Ataque ao islam ou Islão a nu – Para tomar consciência do terror islâmico e o atacar

Islão: O destruidor de Civilizações…

Posted by ombl em Novembro 28, 2011

Islão: O Aniquilador de Civilizações -Do blog: Lei Islâmica em Ação

Como debater e frustrar os infiéis – Do blog: Perigo Islâmico

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Este artigo apresenta um fato histórico indiscutível: onde quer que o Islão se instale, ele sufoca e aniquila a cultura nativa. Isto aconteceu no passado, e está acontecendo hoje em dia. Quando você ouvir dizer que o Islão é a ‘religião que mais cresce no mundo’, isso significa que, nos países onde ele cresce, destroi-se a cultura nativa. O seu padrão de vida (ou o padrão de vida dos seus filhos e netos) está em jogo se você não se instruir e resistir.
Acerca da morte de Maomé, no ano 632 DC, o Islão havia usado de persuação e jihad para subjugar a Arábia. O aniquilamento da cultura nativa da Arábia é Sunna, ou seja, um ato praticado por Maomé, e deste modo, um exemplo perfeito para todos os tempos e para todos os muçulmanos. Dizendo de outro modo, a teoria política do Islão consiste no aniquilamento da civilização do kafir (palavra em árabe que indica todos os não-muçulmanos). Como esta teoria política funcionou no passado histórico? Como esta teoria de aniquilamento funciona hoje?

Existem registros da última jihad de Maomé contra os cristãos que habitavam o norte da Arábia. Depois da morte de Maomé, Umar, o Segundo Califa, tomou para sí a jihad contra os cristãos e a desenvolveu em uma guerra total, que resultou na conquista da metade do mundo cristão da época. Mas esta conquista foi apenas o começo da transformação política. A lei islâmica (Sharia) foi colocada em prática e os cristãoskafirs se tornaram dhimis (cidadãos de terceira-classe). Mas Umar não conseguiu conquistar a Anatólia, um lugar conhecido hoje como Turquia. Por séculos, o Islão atacou a Anatólia até finalmente conquistar Constantinopla, hoje Istanbul, Turquia.  

A figura abaixo mostra a história de aniquilação da civilização cristã grega (e armena) da Anatólia. 


Esta figura, que mostra o crescimento demográfico do Islão, nos ensina muitas coisas. A primeira lição é que o processo de aniquilamento levou vários séculos. Algumas pessoas pensam que quando o Islão invadiu, os kafirs tiveram a escolha entre conversão ou morte. Não, absolutamente não. A lei islâmica (Sharia) foi colocada em prática e os cristãos dhimis continuaram a ter status de “protegidos” por serem o Povo do Livro, vivendo sob a Sharia. Os dhimis pagavam impostos muito altos, não podiam ser testemunhas em tribunais, não podiam ter nenhuma posição de autoridade sobre os muçulmanos, e eram humilhados socialmente. Um dhimi tinha que dar passagem a um muçulmano, oferecer o seu assento, não podia carregar arma e tinha que se submeter aos muçulmanos de todos os modos. Ao longo dos séculos, a degradação, a falta de direitos e os impostos cobrados aos dhimis causaram os cristãos a se converterem para o Islão. Foi a Sharia que destriui os dhimis.

Repare para onde a curva está direcionada—100% Islão, exatamente como na Arábia. Hoje, a Turquia é 99,7% muçulmana. As civilizações cristã e grega da Anatólia se foram. Elas foram aniquiladas.

O que é tragico é que parece que ninguém sabe ou não se interessa. O movimento Fethullah Gülen (a versão turca da Irmandade Muçulmana) de hoje paga para ministros e pastores cristãos irem à Turquia verem um país islâmico tolerante, onde cristãos vivem em plena harmonia com o Islão. E esses ministros e pastores retornam falando sobre como a sociedade turca é maravilhosa e como os cristãos são bem tratados por lá. Afinal, 0,3% da população turca é composta de cristãos que ainda estão lá, na maravilhosa Turquia.

Olhe para duas outras terras cristãs—Líbano e Kosovo. Os dados apresentados nas figuras abaixo cobrem apenas os tempos modernos e não se vê o começo, como feito com respeito à Turquia. Veja para onde estas áreas estão indo. Daqui a algumas algumas décadas, tanto o Líbano quanto Kosovo serão 100% islâmicos e mais duas civilizações kafir terão sido aniquiladas. 



É uma terrível ironia que alguns cristãos olhem para a destruição do cristianismo dizendo que “aqueles” não eram verdadeiros cristãos. De fato, esta foi a primeira reação para conquista islâmica dos primeiros cristãos, condenando-se “aqueles outros” cristãos como heréticos e dizendo que a jihad  estava apenas limpando o jardim de falsas doutrinas.

Abaixo são apresentadas duas novas figuras demográficas: 



Tanto o Paquistão quanto Bangladesh eram culturas Hindus. Agora, estes países são islâmicos e os poucos hindus e cristãos restantes são perseguidos todos os dias. Enquanto que os não-muçulmanos não fazem distinção grande entre religiões, o Islão as vê todas como kafirs. Cristãos ortodoxos são kafirs, cristãos evangélicos são kafirs, hindus são kafirs, ateístas são kafirsTodas as civilizações kafirs devem ser aniquiladas. Isto é Sunna (sunna significa um comportamento que vem do exemplo de Maomé; Maomé é o perfeito exemplo de conduta, para todos os tempos).

Uma análise de todas estas figuras permite vislumbrar uma feição interessante. Uma vez que se tenha iniciado, a islamização nunca reverte. O Islão nunca bate em retirada. Vagarosamente, ano a ano, século a século, a civilização nativa dos kafirs desaparece e nunca consegue voltar, nunca consegue reverter os ganhos do Islão.

Existe apenas uma exceção para esta regra—força e aceitação da guerra. Por duas vezes na história o Islão foi expulso, da Espanha e da Europa Oriental.

Hoje, nós vemos uma abordagem diferente com respeito ao Islão do aniquilamento. Nós ignoramos a história de aniquilação e dizemos que tudo o que precisamos fazer é amar os muçulmanos e eles viverão em harmonia, em uma maravilhosa civilização multicultural. Estamos diante de um padrão histórico de 1400 anos, sem uma única exceção à regra de aniquilamento, e nós vamos repeli-la com um sorriso e um abraço. “Tudo o que você precisa é amor; amor é o que você precisa; tudo o que você precisa é amor; amor é o que você precisa,” diz a letra da música. Vamos repetir isso várias vezes, e isso fará com que a doutrina de aniquilamento vá embora. Na verdade, do jeito que isso funciona é que a história nunca é conhecida. É um cliché dizer que aqueles que ignoram a história estão condenados a repeti-la. Isso é um cliché mas é verdade. Nós temos os nossos pés, enquanto civilização, no caminho do aniquilamento, hoje, porque nós nos recusamos de conhecer a história.

Qual é a lição? É que o Islão, o mesmo Islão que tentam nos convençer como algo pacífico, é na verdade destinado a destruir todas as civilizações dos kafir. Apenas se os kafirs compreenderem que o objetivo do Islão é a aniquilação da sua cultura, este processo pode ser parado. O Islão está em guerra contra oskafirs e os kafirs estão tentando serem bonzinhos sob pena da sua destruição. O Islão está em guerra, e nós somos bonzinhos. Maomé teve um sonho, que está se realizando enquanto nós dormimos.

Fontes
Líbano: Tomass Mark, Game theory with instrumentally irrational players: A Case Study of Civil War and Sectarian Cleansing, Journal of Economic Issues, Lincoln; June 1997.
Traduzido por Calatrava Bansharia, Nov/2011. 

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Outros:  Como debater e frustrar os infiéis   por Ayesha Ahmed

Queridos irmãos e irmãs no islão:
Vivemos num país kuffar e como tal diariamente temos que enfrentar infiéis que criticam o islão e o nosso profeta. Se estivéssemos numa país islâmico tudo o que teríamos que fazer é declarar em alta voz o que ele havia dito e esperar que uma turba mal intencionada “resolvesse” o assunto. O crítico seria alvo de um linchamento imediatamente, Fim da história.

Infelizmente, aqui no ocidente nós os muçulmanos não temos esse luxo. Inshallah, num futuro próximo, depois de termos crescido em número através da conversão de idiotas e criminosos, através da imigração legal e ilegal e principalmente através da procriação, haveremos de nos tornar numa maioria.

Quando essa altura chegar, não teremos mais que enfrentar este problema diariamente.

No entanto, enquanto esse tempo não chega, fica aqui uma pequena sugestão em como lidar como os ataques. Jazakallah Khair. Inshallah, o verme vai ficar bem longe de ti no futuro.

1. Uma questão popular é “porque é que o islão ensina a morte dos críticos e dos apóstatas?” Se eles te perguntarem isto, responde que a informação que ele recebeu é falsa. Cita a aya que diz “para ti a tua religião, para mim a minha“.

2. Para responder à crítica que alega que “o islão foi propagado através da espada“, diz que isso é uma mentira disseminada pelos Judeus e pelos hindus, e que o Alcorão claramente diz “não há compulsão na religião“.

3. Se alguém citar ayas violentas do Alcorão, acusa-o de citar ayas fora do seu contexto.

4. Se ele citar ayas inteiras, umas a seguir as outras, demonstrando de forma clara o contexto, insiste que a sua tradução está errada.

5. Se ele mostrar dez traduções distintas, diz que o entendimento correcto só pode ser assimilado se o Alcorão for lido em arábico.

6. Se por acaso ele for bem versado na língua árabe, então insiste que essas ayas não significam o que elas parecem significar uma vez que elas têm um sentido alegórico.

7. Se ele estiver determinado, então diz que tu não entendes essas ayas sem ler as hadith [tradições do profeta] e as siras [biografias].

8. Se ele vier com hadiths e siras selecionadas e justificar o contexto das passagens violentas ao referenciar as violações, furtos, assassínios e genocídios do profeta, então insiste que todas as hadiths e siras são escritos passados de boca em boca, e que só o Alcorão tem toda a verdade.

9. Se ele disser que o Alcorão é um documento feito por mãos humanas e exigir algum tipo de evidência em favor da sua inspiração, mostra-lhe a ciência do Alcorão e o livro escrito pelo Dr. Bucaile confirmando as ciências presentes no nosso livro santo. Podes também dizer que Mahatama Gandhi lia o Alcorão diariamente e falava de modo favorável dele.

10. Se ele disser que Bucaile era pago pelos sauditas e que nem ele nem Ghandi alguma vez mudaram as suas convicções religiosas (e que Bucaile foi confrontado e refutado por muitos peritos), desafia-o a debater islamitas como Zakir Naik.

11. Se esta peste ainda se mantiver por perto, então muda de assunto e encontra problemas nas outras religiões e nos seus livros sagrados.

12. Se ele continuar com as suas críticas ao islão, então usa ataques pessoais e insulta-o chamando de “palhaço judeu”, “porco chinês”, “cão hindu” ou “homossexual”.

13. Se isso não o frustrar, pergunta o quanto é que os Judeus lhe pagam para criticar o islão.

14. Se isso não o demover, então dirige-te à sua mãe e à sua irmã e usa de linguagem obscena.

15. Se ele for realmente teimoso, amaldiçoa-o com expressões como “Vai arder no inferno! Vais-te arrepender no Último Dia. Allah vai-te apanhar no túmulo!” etc etc

16. Se tudo o que foi dito em cima falhar, ameaça-o com violência física e termina o debate anunciando que venceste facilmente porque o Alcorão é a palavra de allah.

17. Se for possível, anuncia o debate num site islamita e certifica-te de dizer que venceste em toda a linha. Tais anúncios produzem resultados fantásticos na fé dos muçulmanos que acompanham os sites maometanos, e nos movimentos de conversão que são levados a cabo nas prisões.

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