Ataque ao islam ou Islão a nu – Para tomar consciência do terror islâmico e o atacar

A desonestidade dos me®dia acerca do Islamismo

Posted by Conselho Superior do Supremo kalifado em Janeiro 10, 2015

Bem dito!   A desonestidade dos me®dia acerca do Islamismo

 Fr. Hesse on the Muslims & Vatican II   https://www.youtube.com/watch?v=qVuX5-waAig&list=PLIJYKeleItXKtMnZ6S4y-vdKtV39ZzdTs&index=9#sthash.kIXkxpnX.dpuf

Blogger saudita que disse algumas verdades recebeu as primeiras 50 de 600 chicotadas

O QUE FAZER COM ESTE ISLÃO

Os passos da tomada da Europa pelo islamismo

16 estados americanos introduzem legislação banindo a Sharia

Olavo de Carvalho no facebook –  “Alguém aí em baixo cita o Papa Bento XVI: “O Islã é multiforme, não se pode reduzir à ala terrorista ou à ala moderada.” Bem, O PROBLEMA É EXATAMENTE ESSE: o Islam é um saco de gatos, não há uma autoridade central que possa condenar ou legitimar o terrorismo de uma vez por todas. Como uns são a favor, outros contra, mas a solidariedade fraterna deve predominar entre radicais e moderados, já que todos são reconhecidos como muçulmanos de pleno direito e nenhuma mesquita do mundo recusaria abrigo a um radical perseguido no Ocidente, ninguém pode tomar uma providência drástica contra o terrorismo, que acaba sempre levando vantagem: uns o ajudam, os outros não o atrapalham. Neste sentido, os “moderados” são os tucanos do Islam, covardes e desprezíveis.”

oc

Charlie Hebdo jihad mentor’s wife lives on welfare in UK

Algerian Muslims celebrate Paris jihad attacks, scream “Allahu akbar,” call to “strike Jews”

The Terror Attack In France Is Much Larger Than We Think, It Will Get Bloodier, And Its Going To Be In The Streets Of America

Nós somos mais fortes do que Charles Martel !!! Nós somos mais fortes 🙂 do que Charles Martel no esforço contra o enganador maligno maléfico criminoso diabólico satânico islam.

Uma resposta to “A desonestidade dos me®dia acerca do Islamismo”

  1. Coisas que se vão sabendo said

    Mate qualquer judeu que caia sob o seu poder
    “Na manhã seguinte ao assassinato de Ashraf, o Profeta declarou: ‘Mate qualquer judeu que cai sob o seu poder.” [6]

    “Logo após isso, Masud saltou sobre Sunayna, um dos comerciantes judeus com quem sua família tinha relações sociais e comerciais, e o matou. O irmão do muçulmano reclamou, dizendo: ‘Por que você o matou? Você tem muita gordura na sua barriga em função da sua caridade.’ Masud respondeu: “Por Alá, se Maomé tivesse me mandado matá-lo, meu irmão, eu teria cortado a sua cabeça.” No que o irmão disse: “Qualquer religião que pode levá-lo a isso é realmente maravilhosa!” [7]

    Este homem deu crédito ao islamismo por ter transformado o seu irmão em uma máquina de matar irracional. A motivação foi puramente racista: “Apenas emitir ordens para matar todos os judeus no país.” [8] Com sangue inocente ainda escorrendo de suas mãos, Mas’ud proclamou para todo o mundo ouvir: “Maomé me deu ordens para matar.”
    Os terroristas de hoje não corromperam o islão; foi o islão quem os corrompeu.

    Sallam ibn Abu’l-Huqayq (Setembro, 624)
    Apesar de hediondo, o assassinato de Ashraf não iria ficar sozinho. Logo depois, Maomé ordenou aos muçulmanos que assassinassem Sallam. Tabari, o mais antigo historiador do islã, explica: “Eles pediram ao Profeta permissão para matar Sallam, e ele a concedeu.” “Quando chegaram a Khaybar, eles foram para a casa de Sallam à noite, depois de terem fechado todas as portas do assentamento sobre os habitantes. Ele estava no cenáculo. Sua esposa saiu e perguntou quem éramos nós lhe dissemos que eramos árabes em busca de suprimentos. Ela nos disse que o seu marido estava na cama. Entramos e trancamos a porta. Sua esposa gritou e avisou-o de nós, por isso corremos para ele com as nossas espadas empunhadas enquanto ele estava deitado em sua cama. Ao ferí-lo, Abdallah enfiou sua espada em sua barriga até que ela o transpassou. ‘Pelo Deus dos Judeus, ele está morto!’ Nunca ouvi palavras mais doces do que essas. Voltamos ao Apóstolo de Alá e lhe dissemos que haviamos matado o seu inimigo. Nós disputamos diante de si a respeito de quem o havia matado, cada um de nós reivindicando o feito. Maomé pediu para ver as nossas espadas e quando ele olhou para elas, ele disse: “É a espada de Abdallah que o matou, eu posso ver vestígios de comida nela.” [9]
    Enganar vítimas ainda é o procedimento padrão dos militantes muçulmanos. Atacar civis indefesos é a própria definição de terror, bem como se regojizar pelo terrorismo. Os terroristas islâmicos de hoje são tão ansiosos quanto os capangas do tempo de Maomé para reivindicar “crédito” por seus atos.

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