.wikipedia.org/wiki/9/11_conspiracy_theories

    Artigo da Wikipedia com diversos links sobre a hipótese de demolição controlada das Torres Gêmeas: http://en.wikipedia.org/wiki/World_Trade_Center_controlled_demolition_conspiracy_theories

  7. a said

    http://www.olavodecarvalho.org/textos/1a_leitura_2004_ago.htm
    A arte do porcumentário

    Olavo de Carvalho
    Primeira Leitura, agosto de 2004

    As patifarias de Michael Moore em Farenheit 9/11 são tantas, que este número inteiro de Primeira Leitura não bastaria para explicar uma por uma. Os leitores interessados podem informar-se de algumas no site http://fahrenheit_fact.blogspot.com/ . Vão lá e verifiquem por si mesmos se a Reganbooks, editora do livro de Moore, Stupid White Men , não foi sábia e prudente ao publicar logo depois dele, para a suprema indignação do autor e o benefício da humanidade legente, o impagável antídoto escrito por David T. Hardy e Jason Clarke, Michael Moore is a Big Fat Stupid White Man .

    Farenheit 9/11 é a apoteose da invencionice, um show de empulhações como nunca se viu.

    É verdade que o cinema esquerdista tem uma longa tradição dessas coisas. Serguei Eisenstein usou todo o seu talento para embonecar a reputação de um ditador-açougueiro que fazia inveja ao próprio Adolf Hitler. Dziga Vertov inventou o kinopravda (“cinema-verdade”), do qual Jeremy Murray-Brown, da Boston University, escreveu em Documentary and Disinformation : “O uso que Vertov fazia da expressão ‘ a vida como ela é ‘ era o de uma palavra de código. A linguagem dos seus filmes era o equivalente visual dos textos comunistas: significava o oposto do que nela enxergavam os não-iniciados no código. Até 1949, quando da publicação do 1984 de George Orwell, as pessoas comuns não tinham a menor idéia de como funcionava a lingua dupla comunista. ‘A vida como ela é’ significava precisamente ‘a vida como ela não é’: uma utopia cinematográfica construída com aparências de realidade.” Durante a guerra, a máfia comunista que dominava Hollywood (v. Hollywood Party , de Kenneth Lloyd Billingsley) chegou a fazer um filme que embelezava o pacto Ribentropp-Molotov. Na Itália, Francesco Rosi e outros discípulos de Antonio Gramsci inventaram a ficção documentária, que camuflava sob o realismo das imagens o esquematismo marxista do enredo. E em terras tupiniquins fabricou-se de celulóide até uma Olga Benário que nunca foi agente do serviço secreto militar soviético.

    Mas Michael Moore deixa tudo isso para trás. Não tem o requinte visual de Eisenstein, a sutileza de Vertov, a astúcia de Francesco Rosi. Não precisa de nada disso. Entope o espectador de mentiras, e pronto. Farenheit 9/11 não é um documentário, não é ficção documentária, não é kinopravda : é um porcumentário – o produto acabado de uma mente suína.

    Um exemplo, que propositadamente colho entre os detalhes de Farenheit 9/11 sem relação direta com os atentados que constituem o assunto principal do filme, ilustra bem o caso.

    Moore procura mostrar que, para favorecer Bush nas eleições, a Data Base Technologies, encarregada de controlar os registros de eleitores, excluiu deles milhares de votantes, propositadamente escolhidos entre negros e democratas. A acusação é gravíssima, porém totalmente falsa. Foram excluídos apenas criminosos condenados pela justiça, que a lei da Flórida proíbe expressamente de votar, mas que, por descuido das autoridades, haviam votado em massa nas eleições municipais de Miami em 1998. Pressionada pelos tribunais, a Data Base simplesmente cumpriu a lei.

    A candidatura Gore foi prejudicada por isso? Foi. Segundo a American Sociological Review , 69 por cento dos criminosos condenados são adeptos do Partido Democrata. Se a lei os deixasse votar, ou se a Data Base não aplicasse a lei, Gore poderia ter tido aproximadamente três mil votos a mais e ganhar a eleição, que seu adversário levou por uma diferença cinco vezes menor. A Suprema Côrte, ao reconhecer a vitória de Bush, pode portanto ser acusada de cruel indiferença ao apelo do candidato derrotado para que sobrepusesse as preferências eleitorais dos criminosos à obrigação de cumprir a lei. Moore jamais poderá perdoá-la por isso.

    Quanto ao detalhe da raça, ele configura com toda a evidência o crime impossível, pois a identidade racial dos votantes não constava dos registros da Data Base. Por uma coincidência irônica, a omissão desse dado fez com que alguns cidadãos inocentes, homônimos de criminosos, fossem impedidos de votar. Embora numericamente insignificante, o erro não deixou de ser apontado pelos adeptos de Gore como exclusão proposital, mas é óbvio que as duas acusações se contradizem: ou o sujeito foi excluído por ser negro, ou foi excluído porque, não se sabendo qual a sua raça, foi confundido com outra pessoa. Para piorar, os casos de homonímia foram depois meticulosamente averiguados e se descobriu que, do total dos cidadãos prejudicados, 9,9 por cento eram brancos , 8,7 por cento hispânicos, e só 5,1 negros (v. New York Post de 12 de julho de 2004). Como a população carcerária da Flórida tem 49 por cento de negros, é patente que, se alguém saiu perdendo, foram os brancos.

    A afirmação de Moore de que, se a Suprema Corte não suspendesse a recontagem manual exigida por Gore, a vitória teria sido deste último “em todos os cenários possíveis”, traduz apenas uma lenda urbana alimentada pela mais portentosa máquina publicitária de todos os tempos. Pois a recontagem, de fato, foi feita. Foi feita pelos jornais USA Today , Miami Herald e New York Times , insuspeitos de cumplicidade com qualquer “vasta conspiração direitista”, no mínimo, por serem peças vitais daquela mesma máquina. E os três, lamentando muito, chegaram à mesma conclusão: nos votos recontados a vantagem de Bush era maior ainda.

    Em suma, não há nada, absolutamente nada que justifique a acusação, exceto o ódio que Moore sente por Bush e o intuito expresso de impedir sua reeleição em novembro próximo.

    Esse exemplo não é um caso isolado, mas amostra típica do modus operandi do maior charlatão cinematográfico de todos os tempos. O procedimento repete-se nas outras 38 mentiras analisadas no site que mencionei acima, em muitas outras apontadas até pelos entrevistados do filme, e é aliás o mesmo já adotado no porcumentário mooreliano anterior, Bowling for Columbine . Neste, a culpa pelo massacre empreendido por dois jovens psicopatas numa escola interiorana era atribuída magicamente à proximidade de uma fábrica de armas, cuja presença teria dado mau exemplo aos garotos. Só que a fábrica não era de armas, era de satélites. Em contrapartida, o verdadeiro motivo do crime – o ódio anticristão, que os próprios garotos registraram em vídeo – é omitido por completo no filme.

    Mas não é só por isso que a amostra é significativa. O mesmo procedimento de falsificação total e descarada forma a estrutura mesma do enredo principal de Farenheit 9/11 , constituído de uma teoria da conspiração segundo a qual os atentados ao World Trade Center e ao Pentágono teriam resultado de uma trama sinistra urdida por George W. Bush e a família Bin Laden.

    O simples enunciado já deveria bastar para evidenciar o nível intelectual ginasiano — ginasiano de Columbine – da especulação de Moore, cuja premiação em Cannes se explica menos pelo anti-americanismo psicótico imperante na França do que pelo fato de que três membros do júri têm contratos pessoais com a Miramax, financiadora da produção.

    Mas, se até as hipóteses mais extravagantes têm direito a uma investigação, a teoria de Farenheit 9/11 não admite investigação, pois já nasceu morta. A prova essencial da conspiração, além da costumeira inculpação por contigüidade fundada nas velhas ligações comerciais das famílias Bush e Bin Laden (à qual falta somente a evidência das conexões atuais entre esta última e o renegado Osama), é apresentada no filme da seguinte maneira: dois dias após os atentados, a Casa Branca, ominosamente, concedeu um visto de saída para que parentes do terrorista, então em viagem pelos EUA, voltassem para a Arábia Saudita, escapulindo de ser investigados pelos serviços de inteligência americanos. Horror! Traição! Perfídia do bushinho, diria o Arnaldo Jabor.

    Para realçar o significado eminente da prova obtida, Moore, somando às funções de roteirista e diretor as de narrador na primeira pessoa – o que o coloca modestamente no centro da história contemporânea –, pergunta: Que diriam de Bill Clinton os republicanos se, logo após o atentado em Oklahoma (19 de abril de 1995), liberasse para viagem ao exterior a família do terrorista Timothy McVeigh? Respondo eu: seria de fato um escândalo, principalmente porque os parentes de McVeigh eram cidadãos americanos, não estrangeiros protegidos por sua embaixada como os Bin Ladens. Mas, se todo o mal do argumento fosse uma pergunta idiota, seria um alívio. O problema com a teoria de Moore é bem outro, é uma doença congênita, mortal e incurável: quem autorizou a saída dos Bin Ladens não foi George W. Bush. O pedido de autorização para viagem não subiu ao escalão presidencial. Quem o liberou, muitos degraus abaixo, foi um funcionário chamado Richard Clarke. Sabem quem é Richard Clarke? Aquele mesmo que, depois, saiu fazendo denúncias escabrosas contra o governo Bush e torrou logo de uma vez os seus os quinze minutos de fama tornando-se o Michael Moore dos serviços de inteligência. Para se fazer de testemunha idônea, Clarke alegou que era eleitor republicano. Depois foi revelado que era democrata de carteirinha. De carteirinha e contribuição. Ora, bolas! Se George W. Bush, caso liberasse a viagem, se tornaria suspeito de boicotar deliberadamente as investigações, por que diabos não há de ser suspeito de boicote intencional ao governo o seu opositor democrata que liberou a viagem dos Bin Ladens sabendo que isso pegaria mal para a imagem do presidente e poderia até virar filme do Michael Moore? Assim é a vida: a simples assinatura de um burocrata num visto de turista vira do avesso uma rebuscada hipótese conspiratória.

    É evidente que o episódio Clarke, tão lindamente trombeteado na mídia quando parecia uma arma de destruição de Bushs em massa e tão rapidamente abafado após a divulgação de que a testemunha mentira sobre sua filiação partidária, faz em cacos a tese do filme e reduz a nada o interesse do seu enredo.

    A nada? Exagero. O filme é interessantíssimo. Não pelo seu conteúdo, que não passa disso que estamos vendo. Nem pelo seu arremedo de altas intenções morais, coisa de um tartufismo atroz. Nem muito menos pela sua forma, que – examinem por si mesmos – é pura estética de propaganda eleitoral, adornada por algumas repetições do truque eisensteiniano, conhecido até dos varredores de estúdio, de justapor imagens que não têm nada a ver uma com a outra para dar a impressão de que têm.

    O filme é interessante pela pergunta que suscita: Como pôde um tão óbvio aglomerado de embustes ser aceito como “documentário” pela intelectualidade chique e até ganhar um prêmio, se bem que de um festival de nostalgia senil? O fenômeno é portentoso, e contém em si toda uma síntese simbólica da ruína aparentemente irreversível da intelligentzia esquerdista no mundo. Vejam vocês: até os anos 70, não cair no panfletarismo rasteiro era um ponto de honra para todo escritor ou cineasta de esquerda. Lukács, Goldmann, Adorno – e entre nós um Astrojildo Pereira, um Leandro Konder, um Otto Maria Carpeaux – tinham fixado tão bem esse mandamento no coração da ética comunista, que quem quer que o infringisse, mesmo em nome dos nobilíssimos ideais do stalinismo e do Gulag, era imediatamente expelido do campo da alta cultura para as trevas exteriores da mera agitprop (sigla comunista para “agitação e propaganda”). De repente, tudo isso acabou. Michael Moore vai muito abaixo do panfletarismo, chafurda como um leitão na volúpia de mentir – e ganha um prêmio! Adeus, escrúpulos! Adeus, dignidade intelectual! Adeus, alta cultura esquerdista! O ódio a George W. Bush é tanto, que cada um corre para vender a honra, a mãe, a reputação, só para tirar a presidência dele e entregá-la a um avestruz empalhado, exumado às pressas do museu das lideranças postiças. Nessa hora, vale até dar um prêmio a Michael Moore. É o orgulho da baixeza, a afirmação gloriosa da superioridade do pior.

    Não posso, aqui, sondar as causas de fenômeno tão alarmante, indicador do avanço da barbárie no mundo. Sugiro apenas que ele é a exteriorização apoteótica de um longamente planejado suicídio da inteligência, preparado ao longo das décadas no recinto discreto do mundo acadêmico por meio do desconstrucionismo, do multiculturalismo, do relativismo, do racialismo e de todos os pretextos fingidamente elegantes inventados para fazer da vida cultural o instrumento do mais grotesco imediatismo político.

    Estudos históricos e analíticos dessa lenta e mortal degradação encontram-se, por exemplo, em The Long March e Tenured Radicals , de Roger Kimball, The Killing of History de Keith Windschuttle e Lost Literature de John Ellis. Os reflexos do processo na educação das novas gerações são descritos em Underground History of American Education , de John Taylor Gatto, The Deliberate Dumbing Down of America , de Charlotte Thomson Iserbyt, e The Conspiracy of Ignorance , de Martin L. Gross, entre centenas de outros livros que têm saído sobre o assunto.

    O leitor brasileiro, dependente de uma mídia estacionada na autoglorificação esquerdista dos anos 60, não acompanhou nada disso. Muito menos tem alguma informação, por mínima que seja, sobre a contrapartida necessária desse estado de coisas, a ascensão dos conservadores, cuja superioridade intelectual sobre seus concorrentes esquerdistas é hoje, sem exagero, monstruosa, e só velada temporariamente pelo domínio residual e moribundo que a esquerda ainda exerce na mídia. Não direi mais sobre isto, porque é uma delícia ver a intelectualidade local apostar tudo no argumentum ad ignorantiam , usando seu próprio desconhecimento de uma coisa como prova de que a coisa inexiste e de que eu é que a estou inventando. Um dia voltarei ao assunto, e vocês verão como a principal ocupação dessa casta orgulhosa e pedante é ocultar de si própria – e de vocês – o que se passa no mundo real. Não espanta que ela goste tanto de Michael Moore.

  8. hassan said

    O QUE É O ISLAM?

    O Islam não é uma religião nova. Ela é a mesma verdade que Deus revelou por meio de seus profetas para toda a humanidade. Para um quinto da população mundial, o Islam é uma religião e um sistema de vida completo. Os muçulmanos seguem uma religião de paz, misericórdia, perdão, e a maioria nada tem a ver com os eventos extremamente graves que ficaram associados com sua fé.

    Surata al Fatiha – Surata da Abertura

    Esta surata de Abertura do Alcorão é primordial na oração islâmica. Ela contém a essência do Alcorão e é recitada em todas orações.

    Em Nome de Deus, O Clemente, O Misericordioso
    Louvado seja Deus, Senhor do Universo

    O Clemente, O Misericordioso

    Senhor do Dia do Juízo

    Só a Ti adoramos, e só de Ti imploramos ajuda

    Guia-nos à senda reta,

    à senda dos que agraciastes,

    não à dos abominados, e nem à dos extraviados

    QUEM SÃO OS MUÇULMANOS?

    Mais de um bilhão de pessoas de uma vasta classe de raças, nacionalidades e culturas através do globo, desde as Filipinas até a Nigéria estão unidas pela fé islâmica. Aproximadamente 18% vivem no mundo árabe; a maior comunidade islâmica do mundo é a Indonésia; partes substanciais da Ásia e da maior parte da África são muçulmanas, enquanto a minoria significativas são encontradas na União Soviética, China, América e na Europa.

    EM QUE OS MUÇULMANOS CRÊEM?

    Os muçulmanos crêem em um Único e Incomparável Deus; nos anjos criados por Ele; nos profetas pelos quais Suas revelações foram trazidas à humanidade; no dia do Juízo e na prestação individual de contas pelas ações praticadas; na autoridade total de Deus sobre o destino do homem e na vida após a morte. Os muçulmanos crêem na corrente dos profetas a partir de Adão, incluindo Noé, Abraão, Ismael, Isaac, Jacó, José, Jó, Moisés, Araão, Davi, Salomão, Elias, Jonas, João Batista e Jesus, que a paz esteja com eles. Mas a mensagem final de Deus para o homem, uma confirmação da mensagem eterna e um resumo de tudo que acontecera anteriormente, foi revelada ao profeta Mohammad por intermédio do anjo Gabriel.

    COMO ALGUÉM SE TORNA MUÇULMANO?

    Simplesmente por proferir o Testemunho de que “não há divindade além de Deus, e que Mohammad é o Mensageiro de Deus”. Com esta declaração o crente anuncia a sua fé em todos os mensageiros de Deus, e nas Escrituras que eles trouxeram.
    O QUE O ISLAM SIGNIFICA?

    Um Marroquino em oração

    A palavra árabe “Islam” significa “submissão”. É derivada de uma palavra que significa “paz”. Num contexto religioso, significa total submissão à vontade de Deus. Maometano, portanto, é uma denominação errada, porque sugere que os muçulmanos adoram a Mohammad em vez de Deus. “Allah” é a palavra árabe que significa Deus, usada pelos árabes tanto muçulmanos como cristãos.

    PORQUE O ISLAM PARECE ESTRANHO?

    Dentro do Zimbório da Rocha, da qual Mohamad ascendeu através dos sete céus até à Presença Divina.

    O Islam pode parecer exótico ou mesmo extremista no mundo moderno. Talvez isso acontece porque a religião não domina a vida do dia a dia no ocidente de hoje, enquanto os muçulmanos têm a religião sempre presente em suas mentes, e não fazem distinção entre o secular e o sagrado.
    Acreditam que a Lei Divina, Shari’a, deve ser tomada seriamente. Por isso, assuntos relacionados com a religião continuam tão importantes.

    SERÁ QUE O ISLAM E O CRISTIANISMO TÊM ORIGENS DIFERENTES?

    Não! Juntamente com o Judaísmo, eles remontam ao Profeta e Patriarca Abraão. Seus três profetas são descendentes diretos de seus filhos – Mohammad descende do primogênito, Ismael, Moisés e Jesus descendem de Isaac.
    Abraão estabeleceu as bases do que chamamos hoje a cidade de Meca, e construiu a Caaba, em direção da qual todos os muçulmanos se voltam quando oram.

    QUEM É MOHAMMAD?

    Mohammad nasceu em Meca no ano 570, em um período em que o Cristianismo não tinha-se estabelecido completamente na Europa.

    Uma vez que seu pai faleceu antes de seu nascimento, e sua mãe logo depois, ele foi cuidado pelo seu tio, pertencente à respeitada tribo dos coraixitas.

    À medida que ia crescendo, tornou-se conhecido pela sua retidão, generosidade e sinceridade, a tal ponto que era procurado pela sua capacidade de arbitrar nas disputas. Os historiadores descrevem-no como calmo e meditativo.

    Mohammad possuía uma natureza profundamente religiosa, e abominava a decadência de sua sociedade. Ele adquiriu o hábito de meditar na caverna de Hirá, perto do topo da Montanha da Luz (Jabal al-Nur) em Meca.

    A Montanha da Luz onde Gabriel apareceu para Mohamad

    COMO ELE RECEBEU A REVELAÇÃO?

    Aos quarenta anos de idade, enquanto estava empenhado em um retiro meditativo, Mohammad recebeu sua primeira revelação de Deus por intermédio do anjo Gabriel. Essa revelação, que prosseguiu por vinte e três anos, é conhecida como Alcorão.

    A Mesquita do Profeta, Madina; a cúpula indica o local onde era sua casa e onde foi ele enterrado.

    Tão logo ele começou a recitar as palavras que ele ouviu de Gabriel, e a pregar a verdade que Deus havia lhe revelado, ele e seu pequeno grupo de seguidores sofreram perseguições amargas, que se tornaram tão violenta no ano de 622 que Deus lhes ordenou que emigrassem. Este evento, a Hégira (migração), na qual eles se mudaram de Meca para a cidade de Medina, cerca de 260 milhas ao norte, marca o início do calendário muçulmano.
    Depois de muitos anos, o profeta e seus seguidores retornaram a Meca, onde perdoaram seus inimigos e estabeleceram o Islam definitivamente. Antes que o profeta morresse, aos 63 anos de idade, a maior parte da Arábia já era muçulmana, e um século após sua morte, o Islam tinha se difundido até a Espanha no ocidente e até a China no oriente.
    QUE É O ALCORÃO?

    O Alcorão é um registro das palavras exatas reveladas por Deus por intermédio do anjo Gabriel ao Profeta Mohammad. Foi memorizado por ele, e então ditado aos seus companheiros, e registrado pelos seus escribas, que o conferiram durante sua vida. Nenhuma palavra de suas 114 suratas foi mudada ao longo dos séculos. Assim, o Alcorão é, em cada detalhe, o único e miraculoso texto que foi revelado a Mohammad quatorze séculos atrás.

    DE QUE TRATA O ALCORÃO?

    O Alcorão, a derradeira palavra de Deus revelada, é a principal fonte da fé e da prática de todo muçulmano. Ele trata de todos os assuntos relacionados conosco, como seres humanos: sabedoria, doutrina, rituais e lei, mas seu tema básico é o relacionamento entre Deus e Suas criaturas. Ao mesmo tempo ele proporciona orientação para uma sociedade justa, uma conduta decente e um sistema econômico eqüitativo.

    HÁ OUTRAS FONTES SAGRADAS?

    Sim, a Sunnah, a prática e o exemplo do profeta é a segunda autoridade para os muçulmanos. Um hadith é a narração fiel transmitida a respeito do que o profeta disse, fez ou aprovou. Crer na sunnah faz parte da fé islâmica.

    EXEMPLOS DOS DITOS DO PROFETA

    O profeta disse:

    “Deus não tem misericórdia daquele que não tem misericórdia dos outros”

    “Ninguém de vós crê realmente antes de desejar ao seu irmão o que deseja a si próprio”

    “Aquele que se alimenta enquanto o seu vizinho está passando fome não é crente”

    “O comerciante honesto está associado aos profetas, aos santos e aos mártires”

    “O poderoso não é aquele que derruba os outros; o poderoso é aquele que controla e si próprio em um acesso de cólera”

    “Deus não vos julga baseado em vossos corpos e aparências, mas perscruta vossos corações e examina vossas obras”

    ” ‘Um homem caminhava em uma estrada e sentiu muita sede. Encontrando um poço, nele desceu e subiu. Então viu um cão arfando, tentando lamber a lama para amainar a sede. O homem percebeu que o cão estava sentindo a mesma sede que ele sentira antes. Então, ele desceu novamente no poço e encheu o seu sapato com água e deu de beber para o cão. Por isto Deus perdoou os pecados do homem.’ Foi perguntado: ‘Ó Mensageiro de Deus, seremos acaso recompensados por nossa bondade para com os animais?’ Ele respondeu: ‘Há recompensa pela bondade demonstrada por qualquer ser vivo’”

    QUAIS SÃO OS CINCO PILARES DO ISLAM?

    São a estrutura da vida do muçulmano: a fé, a oração, o interesse pelo necessitado (zakat), a auto-purificação (jejum) e a peregrinação à Meca para quem tiver posses para tal.

    1. A fé

    chahada inscrita sobre a entrada do Palácio Osman Topkapi (o museu possui um manto usado pelo profeta, entre outros tesouros). Istambul

    Não há outra divindade além de Deus e Mohammad é seu Mensageiro. Esta declaração de fé é chamada Chahada , uma fórmula simples que todo o crente pronuncia.
    Em árabe, a primeira parte é: la ilaha ílal-lah (não há outra divindade além de Deus). Ilaha (divindade) pode se referir a qualquer coisa que podemos ser tentados a colocar no lugar de Deus: riqueza, poder e similares. Então vem, illal-lah (além de Deus), a Fonte de toda criação.

    A Segunda parte da Chahada é Mohammad Rasul lul-lah (Mohammad é o mensageiro de Deus). Uma mensagem de orientação que veio por intermédio de um homem como nós mesmos.

    Tradução do Chamado à oração

    Deus é Grandioso, Deus é Grandioso

    Deus é Grandioso, Deus é Grandioso

    Testemunho que não há outra divindade além de Deus

    Testemunho que não há outra divindade além de Deus

    Testemunho que Mohammad é o Mensageiro de Deus

    Testemunho que Mohammad é o Mensageiro de Deus

    Vinde à oração! Vinde à oração!

    Vinde à salvação! Vinde à salvação!

    Deus é Grandioso, Deus é Grandioso

    N ão há outra divindade além de Deus

    2. A Oração

    Salat é o nome das orações obrigatórias que são praticadas cinco vezes ao dia, e são um elo direto entre o adorador e Deus. Não há autoridade hierárquica no Islam, nem padres, assim, as orações são dirigidas por uma pessoa com instrução, que conhece o Alcorão, escolhido pela comunidade. Essas cinco orações diárias contém versículos do Alcorão que são recitados em árabe, a linguagem da Revelação, ao passo que as súplicas pessoais podem ser feitas no idioma de cada um. As orações são praticadas na alvorada, ao meio dia, no meio da tarde, ao crepúsculo e à noite, e assim determinam o ritmo do dia todo. Apesar de ser preferível praticar a oração em conjunto, em uma mesquita, o muçulmano pode orar em qualquer lugar, tal como campo, escritório, fábrica e universidade. Os visitantes do mundo islâmico ficam impressionados com a dominância das orações na vida cotidiana.

    Mihrab persa, que indica a direção das orações. No início os muçulmanos oravam em direção de Jerusalém, mas durante a vida do profeta foi mudada para Meca. Do púlpito o Imam que dirige as orações, faz o sermão durante as orações congregacionais de sexta-feira

    Zakat promove fluxo do dinheiro na sociedade. Cairo.
    3. Zakat
    A pessoa piedosa deve também dar tanto quanto possa como caridade (sadaca), e fazê-lo preferivelmente em segredo. Apesar que esta palavra possa ser traduzida como “caridade voluntária”, ela tem um significado mais amplo. O profeta disse:

    “Mesmo o encontrar o seu irmão com o rosto risonho é caridade”

    O Profeta disse “A caridade é uma necessidade para todo muçulmano”, foi-lhe perguntado: “e se a pessoa não tiver nada para dar?”, o profeta respondeu: “Deve trabalhar com suas próprias mãos para o seu benefício e então dar algo de tal ganho em caridade.” Os companheiros perguntaram: ” e se ele foi incapaz de trabalhar?” O profeta respondeu: “Ele deve ajudar os pobres e necessitados”, perguntaram novamente: “e se não puder fazer isto?”, o profeta respondeu: “deve incitar as pessoas a praticarem o bem” e os companheiros perguntaram ainda “e se também não puder fazer isto?” O profeta respondeu “Deve se afastar da prática do mal, que isto também é caridade.”

    4. O Jejum

    Todo ano, durante o mês de Ramadan, todos os muçulmanos jejuam desde a alvorada até o por do sol, abstendo-se da comida, da bebida e das relações sexuais. Quem estiver doente, for idoso, ou em viagem, e mulher grávida ou amamentando é permitido quebrar o jejum e jejuar o mesmo número de dias em outra época do ano. Se houver incapacidade física para fazê-lo, devem alimentar uma pessoa necessitada para cada dia não jejuado. As crianças começam a jejuar (e praticar as orações) a partir da puberdade, apesar de muitos começarem mais cedo.

    Apesar do jejum ser muito benéfico para a saúde, é considerado um método de purificação pessoal. Ao privar-se dos confortos mundanos, mesmo por um período curto, o jejuador adquire verdadeira simpatia por aqueles que sofrem fome, ao mesmo tempo desenvolve a sua vida espiritual.

    Tendas de Peregrinos

    5. A Peregrinação (O Hajj)

    A peregrinação anual a Meca (hajj) é uma obrigação somente para aqueles que são física e financeiramente capazes de empreendê-la. Portanto, dois milhões de pessoas aproximadamente vão a Meca cada ano, de toda parte do Globo, oferecendo uma única oportunidade para os provenientes de nações diferentes a se encontrarem. Apesar de Meca estar sempre cheia de visitantes, o hajj anual começa no décimo segundo mês do calendário islâmico (que é lunar, não solar, assim o hajj no verão, outras no inverno). Os peregrinos vestem roupas especiais: vestimentas simples que eliminam as distinções de classes e cultura, assim todos ficam iguais perante Deus.

    Os rituais do hajj foram substituídas por Abraão, incluindo o circundar a Caaba por 7 vezes, e o percorrer 7 vezes a distância entre os montes Safa e Marwa, como fez Hagar durante a sua procura de água. Então os peregrinos se põem em pé no vasto vale de Arafat e se juntam em oração para pedir o perdão a Deus. Pensa-se que esta cena é uma visão do Dia do Juízo Final.

    Nos séculos passados, o hajj era um empreendimento árduo. Hoje, porém, a Arábia Saudita fornece água, transporte moderno e as mais modernas facilidades de atendimento médico a milhões de pessoas.

    O encerramento da peregrinação é marcado por um festival, Eid-Al-Adha, celebrado com orações e troca de presentes entre as comunidades islâmicas. Este Eid e o Eid-al-Fith, uma festa comemorando o final de Ramadan, são as principais festas do calendário islâmico.
    O Que Os Muçulmanos Pensam A Respeito de Jesus ?

    Os muçulmanos respeitam e reverenciam Jesus e aguardam a sua segunda vinda. Eles o consideram como um dos maiores mensageiros de Deus. O muçulmano nunca se refere a ele simplesmente como “Jesus”, mas sempre acrescenta a frase “a paz esteja com ele”. O Alcorão confirma seu nascimento de uma virgem (uma Surata do Alcorão é denominada “Maria”) e Maria é considerada a mais pura mulher de toda a criação. O Alcorão descreve a anunciação como segue:

    “Recorda-te de quando os anjos disseram: ó Maria, é certo que Deus te elegeu e te purificou, e te preferiu a todas as mulheres da humanidade!… ó Maria, por certo que Deus te anuncia novas felizes com Seu Verbo, cujo nome será Messias, Jesus, filho de Maria, nobre neste mundo e no outro, e se contará entre os diretos de Deus. Falará aos homens ainda infante, bem como na maturidade, e se contará entre os virtuosos.” (3ª Surata, versículos 42-47).
    Jesus (a paz esteja com ele) nasceu miraculosamente por intermédio do mesmo Poder que criou Adão sem o concurso de um pai.

    “O exemplo de Jesus, ante Deus, é idêntico ao de Adão, a quem Ele criou da terra; então lhe disse: Seja! e foi” (3ª Surata, versículos 59).

    Durante sua missão profética, Jesus operou muitos milagres.O Alcorão informa que ele disse:

    “Apresento-vos um sinal de vossa Senhor: Plasmarei de barro a figura de um pássaro, com o beneplácito de Deus, curarei o cego de nascença e o leproso; ressuscitarei os mortos com a anuência de Deus e vos revelarei o que consumis e o que entesourais em vossas casas.” (3ª Surata, versículos 49).

    Nem Muhammad , nem Jesus (a paz esteja com eles) vieram para mudar a doutrina básica da crença em Um Deus, trazida pelos profetas anteriores, mas para a confirmarem e para renová-la. No Alcorão é narrado que Jesus (a paz esteja com ele) veio para:

    “Confirmar-vos a Tora que vos cbegou antes de mim, e Para liberar-vos algo que vos está vedado. Eu vim com um sinal de vosso Senhor.Temei a Deus, pois, e obedecei-me.” (3ª Surata, versículos 50).

    O Profeta Mohammad disse: “Aquele que crer que não há outra divinidade além de Deus, Único, sem parceiros, que Mohammad é Seu Mensageiro, que Jesus é o servo e mensageiro de Deus, Seu Verbo proferido a Maria e um espírito originado d’Ele, que o Paraíso e o Inferno são reais, será introduzido no Paraíso” (Tradição narrada por Bukhari).

    Que o Islam Diz a Respeito da Guerra?

    A exemplo do cristianismo, o lslam permite a luta em defesa própria, em defesa da religião, ou para a defesa daqueles que foram expulsos à força, de seus lares. Ele impõe estritas regras de combate que incluem proibições quanto a causar danos aos civis, o destruir plantações, árvores e gado. A injustiça triunfará no mundo se boas pessoas não forem preparadas para arriscar suas vidas pela causa justa. O Alcorão diz:

    “Combatei pela causa de Deus àqueles que vos combatem; porém, não os provoqueis, porque Deus não estima os agressores.” (2ª Surata, versículos 190).

    “Se eles se inclinarem à paz, inclina-te também a ela e encomenda-te a Deus.” (8ª Surata, versículos 61).

    A guerra, portanto, é o último recurso, o termo jihad significa, literalmente, “esforço” e os muçulmanos crêem que há dois tipos de jihad. O outro jihad é a luta interior que cada um trava contra desejos egoísticos, para conseguir a paz interior.
    O Mundo Islâmico
    A população islâmica no mundo é de aproximadamente um bilhão e duzentos e cinqüenta milhões de pessoas. A maior parte dos muçulmanos vive ao leste de Karachi, 30% dos muçulmanos vivem no subcontinente indiano, 20% no sub Saara, África, 17% no sudeste asiático, 18% no mundo árabe, 10% na extinta União Siviética e China. A Turquia, o Irã e o afganistão somam 10% de não árabes do Oriente Médio. Apesar de haver minorias em quase todas as áreas, incluindo na América Latina e Ausrtrália, eles são mais numerosos na extinta União Soviética, na Índia, e no centro da África. Há cinco milhões de muçulmanos nos Estados Unidos da América e 500 mil no Brasil.

    • 2-al-Zawahri said

      Olá Hassan
      Não deves nem podes acreditar seja no que for que os muçulmanos te digam.
      Porque em verdade, aquilo que os eruditos muçulmanos dizem ou são falsidades ou está ao serviço de falsidades e estas ao serviço de maldades.

      Podíamos analisar todos os argumentos um a um e ao pormenor, pois todos são furados e por infinitas razões.
      Mas a verdade é que estes e outros argumentos servem para criarem camadas e mais camadas de maquilhagem de modo a enganar os muçulmanos e as pessoas sobre o quanto absurdo ridículo parvo idiota criminoso e diabólico o islam foi e é.

      Repara que no inicio maumé nem corão tinha ou pedia e já chamava de infiéis aos outros, e queria o poder todo, como o de roubar e assassinar pessoas justas inocentes e indefesas.

      Realmente o islam, não é uma religião nova, pois que é a barbárie, e essa sempre existiu.
      Os muçulmanos, consciente ou inconscientemente, apenas a activam, usam, intensificam e justificam.

      E para quem realmente estuda o islam, aquele allah nem é único, nem é bom, nem é Deus.
      E a própria palavra “allah”, no islam, é mais um absurdo e falsidade.

      Em verdade, só fora do islam, podem existir os bons mundos espirituais, fontes e garantes de vida.

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