Ataque ao islam ou Islão a nu – Para tomar consciência do terror islâmico e o atacar

Archive for 17 de Abril, 2017

Rejeite a nova lei de migração

Posted by Conselho Superior do Supremo kalifado em Abril 17, 2017

 

ativismo.org/…/rejeite-o-scd-7-2016-que-institui-a-nova-lei-de-migracao 

Halal – Boicote Halal

BIA KICIS, JAIR BOLSONARO, JOICE HASSELMANN, LEANDRO RUSCHEL, E LUIZ PHILIPPE DE ORLEANS E BRAGANÇA-                  E A ABSURDA LEI DE MIGRAÇÃO DE ALOYSIO NUNES 

Por Que Os Cristãos Estão Sendo Assassinados 

Actualizações das maldades das bestas islâmicas em Março de 2017 

Momentos de horror após ataque em igreja – Se dependesse só dos muslimes, nenhum dos seus bárbaros crimes seria conhecido, e são seus crimes que os muslimes querem ter liberdade de fazer em qualquer lado, nomeadamente no Brasil.

A VOTAÇÃO É NA TERÇA FEIRA. COMPARTILHE!!! 

As 10 fases por que passa a reacção ao terrorismo islâmico

«Sempre que meia dúzia de transeuntes são trucidados numa cidade europeia, a primeira fase consiste em proclamar que nada indica tratar-se de um acto terrorista.

Numa segunda fase, aceita-se que, se calhar, até foi um acto terrorista.

A terceira fase implica atribuir a matança exclusivamente à arma utilizada, seja um pechisbeque explosivo, uma faca ou um camião (a frase “camião abalroa X pessoas” tornou-se um clássico do jornalismo cauteloso e da dissimulação).

Na quarta fase, descobre-se, não sem algum espanto, que o explosivo, a faca ou o camião tinham alguém a manobrá-los, embora haja pressa em adiantar que as motivações do manobrador permanecem obscuras.

Na quinta fase, o espanto redobra quando se percebe que o nome do homicida é Abdullah, Ahmed, Ali, Assan, Atwah, Aymen (noto que ainda não chegamos aos “bb”) ou algo com ressonância pouco latina, anglo-saxónica ou asiática.

A sexta fase envolve um questionário aos conhecidos de Abdullah, que o caracterizam como uma jóia de rapaz.

Na sétima fase, suspeita-se que a jóia afinal viajara recentemente para a Síria e participava em “sites” de ligeira influência “jihadista”, onde jurava matar os infiéis que se lhe atravessassem à frente (uma promessa literal no caso da utilização de camiões).

A oitava fase decide que Abdullah se “radicalizara”, ou seja, jurara devoção ao Estado Islâmico, a que chamamos Daesh só por pirraça.

A nona fase estabelece que Abdullah, ele mesmo um infeliz afectado por distúrbios psiquiátricos ou discriminação social ou ambos em simultâneo, não representa o Islão, por muito que o próprio afirme aos berros o contrário.

A décima fase é essencial: aos tremeliques, o poder político declara que nunca cederá ao medo; os jornais desenham capas giras e vagas a propósito; o povo sai à rua a cantar o “Imagine” ou fica no Facebook a “solidarizar-se” com as vítimas sem referir os culpados

«O terrorismo islâmico nunca existiu», Alberto Gonçalves no Observador

Major Christian Leader Makes This Declaration To Erdogan: ‘Muhammad Is A False Prophet And Is In Hell Right Now, Allah Is A False God, Jesus Christ Is God, Accept Christ As Your Lord And Savior.’ 

Ativismo Digital Contra Nova Lei de Imigração

Bom site : https://ramirolopesandrade.blogspot.pt/

https://www.youtube.com/channel/UC1NP93n5siQcGj174KZsp0Q/videos

Orações Islâmicas: supremacismo e ódio contra os não muçulmanos 

Há que desmascarar o mal, ou seja o islam e os muçulmanos, para que o bem vença e prevaleça.

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