Ataque ao islam ou Islão a nu – Para tomar consciência do terror islâmico e o atacar

O que grandes pensadores disseram sobre o islam

Posted by Conselho Superior do Supremo kalifado em Fevereiro 27, 2015

 islam é a maior máquina assassina da história da humanidade  http://cinenegocioseimoveis.blogspot.com.br/2015/02/a-maior-maquina-assassina-da-historia.html – ver mais abaixo

Boas observações de grandes pensadores sobre o islam /  islão 
http://abemdanacao.blogs.sapo.pt/islao-pensadores-1359804?mode=reply#reply

O mundo confronta-se hoje, e desde há mais de treze séculos com um perigo maior que o Ébola, a gripe espanhola no fim da I Guerra, a peste do século XV, os genocídios constantes – Arménios, Holodomor, Holocausto, Biafra, etc. – talvez só inferior à galopante concentração de riqueza na especulação financeira, que sufoca o crescimento. 

No mundo há cerca de um bilhão e meio de muçulmanos. Não se sabe quantos são “pessoas normais”, pacíficas, certamente mais de 99,7%. Como é que permitem que um punhado de bandalhas, os restantes 0,3% lhes estrague as vidas? Com este terrorismo absurdo, não é só o ocidente que vive com o terror; são também aqueles que seguindo sem perturbar a lei de Maomé se vêm ameaçados e por todos os lados. Os “infiéis” desconfiam de todos e os terroristas não hesitam em matar também aqueles que não os seguirem, sejam eles quem forem. 

Quando um chefe terrorista se lembra de “lançar uma jihad” pobres daqueles que não o seguirem. 

É bom meditar sobre os escritos abaixo que vêm desde o século XIII. 

Maomé seduziu os povos com promessas de volúpias carnais, com desejos de posse da concupiscência da carne. Deixando o freio à volúpia, ele ordenou os seus mandamentos de acordo com as suas promessas, aos quais os homens podem facilmente obedecer. 

Na verdade ele só prometeu facilidades a atingir por qualquer espírito mediocremente aberto. Pelo contrário, misturou as verdades do seu ensinamento com fábulas e doutrinas falsas. 

Não apresentou nenhuma prova sobrenatural, que são as únicas provas que provem a origem duma inspiração divina. 

Uma prova sobrenatural (um milagre) é uma obra visível que não pode ser se não obra de Deus que prova que o homem que fala em nome de Deus é visivelmente inspirado por Deus. 

Maomé pretendeu, muito pelo contrário que ele era enviado por Deus porque tinha armas. As provas pelas armas só valem aos tiranos e bandidos. Aliás, os que primeiro acreditaram em Maomé não foram nem os sábios ou estudiosos das ciências divinas ou humanas, mas homens selvagens dos desertos, completamente ignorantes de toda a ciência de Deus, à sombra de Seu grande nome, o ajudou, pela violência das armas a impor a sua lei a outros povos. Nenhuma profecia divina testemunha em seu favor; muito pelo contrário deforma os ensinamentos do Antigo e do Novo Testamento com histórias lendárias, como é evidente para quem estuda a sua lei.

Do mesmo modo, por um meio cheio de astúcias, ele proíbe aos seus discípulos de ler o Antigo e Novo Testamento que os poderiam convencer da falsidade da sua doutrina.

É evidente que aqueles adicionam a fé à sua palavra, o fazem de ânimo leve, irreflectida.

  (S. Tomás de Aquino – 1225/1274) 

Islão! Esta religião monstruosa tem por base a ignorância, para persuasão a violência e tirania, para todo o milagre as armas, que estão ameaçando o mundo para restaurar pela força, em todo o universo, o Império de Satanás.

Islão-Bossuet.png (Jacques Bossuet /1627-1704. Bispo de Condom e escritor).

 

Todos os germes da destruição social estão na religião de Maomé.

Islão-Chateaubriand.png (François René de Chateaubriand / 1768-1848. Escritor). 

A religião de Maomé, a mais simples nos seus dogmas… parece condenar à escravidão, a uma incurável estupidez, toda a vasta porção da Terra por onde estendeu o seu império.

Islão-Condorcet.png (Condorcet – Marie Jean Antoine Nicolas de Caritat, marquês de Condorcet / 1743-1794). 

O Corão, esse livro malvado, foi o suficiente para fundar uma grande religião, satisfazer durante 1200 anos as necessidades metafísicas de milhões de homens; ele deu um fundamento à sua moral, inspirando um singular desprezo pela morte e um entusiasmo capaz de enfrentar guerras sangrentas, e de usurpar as mais vastas conquistas. Nós encontramos aí a mais triste e mais pobre forma de teísmo… Eu não consigo descobrir nele uma só ideia mesmo pouco profunda.

Islão-Schopenhauer.png (Arthur Schopenhauer / 1788 -1860. Filósofo). 

O Corão é a poligamia, o sequestro de mulheres, a ausência de toda a vida pública, um governo tirânico e desconfiado que obriga a esconder a vida e rejeita todos os afectos do coração do lado de dentro da família.

(…)

Eu estudei muito o Corão… Confesso que sai deste estudo com a convicção que tinha havido no mundo, em todos os tempos, poucas religiões tão funestas aos homens como esta de Moamé. Ela é, segundo a minha opinião, a principal causa da decadência hoje tão visível no mundo muçulmano… e a vejo como um decadência muito mais do que um progresso.

Islão-Tocqueville.png (Alexis de Tocqueville / 1805-1859. Escritor e político).

 

Se alguém prefere a vida à morte, deve preferir a civilização à barbárie. O islamismo é o culto mais imóvel e o mais obstinado; é bem preciso que aqueles que o professam desapareçam se não mudam de culto.

Islão-de Vigny.png (Alfred de Vigny / 1797-1863. Escritor). 

Aquele que pretende ser o profeta de Alá deveria ter credenciais, quer dizer, profecias, milagres e a integralidade do conjunto da sua vida. Nada disto se encontra em Maomé, este homem de pilhagem e de sangue que prega a sua doutrina a golpes de cimitarra, prometendo a morte sobre um terço do mundo conhecido.

Islão-Mgr Pavy.png (Monseigneur Louis Pavy, Évêque d’Alger / 1805-1866). 

O Islão é contrário ao espírito científico, hostil ao progresso; há nos países que ele conquistou um campo fechado à cultura racional do espírito.

Islão-Renan.png (Joseph Ernest Renan / 1823-1892. Filósofo, historiador e crítico). 

A influência desta religião paralisa o desenvolvimento social dos seus fiéis. Não existe maior força retrógrada no mundo. Se a cristandade não for protegida pelos braços fortes da ciência, a civilização da Europa pode cair, como caiu a de Roma antiga.

Islão-Churchill.png (Winston Churchill / 1874-1965). 

Eu fiquei impressionado com a semelhança do nacional socialismo, o nazismo, com o Islão e esta impressão só tem se confirmado e reforçado cada vez mais.

Islão-Keyserling.png (Hermann Von Keyserling / 1880-1946. Filósofo).

 

Os nazis são os melhores amigos do Islão.

Islão-Mufti.png (O grande Mufti de Jérusalem em 1943: Mohammed Amin al-Husseini)

 

Não tenho nada contra o Islão, porque esta religião se encarrega, ela mesmo, de instruir os homens, prometendo-lhes o céu se eles combaterem com coragem e forem mortos nos campos de batalha: em breve será uma religião muito prática e sedutora para os soldados.

 Islão-Himmler.png (Heinrich Himmler, Comandante da SS / 1900-1945). 

O grande fenómeno da nossa época é o aumento da violência islâmica. Subestimada pela maioria dos nossos contemporâneos, este crescendo do Islão é analogicamente comparável ao princípio do comunismo da era Lenine. As consequências deste fenómeno são ainda imprevisíveis. No princípio da revolução marxista acreditava-se ser capaz de deter a maré por soluções parciais. Nem o cristianismo nem as organizações patronais ou de trabalhadores não encontraram resposta. Tal como hoje o mundo ocidental não parece minimamente preparado para enfrentar o problema do Islão.

Em teoria, aliás, a solução parece extremamente difícil.

Talvez seja possível na prática, se nós, para nos limitarmos à questão aos franceses, se uma atitude positiva for pensada e executada por um verdadeiro homem de Estado.

Os dados actuais do problema levam a crer que de várias formas a ditadura muçulmana vai-se estabelecer sucessivamente através do mundo árabe. Quando eu digo muçulmano penso menos nas estruturas religiosas do que nas temporais que derivam da doutrina de Maomé.

Talvez soluções parciais sejam suficientes para conter a corrente do Islão, se elas forem aplicadas a tempo. Actualmente é já demasiado tarde.

Os «miseráveis» terão pouco a perder. Eles preferem manter a sua miséria no interior duma comunidade muçulmana. A sua sorte não mudará muito. Nós temos deles uma concepção demasiado ocidental.

Às vantagens que nós lhe poderemos proporcionar eles preferem o futuro da sua raça.

A África negra ficará muito tempo insensível a este processo. Tudo o que nós podemos fazer é tomar consciência da gravidade do fenómeno e tentar retardar a evolução.

Islão-Malraux.png (André Malraux, 3 de Junho de 1956. Escritor e pensador) 

Pois é. Até o Obama diz que a luta contra este terrorismo pseudo-religioso vai durar mais do que uma geração. 

Só uma?                                        16/02/2015 

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A maior máquina assassina da história da humanidade

Mike Konrad 

Comentário de Julio Severo: Este artigo extremamente instrutivo me foi recomendado e enviado por Joan Swirsky, uma judia americana pró-família. Vale a pena ler e divulgar.

Quando pensamos em assassinato em massa, o que nos vem à mente é Hitler. Se não é Hitler, então é Tojo, Stálin, ou Mao. Dá-se o crédito aos tiranos do século XX como os piores da espécie da tirania a terem já surgido na humanidade. Contudo, a verdade alarmante é que o islamismo já matou mais do que esses tiranos, e pode ultrapassar todos eles juntos em números e crueldade.

A enormidade dessas matanças da “religião da paz” está tão longe da compreensão que até os historiadores honestos ignoram a dimensão. Quando olhamos além do foco míope, o islamismo é a maior máquina assassina da história da humanidade, sem exceção.

A conquista islâmica da Índia foi provavelmente o caso mais sangrento da história. — Will Durant, citado no site de Daniel Pipes.

Avaliações moderadas colocam o número em 80 milhões de indianos mortos.

De acordo com alguns cálculos, a população indiana diminuiu entre o ano 1000 (ano da conquista do Afeganistão) e 1525 (ano do fim do Sultanato de Delhi). — Koenrad Elst, citado no site de Daniel Pipes.

Oitenta milhões?! Diante desse número, os crimes dos conquistadores espanhóis no continente americano ficam insignificantes. Não é de surpreender que Hitler admirava o islamismo como uma religião de guerra. Ele tinha muita reverência pelo islamismo, cuja carnificina nem ele conseguiu ultrapassar.

Mais de 110 milhões de negros foram mortos pelo islamismo

…um mínimo de 28 milhões de africanos foram escravizados no Oriente Médio islâmico. Desde então, calcula-se que 80 por cento dos negros capturados pelos comerciantes muçulmanos de escravos morreram antes de alcançar o mercado escravo. Acredita-se que o número total de mortos com os 1400 anos de invasões árabes e muçulmanas na África para capturar escravos tenha alcançado 112 milhões de negros. Quando se acrescenta a esse número os que foram vendidos nos mercados negros, o número total de vítimas africanas do comércio escravo no Leste da África e na África transaariana pode ser significativamente mais elevado do que 140 milhões de negros. — John Allembillah Azumah, autor do livro “The Legacy of Arab-Islam in Africa: A Quest for Inter-religious Dialogue” (O Legado do Islamismo Árabe na África: Uma Busca por um Diálogo Inter-religioso)

Some apenas esses dois números juntos, e o islamismo ultrapassou as vítimas do totalitarismo do século XX. No entanto, não termina aí. Acrescente os milhões que morreram nas mãos dos muçulmanos no Sudão em nossa época.

Boa parte da escravidão islâmica era de natureza sexual, com preferência pelas mulheres. Os homens que eram capturados eram castrados. Os filhos mulatos das mulheres eram muitas vezes mortos, o que explica o motivo por que o islamismo não pendeu demograficamente para a raça negra, diferente das escravas no Ocidente, as quais tinham filhos e criaram uma raça mestiça. Acrescente os filhos mortos e chegamos a mais de 200 milhões.

Recorde que no sétimo século, o Norte da África era quase totalmente cristão. O que aconteceu com eles?

No ano 750, cem anos depois da conquista de Jerusalém, pelo menos 50 por cento dos cristãos do mundo inteiro estavam sob a hegemonia muçulmana… Hoje não existe nenhum Cristianismo natural nessa região [do noroeste da África], não existe nenhuma comunidade cristã cuja história dá para identificar o rastro desde da antiguidade. — “Christianity Face to Face with Islam” (Cristianismo Face a Face com o Islamismo), CERC

O que aconteceu com esses milhões de cristãos? Alguns se converteram. O resto? Perdidos na história humana.

Sabemos que mais de 1 milhão de europeus foram escravizados por piratas muçulmanos. Quantos morreram? Ninguém sabe.

…durante 250 anos entre 1530 e 1780, os números podem ter facilmente chegado a 1.250.000. — BBC

Na Idade Média…

…muitos escravos eram levados à Armênia e ali castrados para preencher a demanda muçulmana de eunucos. — “Slavery in Early Medieval Europe” (Escravidão no Início da Europa Medieval)

A mesma prática ocorria em toda a Espanha islâmica. Europeus do Norte da Europa eram capturados quando muçulmanos atacavam a Islândia, ou comprados, ou sacrificados nos locais de castração na Ibéria. Muitos morriam por causa das operações que ocorreram durante séculos.

Não se sabe o número de mortos quando os muçulmanos conquistaram os Bálcãs e sul da Itália, mas de novo os números somam certamente milhões durante os séculos. Não esqueça os 1,5 milhão de cristãos armênios mortos pelos turcos durante a 1ª Guerra Mundial. Sabemos que por mais de cinco séculos, vastos números de meninos cristãos foram raptados para se tornarem mercenários janízaros islâmicos para os turcos. Faça a soma disso também.

Os muçulmanos apreciavam mulheres loiras para seus haréns. Então mulheres eslavas escravizadas eram compradas nas feiras do Califado da Crimeia. Na Espanha muçulmana, um tributo anual de 100 mulheres visigodas [loiras germânicas] era exigido da costa da Cantábria da Espanha.

Durante décadas, os governantes muçulmanos da Espanha exigiam 100 virgens por ano da população conquistada. O tributo só teve uma parada quando os espanhóis étnicos começaram a fazer resistência. — “Jihad: Islam’s 1,300 Year War Against Western Civilisation” (Guerra Santa Islâmica: a Guerra de 1.300 anos do Islamismo contra a Civilização Ocidental)

Acrescente o total de mortos da Reconquista (movimento na Espanha e Portugal para reconquistar seus países dos muçulmanos) e os números sobem muito mais alto.

As pesquisas mostram que a Baixa Idade Média (ou Idade das Trevas) não foi causada pelo povo germânico godo, que acabou assimilando e se tornando cristão:

…o real destruidor da civilização clássica foram os muçulmanos. Foram as invasões árabes… que destruíram a unidade do mundo mediterrâneo e transformaram o Oriente Médio — outrora uma das principais rotas mercantis do mundo — num campo de batalha. Foi depois do surgimento do islamismo… que as cidades do Ocidente, que dependiam do comércio mediterrâneo para sua sobrevivência, começaram a morrer. — “Islam Caused the Dark Ages” (O Islamismo Causou a Idade das Trevas)

Acrescente na computação os milhões desconhecidos que morreram como consequência.

Quantos conhecem os horrores da conquista da Malásia? Os budistas da Tailândia e Malásia foram massacrados em massa.

Quando atacados e massacrados pelos muçulmanos, os budistas inicialmente não fizeram nenhuma tentativa de escapar de seus assassinos. Eles aceitaram a morte com uma atitude de fatalismo e destino. E daí eles não existem mais hoje para contar sua história. — História da Jihad.org

Possivelmente, nunca saberemos o número de mortos.

Depois que os muçulmanos começaram a governar no século XV, povos animistas acabaram desaparecendo por terem sido escravizados e “incorporados” na população muçulmana da Malásia, Sumatra, Bornéu e Java por meio de invasões, tributação e aquisição, principalmente de crianças. Java era o maior exportador de escravos no ano de 1500. — Islam Monitor (Monitor do Islamismo)

Do mesmo modo, o islamismo chegou às Filipinas. Somente o aparecimento dos espanhóis deteve um colapso total, e confinou o islamismo às ilhas do Sul.

A vinda dos espanhóis salvou as Filipinas do islamismo, exceto a ponta do Sul em que a população havia se convertido ao islamismo. — História da Jihad.org

De novo, não se sabe o número de mortos, mas acrescento-os ao total.

Os filipinos animistas estavam com muita vontade de se aliar aos espanhóis contra o islamismo. Aliás, boa parte do sudeste asiático deu boas-vindas aos espanhóis e portugueses como preferíveis ao islamismo.

…desde o século XVII sucessivos reis tailandeses se aliaram às potências marítimas ocidentais — os portugueses e os holandeses — e tiveram sucesso em expulsar a ameaça do islamismo dos malásios muçulmanos e seus senhores árabes. — História da Jihad.org

Alguns galeões e mosquetes não foram suficientes para conquistar a Ásia. O islamismo fez os europeus inicialmente parecerem como libertadores; e até certo ponto eles eram. Quem eram os reais imperialistas?

Até mesmo hoje…

…Jihadistas malásios estão conspirando para transformar a Malásia multiétnica num Califado Islâmico, e estão fomentando confusões no Sul da Tailândia. — Histórida da Jihad.org

Acrescente tudo isso. As vítimas africanas. As vítimas indianas. As vítimas europeias. Acrescente o genocídio armênio. Então acrescente o fato conhecido, mas sem dúvida com um número consideravelmente grande, de vítimas do Leste da Ásia. Acrescente a guerra santa islâmica cometida por muçulmanos contra a China, que foi invadida em 651 d.C. Acrescente a atividade predatória dos canatos da Crimeia contra os eslavos, principalmente suas mulheres.

Embora os números não sejam claros, o que é óbvio é que o islamismo é a maior máquina assassina da história, sem exceção, possivelmente ultrapassando 250 milhões de mortos. Possivelmente um terço ou metade ou mais de todos os mortos por guerras ou escravidão na história podem ser atribuídos ao islamismo. E esse é apenas um exame superficial.

Agora considere os mais de 125 milhões de mulheres hoje que sofrem mutilação genital por amor à honra islâmica. Apesar do que os defensores dizem, essa prática é quase totalmente confinada às áreas islâmicas.

Recentes informações do Curdistão iraquiano levantam a possibilidade de que o problema é mais comum no Oriente Médio do que se cria anteriormente e que a mutilação genital feminina (MGF) está mais ligada à religião do que muitos acadêmicos e ativistas ocidentais admitem. — “A Mutilação Genital Feminina é um Problema Islâmico?” ME Quarterly

Outrora considerada como concentrada na África, descobriu-se agora que a MGF é comum onde quer que haja o islamismo.

Há indicações de que a MGF pode ser um fenômeno de proporções epidêmicas no Oriente Médio árabe. Hosken, por exemplo, nota que tradicionalmente todas as mulheres da região do Golfo Pérsico foram mutiladas. Os governos árabes se recusam a lidar com esse problema. — “A Mutilação Genital Feminina é um Problema Islâmico?” ME Quarterly

Recorde que isso está acontecendo há 1400 anos. E foi imposto numa população que no passado era cristã ou pagã.

A MGF é praticada em grande escala na Indonésia islâmica, e está aumentando.

…longe de diminuir, o problema da MGF na Indonésia está crescendo acentuadamente. As cerimônias em massa em Bandung estão ficando maiores e mais populares a cada ano. — Guardian

O escritor britânico horrorizado desse artigo do Guardian ainda está iludido que o islamismo não apoia a MGF, quando na verdade é agora fato que a MGF é uma prática islâmica importante. As mulheres islâmicas sofrem lavagem cerebral para apoiar seu próprio abuso.

Além disso, Abu Sahlieh citou Maomé, que disse: “A circuncisão é sunna (tradição) para os homens e makruma (ação honrosa) para as mulheres.” — “A Mutilação Genital Feminina é um Problema Islâmico?” ME Quarterly

Qual outra tirania faz isso? Nem mesmo os nazistas mutilavam suas próprias mulheres!

Diferente dos ditadores do século XX cuja fúria assassina os consumiu, reduzindo sua longevidade, o islamismo continua avançando. No fim, embora de modo mais lento, o islamismo tem matado e torturado muito mais do que qualquer outro credo, religioso ou secular. Diferente da tirania secular, o islamismo, devido à sua poligamia e predações sexuais, se reproduz e aumenta.

Outras tiranias são infecções furiosas, que ardem como fogo, mas logo se extinguem. Mas o islamismo é um câncer terminal, que se espalha e domina tudo. Nunca bate em retirada. Seus métodos são traiçoeiros, muitas vezes imperceptíveis no início, impulsionados pelo crescimento populacional. Como um câncer, a extirpação pode ser a única cura.

Portanto, toda vez que você ler sobre um “excesso” israelense [contra os muçulmanos] — e pode haver verdade na queixa —, coloque a notícia em contexto. Olhe contra quem os israelenses estão lutando. O islamismo é totalmente diferente de todas as outras ditaduras da história humana.

Mike Konrad é o pseudônimo de um americano que não é judeu, hispânico ou árabe. Ele dirige o site Arábia Latina (http://latinarabia.com), onde ele discute a subcultura dos árabes na América Latina. Ele queria que seu espanhol fosse melhor.

Traduzido por Julio Severo do artigo do American Thinker (Pensador Americano): The Greatest Murder Machine in History

Fonte: www.juliosevero.com

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